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Sábado, 5/4/2008
Comentários
Leitores

A labuta do escritor
Esta situação é terrível. Os tentáculos que impedem-nos são imensos. Porém, creio que podemos nos inserir. Não agora. Mas já foram dados os passos iniciais. Escrevi e produzi meus livros e os dei às pessoas, ou só alguns poucos amigos e familiares é que compraram - talvez por piedade ou porque realmente sacaram o valor do seu conteúdo.

[Sobre "Rodrigo Capella em turnê"]

por Ademario Ribeiro
5/4/2008 às
15h06

Mário e suas pesquisas
Quando Antônio Cândido fala do valor de Mário de Andrade hoje, fico a pensar no que ele falaria hoje sobre o autor desse artigo fenomenal. Quando comecei a ler Mário de Andrade, fiquei impressionada com o seu talento para pesquisas. Ele lia o tempo todo. "O Empalhador de Passarinhos"; "O baile das quatro artes"; "Macunaíma"; sobre música; poemas: "Eu sou trezentos, trezentos e cinquenta"... A sua paixão pelo Brasil e por São Paulo. Mário de Andrade, Mário de Andrade...

[Sobre "O Mário que eu conheci"]

por Gelza Reis Cristo
4/4/2008 às
21h47

O que interessa ao internauta?
Quando recebi o meu site, fiquei alguns dias pensando como administrar o blog, uma vez que o webdesigner me orientou escrever no mesmo, todos os dias. Mas o que adicionar que possa interessar ao meu internauta? Escrever algo realmente bom e diversificado. O texto "Confiabilidade" explica algum viés para o futuro. Parabéns, Daniel!

[Sobre "Confiabilidade"]

por Gelza Reis Cristo
4/4/2008 às
20h58

Telemarketing faz mal à saúde
Acho que todo brasileiro deveria ter uma experiência numa central de atendimrnto. É muito fácil falar. É fácil criticar, mas quero ver na hora em que você é cobrado, necessita do emprego e se torna alvo de agressões por parte dos clientes. Não digo que todos os operadores são santos, mas com certeza há uma falta de informação por parte da sociedade do tipo de "trabalho escravo e nocivo" que têm os operadores. Mas enfim... falar do outro sem saber o que este vivencia na pele é mole! Vocês não têm noção dos sofrimentos psíquicos que os operadores passam, e de como é crescente os adoecimentos desta classe trabalhadora. Eu sou prova disso. Não vou contar minha história com detalhes, só quero dizer que hoje eu tenho um problema neurológico por conta de uma patologia adquirida no trabalho. E o que vocês têm com isso? Nada, talvez, mas eu acredito que tenham muito, já que se cada um compreendesse a função e o que se passa nela, com certeza não julgariam tanto.

[Sobre "Telemarketing, o anti-marketing dos idiotas"]

por Antonio Lima
4/4/2008 às
16h04

Literatura: não importa onde
Caso o escritor queira ganhar o pão de cada dia com seus escritos, não só ele tem de ir onde o leitor está, como, muitas vezes, ele tem de escrever o que o leitor quer ler! Claro que há leitores para todos os assuntos, mas não dá para viver só de literatura experimental ou poesia de vanguarda. Alám do mais, o escritor não deixa de ser um exibicionista, mesmo que não escreva em primeira pessoa, mesmo que não escreva auto-biograficamente. Quem escreve, quer ser lido, quem se mostrar, quer ser visto. Por isso, é preciso saber com quem e o quê você quer falar através das palavras publicadas, seja em sites, blogs, fanzines, livros ou bilhetinhos! [Florianópolis/SC]

[Sobre "Promoção Rir ou Chorar"]

por Maria Juliana Dacore
4/4/2008 às
16h00

Depende do autor...
Em parte. Uma coisa não anula a outra. Se o bom autor não tiver o hábito "in loco", isso não pode desmerecer o seu trabalho literário. O mesmo serve para o contrário. De que vale um autor que vai onde o leitor está, se sua obra não faz esse esforço valer a pena? [Rio de Janeiro/RJ]

[Sobre "Promoção Rir ou Chorar"]

por Bruno Morais
4/4/2008 às
15h58

São figuras mágicas!
Todo leitor está bem mais próximo do que se imagina! É só esticar os braços e em todo lugar eles estão! É simples como um toque! Uma gota de chuva que cai sobre um papel ou uma folha! Ou sobre a terra. Escritor... leitor... figuras mágicas! [Nova Friburgo/RJ]

[Sobre "Promoção Rir ou Chorar"]

por Scheila L. Santiago
4/4/2008 às
15h50

Incoerência que faz diferença
Depois de me divertir com o adorável Incoerente, principalmente quando fala do esforço (real) dos padres para acabar com a Igreja, ou dos movimentos para aliviar artroses, quero ler outros artigos rapidinho. Beijo da leitora do DF ;-)

[Sobre "Incoerente"]

por Gisele Lemper
4/4/2008 às
13h08

um leitor no futuro...
Nem sempre o autor tem ir onde o leitor está. Um escritor pode ficar imcompreendido por muito tempo, sem encontrar o leitor ideal imediatamente. Pode, sim, encontrar um leitor no futuro, e aí­, sim, a máxima se concretiza. [Macaé / RJ]

[Sobre "Promoção Rir ou Chorar"]

por João Paulo Ferreira
4/4/2008 às
11h56

Sem correr demais
Acho que escritor que corre muito atrás de leitor acaba perdendo um pouco da credibilidade. Afinal, tudo o que é popular demais acaba com sua qualidade sob suspeita, eis que o crivo das massas acaba sendo raso, embotado e quase inexistente. [Uberlândia/MG]

[Sobre "Promoção Rir ou Chorar"]

por Lí­via Santana
4/4/2008 às
11h41

Julio Daio Borges
Editor

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