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Quinta-feira, 2/1/2003
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Alexandre, Te "fala" um cubano-brasileiro que mora agora na Florida. Eu tambem estou com um pouco de medo, apesar de Palocci e tudo o mais. E tambem fiquei horrorizado com a historia de Regina Duarte. Com toda a historia, alias, porque nao foi so Lula quem triturou a Regina. Outro detalhinho. Eu achei estupido e irrespetuoso de parte de Bush subrepresentar desse jeito a delegacao americana a posse do Lula. Mas achei pior o Lula receber logo a Chavez e Fidel. Mas companhias... E o que e pior, poderia ser um sinal de uma perigosa inversao de prioridades na politica exterior do Brasil. Alguem precisa explicar ao pessoal do PT que o dinheiro esta no Norte e que ai tera o Brasil que vender seus produtos se quer alimentar a todos seus filhos. Uma dose de escepticismo e sempre boa. Que ninguem se cale. Que ninguem se cale. Que ninguem se cale. Obrigado Alexandre. Boa sorte, Lula. Boa sorte Brasil. Abracos a todos, Eduardo

[Sobre "Noblesse Oblige"]

por Eduardo
2/1/2003 às
14h32

Feliz Ano Novo!!!
Caro Eduardo, entendo a sua preocupaçao com o futuro do nosso pais, mas e preciso compreender que a realidade historica atual e totalmente diversa dos tempos da revoluçao cubana. Nao seja tao burgues! Enjoy the party!!!

[Sobre "Todas as paixões desperdiçadas"]

por Gui
30/12/2002 às
11h38

JORNALISTA
VOCE VAI BEM. MAS LEIA MUITO E DE TUDO.

[Sobre "Francis Ford Coppola"]

por NAHUM SIROTSKY
27/12/2002 às
18h46

The wonder years
Melhor seriado da história, dá de 10 a 0 em FRIENDS! Até hoje me emociono com alguns episódios que tenho aqui gravados.. uma pena que a tv aberta ñ se conscientiza que colocar anos incriveis num horario adequado daria uma boa audiencia e todos sairiam ganhando.. e pior q eu ñ tenho multishow

[Sobre "Anos Incríveis"]

por Herbert
27/12/2002 às
17h16

fantastico!!!
Artigo fantastico!!! São textos assim que fazem da leitura um grande prazer.

[Sobre "Novas leis de Murphy"]

por Karla Martins
27/12/2002 às
14h12

muito contundente
Não sou fã do texto do escritor Mário Prata. Mas sua crítica está muito contundente. Há quase algo de pessoal. Aliás achei uma crítica chata.Fui me irritando enquanto lia.Penso que o senhor fez um pequeno laboratório com seus leitores. A ferocidade foi proposital.Não por motivos mesquinhos.Mas para provocar.Teria outra explicação?

[Sobre "Prata de tolo"]

por Luiz Alberto Dias
26/12/2002 às
19h14

difícil e belo
Gian, o melhor de tudo é compartillhar a beleza do texto do bruxo de Northampton. Obrigada!

[Sobre "A Voz do fogo"]

por ludimila
26/12/2002 às
16h12

Devemos conversar a respeito
É muito importante sucitarmos a discussão sobre a relação arte e público para que seja resgatado a relação dos artistas plásticos com o público e vice versa. As artes e os perdem significado quando não comunicam nada e o público perde aos poucos sua sensibilidade e sua capacidade de apreciação, desmotivados pelos artistas do nada e do feio. Não existem soluções imediatas, é claro, mas é necessário pensar a respeito ao invés de ignorar o fato do momento de descrédito da arte e inclusive do próprio artista.

[Sobre "Profana e Sagrada"]

por Gaby Benedyct
26/12/2002 às
12h58

Expressão de parte
Divertido e sensacional, não me expressaria melhor (se ao menos tentasse). Da primeira linha a última, passando brilhante pela lista de pessoas odiáveis (fui na igreja no Natal e até lá, no meio de toda santidade, fui obrigado a ouvir o nome do presidente crustáceo) irretocável. Porém a cada crítica negativa eu penso: será crime expressar uma opinião de descrétido e desconfiança a futura gestão política brasileira ?

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Marcelo Castellani
26/12/2002 às
08h15

algumas sílabas
Inexorável Alexandre, permita-me algumas sílabas. Prossiga! A Sra Ana aprecia as ante-salas alvas e assépticas das clínicas hospitalares e o tempo está empedrado nas opiniões dela. Não! Seja franco. Pois a crítica e a dúvida são unicamente o que constrói: veja Descartes e o Renascimento inteiro. À crédula e departamentista Sra Ana gostaria de recomendar Isaiah Berlin, em algo como "O Ouriço e a Raposa". Desejo a você, e também ao Julio, um austero Ano Novo... feito de ações que impliquem guerra, e que não excluam a paz.

[Sobre "Noblesse Oblige"]

por Diogo
24/12/2002 às
19h12

Julio Daio Borges
Editor

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