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Sexta-feira, 11/4/2008
Comentários
Leitores

Ubiquidade
A Internet tem a vantagem de possibilitar a difusão e o armazenamento de informações, ao mesmo tempo acessí­veis e acessáveis, a incontáveis pontos da rede. [Londrina - Paraná]

[Sobre "Promoção Jornalismo na Internet"]

por Regina Krauss
11/4/2008 às
16h03

a reação imediata do leitor
Não vejo mudanças significativas na grande mí­dia. A notí­cia migrou do papel para a tela; mas, claro, o que está movimentando irreversivelmente o jornalismo na net é a participação, a reação imediata do leitor diante de textos, artigos, reportagens etc., o que contribui para uma postura, um perfil que vai se desenhando gradativamente na comunicação pela web e na polí­tica e ideologias adotadas nas redaçõs. Há, portanto, um termômetro imediato da opinião pública - fenômeno que não pode mais ser ignorado pela mí­dia. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Jornalismo na Internet"]

por Adriana Hanna
11/4/2008 às
16h02

o mau humor feminino
Eu não aguento o mau humor feminino. Sou mulher, mas nã defendo a categoria. Sim, os homens olham. Eu nunca me ofendi. Em geral, dou uma olhada de volta, mesmo se for um "Zé Mané". Homens são criaturas delicadas e, diferentes das mulheres que amadurecem e esquecem o lado infantil delas mesmas, os homens conservam os meninos que sempre foram, dentro de si. Um homem me canta na rua, eu olho. Mesmo que a cantada tenha sido grosseira. Só de eu olhar, em geral eles se encolhem como meninos que foram pegos aprontando. Se o homem for bonito, eu sorrio para ele - e pasme, mulher mau-humorada que não sabe lidar com homens - eles se encolhem ainda mais. O poder do sorriso feminino. Os homens sabem que dependem das mulheres dizerem "sim" ou "não" ao assédio deles. Usam o que têm, que é soltar um elogio, seja educado ou não, é tudo que eles podem fazer. A decisão é nossa e eles sabem disso. Pense nisso, mulher mau-humorada.

[Sobre "Segurando o Tchan"]

por Daniela Castilho
11/4/2008 às
13h51

Reunite crônica não mais
Ótimo texto, Ana. Este livro deveria ser distribuido pela própria empresa entre os funcionários que participam da reunião, inclusive o chefe, para que todos aprendam a se comportar e como agir. US$ 37 milhões é muito desperdício.

[Sobre "Auto-ajuda empresarial: reunite crônica"]

por Lucas R. Bispo
11/4/2008 às
10h40

Escrever versus Fazer
Magnífica a sua descrição. Parabéns! Quando observamos a frase dita por Ernesto Sabato ("a literatura não é um passatempo nem uma evasão, mas uma maneira - talvez a mais completa e profunda - de examinar a condição humana"), ele está totalmente certo; e cabe lembrar que a contribuição da mulher, e também das minorias, para a literatura já pode ser observada. Escrever sobre uma coisa é mais fácil do que aplicá-la, e a aplicação de um princípio literário é particularmente difícil quando o corpo da literatura está constante e rapidamente engrandecendo.

[Sobre "Onde os fracos têm vez"]

por Milton Laene Araujo
10/4/2008 às
12h14

Pré-conceitos literários
Ou seja: o resenhista ou editor, que deveria ter lido o Dyonélio e mostrado o valor dele, sequer folheou o livro. Viu lá que é brasileiro, pouco conhecido do "grande público", e deixou pra lá. Aliás, exatamente como fez o editor do jornal que falou o Rubem Mauro. É o que acontece com uma porção de autores brasileiros. Autores bons, mas pouco divulgados pela mídia, por conta de pré-conceitos que esse pessoal tira não sei de onde. O Daniel Lopes já indicou "Os ratos" aqui no Digestivo e eu já comprei o meu. Estou só esperando as coisas se acalmarem pra começar a ler.

[Sobre "A mídia e os escritores"]

por Rafael Rodrigues
10/4/2008 às
11h35

Homenagem ao Chaves
Muuuiiito legal! É bom saber que depois de algumas décadas este maravilhoso escritor e ator foi homengeado. Não era sem tempo! Muito legal saber que, mesmo depois de tantos anos, ele ainda é reconhecido pelo esforço que fez =)

[Sobre "Festival Chaves no Centro Cultural Vergueiro"]

por ingrid s de souza
10/4/2008 às
11h22

Vender livro dá dinheiro, sim
(Possível resposta a Albarus.) No caso de uma livraria modesta, é só entulhar as estantes de auto-ajuda e, como falamos de Brasília, manuais para concursos. Literatura, sobretudo a de brasileiros, entra por diletantismo. O seu exemplo é inspirador e admirável, mas ao mesmo tempo (perdoe o palavrão) sintomático: você fez o diabo pra colocar seu livro na praça - sozinho. Você e o Rubem são conterrâneos. Uma dos pontos no ensaio do Rubem é a preferência da mídia pelo que vem de fora. Mês passado fui à Cultura atrás de Os Ratos, do Dyonélio Machado; não tinha, mas a entrega seria rápida. Ansioso, levei um Enrique Vila-Matas pra casa (que lá tinha aos montes); no outro dia, fui num sebo e achei dois livros do Dyonélio, pela editora Planeta (Os Ratos, O Louco do Cati). Estavam novinhos, a lombada impecável mostrava que não foram lidos. Estariam quase intactos não fosse um carimbo na folha de rosto: CORTESIA. Outra coisa bem sintomática...

[Sobre "A mídia e os escritores"]

por Montana
10/4/2008 às
11h14

Apoiado
Sim, concordo e entendo você.

[Sobre "Porque assim é São Paulo"]

por evelyn
10/4/2008 às
11h06

A verdadeira escola já acabou
O modelo de escola eficiente, que prepara o cidadão para exercer um papel relevante e destacado na sociedade, não existe mais. O triste é quando o sujeito desta fascinante lapidação - o aluno, moldado no comportamento atual de muitas facilidades, tecnologia, de superficialidade cultural e massificada, imediatista - demonstra desinteresse e completa apatia para aprender, a despeito de todo o esforço e dinamismo do docente. Esse é o resultado de décadas de declínio na educação. E que me fez hoje ouvir, em plena aula de graduação, um aluno (jovem e adulto) declarar de boca cheia: "Mas, para ser um profissional (e aqui cabe qualquer área, engenharia, arquitetura, design - a minha em questão), não preciso saber desenhar." É como não precisar conhecer fisiologia para clinicar, não precisar conhecer leis para advogar etc. É, meus caros, a verdadeira escola já acabou, e há tempos!

[Sobre "A escola está acabando"]

por Adalberto Camargo
9/4/2008 às
22h23

Julio Daio Borges
Editor

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