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Quinta-feira, 7/12/2006
Comentários
Leitores

Da Piauí nº 1 para a nº 2
As revistas culturais no Brasil sempre acabaram por falta de anunciantes. Sinceramente não dá pra entender como os publicitarios e as agencias de publicidade nunca tenham apoiado nenhuma iniciativa anterior, q sempre tiveram um publico fiel(A/B) e um destaque editorial q garantiria retorno e visibilidade para qualquer anunciante. A Piauí contou, no primeiro numero, com muitas páginas de bons anúncios; ja no segundo numero, pouca coisa sobrou, infelizmente. Realmente o Brasil desanima qualquer um. Vida longa à inteligência!

[Sobre "João Moreira Salles"]

por Pedro Brasileiro
7/12/2006 às
17h00

Obrigado
Obrigado pela lembrança, Rafael. Hoje sou eu que não perco uma coluna sua. ;)

[Sobre "Era uma vez..."]

por Eduardo Carvalho
7/12/2006 às
16h59

Confraria
Quem, diabos, é Kosztolányi? Temos que saber mesmo ou é só um desses eleitos por tribos, um escolhido por pequenas confrarias? Evidentemente essa biblioteca foi criada por uma pequena confraria, pese a ilustre presença de seus empregados. Borges não ia... ah, deixa pra lá.

[Sobre "O sebo ideal"]

por Guga Schultze
7/12/2006 às
16h58

Hendrix em Monterrey
Hendrix fazia sucesso em Londres, onde todos iam ver suas performances (Stones, Beatles, Who, Clapton) e era praticamente desconhecido nos EUA. Foi levado para tocar no Festval de Monterrey e virou lenda, com sua performance pondo fogo na guitarra. Saiu agora a versão completa do Festival, 4 CDs, com a integra da sua apresentação alucinante (no filme oficial ele toca apenas duas musicas), e tbm de Otis Redding q roubou a cena do evento (organizado pelos "The Mamas and the Papas" q ficaram pra tocar no fim e sobraram) e q morreria no auge, pouco tempo depois num desastre de avião.

[Sobre "Hendrix, aos 64, hoje"]

por Pedro Brasileiro
7/12/2006 às
16h31

Escrever e estabelecer vínculo
Olá, Jardel. Escrever é um ato muito muito muito muito solitário. E eu tenho cá pra mim que a gente escreve pra tentar estabelecer um vínculo, ainda que invisível, ainda que inventado, com alguém que se interesse pela mesma coisa que a gente. Só assim conseguimos aplacar a solidão em que mergulhamos quando escrevemos. Ficar só para não ficar só. Paradoxal? Totalmente.

[Sobre "Escrevendo no Digestivo"]

por Ana Claudia
7/12/2006 às
15h38

Basta subir à Rede
Essa revolução silenciosa deverá tirar muita gente do sofá, e incentivá-las a se integrar nesse movimento. Apesar do ambiente; seja universitário ou empresarial, político ou religioso. A integração da informação instantânea ao nosso cotidiano está fazendo essa revolução mencionada. Quer um exemplo? Se você é instigado a ler uma história que se passa na Birmânia, no período que abrange os dois últimos séculos, haverá uma grande chance de decepção com algumas ou todas as descrições. Qualquer descrição exige algum conhecimento prévio para organizar a sua mente. Certo? E como fazer? Algum tempo atrás, nada poderia ser feito a não ser uma viagem ao lugar e "viver" a história. Hoje você, eu, quase todos temos acesso ao lugar, ao tempo e às imagens que foram arquivadas. Basta subir à rede. Antes isso servia apenas para incentivar o levantador ou atacante da equipe de vôlei. Hoje todos podemos subir à rede. O ar blasé não está com os dias contados. Mas quase todo o resto está.

[Sobre "Autopublicação na prática"]

por Erwin
7/12/2006 às
09h10

nem tudo está perdido
Bom dia, li esta entrevista e gostei da forma com que é colocada a visão de João Moreira Salles. Concordo no que diz respeito ao jornalismo no Brasil e, desde os anos 80, muita coisa mudou e, entre estas, muitas para pior. Imprensa oportunista, emissoras que fazem "cobertura" quando bem entendem e em assuntos de interesse próprio. Existem sim bons escritores, formadores de opinião, mas "falta", ao leitor de modo geral, maior e melhor abrangência sobre determinado assunto... Acredito que, a revista Piauí está no caminho certo pois nem tudo está perdido. Agradeço pelo espaço aberto. Sucesso! Um abraço, Reinaldo Santana, São Paulo/SP

[Sobre "João Moreira Salles"]

por Reinaldo
7/12/2006 às
07h27

Muito belo esse poema
Essa poesia feita de vórtices, de redemoinhos e vertigem é sempre poderosa. Isso faz com que qualquer tema nunca soe melodramático, sentimental ou nostálgico. Aqui, nesse caso específico, a denúncia social perde seu costumeiro caráter didático, foge da costumeira ingenuidade moralizante e ganha, como um ciclone, alturas insuspeitadas. Muito belo esse poema, e forte também.

[Sobre "As crianças cheirando cola"]

por Guga Schultze
7/12/2006 às
04h24

do Digestivo e da Piauí
Julio, excelente entrevista! Repassei o link para amigos, leitores do Digestivo e da Piauí.

[Sobre "João Moreira Salles"]

por Adriana Carvalho
6/12/2006 às
18h40

Ataque irresponsável ao Brasil
Apesar das opiniões pejorativas ao nosso país, feitas pelos meus próprios compatriotas aqui em cima (sinceramente, me envergonha ver brasileiros que não ficam, no mínimo, preocupados ao com uma afronta desse tipo...), em uma coisa eu concordo com vocês: o Brasil, realmente, não é os EUA (se é que alguém ainda não percebeu...). Assim, pela nossa fragilidade e imagem (fraca) no exterior, um filme desses causa de um tremendo arranhão, sim! E isso pode impactar nossas vidas, e muito... Trabalho em uma organização que promove intercâmbios culturais, e um dos problemas que mais enfrentamos na hora de atrair jovens para o Brasil é: a preocupação excessiva com segurança, principalmente por parte dos pais. Claro que temos nossos problemas, pois todos os países têm os seus... Acontece que esse filme vai afetar o turismo aqui, se tiver uma boa audiência; e tem mais: isso pode afetar a economia do turismo também... Só nos resta agora torcer para que seja um fracasso de bilheteria.

[Sobre "A imagem do Brasil em Turistas"]

por Bruno
6/12/2006 às
17h31

Julio Daio Borges
Editor

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