<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0' xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'><channel><title>Digestivo Cultural - Colunas de Fabrício Carpinejar</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas</link><description>Fabrício Carpinejar</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Wed, 26 May 2010 18:46:00 -0300</lastBuildDate><image><url>http://www.digestivocultural.com/home/imagens/logo.jpg</url><title>DigestivoCultural.com</title><link>http://www.digestivocultural.com</link></image><item><title>Carros? Caraca!</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2669</link><dc:creator>Fabrício Carpinejar</dc:creator><description><![CDATA[Duas coisas que o homem não tolera ouvir de uma mulher: insinuações sobre o tamanho do seu sexo e que dirige mal. Alguém imagina o desespero de um homem ao escutar de sua parceria que ele vá mais fundo, aos gritos lânguidos de "mete mais", quando ele já não tem mais o que oferecer? Mas pior do que isso é suportar as mulheres comentando o seu desempenho no trânsito.]]></description><pubDate>Fri, 07 Nov 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Sou diabético</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2206</link><dc:creator>Fabrício Carpinejar</dc:creator><description><![CDATA[O que absorvo vira açúcar. O que recuso vira açúcar. A massa vira açúcar, o trigo vira açúcar, o arroz vira açúcar. Os livros que não folheei viram açúcar, os livros que não escrevi viram açúcar. Não é a brandura do açúcar, é a sua agressividade secreta. Não é o açúcar amistoso, o açúcar que completa, é o açúcar que desfalca, faminto. O açúcar me devora. O açúcar é a infância que não tive e não terei mais.]]></description><pubDate>Wed, 21 Feb 2007 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Sobre a mulher que se faz de vítima</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2170</link><dc:creator>Fabrício Carpinejar</dc:creator><description><![CDATA[A mulher-vítima não desabafa, chora antes. A mulher-vítima se isola, acha que ninguém entenderá seu sofrimento. Não permite que sua angústia converse com estranhos. Ou que sua alegria tenha amigos. A mulher-vítima é uma mãe que não deixa o corpo sair dessa encarnação. A mulher-vítima não muda, aguarda que o mundo mude por ela. É triste o jeito que ela se trata, ou o jeito que ela não se trata.]]></description><pubDate>Thu, 18 Jan 2007 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Manoel de Barros: poesia para reciclar</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2018</link><dc:creator>Fabrício Carpinejar</dc:creator><description><![CDATA[Foi redigindo cartas que ele formou seu estilo e seu fôlego, que o transformou em um dos maiores poetas brasileiros do século XX. Durante 50 anos, desde o momento em que saiu de casa para estudar em colégio interno, contando suas notícias para a mãe Alice, descobriu que suas frases e as dela tinham o mesmo tamanho: até 25 letras. Um influenciou o outro. Da troca materna, resultou na altura ideal do seu poema.]]></description><pubDate>Thu, 17 Aug 2006 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>A vida sexual da mulher feia</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1847</link><dc:creator>Fabrício Carpinejar</dc:creator><description><![CDATA[Em <I>A Vida Sexual da Mulher Feia</I>, assinado pela escritora Cláudia Tajes, o trágico se torna patético e ganha Ibope de carisma. Da forma como a trajetória é pontuada, acompanhada de uma pedagogia da resistência, evoca o <I>Big Brother</I>. A autora-narradora tem um quê de Pedro Bial, abrindo caminho para a pobretona ganhar o prêmio. Nenhuma mulher ou homem ficará imune à insegurança da personagem.]]></description><pubDate>Fri, 17 Feb 2006 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Em defesa da normalidade</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1768</link><dc:creator>Fabrício Carpinejar</dc:creator><description><![CDATA[Só escuto escritor bajulando a loucura. Paranóico, esquizofrênico, dupla personalidade são algumas das caracterizações predominantes entre os autores. Ninguém mais quer ser normal. O desvio é <I>status</I>. Proponho a defesa da normalidade. Um elogio à pacatez. Chega de pensar que a intensidade está em superar os limites. A intensidade é viver todas as possibilidades aproveitando os limites. ]]></description><pubDate>Mon, 05 Dec 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>A Invenção de Orfeu de Jorge de Lima</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1669</link><dc:creator>Fabrício Carpinejar</dc:creator><description><![CDATA[A editora Record recoloca <I>Invenção de Orfeu</I> nas prateleiras, depois da obra ficar vinte anos fora de catálogo. A resistência ao livro, ainda culto de iniciados, deve-se ao predomínio de uma crítica realista no Brasil, que enfatizou a cotidianização da linguagem e o apelo ao engajamento social e à compreensão estrutural da realidade. Jorge de Lima, adepto da transcendência, ficou de fora do panteão dos clássicos. O desafio novamente está posto.]]></description><pubDate>Thu, 14 Jul 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Muitos amores ao mesmo tempo</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1624</link><dc:creator>Fabrício Carpinejar</dc:creator><description><![CDATA[É possível viver dois amores ao mesmo tempo? Dois amores são possíveis no início, para se desentenderem logo em seguida. O amor que é forte, luminoso, não permite concorrência. Dois amores são possíveis ao mesmo tempo porque um deles será o proibido. Permanecer no casamento ou na estabilidade, desde que se amem, é hoje a mais alta transgressão. Aventurar-se fora de seus domínios cheira a regra.]]></description><pubDate>Wed, 18 May 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Pais e filhos, maridos e esposas II</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1601</link><dc:creator>Fabrício Carpinejar</dc:creator><description><![CDATA[É senso comum defender que o casamento desmorona após 10 ou 15 anos. Que chega a monotonia, o tédio, o marasmo. Os casados têm que atravessar a maldição dos divorciados. Quem pergunta "quanto tempo tem seu casamento?" e recebe uma resposta acima de uma década, solta uma risadinha cínica. Está a afirmar: "Espera, a tragédia virá!". Casado, me vejo como um ingênuo, um idealista.]]></description><pubDate>Wed, 20 Apr 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Pais e filhos, maridos e esposas</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1583</link><dc:creator>Fabrício Carpinejar</dc:creator><description><![CDATA[Quem diz que não tem opção ainda tem opção. Mesmo que seja para mudar de idéia, mesmo que seja para gostar novamente do que deixou para trás. Todos temos opção, sorrir ou ficar sério, brigar ou fazer as pazes, fugir ou pedir o divórcio, viajar ou pedalar o mar. Ao atravessar a rua, tenho a opção de olhar para a esquerda ou para a direita, para a amizade ou para sedução. Há opção até na falta de opção.]]></description><pubDate>Fri, 25 Mar 2005 00:00:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
