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Terça-feira, 4/10/2005
Festival do Rio 2005 (III)

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Parte I
Parte II

Se você vai a um festival internacional de cinema, talvez o maior do país, e os filmes do seu próprio território se destacam tão ou mais que os de outras partes do mundo, não tem como não ficar feliz à beça. Foi o caso do meu último final de semana (dias 1 e 2 de outubro) no Festival do Rio. Depois de uma primeira ida apenas razoável, com poucos destaques de peso, agora tudo esteve melhor: a credencial já funcionava sem problemas, o acesso aos filmes estava mais fácil, as sessões eram mais calorosas, a produtividade aumentou (foram dez filmes vistos, no total) e a qualidade subiu para a estratosfera. Nunca imaginei que o evento pudesse me proporcionar momentos tão maravilhosos e grandiosos. Superou.

Em homenagem ao cinema brasileiro, presente na mostra em peso, com obras inéditas e de enorme peso artístico, vou comentar nessa terceira parte da cobertura apenas os que vi realizados aqui no país. Quem estiver no Rio, não pode perder esse restinho de festival (vai até quinta-feira, 6 de outubro). Detalhes sobre horários e ingressos no site oficial.

Cinema, Aspirinas e Urubus - encantador primeiro longa do pernambucano Marcelo Gomes, esteve na prestigiosa mostra Um Certo Olhar do último Festival de Cannes, na França. Como a produtora Sara Silveira disse, ao subir no palco do Odeon do Rio, é "um filme pequeno", e muito bonito e autêntico na sua proposta de retratar duas vidas em fuga. É 1942, a guerra acontece na Europa. Um alemão fugindo do conflito roda o nordeste num caminhão vendendo o mais novo produto contra os "males do corpo", a aspirina. A cada cidade por onde passa, exibe filmetes em 16mm sobre os benefícios do medicamento. No caminho, encontra um nordestino que passa a acompanhá-lo. Ele foge do destino que a seca lhe reserva: pobreza, miséria, trabalho ingrato. Ambos vão se relacionar na amizade, na dor, na solidão, no perigo da morte, nos riscos daquele universo hostil.

O filme aposta na interação desses dois personagens desgarrados e num humor que surge de forma natural, singela, nunca debochada. Acima de tudo, Gomes tem respeito enorme pela história que conta e por quem a protagoniza - e mais, por quem a assiste. Em poucos momentos o filme não é perfeito, quase o tempo todo é impossível deixar de acompanhar os passos dessa dupla improvável. Nada a ver com O Auto da Compadecida, este um outro tipo de abordagem. Em Cinema, Aspirinas e Urubus, o drama vem da tristeza e da aceitação, do imprevisível e do choque de culturas. Os atores, Peter Ketnath e João Miguel, ambos sensacionais, imprimem nos rostos desgastados o que a realidade lhes impõe. A secura das imagens, fotografadas por Mauro Pinheiro Jr, nos faz entender, de uma vez por todas, porque o sertão de filmes como Guerra de Canudos e Eu Tu Eles pode, sim, ser chamado de "cosmético". A comparação com Vidas Secas, aqui, jamais soa exagerada. A tonalidade esbranquiçada da tela, em cores enfraquecidas pelo excesso de sol, simplesmente reflete a falta de cores que reside no interior dos dois novos amigos.

Infelizmente, o filme não será mais exibido no festival (salvo agendamentos de última hora). Pena. Ovacionado pelo público presente na sua primeira sessão, tem enorme potencial de se dar bem no mercado, mesmo não tendo sido realizado no eixo Rio-São Paulo e lidando com temática razoavelmente esgotada no cinema brasileiro. Deve ser lançado em circuito comercial a partir de novembro. Se há uma palavra que qualifique, de cara, esse trabalho de Marcelo Gomes, com certeza é "imperdível". Enquanto isso, vale a pena conhecer o site da produção.

Crime Delicado - quem espera deste novo trabalho de Beto Brant o mesmo tom incômodo, realista e provocador de seus longas anteriores (em especial O Invasor), pode se decepcionar. Brant se afasta da linguagem meio acelerada e do tom marginal para realizar um projeto profundamente autoral, reflexivo, poético. Baseado em livro de Sérgio Sant'Anna, é a história de um crítico teatral que se envolve com uma mulher possuidora de deficiência física (falta-lhe uma das pernas). Ela serve de modelo para pintor que a retrata nua em quadros acusados pelo crítico de "pornográficos".

A relação tempestuosa do casal é só ponto de partida para Brant viajar pela mente do personagem principal e dar sua visão de arte, ciúme, amor. Apesar da premissa, não existe trama definida, nem encadeamento de cenas que sigam qualquer ordem pré-estabelecida - não é um filme fora de cronologia, mas simplesmente um filme sem cronologia, em que os acontecimentos vão se acumulando nas imagens estáticas (mas jamais sem movimento) e nos embates extremamente intensos de quem aparece na tela.

A ousadia de Brant em mostrar uma amputada nua (algo incomum no cinema mundial, sem dúvida), a entrega total da estreante Lilian Taublib como a deficiente, a interpretação forte de Marco Ricca, a beleza plástica proporcionada por Walter Carvalho (diretor de fotografia), o imbricamento da linguagem teatral analisada pelo crítico na sua própria vida, com esquetes e rápidas conversas (com direito a participação antológica do encrenqueiro Cláudio Assis, diretor de Amarelo Manga), os diálogos do roteiro, escrito por Marçal Aquino (na quarta parceria com o cineasta), são pontos-chave para a compreensão e o apreciamento do filme.

Trabalho sem qualquer apelo ou concessão comercial que certamente não encontrará grandes platéias - apesar do próprio Beto Brant acreditar no potencial de alguns elementos da produção. Em rápida entrevista, ele me disse que o filme possui vários pontos de contato que podem interessar ao espectador, como o teatro, a pintura, o romance meio atabalhoado dos protagonistas. Mas ele provavelmente sabe, inteligente como é, que só isso não garante público. Brant fez um filme intenso, enigmático, atmosférico, que não será compreendido por todos. Ainda assim, um trabalho de peso, fundamental na seara comum que aparentava tomar o cinema feito no Brasil.

Tapete Vermelho - a retomada de um cinema caipira, marcada pelo sucesso de 2 Filhos de Francisco, começa a dar frutos com este filme de força impressionante e de muita delicadeza, que homenageia um dos maiores ícones do cinema popular brasileiro. Quinzinho, jeca do interior paulista, sai pelas estradas com a família na tentativa de cumprir a promessa de levar o filho de dez anos para assistir, no cinema, a um filme de Mazzaropi, o maior dos caipiras da tela. Boa parte da força do filme de Luiz Alberto Pereira reside em dois elementos. Primeiro, a habilidade em incluir na narrativa aparentemente realista "causos" contados no interior, como simpatias, pactos com o diabo, maldições e mal olhado. Assim, em determinado ponto, o filme parece se transformar numa espécie de "deus e o diabo na terra do jeca", tamanha imaginação. E o segundo elemento é a interpretação esplendorosa de Matheus Nachtergaele. Difícil imaginar outro ator na pele de Quinzinho, e o próprio diretor sabia disso, já que esperou nove meses para que Nachtergaele terminasse um trabalho na televisão e se envolvesse com o filme. Ele imprime a Quinzinho inocência e ironia, com um poder de fazer graça das pequenas coisas como raramente acontece. A inspiração em Mazzaropi é clara e assumida, desde o jeito de andar, de lidar com as pessoas, de falar, até de pensar. O carisma e o talento do ator enriquecem ainda mais o que o filme já tinha de bom.

Tapete Vermelho acaba sendo uma ode ao cinema, mas não como o clássico Cinema Paradiso. É algo mais sereno, singelo, sutil, sobre o sonho de um homem humilde que quer apenas mostrar ao filho aquilo que mais marcou a sua infância, mas encontra portas literalmente fechadas (com o fim dos cinemas de rua do interior e a falta de exemplares dos tais filmes de Mazzaropi). E serve ainda de referência ao mesmo cinema que o originou - o enredo, por exemplo, é um arremedo de O Pagador de Promessas, trocando a igreja do filme de Anselmo Duarte por uma sala de projeção, e o burrinho pelo ícone de Mazzaropi. Grande trabalho, tem tudo para agradar ao público quando estrear (talvez só em 2006) e marcar de vez esse ressurgimento do caipira, figura tão ímpar e verdadeira dentro da nossa cultura.

Sou Feia mas Tô na Moda - documentário em digital sobre o fenômeno do funk na periferia carioca. Investiga, através de entrevistas e registros dos bailes "pancadões", o que, afinal, esse pessoal, em especial as mulheres, pensa e quer. E a conclusão a que chega é óbvia: as "cachorras", "preparadas" e mais quaisquer outros adjetivos pejorativos que elas levem nas noites regadas ao mesmo tipo de ritmo e letras sexualizadas gostam de ouvir aquele tipo de som, se sentem inseridas e identificadas naquilo. Interessante o filme de Denise Garcia conseguir, a partir de música da pior qualidade, gerar interesse de entender esse movimento de massas que não pode ser ignorado nem marginalizado - é o que a grande maioria diz no filme: por serem favelados negros, os funkeiros não têm acesso pleno à mídia, ficando à mercê da discriminação por conta de uma suposta pornografia, enquanto loiras e morenas se esbaldam dançando "na boca de um gargalo de garrafa", como se diz na produção. "A gente fala da realidade! Não falamos sacanagem, falamos o que acontece de verdade. Sacanagem é o cara mais velho comer a menininha na novela das oito, aquilo é sacanagem", grita em altos brados um dos letristas funkeiros. Como lhe tirar a razão? Sou Feia mas Tô na Moda funciona à perfeição nos seus dois primeiros terços. Ouve pesquisadores, cantoras, gente pobre que enxerga no funk uma possibilidade de crescimento social (através de composições que, se pecam na pobreza de estilo, o que reflete apenas a imagem de suas vidas, se destacam na sinceridade com que berram ao microfone), freqüentadores dos bailes em busca de algo que os torne dignos, que os insira em algum universo com o qual se sintam bem-vindos.

Em compensação, a última parte do documentário é lamentável: tentando legitimar o funk da periferia, Denise Garcia mostra uma turnê do DJ Marlboro por países da Europa e apresenta a opinião nada embasada de produtores culturais que acham a tal música "cool" ou "nice". Chega a colocar um taxista para ouvir a gritaria (que para ele soa sem sentido) e termina o filme com a opinião "favorável" do pobre trabalhador. É aceitável e fundamental a preocupação da diretora em investigar o funk e seus significados sociais, mas não dá para cair na tentativa pífia de querer nos convencer da pretensa qualidade artística do "pancadão". Aí não rola, mermão.

No próximo post aqui no Digestivo, ainda hoje à noite ou amanhã, vou falar sobre os filmes internacionais vistos no final de semana. Desde os badalados Manderlay e Last Days até surpresas peculiares como O Bigode e o impacto de Caché na madrugada carioca. Aguardo vocês, então. Até lá.


Postado por Marcelo Miranda
Em 4/10/2005 às 13h00


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