Sobre John Cage | Eduardo Barrox

busca | avançada
44135 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Sarau recebe o livro "Dormindo no verbo"
>>> GABRIELZINHO DO IRAJÁ SE APRESENTA NO PAGODE DO ARRUDA & GUINÉ
>>> Caminhos da Reportagem investiga a história da tatuagem nesta quinta (5)
>>> Sesc Campo Limpo estreia projeto Leitores com participação de personalidades literárias e artísticas
>>> Já estão disponíveis 36 livros digitais gratuitos da Unesp
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Submissão, oportuno, mas não perene
>>> Tricordiano, o futebol é cardíaco
>>> Ação Social
>>> Antes que seque
>>> Etapas em combustão
>>> Antonia, de Morena Nascimento
>>> O suicídio na literatura
>>> 'As vantagens do pessimismo', de Roger Scruton
>>> E+ ou: O Estadão tentando ser jovem, mais uma vez
>>> Literatura engajada
Colunistas
Últimos Posts
>>> Temporada 2016 do Mozarteum
>>> Curso de projetos literários
>>> Patuá em festa
>>> Literatura: direito humano
>>> Geraldo Rufino no #MitA
>>> Portal dos Livreiros: 6 meses!
>>> Ryley Walker
>>> Leia Mulheres - BH
>>> Adagio ma non troppo
>>> Psiu Poético 30 anos
Últimos Posts
>>> Improvável amor de São João
>>> O Samba da minha Terra
>>> Mão Inglesa
>>> A eterna valsa dos amantes
>>> Oficina em Belém em abril
>>> Assistindo ao Super-Homem com a Catarina
>>> Pedras que abrem caminhos
>>> -Habemus tocha....
>>> Ratazanas, moscas e abelhas
>>> Cabeça de Boi
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Os filmes mais significativos da década
>>> Partimpim 2, de Adriana Calcanhotto
>>> O suicídio na literatura
>>> Um estranho incidente literário
>>> Teste-se a si mesmo
>>> A canção, por Wisnik
>>> Entrevista com Paula Dip
>>> As vidas de Chico Xavier
>>> Ler é entrar num mundo de sonhos e descobertas
>>> Geraldo Rufino no #MitA
Mais Recentes
>>> O que é pós- moderno.
>>> O CÓDIGO de DEUS- o segredo do nosso passado, a promessa do nosso futuro
>>> O ESPÍRITO DA POLÍTICA -HOMO POLITICUS
>>> A ETERNA PRIVAÇÃO DO ZAGUEIRO ABSOLUTO- as melhores crônicas de futebol, cinema e literatura
>>> GESTALT-TERAPIA- Teorias, Técnicas e Aplicações
>>> Que imagem de Deus é você?- O eneagrama potencializando a espiritualidade
>>> ORTEGA Y GASSET- a aventura da razão
>>> A corte de Portugal no Brasil
>>> O ouro brasileiro e o comércio anglo-português
>>> Rinha de Gatos. Madri 1936
>>> Foi alguma coisa que você comeu?
>>> O recurso
>>> DO PAU BRASIL À ANTROPOFAGIA E ÀS UTOPIAS- Manifestos, teses de concursos e ensaios
>>> MIMESIS-A REPRESENTAÇÃO DA REALIDADE NA LITERATURA OCIDENTAL
>>> ERA DOS EXTREMOS- O breve século XX 1914-1991
>>> DICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA- com a nova ortografia
>>> HENRI BERGSON
>>> O SEGREDO LIVRO DA GRATIDÃO
>>> FREUD conflito e cultura- ensaios sobre sua vida, obra e legados
>>> O GRITO PRIMAL- TERAPIA PRIMAL- A CURA DAS NEUROSES
>>> PROFUNDA SIMPLICIDADE- Uma Nova Consciência do Eu Interior
>>> Desembarcando o Sedentarismo
>>> NÃO PERDOE CEDO DEMAIS- estendendo as duas mãos que curam
>>> CURSO ADIANTADO DE FILOSOFIA YOGUE
>>> O DUPLO CHAMAMENTO- O Declínio e a Restauração do Testemunho de Deus
>>> NOVA GRAMÁTICA APLICADA DA LÍNGUA PORTUGUESA uma comunicação interativa
>>> A FILOSOFIA PAGÃ- Do século VI a.C ao século III d.C- Volume 1
>>> A HISTÓRIA DO NASCIMENTO DE MARIA- PROTO EVANGELHO DE TIAGO
>>> O FIM DOS EMPREGOS- O declínio inevitável dos Níveis dos empregosea Redução da Força Global de Trabalho
>>> Marxisme et theorie de la personnalité
>>> REVIVAL
>>> MR MERCEDES
>>> COMO EU ERA ANTES DE VOCE
>>> DE VOLTA AO JOGO
>>> A Louca de Maigret
>>> O Burgomestre de Furnes
>>> Maigret e o Ministro
>>> A Fuga do Sr.Monde
>>> Maigret e o Corpo Sem Cabeça
>>> Mulher no Escuro
>>> Amigos, Amantes, Chocolate
>>> Morte de Um Holandês
>>> Uma Agulha Para o Diabo e Outras Histórias
>>> Unidos Para Sempre
>>> Pedaço do Meu Coração
>>> Anatomia de Um Crime
>>> Prenda-me, Por Favor
>>> O Homem dos Círculos Azuis
>>> Serena
>>> Beco dos Mortos
ENSAIOS

Segunda-feira, 6/11/2006
Sobre John Cage
Eduardo Barrox

+ de 12100 Acessos
+ 6 Comentário(s)


John Cage Shoes (1977)

Tempos atrás – quando você falava de música – de alguma forma dizia sobre o tempo; enquanto a pintura também se referia ao espaço, assim como (desde a Bauhaus?) o design estabelece a relação de convivência entre o ser humano e o objeto. De uns tempos pra cá (OK, a partir da segunda metade do século XX), se começou a criar uma espécie de ergonomia a partir da música experimental. Isso aconteceu ao se criar as relações entre os diversos códigos (na arte), verbal, musical e visual. Desde a modernidade, a maioria das linguagens é híbrida. Tempo e espaço são experimentados e se criam novas linguagens; a experiência para o ouvido e a emoção tátil para observar o som. Agora tem um monte de gente que faz isso, mas o conceito se explica melhor se você olhar e ouvir o trabalho de John Cage.

Nascido em 5 de setembro de 1905 na cidade de Los Angeles (não existem coincidências, né? não por acaso, eu acho, por volta dessa data – neste esquisito ano de 2006 – Delia, Camaleoa, Jader, Luiz e eu passamos um fim de tarde numa sala de projeção do Instituto Tomie Ohtake, durante a exposição Fluxus, para ver e ouvir um filme com uma peça dele...), Cage foi aluno de Schoenberg e Boulez e morreu na década de 90 nos Estados Unidos. Entre uma data e outra, passou boa parte da vida misturando sons de sirenes de ambulância às notas da, por exemplo, Nona Sinfonia de Beethoven.

Apesar das eventuais reclamações de vizinhos no prédio onde morava, a coisa deu certo. Seu trabalho – pesquisando silêncio e ruído – consistiu principalmente em (tentar) nos livrar dos sons tradicionais, das harmonias, melodias e ritmos, nos oferecendo a experiência do som livre de quaisquer dependências através de uma espécie de sinfonia dadá.

Quer dizer, John Cage insistia que tudo o que estamos acostumados a ouvir e chamar de música não é necessariamente assim. Em outras palavras, a partitura (tal como a conhecemos) nem sempre era uma coisa importante em uma audição musical. Enfim, o que ele fazia, desde a década de 50, e fez o tempo todo nas décadas subseqüentes, foi brincar com as sonoridades, assim como Lewis Carroll foi um brincalhão das letras e palavras, assim como os dadá(s) faziam com quase tudo e todos.

Resumindo, em algumas partituras Cage utilizou-se de desenhos para estabelecer a relação intersemiótica com o som que ele queria ouvir. Ele também questionou a noção de tempo e espaço, e obviamente teve a vida facilitadíssima com o advento das fitas de gravação e depois com os computadores nos quais podemos gravar o presente (para ser usado no futuro, etc.). Cage já chegou a trabalhar com computadores desde o final dos anos 80, mas fico imaginando o que esse sujeito não iria estar fazendo agora, com toda essa parafernália que anda por aí e todas aquelas idéias na cabeça?

Enfim, o trabalho dele se caracteriza pelos desenhos nas partituras: na do Concert for Piano and Orchestra (1957-58) – solo de piano – é possível ver desenhos que tecem visualmente o som e libertam os ouvidos. Da mesma forma, inspirou-se em desenhos feitos no século XIX por David Thoreau pra compor Renga há exatos trinta anos atrás, em 1976.

Quando veio ao Brasil para uma das bienais de arte, Cage disse que não tinha ouvido para música e que nem consegue ouvir coisas quando lê sua notações: “Quando escrevo notações”, disse ele, “somente ouço coisas como sirenes na 6ª Avenida, porque tenho muito mais interesse em apontar o que não esteja familiarizado com as pessoas”.

Verifica-se, portanto, que Cage quer nos desacostumar do dia-a-dia. Ou melhor, incorporar musicalmente esse dia-a-dia, possivelmente com a intenção de torná-lo lúdico e não massacrante. No que faz (e nós faríamos) muito bem.

Mas ele tinha ouvido para música, sim, fica tranqüila, baby.

Bom, a realidade é uma coisa que depende de quem a observa (sic). Cage não só a observava, como contou o que viu. Fez isso usando desenhos em computador, lendo Joyce (Finnegans Wake, por quê não?), modulando a voz como nas preces budistas e concluindo que “somos o que experimentamos”. Desta forma – e isso eu acho que todo mundo já sabe, mas sempre é bom recordar – a arte gera mudanças na nossa maneira de perceber a realidade. Para Cage, o passado e o futuro estão contidos no presente (e também é por isso que ele não curtia as gravações de disco, justamente porque essa linguagem afastava a possibilidade de "brincar" com o acaso da performance).

Cage mostrou que o objeto não precisa existir, porque não existe necessariamente a convenção. A mente tem que estar livre para entrar e sair do ato de ouvir. Tipo, ouvir cada som do jeito que ele é. E assim se estabelece o objeto. Aquele que não existe, existe assim. No caso, design não intencional; aí o protótipo é a linguagem.

Enfim, em John Cage prevalece a experiência. Os momentos estáticos não têm muita graça de serem observados, mas, sim, a perfomance, a experiência contínua que flui e dissolve os códigos como uma espécie de picadinho de referências culturais. Isso em dança funciona muitíssimo bem, também.

Vai daí que desenhar nas partituras faz parte desse processo performático, a música (assim) é som e ruído de espaço e tempo. É desconstrução, né? Uma das essências (ou ingredientes, ou...) de se fazer Arte.

No caso da música dele, quem se liberta é o público. No filme que a gente viu no Tomie Ohtake, as pessoas da platéia mexem-se incomodadas nas cadeiras do teatro, algo espantadas pela "música". Era assim naqueles longínquos sixties do século XX na Alemanha, assim será daqui 50 anos em algum outro lugar do planeta do século XXI.

Dessa forma Cage ensinou que a tecnologia é uma linguagem. Ele também disse que música eletrônica era som sem intermediação, sem intérpretes, uma coisa sem subserviência ao som que se produz. Como a linguagem, a tecnologia gera um significado na percepção e assim se cria uma espécie de medida para se medir outra medida. Vai daí que deve ser por isso que para ele não interessavam apenas estas medidas, ou as normas, ou os sistemas de subordinação:

“Um bom pianista é aquele que ouve e percebe as mudanças que aparecem no som, e então adapta a música, não com a intenção da destreza, mas em resposta ao som que lhe aparece”.

Essa arte é igual a vida, pô!

É bem claro que, para ele, o design da música tem movimento paralelo aos seus ouvidos; o olhar lê os sons e os ouvidos escutam o desenho. Ou, levando para outras coisas da vida, é um pouco de saber (na fotografia) a cor dos comprimentos de onda quando a lâmpada se acende ou na hora em que o sol se põe. Ou um pouco de todas essas intuições que desconstroem a arte ao construi-la de alguma forma.

Isso posto, essas artes já não precisam ser mais os produtos a serem congelados nos depósitos refrigerados do museu; já que são os organismos vivos que refletem a própria vida. Assim como nos adaptamos às condições climáticas no dia-a-dia, a arte ajuda a compreender esse processo com mais rapidez, quebrando a barreira da educação formal, escravidão cultural, e tal e coisa.

Não importa, portanto, se você foi educado (a) e informado sobre caminhos certos e errados para compreender as coisas da arte. Uma das coisas legais do trabalho do Cage foi justamente fazer com que as pessoas desenvolvessem o próprio sentido e modo de ouvir. E dessem um chute na bunda dos maniqueísmos.

Assim como...

Nota do Editor
Texto gentilmente cedido pelo autor. Originalmente publicado na edição de outubro do Jornal da Praça Benedito Calixto.


Eduardo Barrox
São Paulo, 6/11/2006

Quem leu este, também leu esse(s):
01. Amy e a hipocrisia coletiva de André Barcinski
02. Um abraço em Moacyr Scliar de José Castello
03. O grande ausente de Miguel Sanches Neto
04. Bill Gates e o Internet Explorer de Adam Penenberg
05. Jim Clark e a Netscape de Adam Penenberg


Mais Eduardo Barrox
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
8/11/2006
02h08min
Num processo de milhares de anos, a música é (ou era) o resultado de uma seleção cuidadosa. Um elixir laboriosamente preparado, ao longo do tempo, primeiramente identificando sons considerados os mais agradáveis entre os demais, daí selecionando os mais significativos, daí criando-se o conceito do que chamamos hoje de "notas musicais", daí tentando as combinações possíveis, daí fabricando engenhocas para produzir tais sons, daí todo um trabalho "intelectual" para formular processos cognitivos, etc. Alguns avatares, que na mitologia védica são manifestações da energia de Vishnu, o preservador (da ordem), vieram cimentar a cultira "musical". John Cage é um outro avatar, mas de Shiva, o destruidor (da mesma ordem). O enfoque místico é brincadeira mas, continunado, John Cage é um agente do caos. Acredito em sua declaração "não tenho ouvido para música" que, nele, é quase o mesmo que dizer: odeio música.
[Leia outros Comentários de Guga Schultze]
10/11/2006
14h03min
talvez John Cage tenha cometigo alguns excessos, mas de modo nenhum ele era caótico apenas. pode ser que buscasse uma outra lógica, um outro modo de construir (mesmo que tivesse que ser a partir de pedaços resultantes de uma destruição), mas sinto (eu ouvi) a música que ele fez e não é apenas barulho... certa vez, vi um curta sobre o Glenn Gould em que o personagem estava sentado numa lanchonete barulhenta com a intenção de "reger" aquela cacofonia. digo, ele selecionava, no meio da multidão, aquilo que queria ouvir, e combinava a bagunça com uma certa atenção sua, direcionada. enfim, penso que a idéia desses desorganizados não é a destruição.
[Leia outros Comentários de eduardo martins]
11/11/2006
04h33min
Quando me referi a "caos" não quis dizer "bagunça" ou "confusão". Estava me referindo à força - é, universal - que se opõe ao ordenamento da vida em geral. A vida pode ser considerada como uma espécie de ordenamento, acho eu. A música idem. Por outro lado, o caos também pode produzir ordem. Como um artefato militar, uma bomba, digamos. Altamente organizada em si mesma, mas o propósito final não é a organização. Fazer "música" com ruídos é contraproducente como organizar uma corrida de lesmas ou um número de malabarismo com bichos-preguiça. Porque na verdade não se está fazendo música, é outra coisa. E, concordo, essa outra coisa pode ser interessante. Prefiro ouvir John Cage do que duplas sertanejas, por exemplo. Minto: prefiro John Cage à maioria da produção atual de música. Mas sei que estou ouvindo, lá no fundo, a voz inequívoca do caos, com seus sussurros inarticulados, frios, afinal belos também, requerendo o fim de toda ordem. It´s only rock and caos, but I like it.
[Leia outros Comentários de Guga Schultze]
13/11/2006
12h23min
bom, não sei se é contraproducente, afinal, a gente aprende a sentir o som de outro modo. não é fazer música com ruído. é mostrar o que tem de ruído na música que já estamos acostumados a ouvir. pelo menos eu encaro assim. mas faço uma ressalva, não conheço tudo que o John Cage fez (sonatas e interlúdios, alguns estudos, peças para piano etc.) e acrescento algumas peças eletroacústicas que são terrivelmente difíceis de engolir. por isso posso estar fazendo um juízo errado dele, sendo que no geral ele é caótico mesmo. de qualquer modo, é válida a tentativa de modificar a nossa sensibilidade.
[Leia outros Comentários de eduardo martins]
30/1/2007
22h58min
O guga, precisa expandir um pouco sua filosofia... a corrida de lesmas é totalmente possivel, é claro q dimensionada de outra forma... imagina, para um leopardo, q um tiro de cem metros seja tb uma brincadeira... o bicho corre a 80 por hora... os mais rapidos do mundo correm nao mais do q 45km... vc vai me dizer então q a musica dos pigmeus, africanos, tribos indigenas, não é música? pq não está dentro do nosso conceito ocidental de música??? temos q dar graças a Cage, q, como outros, buscaram nos libertar das regras impostas por alguem, pq alguem disse q a musica tem q ser assim... e pq ela tem q ser assim? a musica é a arte dos sons, sejam eles ruidos, sejam eles notas definidas...
[Leia outros Comentários de Filipe Alberti]
17/3/2008
11h51min
Depois de tanto tempo publicado, estava navegando por aí e li seu artigo. Não quero comentar nada, apenas parabenizá-lo pelo excelente texto.
[Leia outros Comentários de Shenia]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




ANGKOR: GRANDES CIVILIZAÇÕES DO PASSADO
MARILIA ALBANESE
FOLIO
(2006)



DOS DELITOS E DAS PENAS
CESARE BECCARIA
MARTINS FONTES
(2005)



O NOME
FRANKLIN GRAHAM COM BRUCE NYGREN
CPAD
(2003)



CIBERDEMOCRACIA
PIERRE LÉVI
INSTITUTO PIAGET
(2002)



MANUAL DE REDAÇÃO, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE EDITAIS DE LICITAÇÃO
SIMONE ZANOTELLO
SARAIVA
(2008)
+ frete grátis



AMÉRICA PÚRPURA
RICK MOODY
ROCCO
(2000)
+ frete grátis



SER MAIS COM SAÚDE EMOCIONAL
MAURICIO SITA E ROBERTO HIRSCH (BOB HIRSCH)
SER MAIS
+ frete grátis



DIREITO AMBIENTAL BRASILEIRO - PRINCÍPIO DA PARTICIPAÇÃO
MARIA AUGUSTA SOARES DE OLIVEIRA FERREIRA
FÓRUM
(2010)
+ frete grátis



14 CONFERÊNCIAS SOBRE JACQUES LACAN
FANI HISGAIL - ORG
ESCUTA
(1989)
+ frete grátis



DARWIN, TEILHARD DE CHARDIN E CIA. A IGREJA E A EVOLUÇÃO
JACQUES ARNOULD
PAULUS
(1999)
+ frete grátis





busca | avançada
44135 visitas/dia
1,1 milhão/mês