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Terça-feira, 5/7/2005
Comentários
Leitores

Congratulações
Parabéns ao colunista Marcelo Miranda por mostrar que tem conhecimento contemporâneo acerca de fatos sócio-político-econômicos, trazendo a ficção à realidade com tamanha propriedade e retratando tão fielmente os episódios dessa série, pois como fã de 24 horas pude ter um "feed back" de todas as temporadas num artigo muito bem elaborado.

[Sobre "24 Horas: os medos e a fragilidade da América"]

por Tathiany
5/7/2005 às
11h02

Nostalgia do q não vivi
Ana, li o texto com lágrimas nos olhos, tão bela a tua descrição de espaço e tempo. Não vivenciei os anos de chumbo pq era criança ainda, mas sinto uma enorme solidariedade por quem esteve lá ativamente ou não. Parabéns pelo texto.

[Sobre "A Rolling Stone brasileira"]

por Rosângela
5/7/2005 às
10h18

Reconheço o seu valor, mas...
O mais constrangedor de tudo é perceber a sua platéia dando gargalhadas de tudo e de todos. Às vezes imagino haver alguém por trás das câmeras sinalizando o momento de se dar gargalhadas. Chega a ser ridículo. E as risadas forçadas do Bira? Houve uma oportunidade em que foi entrevistado um padre, que não me recordo o nome, que se insurgia contra o aborto. Papo vai, papo vem, o Jô desferiu algum comentário acerca da Bíblia (novo testamento), e o padre, subitamente, disse que ele tinha ouvido o galo cantar, mas não sabia de onde. Pra que o coitado do padre foi dizer isso! Simplesmente o senhor Jô conduziu o seu rebanho (platéia) de modo que tudo o que o padre falava, ridicularizavam-no. Foi uma lástima! Foram bolir com a arrogância desmedida do gordo. Deu no que deu. Enfim, não houve mais entrevista, pois, daí em diante, o que houve foi um "show" de humilhação contra quem não podia se defender, pois estava em território inimigo. Ademais, lembram da entrevista do Wilson Simonal? Coitado do Simonal, quando disse que o "nobilíssimo" programa continha plágio. O Jô, simplesmente, aniquilou o coitado (in memorian). E quando ele diz que é tricolor de coração, mas nunca ajudou o clube, não entende bulhufas de futebol, nem tampouco assiste a jogos do tricolor carioca. No centenário do Fluminense, inclusive, o mesmo que iria ser homenageado no salão nobre do meu Tricolor das Laranjeiras, por ser um "tricolor ilustre". Como já era esperado, não deu a mínima, e não compareceu.

[Sobre "Anti-Jô Soares"]

por Fábio Pacheco
5/7/2005 à
01h37

Texto
Andrea, Para mim todo mundo que escreve acaba se importando com o leitor. Ao menos se ele proprio deseja ler sua obra...E no seu caso, acho que o leitor e que se importa com voce. Porque eu nao consigo imaginar nao ler sua coluna no digestivo. Admito, comecei a ler o Digestivo depois que LEM e Rafael me recomendaram. Lia as colunas deles e do Julio e ficava por isso. Lia o Julio de vez em quando. Ate que comecei a arriscar, ler os outros. Deixar de pensar que era uma publicao da internet dos meus colegas, pois LEM e Lima sao meus amigos ha muitos anos. E a primeira coluna que li por aqui foi a sua. E dai nao parei de ler mais. Depois foi crescendo, e hoje leio quase tudo que aparece por aqui. Mas sempre que quero descobrir um mundo diferente, de cores diferentes, mas perto do meu, eu abro o browser, coloco www.digestivocultural.com e vou na drop box e escolho um de seus escritos... Quando fui escrever um texto sobre internet, adivinhe, fiquei relendo seus textos e do LEM e do Julio. A coisa mais legal de voce encontrar por ai e uma irma mais velha das palavras, que vai mostrando coisas novas e diferentes. E acho que para mim sua coluna e isso... Portanto, continue se preocupado com seus leitores. E continue escrevendo, ate escondido... Sinceramente, nao consigo imaginar agora parar a nossa longa conversa... PS: E eu tinha adorado o texto sobre Einstein! Quando li, estava ate pertinho de Princeton, e fiquei imaginando os professores pernas-de-pau. PS2: E olha, se houvesse uma selecao brasileira dos novos colunistas, o Julio seria tecnico e ponta-esquerda (Zagallo?). E sem duvida nenhuma, voce o camisa 10. Meio piegas, mas e o que penso.

[Sobre "Sobre Parar de Escrever Para Sempre"]

por Ram Rajagopal
4/7/2005 às
18h52

Thrillers e saraus
Olá, Andréa, adorei seu texto. Acho que Ulisses é mesmo para ser recitado em saraus e para se decorar uns trechos mencionando-os em reuniões com um olhar de superioridade. No fundo, poucos chegaram ao prazer da sua leitura, mas o olhar de superioridade faz o outro se sentir pequeno e partir para mais uma tentativa de leitura. Também já li Ira Implacável e adorei. É um livro que proporciona o verdadeiro prazer da leitura. Tive a mesma sensação que você e também perguntei ao autor se ele havia estado nos lugares que menciona. Só não sabia que o LEM foi um "enfant terrible" estragando saraus. Se isso serviu para ele criar thrillers tão apaixonantes, que se lixem os saraus!

[Sobre "Sobre Parar de Escrever Para Sempre"]

por Vera Carvalho
4/7/2005 às
15h52

Escrever até ficar bem...
Quase sempre considero que escrevo mal. Seu texto, delicioso, reforçou minha auto-avaliação. Benevolente, penso que hoje escrevo menos mal que ontem. Resta então resistir ao prazer da leitura como forma de lazer, e passar à rigidez do estudo, da análise, da desconstrução dos textos. Que alento. Trabalho, sem dúvida, mas recompensas futuras acenam. Obrigada. Vou agora ler (meticulosamente) a segunda parte de seu texto...

[Sobre "Como escrever bem — parte 1"]

por Cozete Gelli
4/7/2005 às
02h05

Ghost-writers
Sempre procuro ler textos que ensinam a escrever melhor. Não tanto para mim, pois os textos que perpetro por aí não merecem muito aperfeiçoamento. Mas para ver como posso estimular meus alunos, mormente os do Ensino Médio, a escrever melhor. E a dificuldade é enorme. Agora, para ficar mais irônico, o nobre autor poderia terminar ensinando como se tornar um ghost-writer de textos acadêmicos, para podermos ganhar um trocado com esse pessoal que estuda em faculdades particulares... Benza Deus!

[Sobre "Como escrever bem — parte 2"]

por Marcos Rangel
2/7/2005 às
16h40

Adorei suas dicas
Muito legal esta postagem, Andréa! Principalmente em momentos em que os blogs já não andam tão mais em alta como antes. Gosto de usar fotos no meu blog. Mas ainda não consigo me identificar com fotolog e essas coisas mais visuais e sem espaço para troca de idéias. A diversidade de assuntos que encontramos na esfera blogueira nos abre a diversas reflexões e isso é muito bom! Adorei suas dicas. Abraço.

[Sobre "Há vida inteligente fora da internet?"]

por Aninha Brasil
2/7/2005 às
10h55

Pergunta melhor que resposta
Não entendo nada, continuo sem entender. Porém, sempre há um porém, felizmente; naveguei, naveguei, naveguei por duas horas e consegui saber do que se está falando. Abriu-se a porta de outro mundo, de outro modo, de outra língua e a visão se expande. Passamos a ver as coisas com trezentos e cinquenta e nove graus de ângulo. Falta um só, que suponho sermos nós mesmos. Será?

[Sobre "Itinerário de leituras on-line"]

por Erwin Maack
2/7/2005 às
10h32

Alegria de Navegantes Errantes
Julio, é a primeira vez que te leio. Teus textos são redondos, claríssimos, e nossa língua não tropeça quando os lemos em voz alta. Venho do tempo das diligências, do cartão perfurado, já escrevi em Assembler, conheço Fortran, etc. Jurássico... Mas concordo plenamente com você: Bloglines é, hoje, a maior revolução da Net. Só a ousadia dos navegantes errantes é que descobre mundos novos. E os encanta. Abraços, flores, estrelas... Edson Marques.

[Sobre "Itinerário de leituras on-line"]

por Edson Marques
2/7/2005 às
04h35

Julio Daio Borges
Editor

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