<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0' xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'><channel><title>Digestivo Cultural - Colunas de Guga Schultze</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas</link><description>Guga Schultze</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Wed, 26 May 2010 18:42:00 -0300</lastBuildDate><image><url>http://www.digestivocultural.com/home/imagens/logo.jpg</url><title>DigestivoCultural.com</title><link>http://www.digestivocultural.com</link></image><item><title>Do desprezo e da admiração</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2693</link><dc:creator>Guga Schultze</dc:creator><description><![CDATA[Não sou um admirador de atletas, em geral. Talvez uma discreta admiração por levantadores de peso. Mas só por aqueles que nasceram assim e que não podem sequer sonhar com equitação ou com balé. Minha admiração não é propriamente dirigida para os atletas, mas para a natureza que, de vez em quando, providencia uns recém-nascidos de dez quilos por aí. Eles crescem, e como.]]></description><pubDate>Wed, 17 Dec 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Dia do lixeiro passar</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2673</link><dc:creator>Guga Schultze</dc:creator><description><![CDATA[Um mundo sem mulheres (se tal coisa fosse possível) seria uma zona perpétua. Sem mulheres e homens, é lógico, não existiria ninguém, mas supondo que as mulheres fossem só um corpo com um cérebro de <I>poodle</I>, por exemplo. Haveria apenas tribos de homens indisciplinados, sujos e brigões. Todas as festas seriam iguais, entre bebedeiras e quebra-paus. Não haveria semáforos nas ruas e ninguém usaria óculos.]]></description><pubDate>Wed, 26 Nov 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Entrelinhas</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2662</link><dc:creator>Guga Schultze</dc:creator><description><![CDATA[O leitor, o leitor assíduo, é um animal envolvido num processo evolutivo, um animal em mutação. É possível que, através dos anos, esse leitor sofra uma metamorfose no sentido inverso daquela proposta por Franz Kafka, e que, num belo dia, abandone sua condição de barata cega e acorde em sua cama transformado num espécime raro: um ser humano capaz de assimilar o que lê.]]></description><pubDate>Wed, 29 Oct 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Don Corleone e as mulheres</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2628</link><dc:creator>Guga Schultze</dc:creator><description><![CDATA[Tenho a impressão, quase uma certeza, de que a maioria das mulheres adora <I>O Poderoso Chefão</I>. Acontece que o universo do filme é muito feminino, <I>capice</I>? Apesar de todos aqueles bigodes, costeletas e revólveres. Ao reforçar o lado familiar e sentimental da história original, o filme abriu uma janela imprevista para a visão de um mundo quase ideal, segundo as mulheres.]]></description><pubDate>Wed, 24 Sep 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Contra reforma ortográfica</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2615</link><dc:creator>Guga Schultze</dc:creator><description><![CDATA[Existem centenas de exemplos de mau funcionamento da língua portuguesa, de coisas que não podem ser ditas, ainda que você queira muito dizê-las. Pensando em contribuir com as futuras gerações de brasileiros e brasileiras, proponho uma nova reforma ortográfica. Não essa nova, mas uma mais nova ainda: simples, sucinta e que qualquer um pode entender. ]]></description><pubDate>Wed, 10 Sep 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Obama e o oba-oba</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2598</link><dc:creator>Guga Schultze</dc:creator><description><![CDATA[Agora vem Obama, e um discreto oba-oba se instala. Mas eu não consigo pensar livremente a respeito de Obama porque tenho que lidar com o reverso das expectativas do governo Bush, com discursos excessivamente bem construídos para ser tudo o que o outro governo não foi, e fico imaginando que, depois de uma tempestade, qualquer raiozinho de sol pode parecer bonança.]]></description><pubDate>Wed, 20 Aug 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>As letras da memória</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2571</link><dc:creator>Guga Schultze</dc:creator><description><![CDATA[Bem, se a gente vive coisas e deve necessariamente lembrar-se delas depois (para saber que está vivo ou que viveu essas coisas), é lógico pensar que acumular recordações é uma forma de expandir a vida. Que algumas dessas memórias venham de livros, de coisas que você nem viveu, é uma forma de atestar a maneira, quase mágica, com que as pessoas podem trocar pedaços de vida entre si.]]></description><pubDate>Wed, 30 Jul 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Eu, tu, íter...</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2566</link><dc:creator>Guga Schultze</dc:creator><description><![CDATA[Quase escrevi que eu uso o Twitter. Não uso. Não tem nenhuma utilidade para mim, no momento. Minha mãe tinha um <I>tweeter</I> na pia da cozinha, aquele pequeno triturador acoplado no ralo da pia. Mas o Twitter, que de certa forma também mastiga a comunicação, vem de <I>tweet</I>, que é o tititi dos passarinhos, em inglês. Muito mimoso, né? Hitchcock ia gostar disso.]]></description><pubDate>Wed, 09 Jul 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Entrando pelo cânone</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2555</link><dc:creator>Guga Schultze</dc:creator><description><![CDATA[Harold Bloom é um tipo de leitor entre vários outros. Quantos tipos existem? Não sei responder a essa pergunta, mas percebo que Bloom procura quase exclusivamente o conteúdo das obras que resenha. Na verdade, essa é a forma mais comum de leitura. Procura-se o que o autor está dizendo, o que ele tem a dizer, digamos, sua filosofia. Mas existe aí um problema...]]></description><pubDate>Wed, 18 Jun 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>Machado sem corte</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2545</link><dc:creator>Guga Schultze</dc:creator><description><![CDATA[Machado de Assis é leve, pega leve. Tem uma delicadeza natural, que ele tempera com um ceticismo constante, calculado, mas que não chega a ameaçar. Irônico, mas não chega à ironia cortante, como se diz. Inteligente, mas sem surpreender nem causar susto. Uma originalidade comedida e bem dosada, um colorido em agradáveis tons pastéis, mas não uma inovação de derrubar os tijolos.]]></description><pubDate>Wed, 28 May 2008 00:00:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
