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Quinta-feira, 11/9/2003
Comentários
Leitores

entendo o oposto de você
Concordo... Ana, eu entendo o oposto de você. Acho que o trecho não generaliza os mais pobres como sendo marginais, nem tenta justificar esta marginalização pela pobreza. O que o trecho me passa é que esta parte da população mais pobre que acaba caindo neste tipo de vida acaba não encontrando um caminho de volta, fica sem oportunidades nem perspectivas. Acho que é a isto que o texto se refere como injustiça.

[Sobre "Radiografia de um matador brasileiro"]

por Suzana
11/9/2003 às
11h03

Calma lá...
Concordo com algumas coisas que o Alessandro colocou no texto, mas (como dizia um jogador) disconcordo com outras. Vejo na atitude o Gerald, um desabafo, um "acorda gente!!", para uma sociedade que caminha para um empobrecimento cultural sem volta (alguém precisa colocar uma placa de retorno nesse caminho). Agora, quanto a malhada no Gil, aí acho que pegou pesado. Não dá para minimizar o Gil a um violeiro simplório, o cara é de uma cultura enorme, deixa um legado musical e cultural fabuloso. Não por eu ser músico há 17 anos, mas acho que ele pode fazer um bom trabalho.

[Sobre "A bunda do Gerald Thomas"]

por Tatá Vaz
11/9/2003 às
11h02

Virei seu leitor
Cara Adriana Baggio, Concordo inteiramente com o teor da sua coluna sobre o S. Vieira de Mello. Fui durante muitos anos responsavel pelo escritorio de uma grande editora brasileira na Europa. Varias vezes propusemos que se fizessem entrevistas ou matérias com Sérgio Vieira de Melo, desde que ele foi nomeado para a Iugoslavia (bem antes de Timor). Sem resultado. So' muito depois, se bem me recordo, foi feita uma unica entrevista. Como explicar essa hostilidade? Confesso que até hoje não consigo entender completamente, porém creio que ha' duas razões principais. A primeira é que os jornalistas brasileiros consideram que brasileiro tem de ter sucesso no Brasil, se um brasileiro tiver sucesso no exterior, de alguma forma ele deixa de ser brasileiro. No caso do Sérgio Vieira de Mello, a questão se agravava pelo fato de ele ser formado no exterior (em filosofia na Sorbonne, se ainda fosse um MBA em Harvard....). A menos claro, se for um Airton Sena: ai vira o maior do mundo. Ja' o Guga..., se o sujeito não for premio Nobel é porque anda "metido a besta". E' uma espécie de covardia por transferência, assunto digno de um psiquiatra. Em segundo lugar os jornalistas brasileiros consideram que não so' politica internacional não interessa ao leitor, como qualquer assunto so' merece matéria se ja' for conhecido e de sucesso no Brasil. Pode parecer ridiculo, um circulo vicioso, mas essa é a verdade. Se um livro ou filme tiver sucesso no Brasil, merece matéria. Se for bom, mesmo se tiver sucesso no exterior e estiver para ser lançado no Brasil, não é suficiente. Sem sucesso no Brasil nada feito. O mesmo acontece com personagens politicos, ou quaisquer outros. Não se noticiava Sergio Vieira de Mello por que ele não era conhecido. E' ridiculo mas é a verdade. Antigamente os jornalistas corriam para apresentar novidades de sucesso. Hoje não. Hoje correm para apresentar algo a mais, se possivel exclusivo, sobre um assunto que ja' for um sucesso. Ou seja, o que se faz hoje nas redações não é bem jornalismo, é uma outra coisa que se chama comunicação, isto é, o jornalista deixa de criar informação para apenas repercuti-la. Virei seu leitor. Um abraço Pedro de Souza

[Sobre "O jornalismo que dá nojo"]

por Pedro de Souza
11/9/2003 às
10h14

Machado de Assis
Certa vez ouvir dizer que machado de Assis era comparado a James Joyce, não é a toa, quando se pensa numa grande obra, se pensa em Dom casmurro,por causa da grande sacada de machado de Assis, que é deixar o leitor entrar na obra, como se fosse um personagem,por iiso, isto já é um grande requisito para lê-lo, seja com que propósito for, garndes obras literárias inspiram grandes teóricos. Por exemplo, Karl Marx , dizem inspirou Vigotsky ( que construiu a teoria da psicologia sócio- histórica),quem sabe se grandes sociólogos não se inspiraram em obras literárias, penso que Machado de Assis deveria ser leitura obrigatória a todas áreas metodológicas do conhecimento.Dizem que Freud, talvez, tenha lido Machado de Assis, quem sabe não ocorreu isso mesmo?Num país de analfabetos políticos e iletrados, a leitura tem que ser levada a sério,e um bom começo é fazer com que esses grandes escritores sejam lidos pelos estudantes acadêmicos, um grande país só se faz se houver bons leitores, seja de que área for.

[Sobre "O Sociólogo Machado de Assis"]

por Fernanda Pires
11/9/2003 às
09h33

GT, conforme o tamanho do...
Um texto engraçado, sem dúvida. Não só por tentar defender as ridiculices do GT, que descobriu que a "alta sociedade" não tá com nada e partiu de vez para a "classe mídia", mas sobretudo por lamber a botina de quem não fala português, na forma mais legítima e preocupante de expressão colonizada, subalterna; ao estilo poodle de alegria idiotizante. Alessandro, se não te derem um osso suculento para morder, tente a bunda do GT.

[Sobre "A bunda do Gerald Thomas"]

por Marco Toledo
11/9/2003 às
04h33

Auto-ajuda não!
Quem recomenda auto-ajuda não deve estar falando sério, ou está, bernadette?! Sinceramente, o povo brasileiro pode ser muito criativo, ou melhor, algumas pessoas no brasil são muito criativas, porém a grande maioria é extremamente preguiçosa para consumir e escolher o que é bom ou não. o caso mais patente é certamente o da música que endeusa "Tribalistas" e leva ao inferno artistas criativos e sérios de verdade.

[Sobre "A bunda do Gerald Thomas"]

por Bruno
10/9/2003 às
19h01

Vc é lindo
nem te conheço mais já gosto de ti pelo simples fato de ter nascido em maio e mais ainda por citar uma das cartas mais perfeitas da face da terra como é esta carta de Drummond

[Sobre "Apresentação; ou, O prazer foi meu"]

por Rhafa
10/9/2003 às
13h48

fiquei muito indignada
É nojento ver um brasileiro menosprezando seu próprio povo. Será que não é por existirem pessoas assim que os estrangeiros nos ridicularizam? Alessandro Silva, fiquei muito indignada, lendo sua coluna, onde você desfaz, desmerece a arte brasileira e seu povo, que é de uma criatividade enorme e tem grandes talentos. Tente escrever coisas edificantes sobre nós brasileiros, ao invés de ficar invejando os londrinos e estrangeiros em geral. Estimo que você melhore, lendo um pouquinho de auto-ajuda também.

[Sobre "A bunda do Gerald Thomas"]

por bernadette
10/9/2003 às
10h59

profissão de fé
Obrigado pela mensagem. O que eu mais fiz foi escrever sobre cinema. Recomendo entrar no texto sobre Quentin Tarantino. Ao final da página há links para outros textos meus. E enquanto não arranjo grana para levar meus roteiros adiante, recomendo minhas histórias em quadrinhos. Tema histórico: a história dos leões de Roma (7 páginas; dependendo da sua conexão, pode demorar um pouco); história politicamente incorreta (5 páginas no total);

[Sobre "Receita para fazer filmes"]

por Mauricio Dias
10/9/2003 às
05h09

Sobre o texto
O texto está maravilhoso!Seria bom ter sempre textos sobre grandiosas obras como esta.

[Sobre "Um Bonde Chamado Desejo"]

por Patricia Pacheco
10/9/2003 à
01h05

Julio Daio Borges
Editor

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