<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0' xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'><channel><title>Digestivo Cultural - Colunas de Evandro Ferreira</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas</link><description>Evandro Ferreira</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Wed, 26 May 2010 18:53:00 -0300</lastBuildDate><image><url>http://www.digestivocultural.com/home/imagens/logo.jpg</url><title>DigestivoCultural.com</title><link>http://www.digestivocultural.com</link></image><item><title>Apesar da democracia</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=735</link><dc:creator>Evandro Ferreira</dc:creator><description><![CDATA[A verdade é que, se a monarquia se funda na hierarquia e na hereditariedade, a democracia se funda no pressuposto de que todos os membros de uma comunidade enorme são capazes de entender muito bem o que está se passando à sua volta e de eleger aqueles que são mais capazes. Os fatos tornam isso inverossímil, sequer como ideal a ser alcançado. Ainda mais como pressuposto ou ponto de partida.]]></description><pubDate>Tue, 24 Sep 2002 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Capitalismo sob fogo cerrado</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=727</link><dc:creator>Evandro Ferreira</dc:creator><description><![CDATA[Os sebos são curiosos. Quanto melhor o livro, mais barato ele costuma ser nesses lugares. O critério de valoração do preço é, como não poderia deixar de ser, a oferta e a procura. Portanto, se o número de pessoas que procuram um determinado tipo de livro é pequeno, então o preço será baixo, independentemente da qualidade do mesmo. Recentemente me deparei com "Economia numa única lição", de Henry Hazlitt. O preço era 4 reais.]]></description><pubDate>Tue, 17 Sep 2002 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>O underground e o Estado</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=720</link><dc:creator>Evandro Ferreira</dc:creator><description><![CDATA[Todo professor universitário costuma falar que é preciso que o aluno se acostume a ler jornais diariamente, se quiser se manter informado sobre o mundo. Logo percebi que havia algo errado. As matérias que me pareciam um pouco mais satisfatórias eram compradas de jornais estrangeiros. Vou dizer apenas que dois "elementos" muito contribuíram para que eu tomasse consciência definitiva de que não se pode esperar quase nada do jornalismo impresso brasileiro hoje. 
]]></description><pubDate>Tue, 10 Sep 2002 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Depoimento sobre o dia de amanhã</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=712</link><dc:creator>Evandro Ferreira</dc:creator><description><![CDATA[A cada dia que passa tenho mais claramente diante de mim que para ter um lugar ao sol nessa sociedade é preciso ter um diploma de mestrado e ser dotado do mesmo conjunto de concepções gerais sobre o mundo que aquele dos professores universitários. Se você não tiver essas duas coisas, é melhor desistir de estudar e escrever. Arranje uma profissão que dependa apenas de um saber técnico.
]]></description><pubDate>Tue, 03 Sep 2002 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Pensando sozinho</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=694</link><dc:creator>Evandro Ferreira</dc:creator><description><![CDATA[Que liberdade temos hoje? A de escolher entre um candidato de esquerda, um de esquerda light, outro de esquerda doida e outro de centro-esquerda? Bem, minha resposta é: não, obrigado. E a resposta do Estado é: sua resposta não vale, pois você é obrigado a votar em mim, pois só eu existo, cara pálida. E minha réplica é: não, apenas o indivíduo existe concretamente. O resto são abstrações úteis a diversos fins.]]></description><pubDate>Tue, 27 Aug 2002 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Hipermediocridade</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=683</link><dc:creator>Evandro Ferreira</dc:creator><description><![CDATA[Já ouvi muitas lorotas sobre a Internet. Mas confesso que a maior de todas é a tal da "produção coletiva do conhecimento". Imagine um pensador medíocre escrevendo um livro em que haja, digamos, 10% de idéias razoáveis, sendo todo o resto composto de bobagens. Agora imagine mil desses pensadores, todos eles mandando os seus textos para a web, onde se tornarão hipertexto.]]></description><pubDate>Tue, 20 Aug 2002 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Babação do popular</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=675</link><dc:creator>Evandro Ferreira</dc:creator><description><![CDATA[Enquanto as pessoas humildes e batalhadoras que moram nas favelas e nos campos sonham em ter um diploma e serem "dotores", os acadêmicos gastam todo o seu tempo estudando o seu Zé, querendo ser como ele: simples, humilde e honesto. Certamente podemos aprender com a humildade e a honestidade das pessoas simples. Mas como fica todo o conhecimento dos grandes clássicos da humanidade e que ninguém lê hoje em dia?]]></description><pubDate>Tue, 13 Aug 2002 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Três comentários</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=664</link><dc:creator>Evandro Ferreira</dc:creator><description><![CDATA[Titia Zara (o nome é em homenagem à minha professora de primário) pediu para eu escrever uma redação sobre as minhas férias. Eu não sei direito o que escrever, então vou só contar as coisas que eu fiz e as coisas que eu vi. Fui para Brasília, que não é nenhuma praia, mas é a coisa mais parecida que consegui. Quando cheguei lá, comecei a observar as coisas. Não tem muitas coisas lá, mas mesmo assim consegui observar algumas.]]></description><pubDate>Tue, 06 Aug 2002 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Sonhos</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=648</link><dc:creator>Evandro Ferreira</dc:creator><description><![CDATA[A vida em Brasília é um "cliché". É "kitsch", como diria Milan Kundera. Uma beleza projetada, palnejada. E o domingo não nos deixa muitas opções além de olhar para o céu e curtir uma fossa. Claro, sempre existe a outra opção. Escolha seu programa de TV e mergulhe na tela até se dissolver. É isso que fez a senhora Sara Goldfarb, em um filme, "Réquiem para um sonho".]]></description><pubDate>Tue, 30 Jul 2002 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>O pensamento biônico</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=641</link><dc:creator>Evandro Ferreira</dc:creator><description><![CDATA[Quando eu entro em uma livraria neste país, o que vejo são dezenas, centenas de livros de acadêmicos que criticam o neoliberalismo. Mas não consigo encontrar sequer os livros de Friedman e Hayek, sempre raros e em edições mal traduzidas e feias. Isso, para não falar de Ludwig von Mises, Murray Rothbard, Böhm-Bawerk e tantos outros, da escola austríaca de economia.]]></description><pubDate>Tue, 23 Jul 2002 00:00:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
