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Terça-feira, 17/5/2011
Comentários
Leitores

Não sou contra Metrô, não
Realeza é realeza... Plebe é plebe! Exemplo de pura civilidade! Um povo, apesar de contestador, que respeita os costumes de seu país; não suja, não pertuba a ordem em um dia desses, o casamento dos seus príncipes. Dizem que a educação vem do berço... e é a pura verdade! Talvez o berço dos países mais em baixo, da ponta sul, seja menos 'nobre', mais esculhambado, mais empobrecido com a cultura pobre e bruta dos colonizadores das Américas Sulinas. Por isso alguns moradores 'mais limpinhos' de São Paulo, por exemplo... não querem Estação de Metrô nas suas portas... estação no Brasil representa sujeira, vendedor de paçoquinha, churrasquinho de gato, pipoca e afins... infelizmente! Metrô em países mais nobres não tem 'estação suntuosa e cheia de fricotes'... é só uma 'escadinha descendo para a própria'... não pertuba e nem deixa ninguém sujar, urinar na porta, jogar suas imundices... e nivelar tudo por baixo. E não sou contra Metrô, não!!! Só contra a sujeira que nos delegam!

[Sobre "Realeza"]

por I. Boris Vinha
17/5/2011 às
10h32

Nenhum exemplo
Obrigada pelo comentário, Gisele. O pior é que muita gente acha bacana e pensa que realmente a campanha representou "mulheres evoluídas". Naqueles comerciais, não há exemplo de nenhum ser humano evoluído, infelizmente...

[Sobre "Bombril: a marca que não evoluiu com as mulheres"]

por Adriana
16/5/2011 às
17h20

Me preparando psicologicamente
Como me identifiquei com este texto. A minha já vai fazer um ano e eu fico aqui me preparando psicologicamente para quando ela crescer. Já é difícil aguentar como ela aceita ir no colo de todo mundo, fica de boa com a babá... e ama ficar no chão brincando. Mas quando decidi ter um filho, fiz isso depois de pensar muito que gostaria de ter alguém para esperar no Natal. E só.

[Sobre "Ser mãe"]

por Débora Carvalho
16/5/2011 às
14h45

São as lágrimas
Como a dor de se ter amor e não poder espressar é grande!! Esse sentimento preso se condensa tanto que se transforma em água... são as lágrimas que caem ao chão... e a terra, somente ela as saboreia.

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Karla
16/5/2011 às
11h10

Por valores de igualdade
Ufa!! Achei que era só eu que estava incomodada com esta campanha. Obrigada por descrever exatamente o que eu senti. Tantos anos de trabalho de tantas pessoas e instituições para EVOLUIR os seres humanos (homens e mulheres), para aparecer uma campanha como esta, em TV aberta para milhares de pessoas, e distorcer totalmente os verdadeiros valores de igualdade. Parabéns!

[Sobre "Bombril: a marca que não evoluiu com as mulheres"]

por Gisele Jesus
15/5/2011 às
20h13

Os desafios são incontáveis
Hoje me considero privilegiada de trabalhar ao lado de pessoas muito inteligentes. Sempre gostei de trabalhar com pessoas que sabem mais que eu. Muito mais. Acho que é assim que a gente aprende. Penso também que a grande maioria dos jornalistas sabe muito pouco de quase tudo. Melhor seria escolher uma área e se aprofundar. Esse é o mundo ideal. Mas nem sempre é possível. Os salários são baixos. É difícil conseguir se firmar. É difícil entrar nos grandes veículos. Os desafios são incontáveis. Por isso é preciso gostar. Gostar. Duvidar. Trabalhar com quem sabe mais. Aceitar que você sempre vai cumprir ordens (ou então precisará montar um veículo de comunicação própri)... e ainda assim terá que se render, vez ou outra, ao perfil dos anunciantes... a não ser que você seja milionário!) Eu tenho 36 anos de idade. Comecei a trabalhar como jornalista em 1995. E ainda estou longe, muito longe... de ser a jornalista que povoa o meu imaginário...

[Sobre "O que é ser jornalista?"]

por Daniela Paixão
15/5/2011 às
18h12

Meninos não curtiram também
Olá Manoel, obrigada pelo seu comentário. Bacana ver que os meninos também não curtem essa abordagem.

[Sobre "Bombril: a marca que não evoluiu com as mulheres"]

por Adriana
13/5/2011 às
16h30

Comercial estereotipado
Caraca, Adriana. Você acertou em cheio no seu post. Concordo plenamente. A única que tem um pouco de graça é mesmo essa da "Marisa" e, ainda assim, com os problemas que você apontou. O resto é o papel inverso de tudo que a mulher nunca gostou, dessa comparação ridícula de quem pode mais, coisa de guerrinha de primário, que volta e meia é alimentada na mídia. Não me senti ofendido porque não é a realidade em casa. Da mesma forma, minha esposa só deu risada, por essas mesmas partes de graça do comercial. Num mundo cada vez mais participativo, colaborativo em algumas coisas, principalmente na comunicação, pega muito mal esse tipo de comercial estereotipado. Para a mulher é indispensável o trabalho, seja para sua autorrealização e conquista profissional, seja para cada vez mais ajudar no orçamento de casa. E muito homem já percebeu que tem de participar, ajudar em casa, fazer seu papel na criação dos filhos. 1001 inutilidades desse comercial. Desserviço social. Abs. Parabéns pela análise.

[Sobre "Bombril: a marca que não evoluiu com as mulheres"]

por Manoel Gonçalves
13/5/2011 às
13h34

Chega disso
Texto fantástico. Sou educador e concordo com tudo que está dito. Nós da classe de professores somos uns babacas arrogantes que achamos que podemos moldar os alunos. Chega disso. Precisamos de mais autonomia e de uma reformulação ou um fim para todo ensino. Parabéns, André.

[Sobre "Chega de Escola"]

por Vinícius Antunes da
11/5/2011 às
19h36

Ser admirado e 'curtido'
Claro que as famosas redes sociais alimentam e divertem nosso ego e nosso desejo, quase que silencioso, de também estar sendo visto e admirado e "curtido" por fãs, seguidores, ou amiguinhos virtuais espalhados nesta gigantesca onda de superficialidade. Salvo aqueles que ainda postam em suas redes e perfis algo de valor e que nos põem a pensar! Mas nada como uma distração inofensiva depois da rotina do dia-a-dia. Bacana seu texto, parabéns!

[Sobre "As Midias Sociais e a Intimidade Inventada"]

por Daniella Caruso
11/5/2011 às
10h39

Julio Daio Borges
Editor

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