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Terça-feira, 29/1/2008
Comentários
Leitores

Miseravelmente humano
LEM, seu texto é um excelente contraponto para "Preconceitos", do Diogo Salles, mas a humanidade em seu estado natural, portanto selvagem, oculta ou sufoca seus estímulos primários. Criou-se o ambiente das premissas fundamentais, mas o humano traz em si porões e sótãos onde suas essências são preservadas. Criamos, então, talvez por contrato, um oásis de civilidade, uma educação elizabetana(?) e vivemos isto como um modelo. Abdicamos da liberdade no seu contexto radical e cultuamos a transgressão nas artes e nos símbolos da nossa herança estética. O ser humano é o grande predador, um lobo entre lobos e não reage diferente diante das disputas territoriais em qualquer dimensão. É possível construir uma analogia sobre poder e celebridade nos tempos atuais, então veremos uma pequena mostra dos valores de parcela expressiva do senso comum se vendendo de todos os modos, como nos matrimônios antigos, por um pouco mais de civilidade. A disputa é um ritual de reconhecimento.

[Sobre "Quais são os verdadeiros valores?"]

por Carlos E. F. Oliveir
29/1/2008 às
22h31

Belo texto, Adriana
Parabéns, Adriana, e obrigado pela receita do ovo no pão de forma. Vou fazer com muito carinho. E, por falar em atendentes mal educadas, é de lamentar que isto aconteça, pois apesar da precariedade de emprego neste nosso Brasil, ainda tem gente que não valoriza o que conseguiu... Abraços!

[Sobre "Preguiça culinária"]

por Elias Gonçalves
29/1/2008 às
21h41

Gosto é gosto, e ponto
Eu adoro música e concordo com o amigo acima: música boa é a que te agrada. O White Stripes não é o milagre do século mas também não é a porcaria do milênio. É apenas mais uma banda com o velho esquema do "faça você mesmo", que, tenho que admitir, vende muito desde o "Never mind the bullocks", e acho que é isso que irrita o Rafael, que deve ser apreciador de música bem trabalhada e feita por músicos, não por meninos. Mas eu gosto do som feito pelos meninos bobos e também gosto do som feito pelo músicos de verdade... Enfim, gosto é gosto!

[Sobre "White Stripes, Icky Thump e a unanimidade burra"]

por Pamella Liz
29/1/2008 às
11h53

Ainda há esperança
Quando selecionei este texto para ler, não tinha a menor idéia do que encontraria, até porque esta questão de valores é tão ampla quanto a diversidade humana. No entanto pude perceber que ainda, apesar de tanta vulgarização da raça humana, existem pessoas que buscam levar uma vida ética, fundamentada em princípios e valores. É claro que é cedo para dizer que concordo em gênero, número e grau com as idéias do Sr. Luis, até porque este é meu primeiro contato com este site, mas posso afirmar que, apesar das dificuldades de se conviver com pessoas "diferentes", acredito ser este um excelente caminho para nosso enriquecimento e que o uso da internet é hoje um processo irreversível, para terror dos conservadores. Quanto ao comentário da Adriana Godoy em não conseguir ter amizade com determinados grupos, acredito que não é essa a idéia do Sr. Luis, e sim a possibilidade de conviver pacificamente com todos.

[Sobre "Quais são os verdadeiros valores?"]

por Claudia Antunes
29/1/2008 às
10h29

Bob Dylan, o poeta da América!
É, vale a pena reverenciar um cara como Dylan. Não é sempre que surge um artista de sua categoria. Um cara singular, com sua gaita e sua poesia.

[Sobre "Dylan no Brasil"]

por Adriana Godoy
29/1/2008 às
10h21

Filósofos confundem as coisas
A gente pode tentar a fórmula dos sete anões da Branca de Neve: whistle while you work, todo mundo assoviando, mas acho que só funciona em minas de diamantes, não em escritórios fechados. De qualquer jeito, o trabalho danifica o homem. Digo, dignifica. Ah, nem sei, os filósofos fizeram uma confusão aí. Beleza, Mineo, abraço.

[Sobre "Bem longe"]

por Guga Schultze
29/1/2008 à
00h33

Viva Machado e a nossa cultura
É, Lopes, não gostar do Machado e gostar de escritores estrangeiros bem traduz esta juventude de hoje influenciada pela cultura americana e outras, que entram nos nossos ouvidos diariamente pela mídia e também por livros. Você sabia que há alguns anos para se vender livros as editoras somente editavam livros de autores brasileiros com nomes em inglês porque vendiam mais? Talvez o rádio, a televisão, o computador e todo tipo de mídia moderna tenham vindo estragar de vez a literatura dos romances, das conversas em família na sala da casa e de um debate e discussão de um bom livro.

[Sobre "Quem é Daniel Lopes"]

por Delton
28/1/2008 às
23h04

Muito obrigado, Digestivo
Agradeço a Deus por ter encontrado aqui esclarecimentos dos mais variados no que se refere à construção de textos, sendo eu um iniciante na comunicação pela escrita. E assim, através de farto material textual aqui apresentado, vou escalando, com os escritores deste site, a compreensão do fazer literatura. Agradeço ao Julio Daio, Rafael Rodrigues, Ana Elisa e aos demais escreventes deste Digestivo, que tanto nos ajudam. Do aluno novato Marco Félix, abraços.

[Sobre "Mínimas"]

por marco félix de lima
28/1/2008 às
20h24

Vamos torcer
Antonio, não sei se podemos falar que o filme do Scorsese é a "biografia definitiva" de Dylan, até porque ele cobre "apenas" a fase mais arrebatadora do artista, que vai até o começo dos 70. Mas ainda assim é um documento importante e, dizem as boas línguas, será retomado de onde parou. Vamos torcer. Abraço

[Sobre "Aguardando I'm Not There"]

por Luiz Rebinski
28/1/2008 às
20h24

Depende de como você encara...
Sempre existe a opção de arranjar uma barraca na praia e altenar a vida entre vender umas coisitas pra turistas gostosas e tomar banho de mar. :) Faça como o Calvin, Eduardo: se você não está feliz ainda porque seus padrões de felicidade são altos..., abaixe seus padrões :D

[Sobre "Bem longe"]

por Ronie Uliana
28/1/2008 às
19h07

Julio Daio Borges
Editor

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