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Sexta-feira, 25/2/2011
Comentários
Leitores

A invenção do códice
Belo texto, Spalding. E ótima análise de como a invenção do códice mudou a escrita e a leitura.

[Sobre "História da leitura (II): o códice medieval"]

por Gian Danton
25/2/2011 às
11h57

Editoras dominam a publicação
O humano não escrevia, não sabia como fazê-lo; um dia, há milhares de anos, um habitante de cavernas queria explicar "guturalmente" um fato que lhe ocorreu, mas não tinha "palavras" para tanto, então começou a rabiscar a parede de rocha tentando "desenhar" o fato. Fez, mais ou menos, um animal feroz lhe perseguindo, e todos o entenderam. Isso se espalhou e em pouco tempo muitos "escreviam", e todos eram publicados; diferente de hoje, quando as editoras dominam as publicações. Vieram os papiros, os chineses e japoneses "inventaram os tipos móveis", (Gutenberg somente aprimorou os tipos, quase 600 anos antes dele os orientais editaram e imprimiram livros, como a "bíblia budista", a "Tripitaka", impressa com blocos soltos de madeira, os tipos móveis). Grandes bibliotecas foram criadas, e agora no início do século XXI já podemos armazenar 1.000 livros em um pequeno Kindle, por exemplo. Em breve todas as bibliotecas caberão em um simples "chip". E no Kindle publicar é "grátis"!

[Sobre "História da leitura (I): as tábuas da lei e o rolo"]

por I. Boris Vinha
25/2/2011 às
10h14

Apenas um leitor de Lobato
Gian, eu não tenho uma visão acadêmica do fato, como você, que magistralmente abordou o tema. Eu, por minha vez, fui apenas um leitor de Lobato sem me aperceber desses detalhes tão acalorados, hoje nas mídias... Mas, há algum tempo, de forma acadêmica, Lobato, como vários outros autores da nossa Literatura, já vinham com análises conceituais sobre suas obras, portanto a abordagem daquela senhora não foi novidade alguma... Eu vejo isso, apenas, como uma forma de "espelho". Sem fazer qualquer acréscimo à sua peça, no contexto de Lobato, há muito o que se olhar e a compreender melhor nas representações sociais daquele momento histórico... Não seria óbvio pensar que a obra espelharia como o autor enxergava e revelaria a maneira de pensar de um observador que era um intelectual (e empresário)? Na época, na sociedade "real", as relações não eram marcadas por hierarquias das ascendentes classes sociais?

[Sobre "Monteiro Lobato, a eugenia e o preconceito"]

por Lancelott
25/2/2011 às
08h16

Saindo da telinha do PC
Sinceramente, romance virtual não é esse só na net, mas aquele que sai da telinha do PC, vai ao encontro da pessoa amada e dá certo na realidade. Então, se vocês que amaram na net não tornaram esse amor real, ele não passa de uma ilusão. Não quero esnobar o texto, mas estou escrevendo a minha história, que, aliás, deu certo e foi uma loucura. O texto é muito bom, mas recomendo procurar as histórias de verdade, nas quais os amados deixam tudo para se encontrar e viver um amor juntos...

[Sobre "A internet e o amor virtual"]

por Fabio
24/2/2011 às
13h19

Velhos tarados na rua
Eu sou curitibana e adoro saias, mas evito usá-las por um simples motivo: velhos tarados na rua. Por mais que a sua saia vá até o pé, eles continuam te comendo com os olhos e te chamando de princesa... Então, evito. Uso mais quando estou com meu namorado, aí é ele quem se incomoda com olhares indiscretos, e não eu! XD

[Sobre "Por que as curitibanas não usam saia?"]

por Tassi
23/2/2011 às
22h49

Duanne, Descartes e Hume
Tive o mesmo incômodo de Duanne, acima. Como assim, Julio, "Descartes considerava que a ciência e a religião ocupavam domínios distintos, que não se interpenetravam..."? O fundamento do raciocínio no "Discurso do Método" e nas "Meditações" está, em última instância, na religião. A certeza do Cogito de Descartes se baseia na não existência de um Deus enganador, na certeza de um Deus que nos permite saber que existimos porque límpida e claramente somos uma "coisa pensante". Vários capítulos das meditações desenvolvem a tese (genialmente exposta, aliás, bem mais que o resumo que faço aqui) de que Deus é uma certeza científica, clara e evidente, porque é a existência de Deus e da perfeição que nos faz ver como somos imeprfeitos e finitos. (Hume, se não me engano, diria o contrário: se temos a noção de perfeição é a partir da consciência de que somos falhos.)

[Sobre "Obras Escolhidas de Descartes, pela editora Perspectiva"]

por SLeo
23/2/2011 às
18h17

Eu viveria tudo de novo!
Eu viveria tudo de novo! O que recebi e recebo de melhor e mais bonito supera as incertezas, as incoerências, os sofrimentos, os tombos, as cabeçadas... Até porque as perdas que sofri são inerentes ao viver! Se a possibilidade trouxer opções para que a minha repetida vida seja melhor, tentarei julgar menos, amar mais, fugir do cigarro e levar a sério (ou à loucura) algumas vivências - nadar mais, viajar mais, aprender outras línguas para ler originais da literatura estrangeira, adotar uma criança... Como ainda aqui estou e não sei o porvir "o acaso vai me convencer...!"

[Sobre "Você viveria sua vida de novo?"]

por Ana M M Pereira
23/2/2011 às
17h52

Acabo perdendo até o charme!
Moro em Curitiba e amo saias/vestidos, mas só uso nos fins de semana! E é bem isso, durante a semana: saio de casa às 7h e só volto para casa lá pelas 22h. Ando de ônibus, cruzo a cidade umas 3 vezes... você acaba perdendo até o charme! Mas, no fim de semana, para pegar um cinema com o namorado (de carro!), aí, sim, de saia e vestidinho (e salto alto)!

[Sobre "Por que as curitibanas não usam saia?"]

por Gisele
23/2/2011 às
16h33

Amor lindo, sublime e eterno
Muito lindo seu texto. Tenho vivido durante 27 anos, graças a Deus, um exemplo de amor entre minha mãe e meu filho. Casei muito cedo, e ela foi quem me deu o suporte pra entender que a vida pra mim, aos 18 anos, havia mudado!!! Em várias ocasiões nos damos conta de que na verdade, pra ele, existem duas mães. Sendo a avó, a conselheira pra todas as horas. Um amor lindo, sublime e eterno.

[Sobre "Meu filho e minha mãe"]

por Sandra Meira
22/2/2011 às
15h45

Sou filha com açúcar
Que texto delicioso. Lindo! Ainda mais pra mim que sempre tive a vó mais presente do mundo. Agora com 83 anos ainda me faz parecer que sou sua filha com açúcar. Abraço!

[Sobre "Meu filho e minha mãe"]

por Carmen Farias
22/2/2011 às
12h58

Julio Daio Borges
Editor

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