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Sexta-feira, 3/8/2007
Comentários
Leitores

Nasci, cresci e vivo em BH...
Olá, Ana! Está tão bom este seu texto que fez-me lembrar da minha infância e adolescência, em meados da década de 50. Até parece que você viveu naquela época. Meus avós maternos ajudaram na construção da cidade. Minha avó, Francisca Cândida Ferreira de Carvalho, nasceu na casa do tio Cândido, que é hoje o Museu Abílio Barreto. Depois da desapropriação das terras, vieram para o "Engenho Nogueira", hoje Bairro Caiçara, onde moro atualmente. A vida deles ficou muito difícil, veja a distância do "centro"... Tenho fotos antigas dos meus pais andando de braços dados na Avenida Afonso Pena em 1937. Até recentemente, alguns parentes diziam, de forma depreciativa, que morávamos na "vila". Agora, apesar de tudo tenho saudades daqueles tempos... Abração!

[Sobre "A cidade e as serras"]

por simone
3/8/2007 às
16h52

Tudo que eu queria ler
Uma entrevista que flui, mantém o interesse. Muito boa mesmo. Gostei de tudo. Acredito que o principal do contato com o leitor é a abertura à discussão, a possíveis contribuições que podem vir por acréscimo ou discordância; o conflito bem administrado é muito saudável, alguns argumentos despertam para pontos que talvez não tenham sido percebidos e isso traz crescimento. O problema é que não há esse hábito de refletir, interpretar, avaliar. A discordância muitas vezes é usada ou considerada como ataque, uma forma de vitória sobre o outro, algo completamente desnecessário. As pessoas não concordam por serem diferentes, o que pode tornar mais interessante o contato, se há respeito e limites na tentativa de convencer o outro a mudar de opinião. Mas o capitalismo e a competitividade exigem que as pessoas tenham crosta e não pele, esvaziam o sentido da interação; coisa mais triste. Isso faz com que alguns odeiem o mundo, não sem razão, pois é tão melhor ter pele em vez de crosta. Parabéns!

[Sobre "Pedro Doria"]

por Cristina Sampaio
3/8/2007 às
15h03

Muito bom!
Achei o texto muito bom, de muito bom gosto, que faz com que as pessoas que não conhecem o livro ou a autora, se interessem em lê-lo. Como disse a Gabriela, quem nunca ficou inseguro por causa de outra pessoa?

[Sobre "Meu marido e outros tantos também"]

por Jéssica Almeida
3/8/2007 às
13h45

As ruas são as mesmas
Boa lembrança, Os meninos da rua Paulo é um pequeno clássico. Li, quando era adolescente, e foi quase como ler sobre os meninos da rua São Paulo, Belo Horizonte, onde passei a maior parte da infância. As ruas são as mesmas, quando a gente é menino. Mas suponho que essa era terminou. Boa pedida, Gian. Abraços.

[Sobre "Os meninos da rua Paulo"]

por Guga Schultze
3/8/2007 às
13h43

Pergunta não respondida
Eu realmente gostaria de saber a resposta do Pedro Dória a essa questão que o Julio fez e foi completamente ignorada pelo entrevista...: "Como blogueiro militante no melhor sentido do termo , não acha que, de repente, essa postura, de colocar-se uma espécie de 'olimpo', numa 'torre de marfim', não combina muito com a era da hiperconectividade, da 'conversação', do cada vez menor número de 'graus de separação'? Porque, muitas vezes, eu tenho a impressão de que quem mantiver esse 'distanciamento', em relação ao leitor, vai sucumbir você não acha?". Por que será ele não respondeu? Abraço prá ti, Julio!

[Sobre "Pedro Doria"]

por Ana Brambilla
3/8/2007 às
12h13

Cassandras da literatura
Geralmente escritores são leitores ávidos e transbordam as influências das textualidades apreciadas; e se alguns não têm apetite para a literatura, outros a devoram obsessivamente. Literatura é, do meu ponto de vista, feita essencialmente pelo leitor, que dá vida e valor ao texto lido. A reverência emblemática dada ao livro só tem sentido quando o teor do seu conteúdo eleva a sua condição de objeto. A morte da literatura, como vaticinam as cassandras da vez, é sobretudo a morte da expressão e da liguagem, e quem pode prever até este ponto? Desconfio que tal juízo venha de uma disciplina cultural de jornadas retas e leituras corretas, mas esta prática é singular e delicada, cheia de voltas e reviravoltas, que deixa(m) tontos leigos e sábios; e as leis que a regem, se é que a regem, são hermeticas para juízos tolos. Literatura é a vida registrada em circunstâncias e palpitações, carregada de uma grandeza sensível que exalta o anti-herói; o que resta é o gramático, técnico na aridez sintática...

[Sobre "A literatura de ficção morreu?"]

por Carlos E. F. Oliveir
3/8/2007 à
01h34

Jornalismo e Direito
Cara colega, não é só o jornalismo que vive seus dias finais, o direito passa por tal situação... É só verificar quantos bacharéis se formam e quantos conseguem tirar a tão almejada carteira da Ordem dos Advogados do Brasil, e mesmo tirando, quantos conseguem exercer a profissão... Com certeza há escassez de vagas em todo lugar... Mas em jornalismo e direito isso é aterrorizador!!!

[Sobre "Eu me pergunto para onde vai a imprensa..."]

por Henrique
2/8/2007 às
15h51

Olivia antes e depois
Sabe, eu entrei uma vez no blog da Olivia (sem acento como ela prefere!), e estava muito paradão... Entrei outras vezes, e quase nada mudava. Mandei um e-mail perguntando qualquer coisa, ela respondeu muito sucintamente, mandei outro, nada de resposta... Agora leio esta entrevista e a Olivia, metafísica, não gostando disso e daquilo, reclama da vida. As coisas não foram para onde ela gostaria que tivessem ido, o mundo não deu as voltas que ela gostaria que tivesse dado, talvez fosse melhor do jeito que era mas do jeito que está talvez fique na mesma (?) ... O blog (voltei lá agora, de novo) está recheado, bombando. Muito melhor do que aquele que decidi excluir de minha lista de favoritos. Há alvissareiras notícias que livros novos estão no forno. Isso é muito positivo! É a parte que importa, Olivia. Acho que Olivia deveria deixar o bonde andar.

[Sobre "Bate-papo com Olivia Maia"]

por Albarus Andreos
2/8/2007 às
15h27

não me conformo
eu não acredito que a 89 acabou, essa radio era muito louca, a uníca que prestava. As rádio que entrou no lugar é um lixo, agora não tem mais o que ouvir...

[Sobre "89 FM, o fim da rádio rock"]

por farinha
2/8/2007 às
14h07

O peso de Faulkner
Meus livros do Faulkner estão espalhados pela casa. Alguns na estante, outros, por aí, dependendo da minha última releitura. Sempre volto ao Faulkner, depois de tentar ler, digamos, algum contemporâneo. Esses mesmos, you know. Meus livros estão bem manuseados. Alguns nem leio mais, só seguro nas mãos, pra sentir o peso. Se arremessados contra a estante de livros, derrubam todos os outros.

[Sobre "A calça alta do Faulkner "]

por Guga Schultze
2/8/2007 às
13h55

Julio Daio Borges
Editor

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