busca | avançada
67107 visitas/dia
2,1 milhões/mês
Quarta-feira, 7/7/2010
Comentários
Leitores

Posso recorrer ao CDC?
Às vezes o problema do consumidor é a falta de concorrência, outros vezes é a concorrência excessiva, algumas outras é a concorrência desleal. Senão, vejam só, é lealdade pensar que um CD que custa 30 reais vai resistir à concorrência do piratinha de cincão? É fácil para o consumidor pesquisar e verificar com veracidade a competência e honestidade de tantos sites de vendas, com ofertas incríveis e tentadoras? É possível fazer alguma opção para não ter que comprar do único fornecedor do mercado? O excelente texto do Daniel nos ajuda a refletir. O Maradona apenas nos diverte. Que concorrência. Concordo que os fabricantes e fornecedores devem arcar com suas faltas, cada vez mais graves com punições cada vez mais severas. Como ter absoluta certeza de que nossas opções e escolhas não trarão o tormento de nos vermos obrigados a recorrer ao CDC? Vejam só: fiquei casado 7 anos com a 1ª e 10 anos com a 2ª, as duas mentiram e me separei. Posso recorrer ao CDC?

[Sobre "O Código de Defesa do Consumidor e Maradona"]

por Fredh Hoss
7/7/2010 às
13h08

Prefiro iludir-me
Excelente texto. Partilho o mesmo amor pelos livros. Mas nunca penso que guardo um livro que não lerei. Prefiro iludir-me com um futuramente.

[Sobre "Onde botar os livros?"]

por Amâncio Siqueira
7/7/2010 às
12h15

Dicas sobre o Google
Gostei muito das dicas, que são valiosas, especialmente para quem está começando! Parabéns!

[Sobre "Dicas para você aparecer no Google"]

por Gabriel Marques
7/7/2010 às
12h07

Não estou sozinha
È difício analisar o sofrimento da perda sob um olhar poético. Certamente o autor conseguiu fazer isso. Eu ainda não consegui ser tão desprendida e brincar com as palavras, mas confesso que vê-las escritas por pessoas que amam me tranquiliza muito, pois percebi que não estou sozinha, existe sempre alguém vivendo um grande amor. Esquecer não é o caso, mas lembrar sem sentir dor é a questão. Parabéns!

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por sumaia milagres
7/7/2010 às
11h26

Grandes veículos perdem
Com toda a força econômica que ainda representam, os grandes veículos de imprensa perdem cada vez mais força política, cultural, perdem visibilidade num universo mais amplo que o nicho de classe média que ainda procura essas mídias. Por outro lado, a diversidade alcançada pela internet combina com a riqueza de possibilidades do universo cultural. Utilizá-la para fazer circular o que vai pelo mundo da música, das artes, pode parecer um trabalho de formiguinha, mas não é assim que começam todas as coisas - as pequenas e as grandes?

[Sobre "Novos caminhos para a cultura"]

por Paulo Cezar de Mello
7/7/2010 às
09h09

Será que conseguiu emprego?
Após todo esse tempo, as perguntas que ficam: será que conseguiu emprego? Mudou de profissão? Gostei muito do texto, apesar da melancolia, como diz. Será que tens outros textos para compartilhar? O desemprego nos coloca para baixo, nos deprime, e ainda ficamos a mercê de pessoas inescrupulosas. Sem querer forneceu dicas preciosas. Um abraço.

[Sobre "Diário de uma desempregada"]

por Luciano Zamboni
6/7/2010 às
23h11

Debate sobre o fazer literário
Olá, Julio, gostei de ver, no Digestivo Cultural, o registro de sua passagem e do Cardoso em nossa cidade (Cascavel). Foi um encontro onde o debate sobre o fazer literário nos trouxe mais algumas luzes. Abraço, Tere Tavares

[Sobre "Com o Cardoso em Cascavel"]

por Tere Tavares
6/7/2010 às
12h04

Prestar atenção e escolher
Com as novas tendências de ninguém ter uma exclusiva gravadora, de você ter o rádio apenas com Jabá, e a TV, com um olhar dirigido para o mercado... E os shows com uma produção caríssima... Só nos resta ouvir, prestar atenção e escolher. A idéia de tendência Y ou X é, meramente, um gato que sorteamos no balaio da produção musical do País.

[Sobre "Novos caminhos para a cultura"]

por Manoel Messias Perei
6/7/2010 às
08h10

A Dunga o que é de Dunga
Dunga foi galgado à condição de técnico do Brasil por conta da esbórnia que foi a Copa anterior. Todos conheciam seu estilo generalesco. A clausura de 2010 foi exagerada, mas fazia parte do pacote. Caso não a quisessem, que não contratassem o gaúcho de Ijuí. Penso que a caça às bruxas, se for feita, deve limitar-se às escolhas táticas. Não ter outro esquema que não o contra-ataque fere qualquer esboço de bom-senso. Todos, até mesmo Dunga, sabiam que o time não sabia sair da marcação bem feita. Ao adversário, bastava abrir um jogador na ponta-esquerda, para segurar Maicon, e o resto o próprio Brasil produziria. Alegam que Dunga passou para os jogadores a intranquilidade vista em campo. Ora, são todos bem crescidos para deixarem-se influenciar. A Cesar o que é de Cesar e a Carlos Caetano o que é dele, e somente dele, Carlos Caetano. Sobre a questão da arbitragem, nada mais do que o normal: choram os prejudicados e calam-se os beneficiados.

[Sobre "A derrota do Brasil e as arbitragens na Copa"]

por MarcosAntónioTeixeir
5/7/2010 às
22h43

Não dá pra não rir
Adorei a crítica! Mas peraí! Não dá para não rir do Ken... Metrossexual de plástico foi o fim da picada! Paguei mico no cinema de tanto rir. E adorei mesmo a temática. A cena final do Andy doando a turma do Toy (com o Woody no meio) para a garotinha e "entrando na dela" é tocante. Como diria Babysauro: "De novo!" E, realmente, no 3D o filme não ficou escuro. "Clash of Titans" ficou péssimo!

[Sobre "A Pixar e Toy Story 3"]

por Camila B. Amaral
5/7/2010 às
16h49

Julio Daio Borges
Editor

busca | avançada
67107 visitas/dia
2,1 milhões/mês