busca | avançada
70327 visitas/dia
2,0 milhões/mês
Terça-feira, 14/6/2011
Comentários
Leitores

Reconstituição histórica?
Discordo desta crítica. O universo de Tarantino é composto exatamente pelos pontos supostamente negativos de Bastardos Inglórios. A formação pop do diretor é a matéria prima do seu trabalho. Ninguém nunca quis aprender História com seus filmes, e cobrar isto de um filme cuja proposta é subvertê-la (Hitler é assassinado!), é pedir algo incoerente. Representar personagens como HQs da Marvel também é algo totalmente aceitável de quem fez isso em todos os seus filmes. Não há profundidade em nenhum personagem de seus filmes anteriores. Há assassinos que declamam trechos inexistentes da Bíblia, ou biografias contadas em animações "mangá", ou mesmo um filme que se inspira em literatura "pulp". Ou um fabricante oriental de espadas retirado de uma série de TV! Complexidade psicológica é para Bergman, não para Quentin Tarantino. Reconstituição histórica? Num filme onde Hitler e a cúpula nazista são assassinados num incêndio de cinema? Não, não iremos aprender História com Tarantino.

[Sobre "Inglourious Basterds, de Quentin Tarantino"]

por Juca Azevedo
14/6/2011 às
14h21

Argumentos interessantes
Muito bacana, Diogo! Apesar de essa estar longe de ser a minha lista, seus argumentos são interessantes, e bem explicados! Abração!

[Sobre "6 pedras preciosas do rock"]

por Francisco Del Rio
13/6/2011 às
16h24

Acho esporte uma babaquice
Minha discordância do autor está em uns poucos pontos: 1) Eu pratico Taekwon-do por necessidade de manter o corpo em forma, e por gostar de lutas; 2) Gosto de xadrez porque é um jogo de raciocínio puro, e não apenas jogo, mas uma ciência exata. No mais, acho esportes uma babaquice, torcer para um time e ficar discutindo quem fez o gol ou quem vai para a final é um sinônimo de burrice e o conceito de que "esporte é saúde" tem de ser revisto: já ficou provado por médicos americanos que esforços excessivos são prejudiciais ao coração. Minha terceira discordância: por época da copa e das olimpíadas estarei em casa estudando ou pintando, e torcendo CONTRA o Brasil em todas as provas.

[Sobre "A Empulhação Esportiva"]

por Gil Cleber
13/6/2011 às
14h11

Por que a vida não é bela?
Sou velha. Oitenta anos. Sempre, desde menina, os cemitérios abalavam minha serenidade. Por quê? Nao saberia dizer. Então um dia um pensamento transformou-se em livro. Fiquei um ano escrevendo. Publiquei, os livros estao todos no armário. Dei muitos. Mas parece, ninguém entendeu, ou não expliquei direito. Para mim, a energia, independente de idade, é o fator que faz a inteligência superar os obstáculos. Então imaginei, os humanos, tendo um começo diferente, bonito, gostoso, bom de se viver, só destruído porque os acidentes naturais impediram. Ninguém ficava velho, a energia era dada pelo sol e conservada por máquinas idealizadas pelos mais inteligentes. Um acidente impede a volta ou a busca de um lugar ideal. Aqui ficaram e sem suas maquinas, tornaram-se os homens que hoje conhecemos. Por que a vida não pode ser bonita e ter um fim bonito? Com certeza o futuro dirá. Minha "utopia" não acredito seja tão impossível.

[Sobre "Diário da Guerra do Corpo"]

por Maria Anna Machado
12/6/2011 às
17h14

Onde estão seus idosos?
Velho dá trabalho, custa caro, não tem futuro, mas é gente! A civilização se caracteriza exatamente pela forma que cuida dos idosos. Na natureza não há velhos, eles são comidos pelos predadores. Você é homem ou animal? Onde estão seus idosos?

[Sobre "Diário da Guerra do Corpo"]

por José Frid
12/6/2011 à
01h21

Ser politicamente incorreto
André Forastieri, a força do seu texto é enorme! Tenho a exata impressão que vc está aqui, ao meu lado, conversando, expondo-se às críticas sem o menor constrangimento, pois é fiel a si mesmo e segue em frente com esta forma de pensar e de se expressar que ainda nos supreende. Talvez por ser tão viceralmente autêntica, verdadeira. Escreve dentro de um estilo pessoal com que me identifico desde que lí seu texto Chega de escola, pois tem coragem de ser politicamente incorreto. Graças a Deus!

[Sobre "Encontro com Kurt Cobain"]

por Ivana Rowena
11/6/2011 às
12h16

Copiar o que é bonito
Será fácil resolver o problema. Já que Matisse não pode requisitar os seus "direitos", o dinheiro ganho por quem "criou" a logomarca das Olimpíadas seja devolvido ou entregue para uma "obra" e tem que ser "real" e "autêntica" de "caridade". Não foi assim, com esse espírito de caridade que norteou a "cópia", "lembrança", etc. Será um bom exemplo para o futuro e evitará novos "criadores" de algo já existente. E não venham dizer que se trata de "criatividade" copiar o que é bonito. Abraços!

[Sobre "Plágio"]

por Cilas Medi
11/6/2011 às
12h08

O filão da a-a
Bem feito! Por que não faz uns livros de auto-ajuda? Ou você acha que o autor do livro de a-a está em apuros? Pense em algo tipo: Como vencer o estresse pelo método baiano; O poder de cura do axé. Por essas bandas recomendo outros temas de a-a: Como vencer pela autofagia curitibana; e, um bestseller com certeza: As panelas como estratégia de marketing, mas acho que foge do filão da a-a. Quem sabe se possa tentar alguma consultoria com o Paulo Coelho...

[Sobre "Vivendo de brisa"]

por josé marins
11/6/2011 às
12h02

O filho com a mãe
Adorei o texto. Sou pai, meus dois filhos já estão crescidos, participei intensamente dessa fase narrada no texto (o primeiro banho foi meu, noites em claro curando otites, brigadeiros mil nos aniversários, etc.). Ando, ultimamente, refletindo sobre a importância fundamental da mãe na formação do filho, na relação especial do filho com a mãe durante a infância, importância não valorizada na sociedade, que, injustamente, puxa mais pelo pai. Vale muito a mãe investir em seu filho, a vida depois recompensará.

[Sobre "Ser mãe"]

por José Frid
11/6/2011 às
11h59

Nós, os fracos e oprimidos
É isso aí, André, nós os fracos e oprimidos e sem nenhum desejo de vencer o mais fraco - ainda - e levar essa possibilidade aos "píncaros" da "glória" desejamos que continue assim. Podemos até apreciar o esforço "físico" do atleta, mas partir para sofrer, bater e participar fazendo o mesmo, não. Melhor é a cervejinha (não dirija depois) e batatinha, escondendo o fato entre os torcedores. E quando ouvir gritar o gol faça o mesmo, parecendo que prestava atenção e faça parte da mesma torcida. E não precisa, também e necessariamente comprar o que alardeiam como o máximo, seja tenis, relógio e até a cervejinha (muitas) sem loura acompanhando. Abraços!

[Sobre "A Empulhação Esportiva"]

por Cilas Medi
11/6/2011 às
08h56

Julio Daio Borges
Editor

busca | avançada
70327 visitas/dia
2,0 milhões/mês