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Quinta-feira, 7/12/2006
Comentários
Leitores

Muito belo esse poema
Essa poesia feita de vórtices, de redemoinhos e vertigem é sempre poderosa. Isso faz com que qualquer tema nunca soe melodramático, sentimental ou nostálgico. Aqui, nesse caso específico, a denúncia social perde seu costumeiro caráter didático, foge da costumeira ingenuidade moralizante e ganha, como um ciclone, alturas insuspeitadas. Muito belo esse poema, e forte também.

[Sobre "As crianças cheirando cola"]

por Guga Schultze
7/12/2006 às
04h24

do Digestivo e da Piauí
Julio, excelente entrevista! Repassei o link para amigos, leitores do Digestivo e da Piauí.

[Sobre "João Moreira Salles"]

por Adriana Carvalho
6/12/2006 às
18h40

Ataque irresponsável ao Brasil
Apesar das opiniões pejorativas ao nosso país, feitas pelos meus próprios compatriotas aqui em cima (sinceramente, me envergonha ver brasileiros que não ficam, no mínimo, preocupados ao com uma afronta desse tipo...), em uma coisa eu concordo com vocês: o Brasil, realmente, não é os EUA (se é que alguém ainda não percebeu...). Assim, pela nossa fragilidade e imagem (fraca) no exterior, um filme desses causa de um tremendo arranhão, sim! E isso pode impactar nossas vidas, e muito... Trabalho em uma organização que promove intercâmbios culturais, e um dos problemas que mais enfrentamos na hora de atrair jovens para o Brasil é: a preocupação excessiva com segurança, principalmente por parte dos pais. Claro que temos nossos problemas, pois todos os países têm os seus... Acontece que esse filme vai afetar o turismo aqui, se tiver uma boa audiência; e tem mais: isso pode afetar a economia do turismo também... Só nos resta agora torcer para que seja um fracasso de bilheteria.

[Sobre "A imagem do Brasil em Turistas"]

por Bruno
6/12/2006 às
17h31

Perfeito o RH!
Magnifíca estrutura de RH para um sebo. Já pensou esse time nas nossas universidades? O pensamento do Brasil seria bem diferente do que vemos na atualidade...

[Sobre "O sebo ideal"]

por Elvis Mutti
6/12/2006 às
15h09

Quanto a ser lido?
Seu artigo realmente é um banho de água fria na cabeça esquentada do escritor novato. Embora seja mais fácil o Papai Noel existir do que um escritor ter a chance de ter seu trabalho reconhecido, a escrita em si já é a recompensa... Eu amo escrever e, como digo aos meus amigos, é o único momento em que me sinto pleno e 100% satisfeito. Quanto a ser lido? Acredito que se houver um leitor, já terá válido a pena ter escrito algo.

[Sobre "Não existe pote de ouro no arco-íris do escritor"]

por Frank Oliveira
6/12/2006 às
14h46

Uma escritora!
Gostei, Adriana. Você fez um texto leve e gostoso de ler. Conseguiu sintetizar grande parte de sua vida em poucas palavras. Você é realmente uma ESCRITORA!

[Sobre "Obrigada, daktaris"]

por Nilmar
6/12/2006 às
13h23

Ecos proustianos
Leio você sempre, mas raramente me animo a deixar um "psiu" a título de comentário. Aproveitando o anzol da coluna de hoje, vou reler todos as colunas que você destacou. Vi que você assina de Uberlândia. A menção a Uberlândia, aonde estive no último fim-de-semana e onde vivi dos 18 aos 36 anos, me remete a lembranças proustianas.

[Sobre "Greatest hits em forma de coluna"]

por Tarlei
6/12/2006 às
11h45

Família Digestivo Cultural
O hábito da leitura é realmente um prazer gastronômico, Ana Elisa. Textos como o seu também nos incitam a presentear os amigos. Acredito que o prazer da oferta se iguala ao de quem os recebe. Parabéns à família do Digestivo Cultural.

[Sobre "Os livros que eu ganhei"]

por Rosa Nina Serra
5/12/2006 às
19h13

Veteranos em expansão
Estou no fim de "Valsa para Bruno Stein", romance do Kiefer, e estou gostando demais da conta da leitura. É um livraço! E isso porque foi escrito na década de 80, 20 anos atrás. Essa categoria que você falou, dos "veteranos regionais em expansão" é excelente, e eu estou com uma idéia para escrever sobre esses autores. Esses, sim, são os verdadeiros "novos escritores", pois têm uma prosa vigorosa e instigante. Esses são os que valem a pena ser lidos.

[Sobre "Literatura universal do Sul"]

por Rafael Rodrigues
5/12/2006 às
18h42

Ficção é ficção - II
continuo achando que ficção é ficção. eles vivem mostrando filmes nos quais há tiroteios e perseguições monstruosas nas cidades dos EUA. realmnente, se considerarmos seriados como "Miami vice", filmes como "A Rocha" e outros, só podemos considerar que morar lá deve ser muito perigoso. discordo do ponto de vista adotado no filme e acho super fantasiosa a trama, mas continuo afirmando que o maior problema disso tudo é a nossa produção ficcional. que tal um pouco mais de liberdade dentro de nossa criação literária ficcional? que tal uma produção maior? que tal cutucar os americanos como eles nos cutucam? desde garoto vejo o brasil nas telas norte-americanas como sendo um "paiseco" da américa central, e desde garoto vejo nossa criação ficcional amarrada, engessada dentro de generozinhos repetitivos e de temáticas umbilicais. se não fosse assim, não ficaríamos tão chocados com um filme como esse.

[Sobre "A imagem do Brasil em Turistas"]

por robinson
5/12/2006 às
16h25

Julio Daio Borges
Editor

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