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Segunda-feira, 28/5/2007
Comentários
Leitores

O crítico-espelho
Oi, Rafael, quanto a falar do que a gente gosta, deixo uma frase do Costa Lima sobre Barthes: "O crítico-espelho não é um crítico (...). Se a minha escrita é fundamentalmente um speculum, é um espelho da minha reação diante do texto, então não estou falando do texto, estou falando de mim a pretexto de falar do texto." Abraços do Lúcio Jr.

[Sobre "O bom, o ruim (e o crítico no meio)"]

por Lúcio Jr
28/5/2007 às
08h51

Kafka: alemão, mas tcheco
O texto está muito bom e há de encontrar leitores além dos seus naturais. Só uma correçãozinha, pequena mesmo: Kafka foi educado em alemão, escreveu em alemão e tinha muito de alemão, mas era tcheco de nascimento. E, por sinal, era bom demais! Beijo.

[Sobre "Quando um livro encontra seu leitor"]

por André
28/5/2007 às
06h50

Críticos e resenhistas
Rafael, sempre vi a crítica com uma certa desconfiança, em alguns chega-se a perceber a exagerada irritabilidade com que se dirigem geralmente ao autor e raramente à obra analisada. Acredito que criticar esteja próximo de apreciar, valorar; e os critérios são tão subjetivos quanto singulares. Gostei muito do seu texto e da forma como tratou o tema, porém ficou faltando acentuar a necessária orientação educativa para a crítica, seja para o leitor ou mesmo para o autor em questão. A literatura é consequência de um sistema complexo e os críticos são leitores com um aparato intelectual desenvolvido para apontar determinadas características presentes nesta ou naquela obra. Torna-se necessário separar a informação avalizada dos gostos pessoais e das defecções que as relações de mercado propagaram. Foi muito correto você apontar que só resenha o que gosta, mas haverá quem veja nesta postura as trocas de gentilezas que têm sido prática entre autores e resenhistas em determinados veículos.

[Sobre "O bom, o ruim (e o crítico no meio)"]

por Carlos E. F. Oliveir
28/5/2007 às
02h40

bom pra danar!
Caro Rafael, embora não conheça os autores e obras citados, compartilho a sua idéia a respeito dos críticos a respeito de eles serem justos e não passionais em sua crítica. Mas, cá pra nós, criticar uma obra ou autor que são péssimos mesmo e dos quais não gostamos é bom para danar! Adriana

[Sobre "O bom, o ruim (e o crítico no meio)"]

por Adriana
27/5/2007 às
22h59

Beckett: um chato de primeira
Julio, informações interessantes apresentadas em seu texto, mas não isentam Beckett de ser um chato de primeira grandeza, seja ele ou não discípulo de Joyce e que somente alguns iluminados consigam ou fingem entender o que ele escrevia. Se ele foi cair no teatro do absurdo, caiu muito raso. Deveria ter caído nas profundas do inferno, quem sabe Satanás o entenderia, ou então o jogaria definitivamente nas chamas eternas. OBS: Houve época em que frequentava certos grupos "intelectuais" e discutíamos Beckett e, pior, assistia à encenações de suas peças. Me pergunto: Como? Como? Como?

[Sobre "E se você me desse um beijo?"]

por Adriana
27/5/2007 às
22h51

Narrativas orais no Ceará
Oi, Ana, aqui no Ceará a última bienal do livro foi dedicada aos descendentes da sherazade. Contadores de histórias deslindavam causos em várias tendas, o tempo todo. Era uma bienal do livro dedicada à tradição oral! Dá pra ver como a proposta ficou bonita aqui, ó... ps: a bienal juntava a cultura árabe com a cultura local. Do lado de lá, havia livros e palestras com escritores árabes. E do lado de cá, os contadores de história do sertão (e das histórias de Trancoso). Um abraço!

[Sobre "Quem não gosta de uma boa história?"]

por helana gurgel
27/5/2007 às
21h50

Beckett no teatro do absurdo
Conversando com Joyce sobre Hume e caindo nas graças de Cioram, ai, ai. Não para menos Beckett acabou no teatro do absurdo. Só causa estranheza que um desesperançoso como Vinícius não tenha se identificado com Beckett. Talvez porque Vinícius se desesperava com sua desesperança.

[Sobre "E se você me desse um beijo?"]

por mauro judice
27/5/2007 às
14h07

Nananinanão
Rose, a educação não está como está por causa de "pseudo-educadores" como eu porque, se eu fosse o responsável pela educação, as pessoas jamais usariam num texto um estilo tão feiosinho, tão tacanho como o seu. "Lambendo as botas", "Deus mercado"? Faça-me o favor. Uma pessoa que usa "Lambendo as botas" simplesmente está errada. Por sorte, pode até ter dito alguma verdade, mas a partir do "Lambendo as botas" ela invalidou tudo que disse.

[Sobre "Exceção e regra"]

por Edward Bloom
27/5/2007 às
10h47

O enfado de Beckett
O impacto, a novidade - ou melhor, a originalidade de Beckett só é percebida por quem tem uma boa bagagem literária. Senão ele se torna pouco menos que incompreensível. Pode-se até chamá-lo de chato. Mas há que se convir que é um "grande" chato. É bem diferente de ser só um chatinho a mais. Não faço idéia da opinião de Coetzee sobre ele, veremos (se possível). Mas é bom saber de Beckett via George Steiner, ou mesmo H. Bloom (o velho Bloom), ou mesmo Joyce, para citar alguns. Uma das coisas que eu acho mais legais em Beckett, no plano pessoal, é que ele gostava imensamente de dormir. Dá uma certa medida do enfado que ele sentia, no geral.

[Sobre "E se você me desse um beijo?"]

por Guga Schultze
27/5/2007 às
10h21

Vale a pena declinar
Olá, Julio. Ainda há pouco, no café da manhã, comentava - enquanto me deliciava com meus ovos mexidos - que há coisas tão boas para a saúde que vale a pena declinar que nos fazem engordar. O exemplo que dei foi o abacate. Coincidentemente, tomei conhecimento, abrindo sua página, dos abacates - melhor "avocados" - de Jaguacy. Uma amiga mandou-me um artigo do NY Times com uma lista de coisas que quase nunca comemos e que são fundamentais para a saúde: abacate, veio em primeiro lugar; depois batata doce, soja, salmão e cevadinha. Almoço, guacamole.

[Sobre "O Conselheiro também come (e bebe)"]

por eugenia zerbini
27/5/2007 às
09h42

Julio Daio Borges
Editor

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