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Quinta-feira, 1/12/2022
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Blogueiros

 
Nosotros

Do outro fica o recado,
A você nariz empinado,
Deixa de ser indolente,
Não te deram educação?
Questione a tua razão,
Não fale o que não sabe,
Não julgue sem ser julgado,
Aprenda a ficar calado,
Essa a verdadeira lição.
Veja a corda em tua mão,
Ela poderá ser esticada,
Quando menos se espera,
Bum. É uma queda danada,
Assim, falamos aos demais,
Aprendam a viver na paz.
Não sabes ficar calado?
Encare a tua vida defronte,
Não seja tão arrogante,
Veja o outro com cuidado.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/12/2022 às 10h39

 
Berço de lembranças

O relâmpago riscando o céu,
Na serra o trovão se redobrava,
A chuva caindo aos borbotões,
E a terra enxuta se molhava.

O cheiro da terra levantava,
A brisa o tangia aos recantos,
Logo as sementes brotavam,
A noite piscares dos pirilampos.

Para as crianças um espanto,
Aos adultos coisa da natureza,
Nem o homem, mulher e menino,
Produziriam essa singela beleza.

Esse é um ato de grandeza,
Do Divino Pai, nosso escultor,
Lá do céu, no trono bem sentado,
Cuidando a terra do agricultor.

Ele em todo o seu esplendor,
Um dia nessa terra há de voltar,
Juntar toda essa gente honesta,
E com Ele em seu reino descansar.

Eles convictos costumam rezar,
Muita fé guardam em seu coração,
Salve a família de fé e bem unida,
Brava gente desse saudoso torrão.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/12/2022 às 10h37

 
Não sou eterno, meus atos são

Ao falar de amizade, falo também da convivência com os nossos pares, isso quer dizer, aqueles com os quais cruzamos nas ruas, na vizinhança e pelos quais há de prevalecer o respeito, qualquer que seja o grau de apreço, que tenhamos a esses indivíduos, eles merecem toda a nossa consideração, ato que costumo chamar, amizade humanizada.

É fato, há uma falta de sintonia entre as pessoas, não só no nosso pais, mas em diversos recantos da terra. Conversando com o meu filho, que se encontrava na Alemanha, precisamente em Berlim, e ele me falava: aqui dentro (em casa) os nossos amigos são maravilhosos, nos acolheram muito bem, mas lá fora sinto falta do calor humano do Brasil, ainda existente nos nossos grupos, por afinidades ou profissionais.

Talvez eu refute, pouquíssimos grupos, de modo geral direi existia, no passado, longe vai a afabilidade dos brasileiros, uns para com os outros. Não mais nos reunimos para uma conversa, para um cafezinho ou mesmo para um almoço aos finais de semana.

Com o advento tecnológico da internete, a amizade escondeu-se por trás de uma pequena tela de celular e desses amigos lembramos apenas a fisionomia de muitos anos atrás. Talvez eu exagere no que estou a escrever, mas que esse distanciamento existe, ah! existe.

Houve uma deturpação dos valores nas amizades. Pessoas queridas foram afastando-se de tudo e de todos, vez por outra aparecem palavras desses na telinha que aprendi a amar e desprezar dependendo do momento protagonizado.

As pessoas estão desenvolvendo um comportamento que não condiz com aqueles que nos foram ensinados, como verdadeiros valores educativos, éticos, morais e sociais. Uma boa parte desses indivíduos, cultivam a deseducação, a birra, a agressividade, o ódio e o desprezo pelo próximo. Protagonizam horrores nas redes sociais e se acham donos da sapiência e da prerrogativa da verdade em detrimento do direito que tem o outro de agir segundo o seu livre arbítrio.

Percebe-se que há um certo descontrole emocional, um desequilíbrio entre a emoção e a razão, a incompreensão de que o direito de um acaba, quando começa o direito do outro. Sabe-se pois, que não devemos jamais ultrapassar o limite da razão. A amizade, nunca foi e nunca será a deixa para o abuso de quem quer que seja.

O respeito é o patrimônio maior de um indivíduo. É fundamental para a solidez do caráter humano e é primordial para a convivência saudável do coletivo social.

Com o advento político desse ano (2022), ficamos estarrecidos com o modus operandi das redes sociais e parte dos seus operadores. Insanidades apregoadas a regiões do território nacional e contra pessoas, sem limites e sem remorsos, sem a generosidade que sempre foi tão comum aos brasileiros.

O dom da palavra, a oportunidade do conhecimento, não requer passaporte nem há barreira instransponível ao acesso de outrem. Somos simplesmente humanos, detentores de defeitos e qualidades, buscando ou dando oportunidades a outros. E não preciso lembrar, sejamos ricos ou pobres, mais ou menos inteligentes, feios ou bonitos, poderosos ou não, todos têm um encontro marcado no cemitério, onde seremos enterrados ou cremados.

Leia-se em Génesis: faça-se o homem minha imagem e semelhança. Deus nos deu a liberdade para seguir o caminho da Luz ou o caminho das trevas, segundo as práticas dos nossos atos na vida terrena. Você decide, pense nisso.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/12/2022 às 10h34

 
Meu orgulho, brava gente

Ser brasileiro é alegria pura,
Ser nordestino, além da rapadura,
É coragem, trabalho e lisura.

Quem conhece o nordeste,
Sabe. Oh! caboclo cabra-da-peste,
Encara a vida e de alegria se veste.

Se você não o conhece, meu pesar!
Vive a vida olhando pro calcanhar!
Oxente! Arreda, nordestino a passar.

Nordeste dos poetas e escritores,
É berço do conhecimento doutores!
Nordestino faz, não pede favores.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/12/2022 às 10h28

 
Sem chance

Não vá perder o senso crítico,
Se é lógico, que o lógico existe,
O homem usa para ver e ouvir,
Teimosia é quando você persiste,
Analise bem, antes de decidir,

Esse mundo anda tão mudado,
Talvez o humano eu creio,
Ele deturpa e destrói tudo,
Harmonia, como? não é ele o esteio,
Não ver, não ouve e se faz mudo.

Pobre humano! Tenta a vida seguir,
A distância pode ser longa ou curta,
Não se pode mudar esse trajeto,
Desviar a linha, em nada encurta,
Quando se nota o fim está tão perto.

Da estação derradeira, não há volta,
Orgulhe-se sempre de tudo que fez,
Foram poucos os atos, mas com amor,
Tenha certeza, farias tudo outra vez,
Não ligarias à fadiga, o suor e a dor.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/12/2022 às 10h26

 
Imcomparável

Veloz tal qual a flecha,
Bate asas o beija-flor,
Avançando obstáculos,
Indo alcançar uma flor,
Como é bela a natureza,
Na troca de gentileza,
Sem vencido ou vencedor.

A flor lhe fornece o néctar,
Beija-flor, sua polinização,
A natureza lhes vestem,
Na forma e na perfeição,
Não encontro uma beleza,
Que supere a natureza,
Mãe de toda a criação.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/12/2022 às 10h24

 
Saudade indomável

Vivi a natureza mais pura,
A ela minha eterna lealdade,
O pó da terra onde eu pisei,
Durante minha tenra idade,
Ficou cravada em mi’ alma,
Sobre meu corpo é a palma,
Falo sem maior temeridade.

Eu sempre senti saudade,
Das terras em que nasci,
Na infância e juventude,
O espaço que ali vivi,
Com segurança e carinho,
Nunca me senti sozinho,
Nesse tempo vim, vi e venci.

Eu sinto que sou feliz,
Corri, mas não tive pressa,
Escolhi o bom combate,
Conquistei vitória à beça,
Procurei plantar o bem,
Para os meus, e a outrem,
Defronte minha promessa.

A vida correu depressa,
Hoje, ainda me sinto assim,
Fui intenso em meu andar,
Mas acho que não foi ruim,
A estrada vai encurtando,
Teimoso eu vou andando,
Para mais próximo do fim.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/12/2022 às 10h23

 
Às avessas

Complicado é aprender a viver,
Mas, aprendi quase tudo com você.
Aprendi a amar,
Ouvindo você apregoar o desamor,
Aprendi a ser feliz,
Observando teu culto a infelicidade,
Aprendi a sorrir,
Ouvindo o teu pranto malogrado,
Aprendi a ouvir,
Enquanto te fingias de surda,
Aprendi a falar a verdade,
Ao te ouvi mentir aos quatros ventos,
Aprendi a respeitar,
Enquanto te davas ao desrespeito,
Aprendi a aprender sempre,
Enquanto ias morrendo na mesmice,
Aprendi a dizer adeus,
Ao não misturar teus ideais aos meus,
Aprendi a esquecer,
Por não ouvir os infundados arrogos teus,
Em verdade eu aprendi tudo,
Com o Ser maior, que soube me amar. Deus.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/12/2022 às 10h20

 
Amigo do tempo

Há um tempo para tudo,
Esse é muito e esse é pouco,
Hoje eu estou sã e sábio,
Amanhã finjo ser louco.

O tempo passa eu não vejo,
Quando ele chega não sinto,
Se vai embora eu não ligo,
Se me pergunta não minto.

Vindo que seja para somar,
Indo, que nada possa levar,
O tempo é dono do tempo,
Conosco ele sempre vai estar.

Tornei-me amigo do tempo,
Com ele não posso discutir,
Não ocupo o mesmo espaço,
Até logo tempo e podes ir.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/12/2022 às 10h18

 
Desapega, só um pouquinho.

A fuga da corte portuguesa para o Brasil trouxe europeus educados, de nobre linhagem, costumes, modos e maneiras civilizadas a um lugar fantástico, desconhecido, ou melhor, conhecido apenas por navegantes comerciantes, aventureiros, degredados e piratas de várias bandeiras.
Graças a invasão napoleônica em Portugal, a colônia recebeu obras estruturais, calçamento de ruas, construção de casas, sobrados, edifícios administrativos, palácios e tudo o mais, ainda que minimamente, necessário para abrigar e proporcionar algum conforto a fina flor do Reino, seus criados , áulicos e baba-ovos.
Assim começa a grande história, com todos altos e baixos, do nosso grande País, antes uma colônia extrativista, frequentada e abusada pela ambição dos colonizadores.
Talvez, daí venha o gosto por palácios, residências de verão, inverno, etc. Outra característica herdada e conservada, até hoje pelos governantes, é gastar sempre muito mais do que o Estado consegue arrecadar, desde os “quintos dos infernos”, tal como chamavam os mineradores obrigados a entregar um quinto de todo ouro extraído.
A manutenção dos palácios e residências do governo ( reino, império) sempre tiveram custos que jamais qualquer autoridade pensou ou até ousou questionar. Magotes de lacaios,criadas, arrumadeiras, cozinheiras, jardineiros, caseiros, cocheiros etc., além da conservação predial, das carruagens, animais, etc… Ficou tudo na história. Não haveria nenhum mal se o exemplo cruel não permanecesse na memória administrativa da república até aos dias de hoje.
A conversa sobre o orçamento, a ajuda aos mais pobres e miseráveis, os benefícios sempre deficitários financiados pelos próprios empregados, o pão, a casa, a escola, etc., tomam um porte assustador, quando ecoam nos ouvidos dos interessados, sempre às vésperas das eleições.
Pode um País que tem miséria, falta de comida e escola, além de moradia minimamente adequada, manter palácios e residências oficiais para funcionários públicos, além dos serviços de empregados domésticos, motoristas, assessores, secretariado, áulicos, serventes, etc. ementas inimagináveis, adegas condestáveis, facilidades para todo o tipo de acesso a confortos dignos dos magnatas controladores de fortunas, que pagam os seus luxos e exageros eventuais com dinheiro próprio?
As centenas de parlamentares têm ótimos vencimentos, proventos, ou seja lá o nome que for, para denominar seus salários, ornados, com penduricalhos bisonhos, tais como verba para selos e telegramas, para comprar roupas, para morar, para transporte individual, além de uma penca de boquinhas, sinecuras, prebendas, empreguinhos, para distribuir entre os seus interesses pessoais.
A loucura e o despautério vai muito mais além, com as tais “visitas oficiais", cursos e aperfeiçoamentos, congressos no Exterior, durante o ano inteiro e outras maneiras de produzir viagens, diárias, alimentação, bla, bla. bla, sem qualquer resultado material, verdadeiro, palpável, para a melhora da vida daqueles miseráveis que inspiram os discursos pré eleitorais.
Neste momento as “altezas sereníssimas" discutem o "limite,o teto de despesas do Estado”, como tal medida fosse o bicho papão da assistência aos carentes. Porque não diminuir o tamanho do Estado, começando pelo tamanho da representação política, desde municípios até ao Senado, passando pelo número de "temporários de confiança”, que cada um eleito pode carregar nas costas? O que justifica o tratamento imperial para os funcionários temporários escolhidos por sufrágio, as tais eleições, com tamanha gastança?
Qual é a utilidade das residências, granjas, palácios aqui e ali, com seus custos “confidenciais”, para uso de pessoas que deveriam usar suas remunerações para pagar e manter as suas vidas normais, e não luxos e vantagens imperiais ou monárquicas, pagas pelo Estado. A farra começou com a chegada de D. João e nunca mais parou.
Que tal uma reforma administrativa, limpando toda essa gordura rançosa, esse pagode dentro do cofre da República?
Daqui a pouco vamos ouvir, novamente, os mesmos refrões, os mesmos motes, as mesmas frases e a falta de imaginação dos candidatos, prometendo acabar com a miséria, encher a barriga de todo mundo, prover escola de qualidade, saúde de primeira, casas que não desabam em encostas ou seguem nas enchentes, além dos guardiões da honestidade, da integridade, da moral, da decência , etc, etc, etc.Os velhos miseráveis e pobres morrem e dão lugar a novos, daí o discurso soar sempre como novo.
Diminuir o tamanho do Estado, economizar com seriedade, acabar com a pantomima, duvido.


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Postado por Contubérnio Ideocrático, o Blog de Raul Almeida
17/11/2022 às 11h33

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