Festival do Rio 2005 (IV) | Digestivo Cultural

busca | avançada
84878 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
BLOG >>> Posts

Quinta-feira, 6/10/2005
Festival do Rio 2005 (IV)

+ de 2200 Acessos
+ 1 Comentário(s)

Parte I
Parte II
Parte III

Voltando para a segunda parte da minha "segunda jornada" ao Festival do Rio. Depois de frisar a qualidade dos filmes brasileiros na mostra, agora parto para as grandes obras internacionais vistas ao longo dos dias 1 e 2 de outubro. Sem delongas, a elas, então:

Last Days — difícil acreditar, à primeira vista, que o mesmo Gus Van Sant de Gênio Indomável e Encontrando Forrester fosse capaz de realizar trabalhos tão profundamente filosóficos e reflexivos, porém gelidamente distantes do espectador, como a trilogia formada por Gerry, Elefante e, agora, Last Days. Sua propensão a falar de jovens, em especial os marginalizados, vem desde o começo da carreira, em trabalhos de grande interesse, principalmente Garotos de Programa, mas nada radical como os três últimos. São obras difíceis até mesmo para serem avaliadas assim de cara (lembro que não gostei do meu primeiro contato com Elefante, mas aprendi a apreciar o filme e, quando o revi, saí embasbacado). Este mais recente, então, talvez seja o mais complexo de todos, e curiosamente, talvez, o menos interessante.

Van Sant faz um ensaio fictício e contemplativo dos últimos dias de Kurt Cobain, ex-líder do Nirvana. Chamado no filme de Blake, é um roqueiro mergulhado nas drogas, no ócio, na melancolia e num estado de perturbação físico e mental que inadvertidamente o leva ao suicídio. Mas o que se vê, antes do desfecho, já é um homem morto: Blake vaga pela tela como um fantasma, alguém já desencarnado que parece buscar algo com que voltar à Terra, mas não encontra nada e decide ficar mesmo no céu (ou no inferno, que seja). Não é à toa que ele pergunta, em meio a uma canção e no melhor momento do filme, se será possível morrer novamente. Van Sant dá sua visão da morte pela terceira vez, de novo sem narrativa seqüenciada e com grande foco na sonoridade do ambiente. Elefante é mais impactante e crítico, mas Last Days guarda grandes achados na rotina daquela figura distante e sem rumo.

Manderlay — segunda parte da trilogia que o dinamarquês Lars Von Trier vem preparando e que tem como tema os EUA e seus preconceitos e injustiças. Agora com dois terços da saga de Grace definidos, e olhando em retrospecto, o anterior Dogville torna-se um filme ideologicamente infantil — apesar de muita gente já considerá-lo assim desde a estréia no Festival de Cannes 2003, sempre o achei poderoso e sincero naquilo que tenta transmitir. A força de Dogville não diminui, mas eu diria que Manderlay, que repete a falta de cenografia e a linguagem narrativa de antes (com divisão em capítulos e narração em off), o supera em diversos aspectos.

A começar pelo foco: a escravidão e o racismo na América. Quando a personagem Grace chega a uma fazenda que, setenta anos após a abolição dos escravos, mantém negros no antigo regime, ela decide assumir o local e coloca gângsteres do pai para ajudar na imposição de sua própria visão do que é correto. A crítica mordaz à política norte-americana surge logo de cara: Grace não questiona a necessidade de seus atos. Ela acredita na visão pessoal e a leva até o fim, independente de opiniões alheias — exatamente, aliás, como o próprio Von Trier faz na posição de diretor.

Só que, com o passar do tempo, a moça compreende que nem sempre o olhar particular é o correto. E aprende da forma mais dolorosa o quanto o "ajudado" pode deixar de ser vítima para se tornar algoz, num efeito inverso ao que acontecia na cidade de Dogville com a mesma Grace. Ao final (sem contar detalhes, para não estragar suspresas), o recado óbvio é de que, provavelmente, a América ainda não consegue lidar com as dores e chagas de seu passado, e pra isso tenta consertar as coisas no mundo à sua maneira. No fundo, o filme é sobre uma ditadura frustrada, tentativa mal sucedida de impor regras num universo que já as possui ao seu próprio modo.

Percebe-se que a força de Manderlay é mais certeira. O filme não é apocalíptico como seu antecessor, nem tão utópico ou simplista na resolução dos conflitos. É mais pé-no-chão, preocupa-se em criar outros tipos de laços entre os personagens, desenvolve as relações com ênfase na desconfiança e descrença. Até Bryce Dallas Howard, que substitui Nicole Kidman no papel principal, interpreta de maneira mais comedida, minimalista, tornando difícil compará-la à atriz anterior. São dois trabalhos de criação distintos, apesar de serem da mesma personagem. E a julgar pelas provações às quais Grace volta a passar, provavelmente na última parte, Wasington, ela aparecerá de novo modificada.

O Bigode — Marc mantém o bigode há anos. Certo dia, decide tirá-lo. Ninguém percebe a mudança no visual. Esposa, amigos, colegas de trabalho, todos parecem fingir não notar. Intrigado, Marc diz que tirou o bigode, e se surpreende ao ouvir dos conhecidos nunca ter tido um. Passa a ser, inclusive, considerado louco. A partir dessa premissa absurda, o francês Emmanuel Carrère adapta às telas o próprio livro e apresenta filme instigante, um pesadelo típico de Kafka na literatura ou Lynch no cinema. O que parecia se iniciar como comédia torna-se o drama de um homem que, de repente, se vê completamente sem lugar no mundo, perseguido pelas pessoas que ama e impotente diante de uma situação sem controle. O enigma se mantém quase o tempo inteiro, e uma das sacadas mais inteligentes do roteiro de Carrère é jamais revelar muito a respeito do que, afinal, está acontecendo — como fazem, aliás, os citados Kafka e Lynch (e é isso que ajuda torná-los geniais). Com maravilhosa trilha sonora do mestre Philip Glass e atuação perfeita de Vincent Lindon, o filme se torna uma das grandes pérolas a serem vistas num festival de cinema, já que as chances de lançamento comercial no Brasil são ínfimas. Se um dia surgir oportunidade, não deixe de conferir.

Caché — o austríaco Michael Haneke provavelmente é o cineasta mais provocador do cinema contemporâneo. Ácido, crítico, mordaz, ele se utiliza das situações mais banais para analisar a fragmentação e individualidade do ser humano. Falando apenas dos trabalhos mais notórios, ele abordou a fetichização do sofrimento alheio em Violência Gratuita, a incomunicabilidade e desentendimentos entre iguais na sociedade moderna em Código Desconhecido, as obsessões e loucuras do amor de A Professora de Piano e, agora, com Caché, as paranóias que cercam o ser humano num mundo perturbado.

Perturbação esta que não se sabe de onde vem, representada no filme pelas misteriosas gravações recebidas pelo casal protagonista (Daniel Auteil e Juliette Binoche). Por mais que se suspeite de quem seja, nunca há certezas, e é exatamente isso que Haneke quer frisar: os problemas que nos norteiam nem sempre têm causas aparentes, mas suas resoluções podem estar mais próximas do que queremos enxergar. Sem usar grandes recursos estilísticos, Haneke cria um suspense pesadíssimo, em que a falta de ação e de resoluções aumenta a tensão. Sem música, poucos diálogos e poucos movimentos de câmera, o diretor tira de suas cenas o que elas têm de mais potente e autenticamente realista, nas seqüências de inspiração em Robert Bresson ou John Cassavetes — mas muito mais incômodas e intrigantes naquilo que a imagem parece não comportar em termos de solução narrativa.

O controle e mão pesada são tamanhos que, num determinado momento de puro assombro (quando você vir o filme, vai saber qual é), torna-se impossível não haver choque imediato e perplexidade posterior. Se até ali o espectador ainda tinha dúvidas sobre o que Haneke falava, a partir de então o mergulho é total. E imergir no realismo estranho desse diretor é das coisas mais ricas e fundamentais que se pode ter atualmente em cinema — mas nem por isso das mais prazerosas. Só vendo.

Café da Manhã em Plutão — mais novo filme do irlandês Neil Jordan. Depois da experiência maravilhosa com o melodrama em Fim de Caso, ele volta a abordar a juventude e seus devaneios que tanto marcam trabalhos anteriores (como Nó na Garganta). Conta a história do jovem que, abandonado pela família, é adotado e torna-se um moleque anárquico e sem freios — além de travesti, o que complica sua situação. Decide sair em busca da mãe e encontra pelo caminho de tudo um pouco, desde mágicos que exploram sua beleza andrógina a terroristas do IRA (Exército Republicano Irlandês). É certamente dos melhores filmes de Jordan, e tem o primeiro grande papel da vida de Cillian Murphy (de Extermínio, Batman Begins e do recente Vôo Noturno). A narrativa corre solta em pequenos capítulos que acabam funcionando como esquetes na vida do personagem, incluindo sonhos e devaneios mais fantásticos. Aliás, a força do filme está mesmo nesse protagonista. Ele intercala momentos de afetação efeminada com um intimismo comovente de quem ainda está em busca da sua identidade, simbolizada pela mãe perdida. É um conto de amadurecimento, crescimento e ternura, regado a momentos de fantasia e fábula. Curioso.

E é isso, por enquanto, o que tenho a dizer do Festival do Rio 2005. Agora é aguardar que estes filmes estréiem logo no circuito brasileiro (alguns já garantidos, como Manderlay em novembro). Até a próxima!


Postado por Marcelo Miranda
Em 6/10/2005 à 01h37


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Armínio comenta Paulo Guedes de Julio Daio Borges
02. Tocalivros de Julio Daio Borges
03. Bonecas Russas especial de Eugenia Zerbini
04. Imagina Depois da Copa de Julio Daio Borges
05. Gabo: Discurso do Nobel de Julio Daio Borges


Mais Marcelo Miranda no Blog
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
14/9/2008
18h23min
Olá! Primeiro baixei o filme "O Bigode" na net e fiquei boiando. E, como não gosto de ficar boiando em filmes, comprei o livro "O Bigode" para ler. Agora, sim, posso ficar louco, kkk. É um filme/livro pra ser digerido aos poucos, principalmente após o término. 1 abraço.
[Leia outros Comentários de JLM]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




CONTROLE POR COMPUTADOR E SISTEMAS DINÂMICOS
ELDER M. HEMERLY
EDGARD BLÜCHER LTDA
(2000)
R$ 45,00



METRÓPOLES CIDADANIA E QUALIDADE DE VIDA
JÚLIA FALIVENE ALVES
MODERNA
(1992)
R$ 19,90
+ frete grátis



POR INSTINTO
RITA FERRO
NOTÍCIAS
(2001)
R$ 18,98



SINAIS DE ESPERANÇA
ALEJANDRO BULLÓN
CASA PUBLICADORA
(2008)
R$ 9,95



OS FIDALGOS DA CASA MOURISCA
JÚLIO DINIS
LIVRARIA FIGUEIRINHAS
(1984)
R$ 8,93



ENCICLOPÉDIA DA MULHER E DA FAMÍLIA VOLUME XV
DELTA
DELTA
(1971)
R$ 14,90



RENASCIMENTO DA SUASTICA NO BRASIL
ERICH ERDSTEIN E BARBARA BEAN
CIRCULO DO LIVRO
(1977)
R$ 15,00



PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
DILETA SILVEIRA E LÚBIA SCLIAR
ÁTICA
(1995)
R$ 59,90



VIVA BEM - COM A DOR E A DOENÇA
VIDYMALA BURCH
SUMMUS EDITORIAL
(2011)
R$ 35,00



CASAMENTO, DIVÓRCIO E NOVO CASAMENTO
GORDON LINDSAY
GRAÇAS A DEUS
R$ 10,00





busca | avançada
84878 visitas/dia
1,4 milhão/mês