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Sexta-feira, 26/6/2009
Comentários
Leitores

MJ
Nossa... Esse texto é de 2003 e agora é mais atual do que nunca =/ Muito bom, mesmo!

[Sobre "Quem somos nós para julgar Michael Jackson?"]

por Camila
26/6/2009 às
10h20

Rei morto, Rei posto
E viva o "new journalism"!!! Competência vale mais que qualquer diploma em qualquer carreira.

[Sobre "O fim da obrigatoriedade do diploma no jornalismo"]

por Sergio Gonzaga
26/6/2009 às
09h13

Experimentar sempre
Sim, sim... Concordo com essa transformação substancial do ofício jornalístico, mas concordo ainda mais em relação às instituições de Ensino, sobretudo por proporcionar um período de experimentações, infelizmente pouco - ou mal - utilizado.

[Sobre "O fim da obrigatoriedade do diploma no jornalismo"]

por Salomão Terra
26/6/2009 às
08h02

Fantástico!
Fantástico! Se o livro é bom eu não sei, não li, mas seu texto está perfeito. Concordo com tudo, inclusive com o ótimo comentário do Silvio Medeiros. Barbara, no texto o Diogo critica que esse livro tenha sido passado para crianças de 9 anos, acho que você não entendeu.

[Sobre "10 palavrões 1 livro didático e ninguém no governo"]

por Hoel Sette
25/6/2009 às
23h12

Um amigo e mentor
Zé Rodrix foi um ótimo amigo, com quem troquei mensagens diárias nos últimos 4 anos. Ele também foi um dos mentores dos Estertores da Razão, criando e mantendo discussões sobre vários tópicos e propondo novas ideias. Ficam três coisas desta convivência: celebre os amigos, cumpra seu papel na vida, e questione sempre. Zé nunca transformava discussões de ideias em brigas pessoais, mas sempre levava muito a sério a possibilidade de transformar alguém a partir de uma conversa ou reflexão.

[Sobre "Zé Rodrix ― o escritor e o amigo"]

por Ram Rajagopal
25/6/2009 às
21h36

Só a longo prazo
É evidente como o Brasil se vê, hoje, em vantagem frente a muitos países em desenvolvimento. A globalização fez-nos ser vistos e comparados, pela promoção externa das atividades brasileiras e das caracterí­sticas territoriais e naturais que o fazem maior aos olhos de outros povos. Só a longo prazo poderemos avaliar as vantagens dessa posição que assumimos, a partir daí­. Por enqanto, seria uma visão mí­ope, pela proximidade dos fatos. [Formiga - MG]

[Sobre "Promoção Mundo Plano"]

por Beth Castro
25/6/2009 às
13h07

Sérias crí­ticas
Sim. Um fenômeno histórico desse porte não acontece sem criar sérias dificuldades, principalmente para paí­ses periféricos. Entretanto, ele também abre oportunidades para os que souberem aproveitá-las. A globalização merece sérias crí­ticas e mudanças de rumo, mas o ato de se fechar totalmente para ela traria consequências desastrosas para nosso paí­s. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Mundo Plano"]

por Ari Isaí­as Dias
25/6/2009 às
10h18

Materiais e simbólicos
Acho que sim. Pois a expansão dos mercados globais e, a partir disso, o acesso aos bens de consumo - materiais e simbólicos - de todos os lugares, democratiza, por exemplo, tecnologias. [Recife - PE]

[Sobre "Promoção Mundo Plano"]

por Manuelle Nunes
25/6/2009 às
10h18

Globalização péssima
A globalização foi péssima para o Brasil. Destruiu nossas indústrias com abertura para o mercado externo. Acabou com nossa indústria de automóveis e uma promissora indústria de informática. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Mundo Plano"]

por Lucas Carvalho
25/6/2009 às
10h17

Não sou só eu!
Puxa, e eu que achava que era a única a fazer isso! hehehe Particularmente, eu amo os primeiros parágrafos de PG Woodehouse. Mais do que um bom começo, é a representação do que vem pela frente.

[Sobre "O primeiro parágrafo"]

por Kelly
25/6/2009 às
09h47

Julio Daio Borges
Editor

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