<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0' xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'><channel><title>Digestivo Cultural - Colunas de Andréa Trompczynski</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas</link><description>Andréa Trompczynski</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Wed, 13 Oct 2010 10:38:00 -0300</lastBuildDate><image><url>http://www.digestivocultural.com/home/imagens/logo.jpg</url><title>DigestivoCultural.com</title><link>http://www.digestivocultural.com</link></image><item><title>Vida Virtual? Quase 10 anos de Digestivo</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2638</link><dc:creator>Andréa Trompczynski</dc:creator><description><![CDATA[Há quase dez anos, meu irmão insistia que eu precisava conhecer aquele <I>site</I> de nome estranho, o <I>Digestivo Cultural</I>. Relutei, por um tempo, afeita que estava ao bate-papo virtual, como todos já estivemos um dia. Cultural? Eu pensava que haveria lá um bando de senhores resmungões escrevendo sobre as artes, a cultura. Mas em 2001, curiosa, li o <I>Digestivo</i> pela primeira vez.]]></description><pubDate>Fri, 26 Sep 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>A Auto-desajuda de Nietzsche</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1733</link><dc:creator>Andréa Trompczynski</dc:creator><description><![CDATA[O mundo todo está numa corrida por virtudes humanas. Agora, ser virtuoso é bem de consumo. Antes eram os carros, a posição profissional. Depois o corpo, os músculos, o silicone, as bolsas da Daslu. Agora está na moda ser bom. Com o livro <I>Ecce Homo   de como a gente se torna o que a gente é</I>, de Nietzsche, no colo, dou um meio sorriso: a piedade é uma virtude apenas para os <I>décadents</I>.]]></description><pubDate>Thu, 13 Oct 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>O lado louco de Proust</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1719</link><dc:creator>Andréa Trompczynski</dc:creator><description><![CDATA[Já não me surpreendo mais com detalhes sórdidos acerca de gênios. Todo o sadismo, toda a obsessão, ah, que fosse muito mais, eu nunca julgaria Proust. Graças a Deus teve aquela mãe sádica e cuspiu na fotografia dela, graças a Deus se vestia como um bêbado, graças a Deus implorava, mendigava, objetos e fotografias de fetiches, em prazeres bissexuais, louco a caçar afeições num papel.]]></description><pubDate>Thu, 22 Sep 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Bendito Nelson Rodrigues </title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1690</link><dc:creator>Andréa Trompczynski</dc:creator><description><![CDATA[Meu livro de cabeceira tem sido, há muitos anos, <I>A Cabra Vadia</I>, de Nelson Rodrigues. Todas as noites quando o abro penso que ele já disse tudo e muitos ainda não sabem. Tentam nos enganar com opiniões aparentemente novas, mas que já eram as velhíssimas do Anjo Pornográfico. E já que nada mais há para ser dito, vamos copiá-lo. Torço por isso: que sejamos todos um pouco Nelson Rodrigues.]]></description><pubDate>Thu, 11 Aug 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Se o Lula falasse inglês...</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1679</link><dc:creator>Andréa Trompczynski</dc:creator><description><![CDATA[Tudo seria diferente se Lula falasse inglês. Que atire o primeiro pote de barro quem discordar de que não passamos de  como dizia Assis Chateaubriand  uns índios botocudos. Digo isso porque hospedei um amigo do Canadá e, por vezes, quis enfiar minha cabeça num cesto. Morei numa cidade de colonização britânica e percebi lá que o aprendizado da língua inglesa é bem mais do que aprender um idioma.]]></description><pubDate>Thu, 28 Jul 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Sobre Parar de Escrever Para Sempre</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1664</link><dc:creator>Andréa Trompczynski</dc:creator><description><![CDATA[Pode mesmo ser verdade quando alguém diz que não se importa com o número de acessos ou com a vendagem do livro? Eu não posso acreditar. Devo ser uma prostituta, uma vendida, pois me importo, e tanto... E gosto quando chovem acessos. Fico decepcionada quando ninguém entendeu o que eu quis dizer... e lá vou eu, explicando por <I>e-mail</I>, à cada um que me escreve, xingando-me de todos os nomes feios possíveis.]]></description><pubDate>Wed, 06 Jul 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Há vida inteligente fora da internet?</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1639</link><dc:creator>Andréa Trompczynski</dc:creator><description><![CDATA[Os <I>blogs</I> são feitos por pessoas que são mais interessantes do que meus vizinhos ou colegas de trabalho. Quase não encontro pessoas que pensam! Vida inteligente  diferente das pessoas que concordam com tudo e que não estão acostumadas à discussão de idéias. Alguns blogueiros são os novos polemistas. Outros são agradáveis de ler, e só por isso, valem todas as horas despendidas procurando-os.]]></description><pubDate>Thu, 09 Jun 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Para amar Agostinho</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1628</link><dc:creator>Andréa Trompczynski</dc:creator><description><![CDATA[Andei pela vida procurando um homem santo para seguir. Meu santo de adoração seria essencialmente humano. Sua inteligência iria sobressair nos racicíonios que levariam às respostas. Um santo escritor e filósofo, que buscasse a Deus sem medo ou vergonha, porque há nos homens comuns vergonha em buscar a Deus. Pois saiba, leitor, que encontrei-o há cerca de um mês, seu nome é Agostinho.]]></description><pubDate>Thu, 26 May 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Quem tem medo do Besteirol?</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1614</link><dc:creator>Andréa Trompczynski</dc:creator><description><![CDATA[Jovem: se estiver se iniciando no mundo intelectual, não declare sua paixão pelo Besteirol. Você poderá assumí-la depois, na velhice, quando se perde a vergonha e os parâmetros. Nós, os velhos, já não tememos os intelectuais que arrastam os volumes de <I>Guerra e Paz</I> no gelo da <I>intelligentsia</I> brasileira. Dançamos na faixa dos pedestres, comemos pipoca na rua, rimos de nossa própria decrepitude.]]></description><pubDate>Thu, 12 May 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>A Classe Média</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1605</link><dc:creator>Andréa Trompczynski</dc:creator><description><![CDATA[Trabalham como mouros. Nunca falam sobre dinheiro, não é de "bom-tom". Adquirem bens às custas de algo que chamam prestações, mas parece-me que nem mesmo sob tortura confessariam tal vergonha. Viajam nas férias, sempre. Não viajar nas férias é uma espécie de humilhação social impossível de ser aceita. Quase comparável a não possuir carro ou não ter lido o último livro do Diogo Mainardi.]]></description><pubDate>Mon, 25 Apr 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
