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Segunda-feira, 15/1/2007
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Azeitonas no Brasil
Boa tarde; é muito bom saber que temos mais entusiastas na questao comercial do cultivo de azeitonas no Brasil, principalmente para a produçao de azeite. Sou de Maria da Fé, no Sul de Minas, onde existem plantações e anos de pesquisa em olivicultura; lá temos oliveiras plantadas e, no proximo ano, já teremos uma boa safra. Comercializamos mudas de olivas vindas da Espanha, que produzem com 3 anos e exigem menos tempo de frio para frutificarem. Agradecemos sua citação e o entusiasmo para com o nosso azeite brasileiro, qualquer informação estamos a disposição. Obrigado! Hugo Gonçalves OlivaBrasil

[Sobre "O ouro líquido do Mediterrâneo"]

por Hugo Gonçalves
15/1/2007 às
15h56

tensão de estar com o outro
O "amor líquido" ainda é marcado por uma estrutura de pensamento moderna, como tão bem o próprio sociólogo soube apresentar em seus outros livros. Sem dúvida, o estudo de Bauman traz elementos imçortantes para pensarmos os vínculos afetivos na contemporaneidade, entretanto, me pergunto se a liquidez caracterizada principalemnte pela fluidez dos laços e nos comportamentos não é índice de experiências ainda não decodificadas pelo pensamento, que é apoiado em estruturas mentais modernas.I sto é, a liquidez pode ser vista como fragilidade, se temos a solidez como referente, mas pode ser tomada como uma outra forma talvez mais despojada, leve sem frivolidades, em que já não cabe como sustentação a solidez de instituições sociais geradas no passado para o enfrentamento do presente. A persistência não tem de ser insistir em relações em que já não há qualquer tipo de ternura, respeito, para além do desejo. Acho que ganhamos, além da ansiedade, a consciência da tensão de estar com o outro.

[Sobre "A fragilidade dos laços humanos"]

por Angeli Rose
15/1/2007 às
14h23

Devo tudo a Dirty Dancing
Assisti este filme quando tinha 15 anos. Não consegui esquecê-lo. A história de amor desse casal me embriagou de tal forma que passei a acreditar no amor! Para mim, ele era apenas um sentimento abstrato, mas quando vi o filme percebi que era muito mais que isso, e sim, que podemos ter o poder de torná-lo concreto.

[Sobre "Dirty Dancing - Ritmo Quente"]

por tayanna
14/1/2007 às
23h39

É uma ingenuidade mesmo...
Crítica aos 2 comentários acima... Sempre achei estranha essa leitura de Schwarz como sociológica. Curioso mesmo. O mesmo vale para o gigante J. Gledson. Eles explicam tudo pela forma literária, mostram tudo dentro do texto, potencializa o entendimento da forma literária, que deixa de ser uma mera questão de gosto ou acaso. Bosi, apesar de tudo, faz a mesma coisa, coloca a questão sociológica da mesma forma, mas ninguém fala nada. Outras leituras são completamente ingênuas ou descoladas do texto, biográficas, estruturalistas, psicanalíticas etc. - projetando esquemas prévios sobre a obra - mas ninguém fala absolutamente nada. É uma ingenuidade mesmo, algo de leitor inexperiente.

[Sobre "O Sociólogo Machado de Assis"]

por Claudio
14/1/2007 às
15h48

Maravilhoso Quintana
Com suas cores, sabores e perfumes poéticos, Mario Quintana é o maior poeta da literatura brasileira. Me emociono todas as vezes que leio e releio sua obra. Simplesmente ele é maravilhoso!!!!

[Sobre "O centenário de Mario Quintana, o poeta passarinho"]

por iracema queiroz
13/1/2007 às
22h01

Preces e nada mais
Guilherme, Paulo Vanzolini escreveu pelo menos uma meia dúzia de músicas que me acompanham desde que eu era criança. Depois, comecei a ouvir sobre o zoólogo (é isso, não?) que ele é. Um dos maiores, senão o maior, dizem... Acho que toda e qualquer homenagem é válida, obrigatória na verdade. (Lembremos do que cantou Nelson Cavaquinho: "Depois que eu me chamar saudade/ Não preciso de vaidade/ Quero preces e nada mais"). Tá em tempo ainda... Maroldi

[Sobre "O cientista boêmio"]

por Marcelo Maroldi
12/1/2007 às
22h26

Lost na Globo
A crítica dessa série depedente do que é realmente interessante para os que assistem. Quando começei assitir à primeira temporada na Globo, fiquei empolgado, mas quando completei uma semana não aguentei tanto mistério - e confesso que assistir na emissora acima não é um bom negócio... Acreditem! Assistir ao DVD é mais interessante do que ficar acompanhando por ela.

[Sobre "Lost"]

por Ruy Machado
12/1/2007 às
17h50

Eu e Janis Joplin no Rio
Adorei este texto, eu sinto muito orgulho desta época de 60 até os anos 80, era bom demais. Quando vim aqui para o Rio, não me lembro o ano, passseando de jipe com meu primo na Praia da Macumba na Barra, passei pertinho da Janis Joplin, ela estava com uma copo de Campari nas mãos, e aquele cabelo vermelho lindo que na época chamava muita atenção, mas foi um sucesso. Há! Como fui tola de não ter parado e tirado uma foto dela!!! Uma cantora maravilhosa, e só ela mesmo pra interpretar tão bem os blues com uma voz maravilhosa... Parabéns, Antonio, e obrigada por me fazer recordar tantas coisas lindas daquela época que vivi. Beijos, Inês.

[Sobre "A primeira Rolling Stone"]

por Inês Caldas Vianna
12/1/2007 às
12h37

espero encontrar um novo amor
Marcelo Maroldi simplesmente conseguiu fazer o que um pintor não consegue, transpor para uma tela o som de uma lágrima caindo... Ao ler o texto, tive a sensação de que contei a minha história: é exatamente tudo o que sinto o que me faz definhar a cada dia que passa, só espero encontrar um novo amor para me libertar da minha própria masmorra.

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Fabiana Dias
12/1/2007 às
12h27

Por mais civilidade no metrô
Há tempos queria que alguém se manifestasse sobre isso, pois me sentia a única incomodada. Façamos um abaixo-assinado: chega de atropelamento! Eu também estou cansada (e olha que sinto isso apenas pelo que passo no metrô da zona leste de São Paulo...). E tenho outra tese bizarra: acredito que esta pressa às vezes também seja um tipo de competição sem sentido obscura na mente de quem vive na metrópole cinzenta. Vamos lá! Ninguém é melhor que ninguém apenas porque entrou ou saiu primeiro de um meio de transporte absurdo! Para que o sorrisinho de satisfação e a postura imponente? E o pior é que, depois de atropelar para sair, muitas vezes a pessoa sai andando com um andar vagaroso e elegante! Onde foi parar a pressa! Qualé! E digo mais: as pessoas precisam cada vez mais aprender a simplesmente andar sem esbarrar nos outros! Um pouco de coordenação motora ou senso de espaço, por favor! E não vem com a desculpinha: "Não gostou? Pega um táxi!" E tenho dito!

[Sobre "Cansei de ser atropelado!"]

por Marília
12/1/2007 às
10h59

Julio Daio Borges
Editor

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