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Quarta-feira, 2/4/2008
Churrascaria Ponteio Grill, 30 anos

Julio Daio Borges




Digestivo nº 361 >>> Reza a lenda que os gaúchos Gelso Luiz Pilatti, do Ponteio Grill, e Arri Coser, do Fogo de Chão, um dia dividiram o mapa de São Paulo, disputaram, efetivamente, um mesmo espaço próximo ao aeroporto de Congonhas e, para a felicidade geral da Nação, consagraram, na nossa gastronomia, o churrasco (e o rodízio) do Rio Grande do Sul. O Fogo de Chão está dominando, agora, os Estados Unidos, e o Ponteio Grill está comemorando, desde 2007, 30 anos de sua sede na avenida Imperatriz Leopoldina, esquina com Queiroz Filho, na Lapa. Num amplo salão estilo inglês, para até 400 pessoas, o Ponteio é bastante conhecido pelo entrecôte argentino e pelo carré de cordeiro, em quase vinte tipos de carnes que oferece. Teve decoração original do badalado arquiteto Sig Bergamin e introduziu o onipresente bufê de saladas (com, hoje, 35 variantes), demonstrando uma preocupação original com os não-carnívoros e oferecendo, mui corretamente, bacalhau em partes, ostras frescas e anéis de lula, entre outras iguarias oriundas do mar. E se a casa tem três décadas, o barman tem 28 anos de Ponteio, alternando-se entre a adega completíssima e o piano-bar, onde happy hours decidem os destinos de muitos negócios, em meio a porções de pasteizinhos crocantes, camarões grelhados, lingüiças e picanhas (para quem não quer encarar o rodízio, diretamente, em toda a sua diversidade). E, antes que vire moda, vale dizer que o Ponteio Grill introduziu, igualmente, o bufê de sobremesas (no lugar do velho carrinho) — e, neste momento, prepara uma surpresa gastronômica, assinada, de aniversário... E, ainda, quando todo mundo pensava que o conceito de churrascaria havia se esgotado, a Ponteio Grill reintroduziu o silêncio, a tranqüilidade e a serenidade, sem perder a tradição.
>>> Churrascaria Ponteio Grill
 
>>> Julio Daio Borges
Editor
 

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