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Sábado, 21/6/2003
Comentários
Leitores

nossos monstros sagrados
Meu caro Maurício Dias: a carta de Picasso ao Papini só vem confirmar o meu ensaio do Digestivo Cultural. É uma pena que os nossos monstros sagrados acabem assim, mais monstros do que sagrados. Parabéns. AB.

[Sobre "Picasso e Matisse: documentos"]

por AlbertoBeuttenmüller
21/6/2003 às
10h17

É Tudo Verdade.
Tudo isto é verdade, Sérgio, ou uma de suas instigantes perspectivas. Para prevenir-me de carências futuras, sou dos que recortam textos para a caixinha de guardados, os dignos de notas. Muitos jornalistas colhem em suas caixinhas os seus diletos e os republicam em livros. Agora um tanto de verdade em outra perspectiva: não gosto de shows musicais, nem de refrão, não assisto jogos, noticiário esportivo, Jô ou Faustão e, embora tenha alguns discos que escute inúmeras vezes, acho que grande parte das formas de replay que citaste é que deveria ser banida dos nossos hábitos culturais.

[Sobre "As deficiências do jornalismo não são só aquelas que vocês conhecem"]

por Jean Scharlau
19/6/2003 às
17h29

li e achei fantástico
Sérgio: Para com isso! Parece aqueles entediados burgueses dos filmes do Bergman. Eles até podem, com aquele clima (depressão sazonal) e padrão econômico nórdico, sofrer de tédio, mas você, que tem todo o espaço para expressar suas inquietações e vive em um país ensolarado e tão cheio de vida, até pode estar infeliz, por n razões, que vão desde a indigência cultural hegemonica que, ressalte- se não é só brasileira, até a vigarice eleitoral recente que deixou perplexa e estupefata toda aqueles que esperavam por mudança. Concluindo, você - e todos nós que acreditamos em mudanças -pode estar infeliz, Proibido é ser infeliz. Um cara que é lido pela elite intelectual brasileira e escreveu um livro como Lado B (coletãnea de artigos), que li e achei fantástico, não pode cair na armadilha da depressão.

[Sobre "As deficiências do jornalismo não são só aquelas que vocês conhecem"]

por Jorge Alberto Benitz
19/6/2003 às
12h42

Parabéns
Sérgio: só para lhe dizer que este seu artigo é perfeito! Existe alguém mais infeliz que você? Sim, eu, que penso o mesmo e jamais o escrevi e nem tenho onde fazê-lo, pois ando mais fora do mercado do que, como se dizia nos seus nossos tempos de chanchadas tão bem biografadas por você, umbigo de vedete......Parabéns. Seu velho introdutor no jornalismo e fã. Paulo Alberto

[Sobre "As deficiências do jornalismo não são só aquelas que vocês conhecem"]

por Paulo Alberto Montei
18/6/2003 às
19h50

arte boa é a única arte
Alessandro, parabéns pelo seu texto. já está na hora de realmente tocar nesta questão. quando perguntaram ao inteligentíssimo Miles Davis porque não tocava na Africa, ele respondeu: "porque não sou africano". ou seja, não é porque descendia de africanos que, nascido no EUA, se sentiria africano ou com dívidas de consciência com esse povo. a questão é séria e perigosa. pois se a arte é avaliada simplesmente por seu conteúdo (político, sexista, etc), a liberdade do artista vai por água abaixo. a arte, sim, deve ser um lugar do inconstante, do inseguro, do susto - afinal, todo bom artista cria assim, sem saber na certa qual o próximo passo que dará. via a arte a abaixo à ditadura da ideologia. não existe arte gay, nem arte negra, nem art emachista - existe, sim, como ensinou Wilde, arte boa ou ruim. abraço, jardel

[Sobre "As Pérolas Que Eram Teus Olhos"]

por jardel
17/6/2003 às
21h45

os cristais de felipe e o Tao
Koyaanisqatsi é realmente um cult. A trilha de As horas muito boa. Mas antes de ter escrito a coluna vc realmente deveria ter ouvido kundum e ficar imaginando uma mandala sendo levada pelo vento. Tem pouca coisa mais proxima de Tao que isso. Incrivel é lembrar que o filme é do scorcese...

[Sobre "Nem tente evitar Philip Glass"]

por Jorge
16/6/2003 às
21h38

minorias etc
prezado alexandre, assino em baixo tudo o que voce disse, com uma sugestao: gostaria que desse uma olhada na producao atual do nosso melhor filosofo atual (e vivo, graças!), olavo de carvalho. muito do que voce falou, desta arte de minorias, é só mais uma projecao de um estado infernal de coisas que estao se processando desde os anos 70. as 'minorias' politicas, étnicas e 'raciais' (veja a contradicao) agora evoluíram para uma minoria artística. tadinho deles... parabéns pela conviccao de suas idéias, rapaz. gostaria de me corresponder contigol, se possivel. tenho uns escritos sobre portishead, oscar wildeXseriados americanos, rock, que vc irá gostar. abraços

[Sobre "As Pérolas Que Eram Teus Olhos"]

por roberto
16/6/2003 às
20h32

Serei menos leigo Kazú?
Se assistir Matrix 10 vezes? acho que não. O máximo que conseguirei ao assistí-lo 10 vezes, será descobrir erros de continuismo. Prefiro ler Jean Baudrillard, Paulo Virilio, Noam Chomsky 10 vezes. Isso sim fará diferença ao meu intelecto.

[Sobre "The Matrix Reloaded"]

por Sergio Fonseca
16/6/2003 às
15h38

Esse filme é a minha vida
EU AMO DIRTY DANCING! Quando esse filme foi lançado eu tinha pouco mais de um ano de idade, mas com uns 8 anos de idade assisti pela primeira vez, como sempre estudei dança sei todas as coreografias do filme, só fui estudar inglês por causa dele, hoje aos 17 anos (idade de Baby no filme)eu sou o que sou graças a ele, sou balharina, e falo inglês muito bem. Esta semana, foi muito importante consegui comprar o DVD do filme, estou muito feliz, não preciso mais alugar a fita toda hora na locadora.

[Sobre "Dirty Dancing - Ritmo Quente"]

por Aline
15/6/2003 às
15h58

A idéia não é nova...
Como no primeiro filme, este segundo é uma micelânea de idéias e ideais de mitogias culturais diversas: cristã, grega, budista, ciberpunks e dos mangás japoneses e imaginário pop norteamericano..Sendo assim, todas fontes se cruzam e o filme se resume em 5 ou 6 cenas de luta e perseguição e 3 ou quatro dialogos "pseudocabeças". A idéia da matrix dentro da matrix é bem plausível e já que outras boas idéias foram copiadas do livro que virou filme 13º andar,(uma ótima dica, aliás),nada mais óbvio do que isso...

[Sobre "The Matrix Reloaded"]

por Frank Logan
14/6/2003 às
18h40

Julio Daio Borges
Editor

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