A deliciosa estética gay de Pierre et Gilles | Jardel Dias Cavalcanti | Digestivo Cultural

busca | avançada
38827 visitas/dia
1,0 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
>>> Do inferno ao céu
>>> Meninos, eu vi o Bolsonaro aterrando
>>> Manual para revisores novatos
>>> A Copa, o Mundo, é das mulheres
>>> O espelho quebrado da aurora, poemas de Tito Leite
Colunistas
Últimos Posts
>>> 100 nomes da edição no Brasil
>>> Eu ganhei tanta coisa perdendo
>>> Toda forma de amor
>>> Harvard: o que não se aprende
>>> Pedro Cardoso em #Provocações
>>> Homenagem a Paulo Francis
>>> Arte, cultura e democracia
>>> Mirage, um livro gratuito
>>> Lançamento de livro
>>> Jornada Escrita por Mulheres
Últimos Posts
>>> João Gilberto: o mito
>>> Alma em flor
>>> A mão & a luva
>>> Pesos & Contra-pesos
>>> Grito primal II
>>> Calcanhar de Aquiles
>>> O encanto literário da poesia
>>> Expressão básica II
>>> Expressão básica
>>> Minha terra, a natureza viva.
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Os Romances de Mainardi
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> O longo sucesso de Guerra nas Estrelas
>>> Divórcio, de Ricardo Lísias
>>> Quanto custa rechear seu Currículo Lattes
>>> Paulo César Saraceni (1933-2012)
>>> Depois do ensaio
>>> Arte, cultura e democracia
>>> O Presépio e o Artesanato Figureiro de Taubaté
>>> O Vendedor de Passados
Mais Recentes
>>> Criando Meninos de Steve Biddulph pela Fundamento (2006)
>>> Mundo Fashion de Miriam Tawil pela Celebris (2005)
>>> Me Conte a Sua História: Histórias Reais de Quem Viveu a Vida - Livro 3 de Jorge Dias Souza pela Febrafarma (2006)
>>> O Senhor do Anéis - Volume 1, 2, 3 de J. R. R. Tolkien pela Martins Fontes (2000)
>>> Look de Thássia Naves pela Arte Ensaio (2014)
>>> Passagens Entre Mundos Entrelaçados de Íris Regina Fernandes Poffo pela Granun (2013)
>>> Jornada nas Estrelas - o guia da saga de Salvador Nogueira, Suzana Alexandria pela Leya (2016)
>>> Sapiens - uma Breve Historia da Humanidade - Pocket de Yuval Noah Harari pela L&PM Pocket (2018)
>>> Realidades Adaptadas de Philip K. Dick pela Aleph (2012)
>>> Lyra Theatral. Monólogos, Cançonetas e Scenas Comicas de J. Vieira Pontes pela C. Teixeira & Cia. (1927)
>>> O Velho da Praça (Conte outra Vez) de Antonieta Dias de Moraes pela Atual/ Sp. (1993)
>>> Viver é uma Grande Aventura de Giselda Laporta Nicolélis / Ilustr. Semíramis Paterno pela Atual (1994)
>>> Viver é uma Grande Aventura de Giselda Laporta Nicolélis / Ilustr. Semíramis Paterno pela Atual (1994)
>>> Viver é uma Grande Aventura de Giselda Laporta Nicolélis / Ilustr. Semíramis Paterno pela Atual (1994)
>>> A Visitação do Amor - uma História Mágica Em Dó Menor de Jorge Miguel Marinho / Ilustr. Odilon Moraes pela Atual/ Sp. (1996)
>>> O Livro dos Guppies de Leon F. Whitney e Paul Hahnel pela Editorial Presença: M. Fontes (1980)
>>> Brasília: Patrimônio da Humanidade (um Relatório) de Osvaldo Peralva/ Capa: Lucio Costa pela Brasília/ DF (1985)
>>> Germinal de Emile Zola pela Bruguera (1969)
>>> Contos da Infância e da Adlescência de Luiz Vilela pela Ática/ SP. (1996)
>>> Contos da Infância e da Adlescência de Luiz Vilela pela Ática/ SP. (1998)
>>> As Sete Leis Espirituais do Sucesso e Criando Prosperidade de Deepak Chopra pela Bestbolso (2011)
>>> Análise das Coisas de Paul Gibier pela Feb (1981)
>>> Introducción Al Dibujo (Curso de Arte) de Jason Bowyer pela Blume/ Barcelona (1992)
>>> A Voz do Antigo Egito de Francisco Valdomiro Lorenz pela Feb (1987)
>>> Cristianismo e Espiritismo de Léon Denis pela Feb (1994)
>>> Socialismo e Espiritismo de Léon Denis pela Casa Ed. O Clarim (1982)
>>> Alucinado Som de Tuba (sinal Aberto) de Frei Betto pela Ática/ SP. (1997)
>>> Alucinado Som de Tuba (sinal Aberto) de Frei Betto pela Ática/ SP. (1995)
>>> Alucinado Som de Tuba (sinal Aberto) de Frei Betto pela Ática/ SP. (1993)
>>> Estude e Viva de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira pela Feb (1986)
>>> Utopia e Paixão de Roberto Freire/ Fausto Brito pela Rocco/ RJ. (1986)
>>> E a Vida Continua de Francisco Cândido Xavier pela Feb (1992)
>>> Utopia e Paixão de Roberto Freire/ Fausto Brito pela Guanabara Koogan (1985)
>>> No Mundo Maior de Francisco Cândido Xavier pela Feb (1991)
>>> Evolução em Dois Mundos de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira pela Feb (1991)
>>> Nos Domínios da Mediunidade de Francisco Cândido Xavier pela Feb (1993)
>>> As Revoluções do Século XX / O Socialismo: Utopia Prática/ Rússia, China e Cuba/ A Guerra Fria de Ricardo de Moura Faria/ Autografado pela Contexto (2001)
>>> O Caminho da Passarela: Tudo o que Voce Sempre Quis Saber... de Claudia Liz pela Prestigio (2006)
>>> Filosofia do Estado Em Hegel (capa Dura) de Célio César Paduani pela Mandamentos/ Belo Horizonte (2005)
>>> Um Deus Dentro Dele/ um Diabo Dentro de Mim de Nilza Rezende/ Apres.: Affonso Romano de Sant Anna pela Record/ RJ. (2003)
>>> A Terceira Perna de Vilma Arêas pela Brasiliense
>>> Top Notch Fundamentals B with ActiveBook - Second Edition de Joan M. Saslow, Allen Ascher pela Person Longman (2011)
>>> O Cálculo com Geometria Analítica - volume 1 de Louis Leithold pela Harbra (1986)
>>> Prática Forense: Processo Civil- Direito Civil...:Atual. com Novo Código Civil Brasileiro e Alterações do CPC 2002 de João Roberto Parizatto/ Rénan Kfuri Lopes pela Edipa: Ed. Parizatto (2003)
>>> O Guia do Mochileiro das Galáxias - Volume um da Trilogia de Cinco de Douglas Adams pela Sextante (2009)
>>> Direito de Família / Encadernado de Orlando Gomes pela Forense (1984)
>>> A Velhinha De Taubaté de Luis Fernando Veríssimo pela Lpm (1986)
>>> Coletânea de Legislação Notarial e de Registro (2012)/ Capa Dura de Wânia do Carmo de Carvalho Triginelli/ Marinella Machado Araujo (Organizadoras) pela Recivil/ Belo Horizonte (2012)
>>> Manifesto da Poesia Pau-Brasil - Manifesto Antropófago - O Rei da Vela de Oswald de Andrade pela Paz e Terra (1996)
>>> Os Maias de Eça de Queiroz pela Landy (2001)
COLUNAS

Terça-feira, 24/11/2009
A deliciosa estética gay de Pierre et Gilles
Jardel Dias Cavalcanti

+ de 23600 Acessos
+ 1 Comentário(s)

"Nós amamos idealizar, mas falamos também da morte, do mistério e do absurdo da vida. Há tanto de doçura quanto de violência em nossas imagens." (Pierre et Gilles)

A emancipação dos homossexuais e sua ascensão a uma identidade individual e coletiva trouxe reflexos tanto na vida sexual e sentimental dos gays como na sua produção cultural. Não é de hoje que a cultura homossexual se expressa através da arte, ora com uma certa liberdade, ora com disfarces. Podemos ver "o amor que não ousa dizer seu nome" presente nas esculturas gregas com seus jovens idealizados como uma beleza suprema, em Michelangelo com seu Davi encarnando o mesmo ideal, no Fauno de Barberini escancaradamente homoerótico (foto da escultura abaixo) ou no velado homoerotismo do São Sebastião de El Greco.

Na literatura, desde Balzac (na sua novela de temática lésbica A menina dos olhos de ouro), até Baudelaire (que inicialmente chamou As Flores do Mal de As lésbicas, expondo o lesbianismo no poema "Mulheres malditas") e Oscar Wilde, com sua vida e estética, passando para Proust e posteriormente Genet (que teve seu livro Querelle divinamente filmado por Fassbinder). Ainda Thomas Mann, com seu Morte em Veneza, filmado por Visconti. Perto de nós temos, para ficar com apenas um exemplo cinematográfico, a paixão homossexual no belíssimo O Segredo de Brokeback Mountain.

Essa cultura, após a libertação gay, vai se expandir de forma variada e pública, seja no transformismo de David Bowie e Jagger, seja na androginia de Michael Jackson ou no lesbianismo fashion de Madonna e outras cantoras da música pop ou seja na fotografia de Mapplethorpe, com seus sensuais Black nude man, que vai impor um padrão de recuperação mais ousado para a beleza, sensualidade e potência da forma física masculina, erotizando-a para o gosto do publico gay. Os exemplos poderiam se multiplicar aos milhares.

Essa cultura é indissociável das transformações religiosas, científicas e sociais, da liberação progressiva dos meios e desejo dos artistas se exprimirem livremente, fazendo aparecer uma arte cuja representação homossexual é sugestiva, provocante e corajosa. Antes escandalosa e perseguida, agora, após a invenção da sexologia, o apelo cultural do corpo, as audácias literárias e cinematográficas e as renovadas leituras da história da arte, a cultura homoerótica não só é aceita, mas bastante respeitada.

Já dentro de um registro mais alegre (nem sempre), livre, divertido e pastichizante temos a arte dos artistas gays Pierre et Gilles (é como se autodenominam). Os franceses Gilles Blanchard (pintor) e Pierre Commoy (fotógrafo), além de formarem um casal, criaram uma parceria artística unindo fotografia e pintura. Os dois se conheceram em Paris em 1976 e desde esta época não pararam de produzir imagens intrigantes e divertidas.

Através principalmente de sua relação com a cultura pop e o entrelaçamento desta com imagens da arte europeia e a cultura de massa, permeada por uma adesão crítica à estética pornô soft, aos ícones do catolicismo, ao mundo da publicidade e dos objetos kitsch, criaram um grupo de obras que pode ser classificado como "estética homoerótica".

Além de fotografar ícones da cultura contemporânea como Madonna, Gautier, Deneuve, Nina Hagen, Naomi Campbell, Marilyn Manson entre outros, a dupla investe na iconologia gay de uma forma bastante interessante.

A técnica utilizada é a da colagem, do printing, da interferência da pintura na fotografia.

Uma das últimas obras dos artistas é o Saint Sebastien de la Guerre, criada especialmente para a mostra que fazem este ano no Rio de Janeiro, cidade que tem como seu patrono o São Sebastião (também santo protetor do Movimento Gay). Na obra aparece o retrato de um negro pelado, com cinco flechas incrustadas na carne, como São Sebastião, com quepe e lenço de marinheiro, tendo ao fundo navios e aviões de guerra, misturados a uma grande fumaceira escura. Trata-se de uma referência dupla: o corpo jovem, adolescente, em sua perfeita forma física, remetendo à escultura clássica-profana, e a imagem de um santo, ícone da cultura católica barroca. A novidade é que agora trata-se de um corpo de um negro, sexualizado à maneira de Mapplethorpe, trazendo o velho e batido clichê da potencia sexual dos homens negros. Outra referência é o marinheiro Querelle, do romance homossexual de Jean Genet filmado por Fassbinder.

A obra reúne sentimentos variados. Desde a paixão pela irresistível beleza máscula do corpo adolescente, configurando-se numa sensualidade ímpar, até o sentimento de terror, que nos aguarda assim que olhamos para o fundo da imagem. Duas dimensões da vida, acidamente construídas num único espaço. Nosso desejo, princípio da vida, unido à ideia perturbadora da morte, gerada pela guerra. Não sabemos se nos entregamos ao doce deleite erótico do corpo masculino ou se deixamos nossa mente ser confiscada pela morte anunciada. A própria flecha, ferindo momento tão belo da natureza, perturba um pouco nosso deleite. Mesmo a pintura, acrescentada à foto, nos transmite uma ideia mágica, de distanciamento, como se a imagem fosse inalcançável.

Segundo os artistas, eles gostam de misturar numa única obra "todas as cores, não só as da moda, cores da arte, da cultura popular. Mas somos mais visuais que literários. Mas adoramos misturar as coisas, como vários sabores diferentes numa cozinha".

Há também nas imagens criadas por Pierre et Gilles algo de industrial, como se a pele fosse algumas vezes plástica e outras vezes metalizada, e contendo ainda algo que nos remete ao corpo submetido a uma luz sublime, espiritualizada, como em Caravaggio.

O interessante é que essas imagens não são apenas cópias do mundo massificado, preocupado apenas em enredar nossas consciências num conformismo mercadológico. Ao contrário, elas trazem uma inquietação permanente. Ambíguas por excelência, unem ao prazer a dor, à alegria o espanto, ao nonsense a tragédia.

A obra dos artistas tem muito a ver com nosso país; segundo o curador da exposição no Brasil, Marcos Lontra, ela "esbanja sensualidade e tem uma representação multiétnica. A forma com a qual eles transformam seus modelos, criando todo um universo além da fotografia, lembra um pouco o carnaval". Sim, um festival de sensualidade no arenoso terreno da violência social.

A identificação não para por aqui. Segundo Gilles, "no Japão, alguns se identificaram com a mistura de violência e suaves das nossas telas. Na Rússia, com a referência aos ícones de santos ortodoxos. Aqui, podemos notar, além das imagens religiosas, a sensualidade, a leveza, mas também esse lado triste da saudade, que fazem parte do nosso universo".

Pierre et Gilles têm um olhar contemporâneo sobre as diferenças na sociedade e sobre a religiosidade. Revelam aquele amor que antes não ousava dizer seu nome, mas que agora diz: o amor homossexual. Mas também têm um desejo de valorizar o uso cruzado das novas técnicas industriais. E a obra deles é o resultado crítico desse encontro entre reflexão social e uso de novas tecnologias. As imagens são trabalhadas como cenários cuidadosamente compostos e com cores suntuosas, no que podemos chamar de movimento da fotografia plástica, que quer trazer para a fotografia o valor que tinha antigamente os quadros.

A diferença é que esse valor não trás mais a séria ideia de invenção (técnica e pensamento), tão cara à tradição, mas uma comunicação direta, como a da estética de massa, usando materiais e imagens por vezes não artísticos, livres de qualquer objetividade, apostando no antiintelectualismo, na superfialidade dos meios, na efemeridade da comunicação ― fim do culto, emotivo, superior e eterno.

Uma arte mais para decoração de cabaré de terceira ou presépio kitsch de época de natal do que para a Igreja de São Pedro em Roma. Na sua base, a ironia como crítica, o ajuntamento de fragmentos como método. Como disse Nicolau Sevcenko sobre o pós-moderno: "apenas um castelo de areia, frágil, inconsistente, provisório, tal como todo ser humano. Um enígma que não merece a violência de ser decifrado".

Para ir além
O Rio de Janeiro apresenta pela primeira vez no Brasil a exposição Pierre et Gilles: A Apoteose do Sublime. A mostra faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil. Serão expostas 26 fotografias dos artistas, de tiragem única e de grandes dimensões. As imagens, de grande poder formal e sensualidade, foram produzidas nas décadas de 80, 90 e já nestes anos 2000. A curadoria é de Marcus de Lontra. Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 ― Flamengo ― Rio de Janeiro. De 10 de novembro de 2009 a 17 de janeiro de 2010.


Jardel Dias Cavalcanti
Londrina, 24/11/2009


Mais Jardel Dias Cavalcanti
Mais Acessadas de Jardel Dias Cavalcanti em 2009
01. Davi, de Michelangelo: o corpo como Ideia - 3/11/2009
02. A deliciosa estética gay de Pierre et Gilles - 24/11/2009
03. Cigarro, apenas um substituto da masturbação? - 1/9/2009
04. Michael Jackson: a lenda viva - 13/1/2009
05. A poética anárquica de Paulo Leminski - 22/9/2009


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
2/5/2010
13h14min
Estou pesquisando sobre Pierre et Gilles. É difícil encontrar textos inéditos ou autorais sobre eles na internet. O que encontramos é sempre cópia da cópia. Um site copiando outro. Finalmente aqui encontrei algo novo. Infelizmente eu não concordo com a maneira como a obra da dupla francesa foi aqui analisada. De qualquer maneira vale pela originalidade.
[Leia outros Comentários de Branco Chiacchio]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




A RIVE GAUCHE
HERBERT R. LOTTMAN
GUANABARA
(1987)
R$ 10,00



BLACK SUN: THE BRIEF TRANSIT AND VIOLENT ECLIPSE OF HARRY CROSBY
GEOFFREY WOLFF (CAPA DURA)
RANDOM HOUSE (NOVA IORQUE)
(1976)
R$ 22,28



INUTEIS LUAS OBSCENAS - ROMANCE
POLVORA,HELIO
EDITORA CASARAO DO VERBO
(2017)
R$ 29,45



AVANCE - CURSO DE ESPAÑOL NIVEL INTERMEDIO
CONCHA MORENO, VICTORIA MORENO E PIEDAD ZURIT
SGEL
(1999)
R$ 28,82



PSYCHOLOGIE RÉCRÉATIVE 8514
C PLATONOV
DU PROGRÊS -MOSCOU
R$ 10,00



DIÁRIO DE CLASSE
BARTOLOMEU CAMPOS QUEIRÓS
MODERNA
(1992)
R$ 5,50



ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA SAÚDE DO ADULTO - 2ª EDIÇÃO
ARLETE SPENCER VANZIN E OUTROS
SAGRA LUZZATTO
(1988)
R$ 23,00



EVIDENCIAÇÃO DE PROVISÃO PARA ABANDONO DE ATIVOS DE LONGA DURAÇÃO
LUCIANO DE BIASI
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 349,00



O OUTRO
BERNHARD SCHLINK
RECORD
(2009)
R$ 7,00



AQUARELA BRASILEIRA
BETH CANÇADO
CORTE
(2001)
R$ 45,00





busca | avançada
38827 visitas/dia
1,0 milhão/mês