<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0' xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'><channel><title>Digestivo Cultural - Colunas de Diogo Salles</title><link>https://www.digestivocultural.com/colunistas</link><description>Diogo Salles</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Fri, 24 Aug 2018 19:15:00 -0300</lastBuildDate><image><url>https://www.digestivocultural.com/home/imagens/logo.jpg</url><title>DigestivoCultural.com</title><link>https://www.digestivocultural.com</link></image><item><title>O Brasil não é a Seleção Brasileira</title><link>https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=4017</link><dc:creator>Diogo Salles</dc:creator><description><![CDATA[Eis o ponto: eu não acho que o Brasil seja a Seleção Brasileira. Quem é brasileiro sabe (ou deveria saber) que somos muito mais do que o estereótipo futebolístico-carnavalesco. É certo que as histórias pessoais dos jogadores &#8213; muitos vindos de infância pobre &#8213; criam o elo entre a seleção e o Brasil Profundo. Mas é uma ingenuidade tratá-los como "heróis da pátria de chuteiras que vão transformar o Brasil num país melhor e mais próspero".]]></description><pubDate>Mon, 14 Jul 2014 15:08:00 -0300</pubDate></item><item><title>Política e Cidadania no Sertão do Brasil (parte 2)</title><link>https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3967</link><dc:creator>Diogo Salles</dc:creator><description><![CDATA[Candidatos não "debatem ideias". O suposto programa de governo que o candidato vende é, na verdade, um conjunto de ideias formuladas pela equipe de marketing da campanha. Portanto, quando você vota, você escolhe quase que um zumbi lobotomizado pelo marqueteiro, e indiretamente está votando numa pessoa que não faz a menor ideia de quem seja. As campanhas são e continuarão sendo assim. Qualquer que seja a embalagem do candidato/produto, a mudança deve vir do lado de cá, de quem vota. Nosso dever é deixar de enxergar o processo eleitoral do ponto de vista do "consumidor de marketing político". Devemos ser apenas eleitores. Eleitores com senso crítico, que desconfiam e questionam seus candidatos.]]></description><pubDate>Fri, 11 Apr 2014 18:04:00 -0300</pubDate></item><item><title>Política e Cidadania no Sertão do Brasil (parte 1)</title><link>https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3937</link><dc:creator>Diogo Salles</dc:creator><description><![CDATA[A espinha dorsal da discussão que eu queria propor era a de que temos de aprender a separar o bem público do bem privado. O Brasil nunca compreendeu bem esse conceito em toda sua história. É a partir dessa separação que pode-se defender qualquer ideal, esteja ele à esquerda ou à direita. É o princípio de todo o bom debate político. Do jeito que estamos hoje, chegamos ao ponto em que vemos partidos atacando a corrupção do adversário sem atentar para as suas próprias corrupções.]]></description><pubDate>Fri, 21 Feb 2014 12:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>90125: o renascimento do Yes</title><link>https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3878</link><dc:creator>Diogo Salles</dc:creator><description><![CDATA[Exatos trinta anos depois de lançado, <em>90125</em> permanece como um marco na história do prog oitentista. Por sua proposta mais acessível, o disco representou uma reviravolta na carreira do Yes e ainda desperta amores e ódios entre fãs e críticos. Enquanto detratores babam de raiva, admiradores o ouvem de joelhos. Mesmo negligenciado nessas listas de discos em voga hoje (até o livro <em>1001 Discos</em> o ignorou), <em>90125</em> é um dos discos mais importantes dos anos 80. Mas a história por trás de sua composição foi tortuosa e seu lançamento aconteceu quase que por acidente. Uma junção de fatores fez o Yes sair de um período de trevas e renascer das cinzas.]]></description><pubDate>Fri, 22 Nov 2013 21:34:00 -0300</pubDate></item><item><title>Lições que aprendi com o Millôr</title><link>https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3543</link><dc:creator>Diogo Salles</dc:creator><description><![CDATA[Por anos, me iludi com a imortalidade de Millôr Fernandes. Se é gênio, só pode ser imortal, pensei. A ilusão ruiu em fevereiro de 2011, quando o Guru do Méier sofreu um AVC isquêmico que o deixou inconsciente e internado por meses a fio. Desde então, fui me conformando com o fato de que seria só uma questão de tempo. Mas, se consegui evitar o choque ao receber a notícia de sua morte, não consegui evitar a tristeza.]]></description><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 20:33:00 -0300</pubDate></item><item><title>Conceitos musicais: blues, fusion, jazz, soul, R&amp;B</title><link>https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3369</link><dc:creator>Diogo Salles</dc:creator><description><![CDATA[Embora alguns amigos ainda me classifiquem como "extremista-militante-purista do <I>classic rock</I>", pelo menos musicalmente, eu garanto que evoluí... Depois do <I>blues</I>, descobri o <I>fusion</I>, aí fui parar no <I>jazz</I> e, mais tarde, diversifiquei com o <I>soul</I> e o <I>rhythm & blues</I>. Hoje, dou risada de minhas intransigências de adolescente, pois reconheço-as em muitos xiitas que debatem sobre música em fóruns na internet.]]></description><pubDate>Fri, 22 Jul 2011 11:31:00 -0300</pubDate></item><item><title>6 pedras preciosas do rock</title><link>https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3347</link><dc:creator>Diogo Salles</dc:creator><description><![CDATA[Ao longo da vida somos apresentados a todo tipo de música e é a partir dessas audições que selecionamos o nosso repertório. A grande maioria do que escutamos cai no esquecimento, mas as poucas que ficam, ficam para sempre. É difícil definir qual o momento exato em que percebemos que gostamos daquela determinada banda ou artista, a ponto de mudar nossa percepção sobre música. Pois é exatamente o que vou tentar fazer aqui.]]></description><pubDate>Thu, 16 Jun 2011 11:09:00 -0300</pubDate></item><item><title>Arte e liberdade</title><link>https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3110</link><dc:creator>Diogo Salles</dc:creator><description><![CDATA[A competição pode ser importante em outras áreas, mas na arte ela tem outro sentido, bem menos importante. Uma eventual premiação deve surgir como consequência, e não como objetivo principal. Baseado na minha própria experiência, resolvi transformar esse senso de competição em senso de colaboração &#8213; porque é assim que acontece com os ilustradores com quem trabalho.]]></description><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 14:04:00 -0300</pubDate></item><item><title>Shows da década (parte 2)</title><link>https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3045</link><dc:creator>Diogo Salles</dc:creator><description><![CDATA[Todos temos aqueles <I>shows</I> que sonhamos em ver algum dia. Alguns desses sonhos não podem mais ser realizados. Se já não posso ver Jimi Hendrix, Stevie Ray Vaughan ou Miles Davis, acredito que eu já tenha ido à maioria dos artistas e bandas (ainda vivos) que admiro. Mas mesmo assim sempre ficam faltando alguns. Ainda quero ver minhas bandas grunge favoritas, Alice in Chains e Soundgarden.]]></description><pubDate>Tue, 20 Apr 2010 15:44:00 -0300</pubDate></item><item><title>Shows da década (parte 1)</title><link>https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3018</link><dc:creator>Diogo Salles</dc:creator><description><![CDATA[Ir a <I>shows</I> é quase uma obsessão para mim, sobretudo quando é um artista ou banda que ainda não tive a oportunidade de ver ao vivo. Minha saga em <I>shows</I> até que começou tarde, precisamente no dia 16 de setembro de 1994. Aos 18 anos, meu queixo caiu ao ver o Yes, uma de minhas bandas favoritas (e com a melhor formação, a meu ver), no palco. Aquilo me despertou para algo definitivo.]]></description><pubDate>Tue, 16 Mar 2010 14:09:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
