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Sexta-feira, 17/9/2021
Blog da Mirian
Mirian de Carvalho (e-mail: [email protected])

 
Os inocentes do crepúsculo

“Os inocentes do Leblon
não viram o navio entrar. [...]
Os inocentes, definitivamente inocentes, tudo ignoram,” [...].
Carlos Drummond de Andrade


Cores fugazes ao esconderijo do sol
céus anunciadores do novo ciclo do dia
no convés do etéreo. À hora do Angelus,
os inocentes do crepúsculo contabilizam ações da bolsa.
E, quando finda a madrugada, dormem a sono solto
para repousar do trabalho pesado
feito por desconhecidos.

Ao contrariar tamanha inocência,
corpos amantes enlaçam-se às vozes do cio
para matizar o gozo da existência
na cidade dos humanos.

Ansiosos pelo mundo estanque
os inocentes do crepúsculo ignoram
o mito da origem reinventando o tempo.

Nas dores da alma e do pensamento caminhantes,
eles não enxergam a perseverança do corpo
reinventando a vida.


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Postado por Mirian de Carvalho (e-mail: [email protected])
17/9/2021 às 11h25

 
GIRASSÓIS

“Mais: quisera ser claro de tal forma
que ao dizer
— já!
todos soubessem o que haviam de fazer.”

Geir Campos

Seguindo a clareza do ouro da luz
meus girassóis prenunciam movimentos e voltas
que o mundo e as mãos poderiam dar
ante o tempo de sobressaltos
do nosso exílio na terra natal.
A centelhada da hora esperada
rápido se esgota na fuga do instante.
Mas esse lampejo se desdobra noutro instante
propício aos desígnios do estômago
e das florações.

Diante das barbas luminosas do sol
ou nas alamedas dos jardins anoitecidos
o mundo carrega nos ombros o tempo perdido
pesando no agora. Entanto,
à memória dos girassóis,
novo instante nos enlaçará o corpo
lembrando-nos o que podemos fazer.

AGORA.

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Postado por Mirian de Carvalho (e-mail: [email protected])
31/7/2021 às 12h41

 
A vida é

Imaginário dardo, inexistente alvo
folha voando ou caindo ao acaso
gelo que retarda o podre na maçã
arma cumprindo missão de encomenda
voz que protege da morte antecipada.

Culto do poder,
à mesa, brilhos brilhando nos talheres de ouro,
avidez da força, a vida parece festa inacabada.
Entre o séquito e a decomposição do fruto
há quem não se pergunte o que é a vida.

Aos tropeços, a vida insiste nos atos,
zelo das mãos ao cuidar da semente
colheita do feijão ante a cerca derrubada
fonte amiga do cântaro de barro.

No que tanto pesa, a vida é a vida.
Quando escolha do chão compartilhado.

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Postado por Mirian de Carvalho (e-mail: [email protected])
22/2/2021 às 14h48

 
Também no Rio - Ao Pe. Júlio Lancellotti

Acho que era sábado. Me lembro de quase tudo naquele dia.

Almoçamos fora. Passamos pelo Campo de Santana.
Por que o pavão não abriu a cauda?
Andamos, andamos, andamos. Na esquina da Presidente Vargas
com a Uruguaiana, um mendigo sentado no chão tilintava
moedas numa lata: “Um pobre peregrino / anda de porta em porta /
pedindo uma esmola / pelo amor de Deus [...]”.
Meu pai lhe estendeu uma nota igual àquela que demos no
restaurante. Tem gente que sustenta vagabundo, resmungou
um homem de terno cinza.
− Papai, ele não vai almoçar?
− Hoje, vai.

Chegamos ao Largo de São Francisco. Na papelaria, vitrines me
atraíam olhos e sonhos. Árvores de Natal, estrelas, luzinhas,
guirlandas. Ao embrulhar nosso presépio, o vendedor protegeu
com papelão o lago espelhado e os patinhos de cerâmica.

À saída, uma mulher desdentada, menino magrinho no colo,
pedia esmola.

Papai, queria dar pro menino a estrelinha. A mãe, o filho e
o mendigo podiam morar no presépio. Tem boizinho. Reis Magos.
Burrinho pra pra passear com eles. Lago pra beber água. E as
arvorezinhas dando frutas. Eles iam gostar de comer
maçã.


Décadas se foram. Ao passar pelo Largo de São Francisco,
aquele dia sempre recomeça. Passos distraídos, meu percurso de
hoje sem a correria do trabalho. Ao passar em frente à
Faculdade onde estudei, me veio a imagem do querido mestre que
queria mudar o mundo.

Pouco posso fazer sozinha nesse texto, enquanto lagartixas
passeiam sobre folhas secas no Campo de Santana.

Na esquina da Presidente Vargas com a Uruguaiana, o mendigo
continua tilintando moedas numa lata. A papelaria do Largo de São
Francisco não existe mais. Entanto, a mulher com a criança no
colo ainda pede esmola na porta daquela loja. Devem ter chegado à
cidade no século passado. Pensando bem, muito antes.

Eles têm a idade dos milênios.

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Postado por Mirian de Carvalho (e-mail: [email protected])
2/2/2021 às 19h58

 
“FAÇA UMA LISTA”, DIZ A CANÇÃO

“Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?”
Oswaldo Montenegro

E ao costumeiro balanço dos dias,
ocupam-me afetos havidos e não havidos.
Encontro-me a elaborar uma lista da vida,
tal fosse isto possível.
E, tal fosse possível reverter o tempo,
a lista e a vida escutando fortes batidas
do meu coração.

Fraternos amigos que não vejo.
(Uns até só me falam por telefone ou e-mail).
Mas, no rol, tantos que deixaram de ser.
Em verdade, nunca foram amigos.
Na lista incluo antigos desejos.
E também aqueles que não mais
ouso lembrar. E amores eternos.
E amores que não vingaram.

Que nos seja leve o esquecimento!
Que nos seja leve a lembrança!

A boca dizendo inverdades.
Nos olhos, tantas revelações.

Na antevéspera da festa, eu me encontro.
E ao espelho que olha para mim.
Naqueles poemas que não escrevi.
Nos versos perdidos no cansaço.

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Postado por Mirian de Carvalho (e-mail: [email protected])
29/8/2020 às 12h01

 
Gabbeh

Para Renata Machado

Ao tempo do filme,
pintei cores vivas no chão
que aguardaria meus passos à hora da saída.
Ao tempo do filme,
iniciei pontos e nós no desenho da estória
a ser gravada em meu tear de palavras.

Desfiando meadas de lã, ouço perguntas
que me despertam a fala:
─ Quem és?
─ Filha dos nós e pontos de areia.
─ Como te chamas?
─ Tecelã da Espera.

Em busca do tempo evadido de si mesmo,
minha tribo nômade atravessa ruas e cidades.
E não chega a lugar nenhum.
Desfiando outras vozes dirigidas a mim
entrelaço sentidos à minha fala irreverente e dúbia:

─ Que ofício te completa as horas?
─ Burilar palavras.
─ Pra que servem as palavras que esmerilhas?
─ Para tingir a alma dos tapetes e pés.

Em cada imagem urdida, atravesso o amarelo dos sóis.
Nas cores vivas, lavo o amor com tintas do cuidado.

─ Não sentes fome?
─ Me alimento de desejos.

Em tempos de penúria,
meus cavalos e sonhos
carregam peso e leveza do vazio.
Nas miragens dos espelhos,
pressinto provisões de água e frutos.


Ao tempo do filme,
avistei meu clã em nômade travessia
conduzindo minhas dúvidas.
Ao seu rastro me fiz tecelã das lendas
que quero viver.

Hoje e sempre.

Depois do filme.
................................................
Gabbeh: Título de filme, nome da personagem e espécie de tapete iraniano feito pelas tribos nômades de Gashhai. Numa região em que as mulheres não têm voz, as tecelãs podem contar através dos desenhos histórias pessoais e do lugar onde vivem.

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Postado por Mirian de Carvalho (e-mail: [email protected])
10/8/2020 às 09h36

 
O estranho que me completa

Lugar das metamorfoses, o jardim.

Chuva que se torna tempo.
Poça que não se faz temporalidade.
Queda que não cai em corredeira.
Água que se torna invenção.

Teia dos ciclos da luz, o lago.

Fugindo das turbulências,
fugindo das repetições,
minhas mãos descem
à imagem.

Narciso, o estranho
que me completa o dia e o sexo,
ao aprendizado das transfigurações.

Minhas.
E do outro.


(Do livro: Vazadouro)

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Postado por Mirian de Carvalho (e-mail: [email protected])
18/6/2020 às 19h22

 
No cortejo das águas

Olham meus olhos e pensamentos
pequenos cisnes a deslizar pelo verde
da barra na parede.

Enquanto contemplo o sossego do nado,
lambem-me a pele regatos transitórios.
Imersa em mim, embalo meus rios de memórias
nesse cortejo das águas e aves de azulejo.

À hora do banho, um pouco de nós se vai.

(Do livro: 50 poemas escolhidos pelo autor)

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Postado por Mirian de Carvalho (e-mail: [email protected])
17/5/2020 às 11h07

 
Águas originárias

Das coisas que, em simultaneidade,
passaram e não passaram, regozija-me
o ter tido e o não ter tido tempo.
O ter sido paixão e cio.

Da escuridão ao dia seguinte,
viver ou ter vivido na confluência
das horas e intervalos.

Da fonte, soubesse eu.
Antes, muito antes.


Eros, cingindo-me o sexo
à vertigem das águas
originárias.

(Do livro Vazadouro)

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Postado por Mirian de Carvalho (e-mail: [email protected])
3/5/2020 às 17h31

 
Flúmen do dia

Vertendo sussurros de calma, o líquido
repercute a voz da carranca de pedra.
Colar d’água, desliza o vazadouro
a circundar o umbigo da terra.

Lado a lado, corredeira e tempo.
Carregam palavras não ditas.
Recordam idos e havidos.

Livres, água e tempo descem à terra.
Entre córregos e limos, caminham.
Livres, rocha e queda sobem às nuvens.
Sobre o ilusório, evaporam-se.

Resta um tempo inexistente.
Corre um tempo enclausurado
de enlouquecedora trégua.

Surge um tempo que não passa.

Pudera eu parar o flúmen do dia.

Pudera eu alimentar o redil
do meu coração em chamas.


(Do livro Vazadouro)

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Postado por Mirian de Carvalho (e-mail: [email protected])
18/4/2020 às 10h23

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