A TV paga no Brasil | Sergio Kulpas

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ENSAIOS

Segunda-feira, 12/10/2009
A TV paga no Brasil
Sergio Kulpas

+ de 7300 Acessos
+ 4 Comentário(s)

Prestes a completar 20 anos de existência, o modelo de TV por assinatura no Brasil mostra sinais de senilidade precoce. Quase todos os seus defeitos são congênitos, baseados na má formação original do modelo. O que começou como uma opção de entretenimento de elite no começo dos anos 90 chega ao fim da primeira década do século XXI como um punhado de ações de marketing cansadas, viciadas e muito mal-intencionadas.

Para piorar, esse filhote monstrengo da televisão brasileira sugou nesse período praticamente tudo que havia de bom na antiga TV aberta, deixando para trás um território irritante e sem lei, onde pontificam tele-igrejas e tele-vendas (ou vice-versa), planícies jurássicas onde habitam as Hebes, os Gugus e congêneres. E, surpreendentemente, onde ainda reside a mais rica plataforma publicitária do país.

Como um assinante pioneiro de TV paga (minha família comprou um dos primeiros pacotes da Globosat, no extinto sistema Multicanal), eu lamento não ter tido a presença de espírito de registrar essa evolução desde os primórdios. Conto principalmente com a memória, como consumidor e como jornalista.

Como consumidor, pude acompanhar como um modelo original que beirava o utópico foi sofrendo mutações, sempre para pior. Reza a lenda que a TV paga brasileira surgiu a partir de uma sacada de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni.

O velho mestre da Globo, muito familiarizado com a TV a cabo dos EUA, teria imaginado um sistema de canais complementares à própria Globo, divididos por temas: um canal de documentários, um de jornalismo, um de espetáculos e variedades, um de esportes e um de filmes. Essa ideia deu origem ao GNT, GloboNews, Multishow, SporTV e Telecine, em suas versões originais.

Segundo minha memória de consumidor, eram canais realmente extraordinários: uma programação excepcional, inédita, exclusiva, sem breaks comerciais, sem a gritaria do varejo da TV aberta.

Enfim, um produto interessante o bastante para atrair o espectador comum de 20 anos atrás para a exótica ideia de "pagar para assistir televisão". Era um produto declaradamente de elite, nunca foi barato esse acesso. Aí se repetia a história do lançamento da TV por Chateaubriand, nos anos 50 ― só os ricos podiam comprar os caríssimos televisores RCA.

Para complementar essa oferta de canais brasileiros, os pacotes iniciais tinham um número surpreendente de canais, a maioria deles estrangeiros sem qualquer adaptação para o público local ― nada de legendas, dublagens etc. Havia uma série de canais latinos, europeus, asiáticos, árabes. Uma variedade cultural que foi varrida sem cerimônia, em muitos casos de forma abrupta. A Multicanal deixou de exibir uma dúzia de canais da rede Televisa de um dia para outro. Eram canais cafonas e de baixa qualidade, mas eram interessantes por isso mesmo. Outros sumiram porque eram caros ― em particular os canais europeus de programação cultural mais sofisticada.

Em meados da década de 90, ouvi de um executivo do setor durante um seminário que a TV paga "jamais" deveria fazer concessões às classes C e D. Com isso ele queria se referir ao preço das assinaturas, e não ao conteúdo. Quer dizer, o preço se manteria sempre alto ("não é coisa pra pobre"), enquanto a empresa faria o possível para reduzir os custos de programação, e buscando parcerias comerciais que eram território exclusivo da TV aberta (a "gratuita").

Usando a desculpa das sucessivas crises econômicas dos anos 90, as operadoras foram enfraquecendo seu conteúdo.

Os melhores programas custavam (custam) caro ― os nacionais exigem grandes investimentos, e os internacionais são cotados em dólares ou euros. É verdade que os contratos em dólar com as fornecedoras de conteúdo deixaram a maioria das empresas brasileiras no vermelho no fim do século. Também é verdade que, para sanear suas contas, essas empresas abandonaram qualquer pretensão de oferecer uma programação de qualidade, cancelaram todos os contratos que davam prejuízos e substituíram praticamente toda a programação por uma tapeação marqueteira, baseada em consultorias e estatísticas.

Um processo que tornou a TV paga um grande Domingo Legal: um conteúdo raso e pasteurizado, mas com nariz empinado de produto de luxo. Filmes dublados e reprisados à exaustão são o principal prato dos canais hoje. Dezenas de canais exibindo horas seguidas de informerciais e leilões de joias.

Ao mesmo tempo, os poucos assinantes da TV paga foram vendidos ao mercado publicitário como "público AAA altamente qualificado, formadores de opinião com alto poder aquisitivo" ― justamente porque são poucos e pagam caro por esse serviço. E esse foi o golpe fatal, que tornou os canais pagos a plataforma ideal para lançamentos de produtos de luxo e um laboratório para as mais ultrajantes ações de marketing. O GNT e o Multishow são exemplos dessa ideia, com muitos "programas" que de fato são anúncios disfarçados.

É claro que a internet despencou como um maremoto sobre tudo isso. O co-fundador do YouTube, Chad Hurley, disse em uma recente passagem por São Paulo que a internet vai arrasar o modelo atual de televisão. É muito provável, a começar por esses sistemas de TV paga.

E a resistência elitista das operadoras em criar pacotes populares deu no que tinha que dar: uma pirataria incontrolável de sinais, analógicos ou digitais. É ingenuidade das empresas supor que um decodificador será à prova de pirataria, quando os próprios técnicos que instalam esses equipamentos não ganham o bastante para pagar por uma assinatura "oficial".

E hoje, depois de duas décadas de atuação, a TV paga não atinge 7 milhões de assinantes no Brasil. Um número ridículo em qualquer aspecto. Basta comparar com o crescimento do número de assinantes de internet em banda larga, que chegou a mais de 30 milhões em menos da metade do tempo.

Como será o mercado para essas empresas na próxima década?

Novos players estão entrando, em particular as empresas de telefonia. A internet já permite criar uma programação em alta definição, com liberdade de horário (mesmo num país sem TiVo).

A nova geração tem um relacionamento muito menos passivo com os entretenimentos eletrônicos, e prefere usar aparelhos que cabem na palma da mão...

Nota do Editor
Texto gentilmente cedido pelo autor. Originalmente publicado no Webinsider. Leia também: "TV digital: melhores imagens e só".


Sergio Kulpas
São Paulo, 12/10/2009

Quem leu este, também leu esse(s):
01. Leonard Cohen de Mariana Ianelli
02. O século de Sabato de Mariana Ianelli
03. Blablablogue de Luiz Brás
04. A revista Bizz de Guilherme Werneck
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Mais Sergio Kulpas
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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
13/10/2009
08h24min
Que bom ler alguém falando da TV paga. De fato, o que nos resta? Quase nada por tanto preço. O "último capítulo daquele seriado bacana" encontro amanhã no Reino de Camelot (camelôs), por 2 reais, já com legenda e tudo. Que bacana! Viva a pirataria, viva o YouTube, viva "A ilustre casa de Ramires", que é a minha saída para isso tudo: ler.
[Leia outros Comentários de Marcelo Hagah]
13/10/2009
18h20min
Uma espetacular viagem crítica pela história da TV paga... Parabéns pela clareza! Um fato a ser considerado é que o setor nunca foi rentável aqui no Brasil, nem nos primórdios. Nesse sentido, acho que houve, desde o começo, um erro de preço e escala. A pirataria foi desprezada até ficar endêmica, e nem os financiamentos do BNDES deram solidez econômico-financeira para as operadoras. No final das contas, agora temos dezenas de opções de conteúdo pago, mas fica a pergunta: será que algum vai vingar?
[Leia outros Comentários de Paulo Resende]
15/10/2009
12h44min
Uau! Pode crer. Eu odeio a Warner, embora adore as séries. Mas é igual ao SBT - onde o comercial é maior do que o bloco do programa. Melhor se passassem tudo e depois, entre um programa e outro, tivessem os comerciais. Acabo alugando as séries na locadora. Até o Discovery está ficando assim, ainda que os comerciais sejam da própria programação.
[Leia outros Comentários de Débora Carvalho ]
15/10/2009
23h46min
Pra que serve a TV, mesmo? É diversão e informação, primeiramente. E já que pago, devo ter o direito de assistir o que quero e ser consultado quanto ao cancelamento de um canal e não simplesmente avisado depois (quando avisam). Pois é, depois de ver vários seriados que assistia serem cancelados pelas produtoras sem motivo e ver a programação da TV fechada ser invadida pela onda do telemarketing, desisti completamente de adquirir qualquer pacote. É ilógico ver propaganda numa TV que eu pago, pois, se eu financio, a TV não precisaria vender o espaço. Mas já que é assim, então eu prefiro baixar pela internet, ver na TV aberta... qualquer coisa, menos pagar os preços absurdos, já que a única coisa que eu vejo na TV, mesmo aberta, são filmes, seriados, documentários e jornal. Os empresários de TV estão tornando a própria TV não só num produto inacessível, financeiramente falando, como num produto inútil, intelectualmente falando... viva a interatividade da internet!
[Leia outros Comentários de eurandi corvello ant]
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