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Terça-feira, 7/4/2020
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Amigo, amigos.

Amigo, amigos Eu tenho um princípio desenvolvido ao longo da vida: Amigo é amigo.
Já subi e desci a ladeira muitas vezes. Aprendi um pouco. Amigo é amigo.

Não tem nenhuma maneira de classificar,organizar, priorizar, graduar, enfim, estabelecer uma quantificação de valor.
Amigo é amigo. Parentes ou não, colegas ou não, camaradas ou não.
Amigo é amigo. Por isso, geralmente, são poucos. Pouquíssimos durante a vida.

Já. os conhecidos...
Conhecidos podem ser parecidos com amigos, mas... Conhecidos sempre tem um mas. Amigo a gente sente.

Conhecidos a gente conhece, gosta, não gosta, não importa, importa, deixa de ser importante, diverte, ou não, enfim, conhecidos são fáceis de esquecer, desistir, afastar.
Amigo é amigo. É definitivo.



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Postado por Contubérnio Ideocrático, o Blog de Raul Almeida
7/4/2020 às 10h59

 
Belhell: a vida jogada na Amazônia de Edyr Augusto


Imagem: boitempo


Jogada em um canal de água, em uma mata, de dentro de um carro, ou sob a marquise de um prédio. Jogada no dia a dia das relações cotidianas de violência, na futilidade dos barões regionais, ou na mesa de pôquer de um cassino. Tudo em plena Belém do Pará. “O que haverá de ficção no relato?”. Não importa. A Belhell, de Edyr Augusto, não quer ser apenas identificada, ela quer ser exibida, como cartas à mesa, com seus naipes fatais.

O escritor paraense retorna, nesse romance, com plenitude, à temática que o consagrou. A capital de uma região, que ainda se imagina apenas violentada em sua natureza idílica, ressurge em sua imagem aterrorizante, estrebuchando, com a garganta cortada e com um tiro na têmpora, implorando, mas sem poder se salvar.

“Atira, caralho. Não faça isso, homem. Tenho mulher e filhos pra criar. Atira, moleque! Ou vai gelar agora, hein. Pelo amor de Deus, homem, faz isso, não! Três tiros secos e Gio começou a vomitar”.

Gio, também grafado como Gil, no romance, um nome recorrente em outros livros do escritor, é um garoto pobre que é doado pela mãe a um comerciante. Ele se tornará um dos personagens símbolos da decadência existencial na cidade. Criado no Ver-o-Peso, ele logo saberia que a cidade vai além do bucolismo imaginal da feira à beira do rio, mergulhando em uma corrupção da qual não deseja sair.

Ninguém, na verdade, deseja sair. Não existem arrependimentos na literatura de Augusto. Seus personagens submergem em tudo que parece excitante, perigoso e pútrido. Os bairros da Campina e Comércio são seu lamaçal diário nos quais, como urubus, se deleitam sem escolher o que devorar.

Paulo, apaixonado por Paula desde da adolescência, sonhava ser policial; Clayton era um médico promissor; Paula queria sair da pobreza a qualquer custo. Todos ascendem. Mas essa ascensão sempre os impele à existência infernal da cidade. Belhell.

Roubo de carros, corrupção política e policial, assassinatos, prostituição e jogos. Temas que já surgiriam em outros livros do autor, como “Selva concreta” (2012) e “Pssica” (2015), fazem parte dos caminhos lúgubres por onde terão que se esgueirar e adentrar. Não se negam. Não possuem grandes crises existenciais para alcançar seus objetivos. Como jogadores, não devem titubear. Jogam-se, jogam e são jogados.

No Cassino Royal, do médico Clayton, a elite degenerada (os barões) arrisca seus milhões em busca de algo. Há o dinheiro, mas há a excitação do jogo, o desafiar a cada instante. Atravessam a madrugada jogando, e o jogo os atravessa, impiedosamente. Sem titubear.


Reprodução



“Belhell” repete, em sua capa, o mesmo motivo do primeiro livro de Edyr Augusto, “Os Éguas” (1998). Se, em seu romance de estreia, temos a imagem de um prédio que parece arruinado por uma época decadente, nesse, temos uma das imagens icônicas da cidade, as imediações do Ver-o-Peso.

Mas, nessa capa, esse ambiente conota o espírito da urbe que a literatura busca, novamente, representar. Seu cartão postal, em fundo preto e mergulhado em um tom lilás, não escapa da metaforização de uma existência vil, atroz e horrenda. Gil, enraivecido, resolve por lá passar, “táí, vou até a beira do Ver-o-Peso. Aquilo tem cheiro de merda...”

Nessa imagem da cidade, na qual vidas parecem naipes a serem descartados, a ideia de que “o ser humano é cheio de defeitos, faz tudo certinho, mas pode contar que alguma coisa está fora do lugar”, prevalece. Na abertura desses casulos individuais de cada personagem, a cidade se abre, e lá, está Hades, em uma esquina escura, para acolher suas almas.



Fora do lugar. O serial killer, que corta, com abjeta destreza e crueldade, a garganta dos moradores de rua do centro de Belém, acredita que suas vítimas assim devem ser encaradas, como outsiders, dispensáveis. Ele, em sua psicopatia, sempre, após cometer os assassinatos, retorna para aquilo que julga seu lugar. O desviante é o outro; o psicopata é sempre, nas aparências da cidade, insuspeito.

Também Paula parece inofensiva. Lindamente juvenil, com seus ardis, ela enlouquece Paulo, Gil e Clayton. Mas Paula, talvez, seja apenas a rodada de uma partida que não parece ter fim, nas pulsões irrefreáveis dos personagens, da cidade, do desejar e do morrer.

Sim, o binômio freudiano, desejo e morte, está aqui. Está especialmente metaforizado na imagem do jogo de cartas que mimetiza a vida. Sem poder ter certeza da próxima jogada, todos, de algum modo, se arriscam. Jogam-se, jogam e são jogados. O jogo é, como a narrativa, realidade e fantasia. “O que haverá de ficção no relato?”. Não importa.


Este texto foi publicado em 29/03/2020 no Diário Online

Relivaldo Pinho é autor de, dentre outros livros, Antropologia e filosofia: experiência e estética na literatura e no cinema da Amazônia, ed.ufpa, 2015.
relivaldopinho@gmail.com

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Postado por Relivaldo Pinho
6/4/2020 às 18h17

 
Políticos X Pandemia (Cordel)

De tudo o que há de ruim,
Na política brasileira,
Os políticos sãos os piores,
Sentem inveja e falam asneira,
Vão de encontro ao que dizem,
Sem normas e sem diretrizes,
Se danam a fazer besteira.

Meus amigos a cabroeira,
Do planalto é coisa séria,
O povo a engolir sapo,
Nesse arrocho de miséria,
Um prometendo a caneta,
Diz que a coisa fica preta,
Quem não seguir a matéria.

A mente, vírus e bactéria,
Juntos formam a mesma lama,
Uns debatem com os outros,
Cada um buscando a fama,
Não existem coitadinhos,
Creio estarem doentinhos,
Pois deitam na mesma cama.

O Brasil se encontra em chamas,
O povo ardendo em brasas,
Com pavor da pandemia,
Todos se resguardam em casa,
Políticos brigando pelo poder,
Pelo povo, pouco irão fazer,
Enquanto no covil, corona arrasa.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
6/4/2020 às 16h29

 
Chuvas de março em 2020

Março do corona vírus,
Não mais das chuvas costumeiras,
Do refúgio no sacro lar,
Sonhando com a água em corredeiras,

É a minha saudade matadeira,
Que no meu peito vem doer,
Como a muito tempo eu não sentia,
A certeza é não poder retroceder.

Não estou a maldizer,
Mas sinto-me como um trancafiado,
Quando das chuvas de março,
Saia tão somente, para ficar molhado.

Jururu nesse canto acabrunhado,
Mesmo que, no nosso lar benfazejo,
Quero uma poça d’água nos pés,
Para saciar o meu desejo.

Olho pro céu num lampejo,
Rogo ao senhor onipotente,
Afastais de nós esse cálice,
Pois não é nenhum presente.

Sei que, ainda não estou demente,
Traz a chuva de março, minha paixão,
Varra da terra esse COVID,
Aplacai com amor, a ira do meu coração.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
4/4/2020 às 17h54

 
Águas sedentas

Alimenta-se de perenidade
a garganta da pedra a engolir o mundo
à verticalidade das mansas águas
quedando lentas.

Mansas águas umedecendo
ritos, seixos, sentimentos.

Água cadente. Estrela liquefeita.
Água que se vai ao destino ignorado.

Dia longo a travar dia breve.
Água doce ou salmoura na ferida.
Água funda escondendo água rasa.

Igualam-se fonte e tempo.

Águas sedentas,
lambendo lábios
de pedra.

(Do livro Vazadouro)

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Postado por Blog da Mirian
4/4/2020 às 09h47

 
O corpo não é sentimento

O zum do zumbido amigo,
Delata o sopro da vida,
Enquanto o olhar castiga,
Crente que o repreendeu.
Profundo suspiro, ai, ai,
Te juro que foi demais...
Assim o tédio venceu.

Ela que nunca foi ela,
Ele que não era um deles,
Acostumada com aqueles,
Não nutria-lhes afeição.
Ele a surpreendeu,
Sem discurso de palavras,
Não era seus pés nem mãos.

Quem acostuma com cela,
Não deixa botar cangalha,
O fogo que queima a palha,
Um dia te queima a mão.
Bonitinha, não é talento,
Quando se vê da janela,
Vê corpo, não sentimento

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
3/4/2020 às 02h52

 
Fruto da esperança

E o homem, baixinho murmurou;
Oh Senhor! Não ouvistes minha suplica?
É que apenas murmurei,
O alegado está no fundo de minh’alma,
A invocação que Te faço,
É a súplica do povo Teu.

Baixei a fronte à terra e calei,
O vento soprou mais forte,
O calafrio da morte, rodopiou e fugiu.

Senhor onde estás que não respondes?
Nos leva daqui, para aonde?
Só o silêncio se ouvia.

Mas a minha alma sorria,
Vai o sol e a chuva vem,
Renasce da terra à vida,
Ouvi de manso, missão cumprida,
Na glória do Senhor meu Deus, amém.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/4/2020 às 19h04

 
Pingo de gente

Cabelo encaracolado,
Na coloração do mel,
Refletindo sob o sol,
Caracol virando anel.

Saltitante e sorridente,
Muito bela e contente,
A pequenina Muriel.

Corria pelo jardim,
Na grama se arrastava,
Despetalava as rosas,
Que no jardim encontrava.

Solta as pétalas ao vento,
Que em sublime momento,
O seu perfume exalava.

Sobe o sol no firmamento,
Seu calor um desalento.

A pequena sem cansaço,
Contemplava sorridente,
A flor do maracujá,
Branca, lilás e grená,
A minha neta querida,
Frágil pinguinho de gente

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/4/2020 às 12h54

 
Pensamento humano

Não posso dizer que sou apolítico, mesmo porque, todo homem por natureza, carrega de certa forma, um molde político em si. Logo eu explico, cada indivíduo age de maneira adequada a ocasião. A minha política é à aversão a política, nos moldes empregados no Brasil.

Por assim ser, questiono certos atos individuais ou de massa e não alcanço nenhuma conclusão plausível.

Por exemplo: qual o efeito, seja esse benéfico ou maléfico, de quem bate e, para quem se bate panelas? Muda alguma coisa? Há alguma praticidade nisso?

Os moradores de ruas, continuam nas ruas; os descamisados continuam descamisados; os sem tetos, continuam sem tetos; os famintos continuam famintos; as crianças continuam catando migalha nas podridões dos lixões por todo o pais.

Enquanto isso, os batedores de panelas, continuam em seus apartamentos, em suas casas, em suas mansões, juntos as suas panelas barulhentas e nada de concreto, de objetivo aconteceu.

É dessa maneira que mudaremos o nosso pais? O quê devemos mudar? Mudar para quem?

Barulhos, brigas, palavreados sem nexos, esse ou aquele, de esquerda, de direita, de centro direita ou esquerda, são todos farinha do mesmo saco.

A ação da praticidade, do concreto, do objetivo são muito mais louvável no sentido amplo da palavra “política de qualidade”, que deveria ser exercida pelos governos em todos os níveis e por seus cidadãos.

Contudo, as reações humanas são diversificadas, diante das várias correntes do pensamento humano. Que Deus seja conosco.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/4/2020 às 05h36

 
Mémórias de olvido

Retomando o princípio
da palavra esquecida;
o esquecimento que
granula a palavra

Assim como
o próprio princípio,
qual princípio olvidado,
tão logo retomado
devidamente granulado

Eis que suas raízes
operam em silêncio

... Relâmpago de cor...
Rebento da flor
em úmida mata...

Doce aguardente...
Palavras e princípios
maturados em barris
de carvalho

Para tanto,
escrever para esquecer...
esquecer para escrever...

De olvido,
o escrevinhador
lavando
suas mãos
em torneiras
de ventos...

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Postado por Metáforas do Zé
18/3/2020 às 11h44

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