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Sexta-feira, 3/6/2011
Comentários
Leitores

A questão é mais profunda
Grande infelicidade comentários como o de Julio Winck e Daniela Castilho, acima. Pra não alongar - como talvez fosse melhor - levanto ao menos um tópico: os aparelinhos eletrônicos por acaso nãp poluem? A energia que os alimenta vem de onde mesmo? Até onde sei, energias limpas estão longe de se tornarem tão comuns como os jornais e, atualmente, tablets e afins. Ainda persiste a ilusão da boa ação ambiental por parte da mídia eletrônica. Além disso, a questão é mais profunda, não se trata somente de onde ler/acessar o que se chama de "tempo real" por aí...

[Sobre "A morte do jornal, pela New Yorker"]

por Pedro Monteiro
3/6/2011 às
02h40

Me soou bem estranho
Confesso que gostei do começo do texto, cheio de sensibilidade, em que qualquer bom paulistano se identifica, e ainda mais quando vi meu nome lá escrito. Mas em uma frase um sentimento de estranheza cobriu tudo o que eu havia lido antes: comparar o português do Bento 16, um estrangeiro, com o do ex-presidente Lula, dizendo que o do primeiro é exemplar e o do segundo é vergonhoso e desprezível, me soou bem estranho. Ideologias à parte, e quando se cita no próprio texto os nordestinos que pra São Paulo vieram, o português de Lula, impróprio talvez em certas ocasiões, é o mais original e exemplar do que certas palavras decoradas de um Papa. Comentário desnecessário!

[Sobre "Junho artístico em Sampa"]

por Renata
2/6/2011 às
18h50

Aparecer com outra aparência
Na minha vida, já aconteceu da mesma situação aparecer com outra aparência, e eu pude fazer nela o que me arrependi de não ter feito na anterior. Houve uma anulação, compensação, substituição, ou seja lá o nome que se quiser dar.Não deu para apagar a anterior, mas houve uma nova e melhor.

[Sobre "Pressione desfazer para viver"]

por Ricardo
2/6/2011 às
10h27

TCC sobre Lobato
Excelente texto. E muito esclarecedor. Meu tcc será sobre esse tema, e foi o seu texto que me ajudou a decidir de uma vez, rs. Obrigada!

[Sobre "Monteiro Lobato, a eugenia e o preconceito"]

por Bianca Naponiello
1/6/2011 às
23h22

Sobre Chapman e Lennon
Retificando sua informação meu caro, Mark Chapman pediu a John Lennon que autografasse o álbum Double Fantasy e não o livro.

[Sobre "O apanhador no campo de centeio"]

por Maurício
1/6/2011 às
15h28

Proibido para menores
Fernando Pessoa deveria ser proibido para adolescentes...

[Sobre "Alberto Caeiro, o tal Guardador de Rebanhos"]

por jardel
31/5/2011 às
17h30

Fernando Pessoa faz muito mal
Belo texto, Julio! Fernando Pessoa faz muito mal para leitores ingênuos, que a partir dele e sem entendê-lo começam a achar que não precisam pensar, ler, conhecer a tradição... e acabam virando "poetas" da noite para o dia e por causa de dor de cotovelo. O mesmo que você disse para os poetas, poderia ser dito para praticantes de artes plásticas, que depois de Duchamp pensam que qualquer porcaria deve ser chamada de arte e qualquer imbecil de artista.

[Sobre "Alberto Caeiro, o tal Guardador de Rebanhos"]

por jardel
31/5/2011 às
17h28

CineZen
Olá Duanne, obrigado pela citação no texto. Mas, na verdade, a crítica que assinei foi publicada originalmente no site que edito, o CineZen, do qual o Cinecartógrafo é parceiro. Parabéns pelo texto e abraços, André

[Sobre "A Fantasia Verossímil, ou: Thor"]

por André Azenha
31/5/2011 às
13h26

Escritores como jogadores
Nem livro nem editor terão fim! Somente serão reformulados. Possivelmente até evoluirão, como tudo o que ocorre na Natureza, no Cosmo. - O livro já foi de pedra lascada, passou ao papiro, depois impresso, as editoras e editores sempre procuraram 'vender os 'bestsellers' sem dar muita 'bola' para os escritores, principalmente os novatos. Chegou a Internet, multiplicaram-se os meios para evolução da distribuição, da propaganda, e multiplicaram-se os 'escritores', quer dizer, agora todos que aprendem, sofrivelmente, escrever já pensam em ser escritores... é mais ou menos como os garotos que querem ser 'jogadores de futebol'... todos querem! - Alguns sabem jogar bola, a maioria nem chutar sabe; e na literatura ocorre o mesmo, surgiram tantos escritores que nem sabem conjugar um verbo, ainda escrevem como quando 'crianças fazendo redação na escola', alguns escrevem 'idéia'... só para ser ter uma ideia; outros usam até gerundismo, daqueles tacanhos, em seus textos e contextos.

[Sobre "O fim do editor de livros"]

por I. Boris Vinha
30/5/2011 às
09h25

Pelo fim da Lei Rouanet
Na minha modesta opinião, que não é tão modesta assim, o que deveria ser proposto é a extinção definitiva dessa Lei Rouanet, não pelo fato do que está ocorrendo em relação a Bethânia, muito pelo contrário, pois a Bethânia sempre teve os seus patrocinadores privados. Embora ela use a Lei Rouanet, o que é um direito seu também, pois afinal essa lei é democrática, o que eu sinto é que determinadas pessoas acham que essa Lei tem que favorecer apenas os que não fazem sucesso. Sendo democrática, a Lei Rouanet tem que estar disponível para todos e não unicamente para alguns. Agora o que está acontecendo? A Bethânia está sendo chincalhada, desmoralizada e condenada por esse projeto ter passado pelo MinC. A sua dignidade e honestidade está sendo medida pela balança da hopocrisia, em nome do slogan da "Liberdade de Expressão". Bela droga, pois essa liberdade de expressão está sendo usada atualmente para fins obscuros e sem validade alguma, e isso como se ela fosse uma novidade, o que na verdade...

[Sobre "O escandaloso blog de poesia de Maria Bethânia"]

por juanmarkus777
29/5/2011 às
05h39

Julio Daio Borges
Editor

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