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Domingo, 3/2/2002
Comentários
Leitores

'Tou com o Rafael!
Rafael, vc tem toda a razão. Conheço dondocas que raramente vêem seus "homens", desde que a mesada esteja em dia. Conheço Amélias que aguardam alegremente o retorno dos seus "malandros", mesmo que por dias ou semanas, sem um tostão furado na carteira. Agora, uma opinião: homens, parem de querer decifrar a mulher. Homens e mulheres não são equações a serem debatidas, mas pessoas a serem conhecidas, amadas ou não, mas sempre respeitadas.

[Sobre "Os Homens são de Varte, as Mulheres são de Mênus"]

por Sonia Pereira
3/2/2002 às
11h20

Tolkien e o Bom Senso
Gostei muito de "O Senhor dos Anéis", tanto que o vi duas vezes. A estética do filme é um de seus pontos fortes. Por outro lado, mesmo que estejamos numa era em que prevalece um certo desencanto e até mesmo muito de cinismo, nâo tenho dúvidas quanto à capacidade de a fábula de Tolkien poder interessar a toda e qualquer faixa etária. Quanto a Roberto Campos, bom este foi o próprio "Senhor do Bom Senso" ...

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Toni
2/2/2002 às
18h45

Roberto Campos
Fabio- obrigado pelos elogios. Que retribuo. É claro, você não precisa concordar comigo- concordar é sempre um pouquinho chato. Discordemos, portanto. Agora, quanto ao acordo- sei que fui eu que o propus, mas vou ter que ser o primeiro a recuar. Se falo mal da economia, não é porque nunca fui apresentado a essa Senhora- é porque me separei dela depois de dois anos de penoso, chato noivado na FEA-USP. Li Samuelson, Ricardo, Heilbronner, Marshall, e outros homens sérios e solenes, cuja localização precisa no Inferno de Dante não sei dizer. Li as primeiras, sei lá, duzentas páginas de "Lanterna na Popa". Roberto Campos tem algum senso de humor, mas a alma dele é seca, seca, seca. Segurei a alma dele nas mãos, e ela era um graveto...Um graveto! Não é que eu seja de esquerda (sinceramente, girei tanto que já não sei onde estou, e vou vomitar no tapete), e não é por nenhum motivo tão estúpido quanto não concordar com o que ele diz. Mas tentar ler o livro de novo doeria muito. (E se a Dona FEA vier se queixar de que não a louvo em meu trobar, veja como a louvarei todavia: Dona Fea, Velha e Sandia)P.S. Tolkien- Alguém que estivesse em relação a Erl Koenig como você está em relação a "O Senhor dos Anéis" poderia dizer que não quer ler poema com elfos...Meu ponto todo era que a presença de elfos (Erl Koenig), bruxas (Macbeth), gigantes (Lusíadas) etc não torna a obra automaticamente menos séria...Outra coisa: "Morte chegando" é um assunto mais importante do que "coragem"? Pour quoi? Um abraço- Alexandre

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Alexandre
2/2/2002 às
17h50

Lição de vida
Daniela, Parabéns pelo belíssimo texto, foi de emocionar, meus olhos se encheram d'água... Um pouquinho de lição de vida meio Guimarães, meio Daniela... Muito sucesso pra essa pessoa especial que você é! Beijos, Iara

[Sobre "Batchan, elas são lindas..."]

por Iara Terzi Ito
2/2/2002 às
13h30

Tô que Tolkien
Alexandre. Tolkien escreveu sobre elfos e humanóides como um passatempo entre seus estudos acadêmicos. Ele próprio não compreendia a devoção que suas brincadeiras suscitaram. Simplesmente dizer que "Tolkien não era o Benedito Rui Barbosa" (convenhamos que não é necessário ser muito perspicaz para chegar a essa conclusão) e afirmar que O Senhor dos Anéis fala sobre coragem e amizade (como se livros de criança e telenovela fossem abstratos!) não é suficiente para me explicar por que alguma coisa está morta e pútrida dentro das pessoas que "não respondem" ao livro/filme. Façamos o seguinte: eu vejo o filme e você lê "A Lanterna na Popa", do Roberto Campos. Que me diz? Se topar, terei feito minha boa ação do dia... :) P.S. Erlkönig, Lied de Schubert, está acima de praticamente tudo que já foi feito pelo homem. Não é uma historinha sobre a lealdade dos elfos e a necessidade de se massacrar os pagãos. É sobre a morte chegando. P.P.S. Apesar de não entender sua admiração pelas fantasias do Tolkien e sua aversão à economia, quero deixar claro que acho suas colunas divertidas e interessantes, e considero você uma das raras pessoas que sabem pensar e escrever - não necessariamente nessa ordem... :)

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Fabio
2/2/2002 às
09h04

Título
Realmente "A crise da mulé" é um título horrível.

[Sobre "Pode guerrear no meu território"]

por João Augusto Guevedo
2/2/2002 à
01h01

O mesmo?
José Luis: você é o mesmo José Luis Mendonça que escreveu- "Ergue-te cidade/ malar vigília/ de pássaros/ estrangulados/ cheiras a crepúsculos e/ água, cidade/ onde o vinho abre o sexo/ ao gume dos astros..."?

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Alexandre
1/2/2002 às
17h05

Chutando o pau da barraca
Obrigada pelo comentário, Cássio. No entanto, minha idéia não era ser nem madura, nem equilibrada. Nas entrelinhas, há muito desabafo. Fico feliz que você tenha gostado.

[Sobre "Menos Guerra, Mais Sexo"]

por Adriana
1/2/2002 às
17h00

Tolkien não era Rui Barbosa
Fábio: você realmente acha que Tolkien é a mesma coisa que -qual o nome daquele cara que escreveu "Pantanal"? Benedito Rui Barbosa? Ou igual a (sei lá os nomes) Glória Magadan? Tolkien, o Benedito Rui Barbosa de Oxford? Só porque ele escrevia sobre hobbits e elfos? Mas, nesse caso, o "Erl Koenig" de Goethe é um poema infanto-juvenil? A versão musicada de Schubert é uma espécie de música da Xuxa? Camões era o Maurício de Souza da época dele, porque escreveu sobre o gigante Adamastor? Nem tudo que tem duende é "Xuxa e o Segredo dos Duendes"(se é que é esse o nome). Os livros de Tolkien, e o filme também, são sobre coragem, sacrifício, amizade, medo, tentação, dor. Talvez devêssemos concordar em fazer aquilo que você me recomendou uma vez: eu em relação à economia, você em relação a Tolkien- dar a tal da famosa "chance". Não é? (Vai custar mais para mim do que para você, acredite) Também C.S.Lewis, que fazia parte do círculo de Tolkien, é um autor muito interessante. Retribuo o abraço. -Alexandre

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Alexandre
1/2/2002 às
16h25

por quê?
Caro Alexandre. Gostaria que você explicasse por que considera O Senhor dos Anéis superior às telenovelas. Estou realmente curioso. Nunca li o livro nem vi o filme, mas achava que ambos eram voltados ao público infanto-juvenil. Um abraço cordial, Fabio.

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Fabio
1/2/2002 às
15h56

Julio Daio Borges
Editor

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