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Segunda-feira, 13/9/2010
Cinema Latino na Holanda
Tatiana Mota

+ de 2100 Acessos

Aconteceu no mês de maio em Utrecht, aqui na Holanda, o Festival de Cinema Latino-Americano, dedicado exclusivamente à produção de nosso país e seus vizinhos. Mesmo sendo eu uma cinéfila, não pude fazer uma maratona de sessões de cinema; quer dizer, até fiz uma maratona, mas sem muito assistir, pois estava trabalhando no evento pela primeira vez, como voluntária. Assim, acabei por ver apenas dois filmes, mas a participação como voluntária foi muito interessante.

Havia uma sala de reunião dos voluntários para que estivessem reunidos antes ou depois de seus turnos. Para acordar, um infalível cafezinho de uma velha cafeteira e, para o almoço, pães com vários tipos de pastas, típico daqui. À noite a coisa ficava mais interessante, uma das voluntárias trazia apetitosa janta, essa mais substancial, e continuávamos nossos trabalhos satisfeitos. Sim, o trabalho, voluntário, mas muito sério, foi todo dividido em escalas e tarefas específicas. Por exemplo: eu tinha dias de controlar tíquetes, dias de buscar convidados no aeroporto, de fazer enquetes, e às vezes surgia uma tarefa de última hora, como ir ao mercado buscar 30 litros de refrigerante. Uma das tarefas relâmpago envolvia trabalhar em uma caravana cheia de produtos à venda e fazer sangria com maçã, laranja, vinho, mais vinho, e refri, só para compartilhar a receita. Nesse dia fazia frio, minha vontade era entornar aquele jarro de sangria, mas a chefe da caravana queria mais e mais sangria, não deu nem tempo de experimentar.

Os cineastas convidados sempre estavam bastante ocupados. Assim que chegavam de seus voos, recebiam um "kit-convidado", e havia todo um cronograma de entrevistas e atividades. O cineasta brasileiro Esmir Filho, por exemplo, deu entrevistas, andou de bicicleta, participou de um talk show e todos os dias se encontrava com seus colegas diretores às 12:00 no charmoso café interno do local. Por falar neles, observei que o público respeitou muito a presença dos diretores para responder perguntas ao final de sessão.

Durante o festival não vi apenas membros da comunidade latino-americana acompanhando a produção de seus países, além desses havia bastante holandeses igualmente interessados em descobrir a sétima arte produzida do outro lado do Atlântico. Imagino que havia novidade para este público. As paisagens que talvez tenham visitado ou ouvido falar eram melhor desvendadas e podia se participar um pouco do dia-a-dia dessas culturas.

Era bacana falar e escutar tantas línguas num mesmo dia. Duas pessoas da equipe falavam português e discutíamos sobre a cultura em nosso Brasil; outras voluntárias hermanas falavam em espanhol, outros em inglês, contudo o maior desafio era tentar entender as fofocas na sala dos voluntários em holandês. Em meio às conversas percebi que finalmente poderia conversar com alguns fanáticos por filmes, então discutimos as estações dos de Eric Rohmer e tentamos decifrar os nomes de todos os diretores que estampavam os corredores dos cinemas. Eu, que me achava "a oriental", não percebi que Wong Kar Wai era na verdade John Woo, mas me deem um desconto, ele estava de óculos escuros.

Mas vamos voltar ao continente em questão ― quer dizer, não posso voltar pessoalmente ainda ―, mas conto o que vi e o que ouvi falar. Conforme já havia dito aqui, no Blog do Digestivo, creio que a produção latino-americana foi muito bem representada, trazendo os filmes que foram mais comentados e vistos por aí, sendo o grande premiado deste ano Contracorriente, filme peruano que já veio de Sundance bem agraciado, no qual Javier Feuntes Léon cria um triângulo amoroso envolvendo um homem casado, sua esposa grávida e outro homem em uma pequena e tradicional vila de pescadores.

Pensando nos filmes e em tudo que presenciei, era para mim muito "gezellig", uma palavra fantástica que aqui usam quando sentem algo bem aconchegante e caloroso. Além de me surpreender mais e mais com tanto talento, percebia claramente as semelhanças culturais e comportamentais. Tudo me soava familiar e natural.

Por exemplo, um dos dois filmes que assisti por completo foi La Nana. Se trocássemos a personagem principal, que tinha expressões muito características, e dublássemos os demais personagens, poderiam pensar que a história foi baseada nas nanas que trabalham como domésticas no Brasil. As situações vividas pela personagem são muito idênticas ao que se passa com uma trabalhadora de nosso país, indo do cômico, como trancar as outras empregadas por horas para fora da casa, ao trágico, como ser muito "querida", mas não fazer parte da família. Confirmação de que o cinema é um dos melhores filtros de sonhos e/ou verdades da humanidade.

Uma outra história me soou muito familiar, mas nada natural. O documentário de José Padilha sobre a fome, intitulado Garapa. Não pôde comparecer o diretor ao festival, mas foi agraciado com o Dirk Vandersypen Award, que premia todo ano um documentário sobre a América Latina que explore temas sociais. Outro filme do cineasta, intitulado Segredos da Tribo assustou alguns ao desvendar detalhes chocantes do trabalho realizado por antropólogos em uma tribo Yanomami durante as décadas de 60 e 70.

Ademais, outros filmes brasileiros foram vistos no festival, tais quais Um lugar ao sol, de Gabriel Mascaro; Histórias de amor duram apenas 90 minutos, de Paulo Halm; Era uma vez, dirigido por Breno Silveira; A fuga da Mulher Gorila, feito por Felipe Bragança e Marina Meliande; e Antonia, dirigido por Tata Amaral. Mas, para fechar com chave de ouro, queria falar sobre o filme de abertura do festival, Os famosos e os duendes da morte, do cineasta Esmir Filho.

Estava muito curiosa para assistir ao filme que abriria o festival, e é o primeiro longa-metragem do referido cineasta. Daí vi uma crítica extremamente positiva em um podcast da jornalista Isabela Boscov e fiquei com água na boca. Consegui encaixar uma sessão mais tarde com meu trabalho voluntário e esperava desvendar um pouco mais o universo virtual dos adolescentes, pois tenho um jovem computadorizado em casa. Sabia que o filme se passava em uma pequena cidade no Rio Grande do Sul, Lajeado, e que era muito atual, mostrando a vida de um rapaz de 16 anos, explorando a maneira com que se comunica através da internet em contraste com uma vida em uma pequena cidade de interior. Seria o mundo virtual uma maneira de se aproximar de quem se deseja e se conectar com pessoas de todos os lugares ou um jeito de se desconectar com o que está fisicamente à sua volta?

Pois bem. Durante o filme comecei a entrar mais e mais na história. Mas que fotografia, que imagens, que sentimentos vive o jovem, um sujeito tímido na sua escola e introvertido com sua família que se transforma em grande poeta através de seu blog. E os sentimentos foram se intensificando, a história cresceu, complicou-se, e de repente me vi na pele daquele rapaz, era como se fosse eu vivendo todo o turbilhão pelo qual passa o personagem. O filme me pegou de jeito, mesmo sem que eu tivesse feito um blog quando era mais jovem. Vi todos os sentimentos que expressava em meu caderno da Tilibra. Uma geração depois, os mesmos sentimentos, mas expressados de forma diferente. Senti aquela força especial, aquela energia tão grande de quem pode mesmo reescrever a história do mundo e mudar tudo. Quando acenderam as luzes fui me ajeitar na poltrona e enxugar o rosto enquanto começava a falar o diretor sobre o filme. Contou um pouco da maneira multimídia com a qual o filme foi concebido e apresentado em alguns festivais, com os livros do autor, os vídeos de JJingle Jangle, uma das personagens principais, e apresentações do grupo que fez a trilha sonora, todos da região de Lajeado.

Uma das coisas mais curiosas do filme foi trazer uma cidade de características muito peculiares. A Alemanha domina os costumes locais, os anciãos não falam português e a personalidade das pessoas é diretamente influenciada pela população de imigrantes que lá se formou. Muito bom contar outras histórias e sair um pouco da favela e da violência. Sabemos que esses filmes têm o seu papel, mas sabemos também, e vemos com veemência no filme de Esmir Filho, que há muito mais a se explorar neste país gigante.

Ao mesmo tempo, o filme é muito neutro em sua essência. Por mais que a pequena cidade de Lajeado seja determinante para que as personagens sejam quem são, é uma história que pode ocorrer em qualquer canto do mundo onde haja computadores e jovens poetas.

Já no último dia de sua presença no festival Esmir Filho bondosamente cedeu um pouco de seu tempo em meio ao cronograma agitado que tinha de cumprir, já de malinhas para seu próximo destino. Contou que o público daqui não é tão caloroso, mas agradeceram pelo seu filme, algo diferente que ele gostou. Disse que se sentiu bem nesse pequeno festival. Há sempre um protocolo parecido em todos os festivais mundo afora, e vejam, esteve Esmir em locais como Locarno e Berlin, mas ele achou o pessoal do festival "gezellig", e sentiu que se tratavam de verdadeiros amantes do cinema.

Ele cresceu numa época "plug and play", e, como habitante da internet, essa conectividade virtual lhe soa muito familiar. Revelou que há vídeos no filme que são de autoria dos atores, que na verdade já tinham toda uma vida poética na internet. Curiosamente tudo se casa muito bem e faz todo o sentido na história. Com as costuras de todas as mídias inseridas no filme, uma experiência completa seria através da experimentação de tudo, desde ler a história a ver as fotos e vídeos nos sites, até ir à cidade, coisa que já foi feita por alguns amigos do cineasta. Há pistas do todo em cada parte, então além de abraçar todos esses meios de expressão alguns veem o filme mais de uma vez para tentar descobrir mais. Mas, conforme disse Esmir, o filme propõe mais perguntas que respostas. Contou, por fim, que já está trabalhando no próximo projeto com o mesmo talentoso Ismael Caneppele, autor do livro que deu origem a Os famosos e os duendes da morte.

Tal qual uma tiete elogiei bastante o filme ao seu criador, mas com muita sinceridade, e o que não contei a ele é que sempre guardarei as impressões do filme comigo. Ainda mais como uma exilada há 10.000 km de tudo que conhecia e dependente das ferramentas virtuais para manter contato com meu país. A frase que se sobressai do filme nunca fez tanto sentido para mim como agora: "Estar perto não é físico". Assim, sob a influência da jornada existencial que vi e vivi com a história, penso na beleza triste de JJingle Jangle, na música de Bob Dylan, também parte importante da história, e principalmente na ponte, essa ponte que existe de verdade na região de Lajeado e nesse mistério sinistro que a ronda. Penso daí nas pontes da vida, em tudo que temos de atravessar, ou não, para estarmos vivos, ou não.


Tatiana Mota
Hilversum, 13/9/2010


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