A deliciosa estética gay de Pierre et Gilles | Jardel Dias Cavalcanti | Digestivo Cultural

busca | avançada
27956 visitas/dia
890 mil/mês
Mais Recentes
>>> Palavraria Conversa e Versa
>>> Supercombo no Templo Music: Tour “Adeus, Aurora'
>>> Barracão Cultural estreia montagem de rua a partir de livro de Eva Furnari
>>> Marina Peralta lança novo EP, 'Leve'
>>> Dan Stulbach faz ensaio aberto de Morte Acidental de um Anarquista para alunos da Escola Wolf Maya
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Manual para revisores novatos
>>> A Copa, o Mundo, é das mulheres
>>> O espelho quebrado da aurora, poemas de Tito Leite
>>> Carta ao(à) escritor(a) em sua primeira edição
>>> Paris branca de neve
>>> A cidade e o que se espera dela
>>> De pé no chão (1978): sambando com Beth Carvalho
>>> Numa casa na rua das Frigideiras
>>> Como medir a pretensão de um livro
>>> Nenhum Mistério, poemas de Paulo Henriques Britto
Colunistas
Últimos Posts
>>> Mirage, um livro gratuito
>>> Lançamento de livro
>>> Jornada Escrita por Mulheres
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 3
>>> Juntos e Shallow Now
>>> Dicionário de Imprecisões
>>> Weezer & Tears for Fears
>>> Gryphus Editora
>>> Por que ler poesia?
>>> O Livro e o Mercado Editorial
Últimos Posts
>>> Oficina do diabo
>>> Rosa dos ventos
>>> Pelagem de flor II: NEGRO
>>> Efervescências
>>> Justoresoluto
>>> Em segundo plano
>>> A ver navios
>>> As esquinas dos amores
>>> Pelagem de flor I: VERMELHO
>>> Idade Mídia
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Os escritores jovens
>>> Guinga e sua Casa de Villa
>>> Pascal e a condição humana
>>> Aventuras pelo discurso de Foucault
>>> O Jovem e o Mar
>>> Luz em agosto
>>> Palestra de Guilherme Wisnik
>>> Jobs e o Macintosh
>>> Boa Tarde Às Coisas Aqui Em Baixo, de A L Antunes
>>> Um Furto
Mais Recentes
>>> Parcelamento Tributário & Moratória de Fábio Junqueira - Maria Inês Murgel pela Mandamentos/ Belo Horizonte (2019)
>>> Tratado de Infectologia de Ricardo Veronesi & Roberto Focaccia pela Atheneu (2009)
>>> Otimismo sem Limites: Levante Hoje para Lutar e Vencer! de Ômar Souki pela Landscape (2007)
>>> Otimismo sem Limites: Levante Hoje para Lutar e Vencer! de Ômar Souki pela Landscape (2007)
>>> Estrela da Manhã de Manuel Bandeira pela Global (2012)
>>> El Mito de Faeton en La Literatura Española (ilustrações Fcs. Fora do de A. Gallego Morell pela Madrid (1961)
>>> Vida Otimista de Ômar Souki pela Souki House (2004)
>>> Vida Otimista de Ômar Souki pela Souki House (2004)
>>> Vida Otimista de Ômar Souki pela Souki House (2004)
>>> Pregão Nas Licitações Municipais de Marcelo Palavéri pela Del Rey/ Belo Horizonte (2005)
>>> La Cancion Petrarquista en La Lirica Española del Siglode Oro:... de E. Segura Covarsi pela Madrid (1949)
>>> Evolução Política do Brasil e Outros Estudos de Caio Prado JR. pela Cia. das Letras (2012)
>>> La Transcripcion Castellana de los Nombres Proprios Griecos de Manuel F. Galiano pela Soc. de Estudios Clasicos/ Madrid (1961)
>>> A Condição Espacial de Ana Fani Alessandri Carlos pela Contexto (2015)
>>> Estudo Progressivo da Morfo- Sintaxi Latina de Prof. Oscarino da Silva Ivo pela Edit. da UFMG (1974)
>>> Estudo Progressivo da Morfo- Sintaxi Latina de Prof. Oscarino da Silva Ivo pela Edit. da UFMG (1974)
>>> Manual de Gramática Histórica Española de R. Menéndez Pidal (Ramón) pela Espasa- Calpe/ Madrid (1944)
>>> Um ano para enriquecer - 52 mensagens de otimismo e motivação de Napoleon Hill pela Record (2019)
>>> Controles Internos nas Organizações de Paulo N. Migliavacca pela Edicta (2004)
>>> Dante Vivo de Giovanni Papini pela Editorial Tor/ Buenos Aires (1942)
>>> A nova dependência (dívida externa e monetarismo) de Celso Furtado pela Paz e Terra (1983)
>>> Sans Frontieres 1 - méthode de français de Michele Verdelhan, Michel Verdelhan, Philippe Dominique pela Clé international (1982)
>>> Tom Jones (encadernado.- Completo Em 01 Volume) de Henri Fielding pela Circulo do Livro/ SP. (1985)
>>> Cozinha Prática - Massas de Cristian Muniz pela Pae (2015)
>>> Chico Buarque do Brasil de Rinaldo de Fernandes. Organizador pela Garamond (2004)
>>> A Religiosa/ Capa Dura de Diderot (denis) pela Circulo do Livro (2019)
>>> Sursis/ Classicos Modernos/ Encadernado de Jean- Paul Sartre / Tradução: Sergio Milliet pela Abril (1974)
>>> MacWEEK Guide to desktop video - cd rom included de Erik Holsinger pela ZIff-Davis Press (1993)
>>> Ação Cominatória e Outras Peculiares - Doutrina, Jurisprudência ... de Ulderico Pires dos Santos pela Paumape (1989)
>>> O líder em você. Como fazer amigos, influenciar pessoas e ter sucesso em um mundo em mutação de Stuart R. Levine e Michael A. Crom pela Record (1997)
>>> El Genio Latino de Anatole France pela Ed. Grandes Autores/ B. Aires (1943)
>>> Nacha Regules (novela) de Manuel Galvez pela Editorial Tor/ B. Aires (1933)
>>> O Direito Como Fato Social de José Florentino Duarte pela Sergio Antonio Fabris (1982)
>>> A Tributação Sobre Consumo de Bens e Serviços de Alessandra Machado Brandão Teixeira pela Mandamentos/ Belo Horizonte (2002)
>>> Lições preliminares de direito de Miguel Reale pela Saraiva (1995)
>>> Seguro: Teoria e Prática - Doutrina - Jurisprudência - Prática Forens de João Roberto Parizatto/ Autografado pela Edipa: Ed. Parizatto (2004)
>>> Manual Prático do Horóscopo Chinês de Minami Keizi pela Traço (1988)
>>> Reiki - Amor, Saúde e Transformação de Johnny de Carli pela Alfabeto (2017)
>>> As Novelas de Torquemada de Benito Pérez Galdós pela Paz e Terra (1989)
>>> A Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen de Eugen Herrigel pela Pensamento (1990)
>>> Umanesimo Positivo e Emacipazione Marxista de Galvano Della Volpe pela Sugar Editore (1964)
>>> Ciência e Tecnologia Hoje de Nicolas Witkowski pela Ensaio (1995)
>>> Luvas Brancas de John Kotre pela Mandarim (1997)
>>> I-Ching - A Alquimia dos Números de Wu Jyu Cheng pela Objetiva (1993)
>>> Computer Crimes de Maria Helena Junqueira Reis pela Del Rey/ Belo Horizonte (1997)
>>> O Budismo vivo e o mundo contemporâneo de Lama Anagarika Govinda pela Siciliano (1994)
>>> Luxúria. Coleção Sete Pecados Capitais de Simon Blackburn pela Arx (2005)
>>> Mundo, Vida e Esperança de Angela Coutinho ditado por Emmanuel pela Elevação (1999)
>>> O Budismo e o Caminho da Vida de Christmas Humphreys pela Cultrix (1995)
>>> Avareza. Coleção Sete Pecados Capitais de Phillis A. Tickle pela Arx (2005)
COLUNAS

Terça-feira, 24/11/2009
A deliciosa estética gay de Pierre et Gilles
Jardel Dias Cavalcanti

+ de 22700 Acessos
+ 1 Comentário(s)

"Nós amamos idealizar, mas falamos também da morte, do mistério e do absurdo da vida. Há tanto de doçura quanto de violência em nossas imagens." (Pierre et Gilles)

A emancipação dos homossexuais e sua ascensão a uma identidade individual e coletiva trouxe reflexos tanto na vida sexual e sentimental dos gays como na sua produção cultural. Não é de hoje que a cultura homossexual se expressa através da arte, ora com uma certa liberdade, ora com disfarces. Podemos ver "o amor que não ousa dizer seu nome" presente nas esculturas gregas com seus jovens idealizados como uma beleza suprema, em Michelangelo com seu Davi encarnando o mesmo ideal, no Fauno de Barberini escancaradamente homoerótico (foto da escultura abaixo) ou no velado homoerotismo do São Sebastião de El Greco.

Na literatura, desde Balzac (na sua novela de temática lésbica A menina dos olhos de ouro), até Baudelaire (que inicialmente chamou As Flores do Mal de As lésbicas, expondo o lesbianismo no poema "Mulheres malditas") e Oscar Wilde, com sua vida e estética, passando para Proust e posteriormente Genet (que teve seu livro Querelle divinamente filmado por Fassbinder). Ainda Thomas Mann, com seu Morte em Veneza, filmado por Visconti. Perto de nós temos, para ficar com apenas um exemplo cinematográfico, a paixão homossexual no belíssimo O Segredo de Brokeback Mountain.

Essa cultura, após a libertação gay, vai se expandir de forma variada e pública, seja no transformismo de David Bowie e Jagger, seja na androginia de Michael Jackson ou no lesbianismo fashion de Madonna e outras cantoras da música pop ou seja na fotografia de Mapplethorpe, com seus sensuais Black nude man, que vai impor um padrão de recuperação mais ousado para a beleza, sensualidade e potência da forma física masculina, erotizando-a para o gosto do publico gay. Os exemplos poderiam se multiplicar aos milhares.

Essa cultura é indissociável das transformações religiosas, científicas e sociais, da liberação progressiva dos meios e desejo dos artistas se exprimirem livremente, fazendo aparecer uma arte cuja representação homossexual é sugestiva, provocante e corajosa. Antes escandalosa e perseguida, agora, após a invenção da sexologia, o apelo cultural do corpo, as audácias literárias e cinematográficas e as renovadas leituras da história da arte, a cultura homoerótica não só é aceita, mas bastante respeitada.

Já dentro de um registro mais alegre (nem sempre), livre, divertido e pastichizante temos a arte dos artistas gays Pierre et Gilles (é como se autodenominam). Os franceses Gilles Blanchard (pintor) e Pierre Commoy (fotógrafo), além de formarem um casal, criaram uma parceria artística unindo fotografia e pintura. Os dois se conheceram em Paris em 1976 e desde esta época não pararam de produzir imagens intrigantes e divertidas.

Através principalmente de sua relação com a cultura pop e o entrelaçamento desta com imagens da arte europeia e a cultura de massa, permeada por uma adesão crítica à estética pornô soft, aos ícones do catolicismo, ao mundo da publicidade e dos objetos kitsch, criaram um grupo de obras que pode ser classificado como "estética homoerótica".

Além de fotografar ícones da cultura contemporânea como Madonna, Gautier, Deneuve, Nina Hagen, Naomi Campbell, Marilyn Manson entre outros, a dupla investe na iconologia gay de uma forma bastante interessante.

A técnica utilizada é a da colagem, do printing, da interferência da pintura na fotografia.

Uma das últimas obras dos artistas é o Saint Sebastien de la Guerre, criada especialmente para a mostra que fazem este ano no Rio de Janeiro, cidade que tem como seu patrono o São Sebastião (também santo protetor do Movimento Gay). Na obra aparece o retrato de um negro pelado, com cinco flechas incrustadas na carne, como São Sebastião, com quepe e lenço de marinheiro, tendo ao fundo navios e aviões de guerra, misturados a uma grande fumaceira escura. Trata-se de uma referência dupla: o corpo jovem, adolescente, em sua perfeita forma física, remetendo à escultura clássica-profana, e a imagem de um santo, ícone da cultura católica barroca. A novidade é que agora trata-se de um corpo de um negro, sexualizado à maneira de Mapplethorpe, trazendo o velho e batido clichê da potencia sexual dos homens negros. Outra referência é o marinheiro Querelle, do romance homossexual de Jean Genet filmado por Fassbinder.

A obra reúne sentimentos variados. Desde a paixão pela irresistível beleza máscula do corpo adolescente, configurando-se numa sensualidade ímpar, até o sentimento de terror, que nos aguarda assim que olhamos para o fundo da imagem. Duas dimensões da vida, acidamente construídas num único espaço. Nosso desejo, princípio da vida, unido à ideia perturbadora da morte, gerada pela guerra. Não sabemos se nos entregamos ao doce deleite erótico do corpo masculino ou se deixamos nossa mente ser confiscada pela morte anunciada. A própria flecha, ferindo momento tão belo da natureza, perturba um pouco nosso deleite. Mesmo a pintura, acrescentada à foto, nos transmite uma ideia mágica, de distanciamento, como se a imagem fosse inalcançável.

Segundo os artistas, eles gostam de misturar numa única obra "todas as cores, não só as da moda, cores da arte, da cultura popular. Mas somos mais visuais que literários. Mas adoramos misturar as coisas, como vários sabores diferentes numa cozinha".

Há também nas imagens criadas por Pierre et Gilles algo de industrial, como se a pele fosse algumas vezes plástica e outras vezes metalizada, e contendo ainda algo que nos remete ao corpo submetido a uma luz sublime, espiritualizada, como em Caravaggio.

O interessante é que essas imagens não são apenas cópias do mundo massificado, preocupado apenas em enredar nossas consciências num conformismo mercadológico. Ao contrário, elas trazem uma inquietação permanente. Ambíguas por excelência, unem ao prazer a dor, à alegria o espanto, ao nonsense a tragédia.

A obra dos artistas tem muito a ver com nosso país; segundo o curador da exposição no Brasil, Marcos Lontra, ela "esbanja sensualidade e tem uma representação multiétnica. A forma com a qual eles transformam seus modelos, criando todo um universo além da fotografia, lembra um pouco o carnaval". Sim, um festival de sensualidade no arenoso terreno da violência social.

A identificação não para por aqui. Segundo Gilles, "no Japão, alguns se identificaram com a mistura de violência e suaves das nossas telas. Na Rússia, com a referência aos ícones de santos ortodoxos. Aqui, podemos notar, além das imagens religiosas, a sensualidade, a leveza, mas também esse lado triste da saudade, que fazem parte do nosso universo".

Pierre et Gilles têm um olhar contemporâneo sobre as diferenças na sociedade e sobre a religiosidade. Revelam aquele amor que antes não ousava dizer seu nome, mas que agora diz: o amor homossexual. Mas também têm um desejo de valorizar o uso cruzado das novas técnicas industriais. E a obra deles é o resultado crítico desse encontro entre reflexão social e uso de novas tecnologias. As imagens são trabalhadas como cenários cuidadosamente compostos e com cores suntuosas, no que podemos chamar de movimento da fotografia plástica, que quer trazer para a fotografia o valor que tinha antigamente os quadros.

A diferença é que esse valor não trás mais a séria ideia de invenção (técnica e pensamento), tão cara à tradição, mas uma comunicação direta, como a da estética de massa, usando materiais e imagens por vezes não artísticos, livres de qualquer objetividade, apostando no antiintelectualismo, na superfialidade dos meios, na efemeridade da comunicação ― fim do culto, emotivo, superior e eterno.

Uma arte mais para decoração de cabaré de terceira ou presépio kitsch de época de natal do que para a Igreja de São Pedro em Roma. Na sua base, a ironia como crítica, o ajuntamento de fragmentos como método. Como disse Nicolau Sevcenko sobre o pós-moderno: "apenas um castelo de areia, frágil, inconsistente, provisório, tal como todo ser humano. Um enígma que não merece a violência de ser decifrado".

Para ir além
O Rio de Janeiro apresenta pela primeira vez no Brasil a exposição Pierre et Gilles: A Apoteose do Sublime. A mostra faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil. Serão expostas 26 fotografias dos artistas, de tiragem única e de grandes dimensões. As imagens, de grande poder formal e sensualidade, foram produzidas nas décadas de 80, 90 e já nestes anos 2000. A curadoria é de Marcus de Lontra. Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 ― Flamengo ― Rio de Janeiro. De 10 de novembro de 2009 a 17 de janeiro de 2010.


Jardel Dias Cavalcanti
Londrina, 24/11/2009


Mais Jardel Dias Cavalcanti
Mais Acessadas de Jardel Dias Cavalcanti em 2009
01. Davi, de Michelangelo: o corpo como Ideia - 3/11/2009
02. A deliciosa estética gay de Pierre et Gilles - 24/11/2009
03. Cigarro, apenas um substituto da masturbação? - 1/9/2009
04. Michael Jackson: a lenda viva - 13/1/2009
05. A poética anárquica de Paulo Leminski - 22/9/2009


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
2/5/2010
13h14min
Estou pesquisando sobre Pierre et Gilles. É difícil encontrar textos inéditos ou autorais sobre eles na internet. O que encontramos é sempre cópia da cópia. Um site copiando outro. Finalmente aqui encontrei algo novo. Infelizmente eu não concordo com a maneira como a obra da dupla francesa foi aqui analisada. De qualquer maneira vale pela originalidade.
[Leia outros Comentários de Branco Chiacchio]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




SUPER INTERESSANTE 328 - SEJA MAIS CRIATIVO
VARIOS AUTORES
ABRIL
(2014)
R$ 12,00



ORIGAMI BRILHANTE
DAVID BRILL
MADRAS
(2007)
R$ 40,00



NASCE UM POVO
MICHEL BERGMANN
VOZES
(2019)
R$ 7,00



ANÁLISE COMPARATIVA DO COMPORTAMENTO DE META-HEURÍSTICAS
MARCELO LOTIF UND ANDRÉ L. V. COELHO
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 279,00



O ENCONTRO ANALÍTICO : TRANSFERÊNCIA E RELACIONAMENTO HUMANO
MÁRIO JACOBY
CULTRIX
(1987)
R$ 18,99



COMO TELHADOS VERDES ALTERAM O BALANÇO TÉRMICO EM AMBIENTES INTERNOS?
THOMAS JEFERSON VIEIRA, LUCIANO FLEISCHFRESSER UND LUCAS AUGUSTO PRUDENTE
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 251,00



O MANUSCRITO PERDIDO 8353
JOSÉ BAROHONA (PREF. NELSON PEREIRA DOS SANTOS)
TORDESILHAS
(2012)
R$ 12,00



GRANDES VIDAS, GRANDES OBRAS - BIOGRAFIAS
SELEÇÕES DO READERS DIGEST
READERS DIGEST
(1968)
R$ 13,00



A NUDEZ DA VERDADE
FERNANDO SABINO
ÁTICA
(2001)
R$ 15,00



CÂMERA NA MÃO, O GUARANI NO CORAÇÃO - 6ª ED.
MOACYR SCLIAR
ÁTICA
(2002)
R$ 13,90





busca | avançada
27956 visitas/dia
890 mil/mês