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ESPECIAIS
Julho,
2008
Especiais
Colunistas e Convidados
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Twitter
>>> Micro-Twitter-Blogging
O Twitter vai mais além do que uma plataforma onde gente que trabalha com software e ama a internet conversa com gente que ama a internet e trabalha com software. O Twitter é muito mais: ele facilita conversas e discussões sobre as notícias, na hora em que elas acontecem! Exemplo disso são as eleições norte-americanas, que estão tendo cobertura e discussão em tempo real na plataforma.
por Tati de Roterdã
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Machado de Assis
>>> Não gostar de Machado
Não gostar de Machado de Assis, no Brasil, é arriscado. Quero dizer, se você sair por aí dizendo que não gosta. Mesmo se lhe foi pedida uma opinião... Você não corre o risco de ser surrado (não sei se essa garantia serve caso você esteja nos corredores da ABL), mas com certeza receberá aquele olhar de piedade que apenas os seres superiores sabem produzir.
por Daniel Lopes
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Não há vagas
>>> Diário de uma desempregada
Não trabalhar é como, para um escritor, ter uma página em branco e não ter caneta, lápis ou qualquer coisa para rabiscar o papel. É a sensação que tenho todo dia: uma página em branco. Quatro meses de páginas e páginas em branco. Para quem, como eu, é um profissional de comunicação e da escrita, isso não é apenas uma metáfora: é a mais pura realidade, infelizmente.
por Débora Costa e Silva
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Blogueiros e Jornalistas
>>> Blogueiros vs. Jornalistas? ROTFLOL (-:>
Recebi um convite direto do JD Borges do Digestivo para escrever sobre o pretenso conflito entre Blogueiros e Jornalistas. A primeira coisa que me passou pela cabeça foi se o conflito é entre em Blogueiros e Jornalistas ou entre Blogs e Jornais? Será uma briga de classes (profissionais ou não) ou uma incompatibilidade entre preceitos relativos a formatos e conteúdos?
por Lisandro Gaertner
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Deus tem futuro?
>>> Ciclones sobre a cruz
Uma das minhas melhores leituras, em 2007, foi o best-seller de Richard Dawkins, Deus, um delírio. A ousadia de Dawkins é bastante explícita, a ponto de protegê-lo da acusação de pretensioso ou arrogante, porque Dawkins se coloca na linha de tiro, declarando a intenção de converter o leitor ao ateísmo. Ele diz, com todas as letras, que é isso mesmo o que está tentando fazer.
por Guga Schultze
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Melhores de 2007
>>> Algumas leituras marcantes de 2007
Este foi um ano bastante diversificado em termos de leitura, onde arrisquei mais e, também - talvez por conta disso, talvez não -, me decepcionei mais. Ainda assim, o saldo foi positivo. O ecletismo desta listagem, que muitos poderão estranhar ou mesmo torcer o nariz, reflete o meu próprio ecletismo como um leitor sem preconceitos e aberto a todos os segmentos da criação literária.
por Luis Eduardo Matta
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Ensino superior
>>> A Poli... – 10 anos (e algumas reflexões) depois
Em setembro-outubro de 1997, eu escrevi um texto chamado “A Poli como Ela é...” – uma crítica à faculdade pela qual eu então me formava, que acabou indo parar na coluna do Luís Nassif na Folha, e que me estimulou a continuar escrevendo – dando, por conseqüência, origem a uma newsletter (1998), depois a um site pessoal (1999) e, em última instância, ao próprio Digestivo Cultural (2000).
por Julio Daio Borges
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Auto-ajuda
>>> Auto-ajuda e auto-engano
O Aurélio define auto-ajuda como um "método de aprimoramento pessoal em que o indivíduo pretende buscar, sem ajuda de outrem, soluções para problemas emocionais, superação de dificuldades, etc." Essa definição não é muito inteligente quando se refere aos livros de auto-ajuda, pois se é um método sem a ajuda de outrem, por que recorrer a livros de outrem para obter esse aprimoramento pessoal?
por Pilar Fazito
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Para onde vai o jornalismo?
>>> Retrato 3X4 de um velho jornalismo
Já havia uma crise no jornalismo, e é possível especular (ou era) que o jornalismo oferece, além de uma longínqua realização, uma vasta zona de conflitos que se tornam pessoais na medida em que os jornalistas profissionais têm de encarar um ideal e um status quo, ambos disputando um espaço em que só cabe um deles. Depois da internet a crise se alastrou, ou desenvolveu outros parâmetros, inimagináveis até então.
por Guga Schultze
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O que ler
>>> Oficina intensiva em 10 contos
Se tem discutido muito o que é necessário para se tornar bom escritor, e talvez o único consenso seja: é preciso ler. Mas não simplesmente ler, é preciso saber o que ler, ter boas chaves de leitura, se possível discutir o que se lê. Assim são nas oficinas de criação literária, que hoje proliferam assustadoramente. Pois este artigo é um serviço a todos os candidatos a escritor.
por Marcelo Spalding
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Julio Daio Borges
Editor
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