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Segunda-feira, 30/9/2019
Blog de Camila Oliveira Santos
Camila Oliveira Santos

 
Quando a Juventude Te Ferra Economicamente


Ás vezes, quando somos jovens, por não ter uma vivência maior, as coisas parecem fáceis demais. É aí que nossos planos podem dar muito certo ou totalmente errados. Acrescente a isso uma crise econômica inesperada e todos os fatores que ocorrem a partir disso...

Com certeza você vai chegar ao termo “caus financeiro”. Quando se é jovem, então? Caraca, ninguém merece! Queremos tudo e não temos nada, tanto a conquistar e muitas ofertas irresistíveis que aglomeram sonhos e conquistas numa vida que mal começou.

E seja por razão de estudos, vontade de conhecer o mundo, ajudar a família ou conquistar status e independência, atropelamos e contamos com algumas cartas que nem sempre podem se concretizar. Desse modo, investimos baseados em concursos que não chamam, empregos que não estão seguros, ganhos que não acontecem e voltamos diversos passos atrás, pra não dizer a estaca zero.

Esses ainda estão no lucro, em detrimento daqueles que ficaram endividados e não puderam terminar suas faculdades, tiveram que voltar a morar e depender dos pais, perderam seus carros e em consequência disso, relacionamentos, estabilidade e uma chance de conquistas a flor da idade. Se muitos adultos encontram-se nessa mesma situação, imagine os jovens que passam por isso pela primeira vez e ainda tem que assistir seus pais em situação similar, sendo quem sabe, usados como único apoio disponível.

Abrangendo um campo maior, há jovens no mundo que independentemente de situações de crise, não sabem se organizar financeiramente e nem recebem ajuda de alguém. Crescendo como adultos desastrosos que não sabem controlar seus gastos e ganhos, rendendo contas que não conseguem ser pagas. Tudo isso se deve a falta de educação financeira, que ao contrário do que dizem, também precisa vir do berço.

O problema é que apenas uma mínima parcela recebe esse tipo de orientação e ainda falta muito pra que algumas instituições aprendam a valorizar o consumidor cidadão, um indivíduo social que merece ser respeitado e conservado como cliente assíduo. Mas em vez disso, preferem “fidelizá-lo” com dívidas, combos de produtos que não interessam, tarifas exploratórias, juros e propostas surreais que prometem a reorganização financeiramente, porém no fim só auxiliará mesmo a instituição na cobrança descabida da “bola de neve”.

Acreditem, o mundo real tem muito disso. Falar nas entrelinhas pra tornar o inexperiente em especialista na marra. Contudo, thanks God, existem alguns jovens que são entendidos e disciplinados com as finanças. Geralmente, pessoas que receberam o exemplo e puderam acompanhar a família ou a escola, aprendendo o valor do dinheiro ou que estranhamente, se interessaram precoces pelo assunto e felizmente era o tema certo.

Entretanto, a maioria ainda se interessa e deposita sua energia voraz em boys bands e super heróis, me incluo nessa. Inocentes e contentes, sem saber que o futuro nos espera ali na porta com um bilhete precificado só de ida pra terra da “oportunidade”.



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Postado por Camila Oliveira Santos
30/9/2019 às 03h42

 
O Mundo Nunca Foi Tão Intenso Nem Tão Frágil


O mundo nunca foi tão intenso nem tão frágil! Essa é a conclusão imediata que se tem ao assistir “Years and Years”, série da HBO que retrata um futuro próximo em constante e abundante transformação. Dessa forma, a história parte dos dias atuais e vai seguindo ao retratar uma família com diversos personagens que sempre foram tabu na sociedade de fundo sexual, individual, no conflito de gerações e incrivelmente se deparando com “Terra Planistas”, que defendem uma vida retrógrada e renegam fatos comprovados da ciência.

Sendo assim, a série abusa das possibilidades do que virá a seguir e chega num primeiro momento a conclusão que de tanto evoluir, o mundo está voltando a seus primórdios e apesar de toda a tecnologia, ninguém deixou de ser humano, agindo com toda a visceralidade dos primeiros dias de existência. E mesmo como uma obra de ficção, “Years and Years” aponta os caminhos do futuro imaginado, onde não surpreendentemente a tecnologia impera cada vez mais na vida das pessoas, excluindo a maioria, causando dependência e solidão.

Quanto a cenografia, ninguém vive a la “The Jetsons”, com carros voadores e casas suspensas, mas os robôs estão presentes em praticamente todas as áreas e as pessoas querem existir para sempre como consciência na nuvem. Algo que não é aprovado por toda a população, dessa maneira a sociedade entra em conflito, numa guerra política e ideológica, onde culmina num quase fim de mundo com bombas nucleares e a população numa balburdia do “salve-se quem puder”. Tudo isso só no episódio piloto onde são 6 ao todo. O que virá por aí os próximos capítulos podem prever, mas como no acertado nome da série, o que acontecerá de verdade só os anos e anos dirão.

Fazendo uma análise do seriado trazido aos dias atuais, podemos perceber facilmente que a modernidade atrelada a tecnologia e a burocracia, ironicamente estão dificultando o desenvolvimento da sociedade como um todo. Não que seus avanços sejam ruins, mas o fato de não atingir a todos que desejam desfrutar de seus benefícios.

Desse modo, praticamente nenhum sonho hoje em dia é simples, para uma população que vive em países dilacerados pela fome e a guerra. Onde até as mais abastadas nações têm grandes ambições, muitas vezes inalcançáveis, sofrendo um eterno desconforto e insatisfação com as realizações da vida. Ninguém tem culpa disso, nem está errado em querer algo melhor, pois toda a mídia e marketing se fazem cada vez mais presentes sob todas as formas e de fato conseguem girar a economia universal.

Porém, tudo isso faz com que pessoas se lancem em perigosas e irresponsáveis aventuras, arrastando crianças exaustas pela mão e quase sendo mortos na próxima esquina. Tanto esforço para acabar como potencial alvo das estatísticas da violência ou para que no fim esteja sujeito as guerras de líderes inescrupulosos que podem encerrar o jogo num apertar de botão ou da própria natureza louca e descontrolada pelos feitos do homem.

Por fim, segue a reflexão de que progredir, avançar e inovar não é errado, pois a humanidade possui inteligência, criatividade e muitos outros atributos justamente para isso. O que está errado é a forma como é feito e distribuído no geral. Formando para o futuro uma geração de despatriados, descrentes e frustrados, que se sobreviverem a tudo, para onde irão? Será que o caminho avança ou retrocede em busca de valores descabidos? O filme “A Vila” de M.Night Shyamalan tem uma interessante concepção sobre o assunto.

Lembrando que, em tempos mais simples, o mundo era explorado por viajantes e aventureiros sem muros que o conquistaram e o construíram para quem o divide agora. Só uma de muitas e intensas questões unindo passado, presente e futuro.



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Postado por Camila Oliveira Santos
8/7/2019 às 21h37

 
As Expectativas de um Recrutador e um Desempregado


Nem todo mundo tem a oportunidade na vida de conhecer os 2 lados de um processo seletivo à uma vaga de emprego. Geralmente, a maioria fica no lado de entrevistado da mesa, sem perceber antes de criticar, como é difícil também para o recrutador tomar a decisão de contratação.

Pois saiba que essa é uma difícil escolha para qualquer contratante, num país que anseia em se recuperar de uma crise e possui um grande número de mão de obra parada. Atualmente, qualquer anúncio de emprego recebe centenas de currículos com os mais variados perfis que se encaixam bem ou são totalmente alheios a vaga descrita.

Surpreendentemente, esse mercado de trabalho dispõe de perfis óbvios que não são a opção certa, como também de candidatos azarões que são a resposta a suas preces, mas em outra situação, jamais estariam livres ou dispostos a se candidatar ao trabalho anunciado.

Já na seleção, existem muitos candidatos que não sabem se vender, são pessoas sem foco que agem pela compreensiva necessidade do sustento, parecendo seres automáticos que já desistiram de seus objetivos e fazem tudo maquinalmente por obrigação.

A maioria é de jovens recém ingressados no mercado que pulam de emprego rapidamente, fazendo bicos ou como temporários da crise. Há ainda os mais velhos que foram obrigados a contribuir com a renda familiar, mas estão há anos sem trabalhar.

Pelos currículos, pode-se perceber que tratam-se de indivíduos que tem esperanças e expectativas, descendem de boas histórias de vida e que lutam anonimamente para se destacar numa pilha de papel. Assim, os recrutadores têm a função de optar por alguém, meio que decidindo pelo bem-estar daquele que será selecionado.

Mas há também a percepção de que alguns precisam claramente se qualificar, se encontrar num conjunto de vagas que exigem foco e aptidões específicas. Além de enfrentar um grande número de pessoas bem instruídas na expectativa de que seja dessa vez, convivendo diariamente na ansiedade de não saber o que está acontecendo em relação a seu destino profissional.

Um empregador possui a difícil obrigação de acertar na escolha, mesmo percebendo a urgência que muitos candidatos têm de se empregar. Mesmo que doa cerceá-los em detrimento de outros mais preparados, pois ele precisa lembrar que independente de quem contrate, seu ato resultará em menos um profissional nesse mar imenso aí fora.

É preciso lembrar também que nem sempre o mais qualificado fica com a vaga, porque existe o candidato certo para a vaga certa, é preciso olho apurado e feeling. Mas ainda, nem sempre o encaixe perfeito acontece, sendo necessário voltar atrás em uma nova busca. Pois mesmo na crise, há profissionais que são valorizados, ficam entediados ou são seduzidos por outras propostas e metas de vida. Por isso, a contratação é só o começo dessa relação profissional que pode resultar em crescimento e aprendizado para ambas as partes ou tédio e insatisfação.

Buscando uma conclusão, percebemos que o mercado de trabalho atual é um desafio que mistura sorte e competência, cujo foco e preparação diferencia dos demais, mas ao mesmo tempo fecha as portas para determinadas oportunidades menores que poderiam ser brevemente aproveitadas.

Quem atira para todos os lados pode atingir alguma coisa, porém algo que deverá sofrer ajustes enquanto se espera por um futuro melhor. O importante é não ficar parado e esperar acontecer. Outra sábia conclusão fica por conta de que o profissional é seu próprio produto, vivendo no despertar de um tempo que preza por ideias e engrenagens para sobreviver, abolindo cada vez mais a carteira de trabalho e os direitos, em favor do bom e velho “te vira” do empreendedorismo.

E para você que conseguiu a tão sonhada colocação, foi porque alguém o escolheu entre tantos e confiou na sua habilidade e seriedade como profissional. Alguém que precisa tomar uma boa decisão para o andamento de seu sonho e continuidade do negócio.

Então, passado o entusiasmo de estar trabalhando, é claro que ninguém deve bancar o escravo de alguém, mas uma boa relação entre as partes deve ser construída, sem o jeitinho brasileiro nem o sofrimento por desistência ou acomodação. Lembrando que cada caso é um caso, mas preservar o que foi tão difícil de conseguir exige dedicação e sacrifício.

Entretanto, fica o desejo que tanto o profissional quanto o recrutador, nessa época difícil, possam encontrar aquilo que buscam num duradouro relacionamento de trabalho com amizade e respeito.



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Postado por Camila Oliveira Santos
15/4/2019 às 14h35

 
O Estranho Mundo Atual que Julgamos


O mundo vive agora uma guerra psicológica, onde as opiniões das massas se tornaram arma e munição, engrossando as fileiras de soldados treinados e dispostos a disparar dezenas de comentários e achismos a qualquer sinal de indagação.

Trata-se de uma tropa de guerreiros sem rosto, atingindo diariamente quem quer seja com comentários breves e aterradores. Desferindo geralmente o sábio conhecimento sobre meia página de um artigo mal lido, talvez ao máximo com uma passada de olhos, ou ainda direto aos comentários, pois é lá que está acontecendo a verdadeira batalha em busca da iluminação.

Pra concluir que tudo não passou de descabido e que nem chegaram perto do que o texto queria dizer. Religião, política, ética, etnia, gênero, cultura... A música da semana... Tudo é motivo pra se lançar ao campo de batalha, loucos pra expressar, digitar e definir o que de fato também não entendem. Que o mundo está vivendo uma guerra ideológica cuja apologia máxima de ideais não representa a todos e ainda confunde aqueles que nada compreendem.

Separando relações, surpreendo com atos inimagináveis. E qual seria a atitude certa a tomar? Se abster e desertar, seguir em frente e lutar, afinal nós temos 10 dedos e um teclado afiado pra isso! Apenas viver, enquanto percebemos que a alienação não é mais uma opção, que mesmo querendo estar de fora, as situações nos cobram posições e decisões sobre o que está acontecendo com os moradores ao lado, com nossas famílias e principalmente com nós mesmos.

E qual será o próximo passo? Quem será vitorioso e quem sairá prejudicado? Numa guerra em que quase todos apontam o dedo, mas ninguém quer de fato fazer alguma coisa. Soldados virtuais com certeza não enxergam, usando da ignorância como arma pra ferir. Como causa usam o novo momento, a frustração dos últimos 20 anos, ou será só a verdadeira face sendo mostrada, agora que pode ser coberta pelo tom do anonimato?

Mas é certo que está enraizada, ganhando força com o véu tecnológico do morde e assopra, num jeito velado de escrever, de ofender sem aparecer, e jamais dizendo ou assumindo de verdade aquilo que ficou claramente registrado e implícito. Assim, comentar atualmente na internet é em definitivo um ato de guerra, com dois lados que discordam de tudo virtualmente, porém fisicamente vivem tão próximos quanto a irmãos.

Usando do extremo, da agressão, do deboche, da ironia, da política e até do senso amigável pra dar pitaco e dizer ao outro o tempo inteiro sua opinião e “maneira correta” de fazer as coisas. Visto que ninguém gosta de ter alguém apontando os erros e dizendo-lhe sempre o que fazer. Todos precisamos aprender muito na vida, contudo a educação só é agregada de fato se absorvida de forma orgânica e natural, deixando marcas, lembranças e sentimentos com experiências válidas que um simples comentário de uma linha nunca poderá gerar.

Claro que este, feito da maneira adequada, pode ser um dos caminhos de se evitar retrocesso ou criar o efeito oposto. Entretanto quando usado pra fins levianos como vem acontecendo, comentários serão utilizados pra julgamento, como verdadeiros linchamentos virtuais que estarão acontecendo a todo momento, além de trazer as graves consequências pro mundo real.

Ao escrever esta postagem, me incluo na categoria dos pitaqueiros, porém há aqui muito mais que uma linha sobre determinado assunto, além disso é apenas uma leitura pra ser praticada e não comentada. Comecemos por melhores opiniões e algumas sugestões na vida e na net.



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Postado por Camila Oliveira Santos
4/3/2019 às 15h34

 
Os Efeitos Colaterais do Ano no Mundo


O mundo nasceu forjado no caus e na selvageria, onde os primeiros homens tiveram que travar lutas pela existência com animais vorazes e após sua extinção, iniciaram batalhas entre si por territórios, divergência de crenças, diferença de povos e todo tipo de motivo que sempre culminou em derramamento de sangue e maiores problemas que a bendita solução.

Claro que o planeta agora alcança melhores resultados com a sociedade moderna e uma diplomacia mais estabelecida entre as nações, porém nunca é o bastante pra sanar os atritos que surgem renovados por ideias que se perderam e não bastam na memória daqueles que não a viveram ao extremo.

Mas até que ponto algo é certo e cruzando a linha, passa a estar errado? Será que esse certo realmente já esteve correto um dia ou era só chamariz ganhando força pra se mostrar extremo mais adiante, no momento conveniente?

Tantas perguntas sem resposta e diferentes quadros que podem levar a diversos cenários entre a utopia e o caus completo. Quem sabe a Joia do Tempo no Olho de Agamotto tenha o resultado numa em milhões de possibilidades acontecendo aleatoriamente? kkk

Entretanto, é fato que uma ponta só existe porque há uma outra equivalente, uma balança, gangorra, que seja, equilibrando no meio os atos cometidos por ambas as partes. Dessa forma, a direita está mais forte porque a esquerda não soube dosar. Da mesma maneira que a guerra acontece porque quase ninguém tenta praticar a paz. Momentos em que tudo piora porque só assim pode melhorar, ressurgindo do fundo vingativos e violentos em forma de política, imigração em massa, terrorismo, catástrofes climáticas, guerras absurdas, modismos ensandecidos, etc.

As velhas lutas e batalhas morreram, esta é uma época velada. Porém, tão perigosa quanto a do início da Terra, há milhões de anos atrás. Cada vez mais a vista, dispersa e arriscada com os recursos tecnológicos, logística e poder de persuasão. Em praticamente todos os meios a propaganda é a alma do negócio e isso está mais que compreendido por aqueles que querem dominar.

Vivendo de novas armas, assim segue a humanidade. Ferindo como de costume pelos velhos objetivos de dominação. São só os efeitos colaterais desse ano no mundo, silenciosos e surreais devastando sorrateiramente até quando nem onde possa imaginar.



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Postado por Camila Oliveira Santos
30/11/2018 às 05h05

 
Brazil - An Existing Alien Country on Planet Earth


Me desculpem pelo inglês errôneo, mas ainda estou aprendendo a me adaptar ao mundo, visto que este não sabe de onde venho ou que sequer existo. No entanto, estou aqui entre vocês! Eu e mais 203,9 milhões de habitantes que atualmente vivem no Brasil. Um país tido como exótico e excêntrico por outras nações, considerado tão distante e distinto que pode ser comparado a uma terra alienígena e inexplorada. Um planeta peculiar, perdido em seus próprios mistérios, cujo alguns astronautas vez ou outra chegam a visitar.

Os outros tantos, preferem acreditar nas referências caricatas de filmes e informações absurdas que foram absorvidas durante o passar dos anos e estão enraizadas na cultura mundial. Isso não é culpa de alguém, pois com certeza, nós como alienígenas, também desconhecemos vários países a ponto de tê-los como ambientes de outras galáxias.

Mesmo assim, o Brasil e muitos de seus alienígenas sofrem quando vão pra países convencionais, sendo bombardeados de perguntas irracionais e até ofensivas que nos transformam em aberrações de estudo num laboratório. Pode não ser por mal, porém já passamos por poucas e boas dentro do nosso universo que muitos desconhecem.

Mas este país não é o único lugar incógnito que há na Terra, existem diversos outros esperando pra serem descobertos na busca de um conhecimento pleno, ainda que básico de várias outras culturas pra que mundos distantes façam parte do universo numa única extensão de terra que culmine num só planeta.

Sendo assim, tantos astronautas quanto aliens precisam saber que:

O Brasil não é feito só de Rio de Janeiro, São Paulo e Amazonas. Existem outros 23 estados e um Distrito Federal, onde está Brasília, a capital do país.

Nem todo brasileiro gosta de futebol, samba e carnaval. Um país é feito de milhões de indivíduos com gostos peculiares que necessariamente não representam as características exaltadas pela maioria.

No Brasil, fala-se português! Não é brasileiro, nem espanhol! Trata-se do português oriundo de Portugal, mas que ganhou sua propriedade ao fundir-se com a linguagem indígena, africana e de tantos outros povos que aqui chegaram.

Reforçando também que a capital do Brasil é Brasilia, não Rio de Janeiro, nem Buenos Aires, tão pouco Assunção.

Lembrando que este planeta tem muito mais a oferecer do que samba, Rio de Janeiro, Pelé e Bossa Nova. Se vocês, astronautas, nos conhecerem com paciência e vontade, verão que não somos tão diferentes assim.

Quanto ao mito de odiar a Argentina... Prefiro não comentar! kkk

É importante ressaltar que há muito mais que churrasco no país, pratos deliciosos, aliás! E muito nutritivos. Além de nossa aparência, como alienígenas que somos, quase nunca ser definida.

E definitivamente não temos macacos e animais selvagens andando pelas ruas. A maioria dos aliens quase nunca viu um bicho desses na zona urbana, onde estão os prédios, carros e viadutos iguais aos de qualquer metrópole.

Enfim, esses somos nós! Será que tão alienígenas mesmo? Ou talvez só mais um povo distante do mundo, tentando fazer contato pra provar que é tão igual e humanizado quanto vocês. Nada de exótico, capaz de aprender tudo com competência e embora felizes, passando também por dias tristes, de luta e conscientização.



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Postado por Camila Oliveira Santos
13/11/2018 às 05h52

 
Nessas Eleições o Meu Candidato... E Agora, Brasil


Desde o dia 28/10 o Brasil encontra-se na seguinte situação ideológica, existem os:

Pacifistas que torcem independentemente da escolha feita; Pessoas que mesmo sem seu candidato ter sido eleito, pensam no bem do país e torcem pra que a nação caminhe junta em união e alcance o principal motivo de tudo, que é o fim da crise, a resolução dos problemas e o bem-estar geral da população.

Radicais que desejam que quebrem a cara; Indivíduos que não votaram no candidato eleito e desejam um pandemônio só pra provarem seu ponto de vista. A frustração, mediante as divergências de ambos os candidatos, expostas como nunca se viu numa eleição brasileira, produziram essas pessoas que só o tempo inflará ou aplacará.

Radicais que acham que estão dentro de um filme distópico; Seres alienados que estão achando na transição do governo uma forma de exteriorizar tudo o que pensam e está errado. Do mesmo modo, como alguns acham que se tornarão salvadores do amanhã, livrando o mundo de toda a imoralidade e hipocrisia. Pra esses, resta a conscientização de que leis, grupos e organizações existem intactas e estarão atentas pra enxergar e punir quem se intitula um passo acima, devido ao novo governo.

Receosos que estão aguardando os acontecimentos; Pessoas que votaram ou não no candidato eleito, seja por motivos de esperança no novo, recado ou protesto. Esse grupo, mais prudente e cauteloso, aguardará a ocorrência dos fatos pra fazer julgamentos, não tem ideologia formada e só pensa na melhora da sociedade e de seu meio social.

Mas pra todos eles, fica a pergunta se realmente sabem pelo que estão lutando? Aos mais radicais pergunto ainda, pra que lutar tanto se o princípio básico que é a união e a resolução dos problemas foi substituído pela imposição de egos e desejos subentendidos.

Todos habitam uma mesma nação grandiosa que se formou de diferentes povos, ganhando o apelido de “vira-lata”. Mas do “vira-lata” originou-se uma cultura única e forte baseada na pluralidade, e sinto muito se isso não agrada a todo mundo, porém é fato que tanto uns quanto outros estão aqui e não há separação nem saída que possa ignorar o fato que uns precisam de outros pra inúmeros e variados fatos que acontecem nessa cronologia louca chamada vida. Ignorar, como em qualquer outra ocorrência, só fará piorar a situação.

Lembrando que, não há plano perfeito, nem salvação completa se não haver satisfação própria e esforço. Então depositar todas as fichas num governo nunca será a solução de todos os problemas. Afinal, o governo não está com você em todos os momentos, em cada segundo da sua vida, nas pequenas e grandes decisões que seu olhar capta e julga diariamente.

Independentemente do que falem, apontem ou elogiem, tenham em mente que quem deve vencer e sair melhor de tudo isso é o povo brasileiro. Não o governo e os governantes que foram tão defendidos e votados até como heróis com a função clara, mas muitas vezes esquecida, de que estão lá pra servir, representar e obviamente melhorar a qualidade de vida do brasileiro. A tão sofrida e breve existência da qual nada levamos, a não ser as experiências obtidas.

Sendo assim, que venham pra todos nós dias de luta, dias de glória!



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Postado por Camila Oliveira Santos
31/10/2018 às 15h53

 
De Repente 30! Qual o Tabu Atual de Ter Essa Idade


Muita gente ainda se preocupa com o fato de ter ou estar perto dos 30 anos. Assim, como há o preconceito em alcançar essa idade completamente jovem, livre, leve e solto. Mas por que isso ainda é tabu numa sociedade onde diariamente os fatos provam que a vivencia não tem idade, só basta estar vivo e disposto.

Antigamente, ter 30 anos significava estabilidade num casamento, casa, filhos e contas pra pagar. Caso esses quesitos não estivessem ticados na lista da sua vida, algo estava errado. Os homens seriam fracassados, as mulheres teriam ficado “pra titia”, mas vamos combinar que acontecia numa sociedade que não tinha, ou não via muito mais pra oferecer a uma pessoa.

Agora os novos 30 são só o começo! Tenha em mente que numa jornada que pode chegar aos 100 anos, ter 30 significa planejar ou explorar os próximos 70. E pensar que no tempo das cavernas, a expectativa de vida do ser humano era de 35 anos! Uma pessoa de 30 poderia se considerar nessa altura a avó da “Família Dinossauro”, prestes a ser jogada do abismo.

O tempo e os avanços foram tratando de dar mais anos e melhores condições ao homem, que desde a era medieval até hoje cerca a sociedade com suas convenções. As chamadas gerações fazem parte dela, e pelo século XX vem fazendo importantes transformações pra que cheguemos aos 30 como meros mortais com uma vida inteira pela frente. Que podem se classificar como:

Geração Perdida - 1883 / 1900 - Jovens que morreram na 1ª Guerra Mundial. Geração Grandiosa - Cresceram durante a Grande Depressão e lutaram na 2ª Guerra Mundial. Geração Silenciosa - 1925 / 1942 - Passaram pelas maiores transformações históricas mundiais. Baby Boomers - 1946 / 1964 - São os filhos dos sobreviventes das guerras e revoluções. Geração X - 1960 / 1980 - Jovens que começaram a abraçar a modernidade. Geração Y ou Millennials - 1980 / 1990 - Jovens que descobriram a internet e os avanços tecnológicos com toda a sua grandeza. Geração Z ou Centennials - 1990 / 2010 - Jovens que além de experimentar, nasceram e produzem seus próprios conceitos e avanços da tecnologia.

Assim, depois de toda essa caminhada, chegar até aqui é sinônimo de orgulho. Afinal, quantos jovens ficaram pela trilha e se tornaram lembrança, antes mesmo de serem maduros o bastante pra desejar algo de concreto. Ter 30 atualmente, é experimentar as expectativas com uma bagagem que os 20, por questões óbvias não permitia.

Desse modo, você pode ser um jovem adulto que já se casou ou que não teve tantos relacionamentos porque decidiu se dedicar aos estudos ou ao trabalho. Pode ser alguém com filhos grandinhos que decidiu virar empreendedor ou teve o primeiro filho. Quem sabe ainda, um mochileiro que encontrou amor e morada e dessa vez a estadia será mais longa... Não importa! Tudo isso está certo, porque é você vivendo e se descobrindo diariamente e pra sempre até... Quem pode definir?

Mesmo com essa consciência, tem dia que bate aquela insegurança, pensando naqueles da mesma idade que aparentemente já conseguiram tudo enquanto você parece estar numa dança das cadeiras rumo aos 100. Mas é isso aí! Família, casamento, diversão, dinheiro, profissão e ociosidade, tudo de presente num contento louco e duvidoso que não adianta comparar nem medir pela idade, porque a verdade é que a idade certa não existe. Pra qualquer decisão que precise ser tomada, basta que você e só você esteja pronto.



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Postado por Camila Oliveira Santos
1/8/2018 às 19h37

 
Cidadão de 2ª Classe - Você se Reconhece Como Um?


Você sabe o que é um Cidadão de 2ª Classe? Ao contrário do que imagina, isso não tem a ver com viagens, nem hospedagens, e sim com o status ao qual você representa para a sociedade. Pesquisando, nem é possível achar de fato o significado do termo, velado é o tratamento dado as pessoas caracterizadas por ele.

Cidadão de 2ª Classe são as pessoas que estão a margem, que não são conhecidas a fundo, apenas sendo previamente julgadas por esteriótipos e aparência. Aquelas que são enganadas e ignoradas por serem consideradas inferiores e não merecedoras dos mesmos benefícios de outras. No Brasil, embora muitas pessoas imaginem quem são esses cidadãos, não sabem que recebem e aplicam esse tratamento todos os dias, sem nem parar para pensar sobre suas atitudes.

Ou vai dizer que muitos de vocês não andam pelas ruas sob o relance de olhares discriminatórios por algum ponto que tenham em evidência, seja ele pelo sexo, vestimenta, cor, nível social, etc. O mesmo acontece ao utilizar serviços públicos, na maioria das vezes com descaso e ineficiência. Também na compra de um objeto, onde o sujeito só resta ficar nu ou tirar sangue para provar sua idoneidade.

Em determinados grupos em que se acham melhores que você, além das redes sociais e internet. Este campo é especial, pois pode transformar qualquer um em Cidadão de 2ª Classe Digital com frieza e ódio avassalador.

Se identificou em algum momento? Será que você é tratado como um cidadão secundário em seu próprio país, cidade, estado, âmago. O pior é que, embora muitos se reconheçam recebendo ou aplicando títulos falsos e taxativos, como tudo, deixam para lá, na desculpa de que é assim mesmo. Mas não precisa ser!

Ninguém deve ser classificado preconceituosamente no dia a dia, aguentando olhos vorazes que os fazem mais amantes que enamorados da vida. Ninguém merece a dor, o peso de mais esse fardo perante tantos que o caminho oferece... E como encontrar solução? Apenas de um jeito, pensando e melhorando suas atitudes, tanto ao praticar julgamento prévio quanto quando o recebe de alguém que cruza com você.

Não acumule, não permita, não pratique! Faça o seu melhor com calma e paciência para que ninguém o destrate, para que seus problemas e situações sejam resolvidas da melhor forma possível sem as contrariedades que você não precisa aguentar. Não se conforme, aprenda, lute, questione e se imponha como a pessoa, o cidadão que você é! Só assim se sentirá um pouco melhor e fará a mesma coisa pelo outro.



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Postado por Camila Oliveira Santos
20/2/2018 às 15h57

 
Caindo na Real - Você Aproveitou as Oportunidades


Fim de ano aí na porta, e mais do que as festas, alguns tomam essa época pra refletir sobre o que tem feito. Os mais jovens talvez menos... Pra alguns deles, o natal ainda pode ser uma época mágica de sonho e fantasia com férias, passeios e luzes incomuns ao resto do ano.

Pra quase todos nós dos 30 em diante, até menos, sobra essa sensação de... Será? Pensando, uma vez ou outra, se fizemos realmente certo quando dissemos não pra aquilo e sim pra isso. Se soubemos lidar de fato com as dificuldades que apareceram e se as consequências obtidas, hoje poderiam ter sido evitadas ou ampliadas.

É tão difícil responder... Quem dera tivéssemos a capa do Dr. Estranho que nos puxasse pro caminho certo quando estivéssemos pra escolher o errado! kkk Claro, às vezes, não dá pra fazer só aquilo que desejamos e isso também é bom, pois há situações onde caminho certo surge dos imprevistos e das respostas inesperadas, o famoso acidente de percurso no encontro aos males que vem pra bem.

Mas e quando nos pegamos com aquelas memórias que quase mostram o quão teimoso e imaturo fomos ao recusar oportunidades que pareciam pequenas e difíceis demais na época, porém que teriam levado a um patamar tão longe do que você se encontra agora.

Um cara joga os mesmos números na loteria durante dias, meses, anos... Um dia, por esquecimento ou frustração ele deixa de jogar e nesse fatídico dia seus números são sorteados. Ele deve se matar por isso? Claro que não, é apenas um exemplo real de tantos outros que acontecem todos os dias e que as pessoas precisam superar e seguir em frente, pois não há como adivinhar o futuro.

Fazemos nossas escolhas baseados naquilo que temos no momento, às vezes pode parecer maravilhosa e ser uma porcaria, outras vezes ter aspecto horrível e depois dar certo. O fato é que ninguém sabe o dia de amanhã, só pareceu ser a melhor opção a ser tomada no momento.

O que não podemos deixar é que ótimas oportunidades, vistas tão claramente, vão embora por medo ou preguiça de ser algo mais. E se mesmo assim o "cavalo selado passar" e você não montá-lo, não adianta viver com a frustração. Não se deixe transformar em alguém amargo que remói o passado enquanto o presente passa em branco e também se transforma num passado ocioso.

Infelizmente, você só tem o presente pra contar como efetivo, então o melhor é engolir e esquecer, na pior das hipóteses, superar e conviver, pelo menos foi escolha sua e de mais ninguém. O que resta aos trintinhas, sessentinhas e agora centenários é fazer o melhor que possa ser feito hoje, indo em busca de um caminho que retorne pra rodovia principal ou o mais próximo dela.

Confesso que estou louca pra chegar a Rota 2018!



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Postado por Camila Oliveira Santos
16/12/2017 às 15h28

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