O que eles disseram antes do último suspiro | Sérgio Augusto

busca | avançada
74889 visitas/dia
2,4 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Festival Halleluya em São Paulo realizará ação solidária para auxiliar as famílias no RS
>>> Povo Fulni-ô Encontra Ponto BR
>>> QUEÑUAL
>>> Amilton Godoy Show 70 anos. Participação especial de Proveta
>>> Bacco’s promove evento ao ar livre na Lagoa dos Ingleses, em Alphaville
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A pulsão Oblómov
>>> O Big Brother e a legião de Trumans
>>> Garganta profunda_Dusty Springfield
>>> Susan Sontag em carne e osso
>>> Todas as artes: Jardel Dias Cavalcanti
>>> Soco no saco
>>> Xingando semáforos inocentes
>>> Os autômatos de Agnaldo Pinho
>>> Esporte de risco
>>> Tito Leite atravessa o deserto com poesia
Colunistas
Últimos Posts
>>> Rodrigão Campos e a dura realidade do mercado
>>> Comfortably Numb por Jéssica di Falchi
>>> Scott Galloway e as Previsões para 2024
>>> O novo GPT-4o
>>> Scott Galloway sobre o futuro dos jovens (2024)
>>> Fernando Ulrich e O Economista Sincero (2024)
>>> The Piper's Call de David Gilmour (2024)
>>> Glenn Greenwald sobre a censura no Brasil de hoje
>>> Fernando Schüler sobre o crime de opinião
>>> Folha:'Censura promovida por Moraes tem de acabar'
Últimos Posts
>>> A ESTAGIÁRIA
>>> A insanidade tem regras
>>> Uma coisa não é a outra
>>> AUSÊNCIA
>>> Mestres do ar, a esperança nos céus da II Guerra
>>> O Mal necessário
>>> Guerra. Estupidez e desvario.
>>> Calourada
>>> Apagão
>>> Napoleão, de Ridley de Scott: nem todo poder basta
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Florbela Espanca, poeta
>>> Mamãe falhei
>>> À procura de barranco
>>> As armas e os barões
>>> 11 de Setembro e a Era do Terror
>>> Sobre as ilusões perdidas
>>> Mistérios Literários
>>> Vendem-se explicações do Planeta dos Macacos
>>> Caminho para a Saúde
>>> Romance breve
Mais Recentes
>>> O Herói Perdido de Rick Riordan pela IntrÍnseca (2011)
>>> Sem Folego de Brian Selznick pela Sm (2012)
>>> Manual De Metodos E Tecnicas De Pesquisa Cientifica de Izequias Estevam Dos Santos pela Impetus (2016)
>>> A Droga Da Obediência de Pedro Bandeira pela Moderna (2014)
>>> Compliance: Como Implementar de Marcos Assi pela Trevisan (2018)
>>> Nate Está Na Área de Lincoln Peirce pela Sextante (2014)
>>> Nós de Mauricio Negro pela Companhia Das Letrinhas (2019)
>>> Análise Técnica Clássica de Flávio Lemos, Celso Cardoso pela Saraiva (2010)
>>> Zumbizito: Descubra Seu Segredo de Kevin Bolger pela Novo Século (2012)
>>> Entrevista de Clarice Lispector pela Rocco (2007)
>>> Drogas: sua Liberdade Por um Fio de Denise Ortega pela Nova (2008)
>>> A Droga Do Amor de Pedro Bandeira pela Moderna (2014)
>>> O pulo da Carpa! de André Gravatá pela Sm (2022)
>>> Desmontando A Arara de Renata Bueno pela Ftd (2010)
>>> É Possível Superar A Violência Na Escola? de Luciene Regina Paulino Tognetta pela Do Brasil (2012)
>>> Sentidos De Milicia: Entre A Lei E O Crime de Greciely Cristina Da Costa pela Unicamp (2014)
>>> Odisseia Em Quadrinhos de Silvana Salerno pela Ftd (2022)
>>> Passaro Amarelo de Olga de Dios pela Boitatá (2016)
>>> Implantação De Inovações Curriculares Na Escola: A Perspectiva Da Gestão de Esther Carvalho pela Cla (2019)
>>> Metodologia OPEE: 20 Anos Inspirando Projetos de Vida de Leo Fraiman pela Ftd (2023)
>>> A Mala Maluca de Donaldo Buchweitz pela Ciranda Cultural (2021)
>>> O Sangue Do Olimpo: Os Herois Do Olimpo de Rick Riordan pela Intrínseca (2014)
>>> O Sonho Transdisciplinar E As Razões Da Filosofia de Hilton Japiassu pela Imago (2006)
>>> A Importância De Ser Prudente, Um Marido Ideal E Outras Peças de Oscar Wilde pela Veríssimo (2024)
>>> O Sucesso Jamais Será Perdoado - A Autobiografia Do Barão De Mauá de Irineu Evangelista De Souza pela Avis Rara (2024)
ENSAIOS

Segunda-feira, 21/10/2002
O que eles disseram antes do último suspiro
Sérgio Augusto
+ de 10900 Acessos
+ 9 Comentário(s)

Ainda vão dizer que a morte nunca mais foi a mesma depois que o psicodélico Timothy Leary a curtiu numa boa, via Internet. Ao contrário de Woody Allen, ele não só não temia a morte como adorou estar vivo quando ela bateu à sua porta. Como ela há muito se anunciara, sobrou tempo para Leary bolar suas últimas palavras com o mesmo capricho de quem vai, não para os campos elíseos, mas para a entrega do Oscar. Na hora h, preferiu ser breve: "Why not? Yeah!" (Por que não? Sim!).

Breve, impávido, mas nada brilhante.

Em seu lugar, Woody Allen talvez dissesse algo mais inteligente ou mais engraçado. "Rosebud", por exemplo. Ou, então, "Misericórdia divina, será que Rico chegou ao fim?"

(Quase todo mundo sabe que "Rosebud" foi a última coisa que o personagem de Orson Welles em Cidadão Kane pronunciou antes de morrer. Poucos, no entanto, ainda se lembram do epílogo de Alma no Lodo, quando o gângster Rico Bandello, aliás Edward G. Robinson, crivado de balas pela polícia, perguntava aos céus se sua hora afinal havia chegado.)

Mas é bem possível que Woody Allen, ao bater as botas, trema nas bases, perca o senso de humor e não se saia tão galhardamente quanto o poeta americano Hart Crane e o romancista inglês H.H. Munro, mais conhecido como Saki. Ao se jogar ao mar de um navio que o trazia do México, em 1932, Crane não se esqueceu de se despedir da turma do convés: "Adeus, pessoal!" Saki, apesar de atingido mortalmente por um tiro, em plena guerra, ainda encontrou forças para ordenar a um tabagista a seu lado: "Apague a porcaria desse cigarro!" Bravos rapazes. Enfrentar a morte com galhardia é proeza pra macho. Apesar das aparências, Oscar Wilde era um deles. Segundos antes de abotoar o paletó, pediu mais uma taça de champanhe e, sem perder o velho aplomb, comentou: "Estou morrendo como sempre vivi, além das minhas posses."

A despedida de Wilde é uma das minhas favoritas. Páreo duro com a de Goethe ("Mais luz!"), talvez a mais conhecida de todas depois do perdão que Cristo reivindicou na cruz para seus algozes.

Parece que sempre escurece quando entregamos a alma a Deus. "Acendam as luzes", ordenou o escritor O. Henry em seu leito de morte. "Eu não quero ir pra casa no escuro", acrescentou – e em seguida esticou as canelas. Acontece que na casa para onde ele ia tampouco havia luz, pois, segundo consta, do "outro lado" reinam as trevas – ao menos enquanto não decidem o nosso destino final, se o paraíso ou o inferno. Precavido, o filósofo Jean-Jacques Rousseau, ao empacotar, anunciou: "Vou ver o sol pela última vez."

Dorothy Parker morreu dormindo. É de se esperar que ela fizesse alguma gracinha antes de dar seu último suspiro. Na verdade ela fez, porém muito antes de vestir a camisola de madeira, quando escolheu os dizeres de sua lápide: "Pardon my dust" (Desculpe o pó), debochada alusão à substância a que a morte nos remete. Nisso igualou-se ao poeta inglês John Keats, que embora tenha sucumbido à tuberculose na presença de uma testemunha (o pintor Joseph Severn, a quem disse: "Vou morrer naturalmente. Não se assuste. Graças a Deus chegou a minha hora", tendo ao fundo uma sonata de Brahms), será sempre lembrado pela inscrição que sugeriu para a sua tumba: "Sinto as flores crescendo em cima de mim."

A propósito, nem todas as pessoas engraçadas que não morrem dormindo expiram com um chiste na ponta da língua. Sérgio Porto, o saudoso Stanislaw Ponte Preta, não soltou uma piada ao ser fulminado por um enfarte em 1968, mas a maneira como pediu à empregada que se comportasse naquele momento traiu o humorista: "Não olhe para mim, não, Lena, que eu estou apagando." Também era uma criada que o ex-campeão mundial de pesos pesados Max Baer tinha a seu lado quando, no ano seguinte, entregou suas luvas ao Todo Poderoso: "Oh, Deus, lá vou eu."

O estilo é o homem. Assis Chateaubriand exibiu sua autoridade até o fim: "Não vou escrever nem editar mais nada!". Se Voltaire foi trivial ("Me deixem morrer em paz"), Diderot nem a um passo da eternidade parou de filosofar. "O primeiro passo rumo à filosofia é a incredulidade", sentenciou em seu leito de morte. Charles Darwin mostrou-se modesto na hora de ajustar suas contas com o Criador. "Eu não tenho menos medo de morrer que os outros", confessou – e, como os outros, foi virar comida de minhoca.

No extremo oposto, encontramos Hegel, que mordeu o pó com a seguinte observação: "Só um homem conseguiu me entender... e não me entendeu direito." Um século mais tarde, outro gênio da opacidade, James Joyce, se despediria desta com uma pergunta enigmática: "Será que ninguém entende?". Joyce foi fiel a si mesmo até na hora de entregar a rapadura.

Seu conterrâneo George Bernard Shaw não ficou atrás. Ranzinza como ele só, irritou-se com a enfermeira que se esfalfava para mantê-lo vivo: "Irmã, você está tentando me manter vivo como uma peça de antiguidade, mas eu já acabei, cheguei ao fim, estou morrendo." E morreu mesmo. Com uma antiga idade, 94 anos.

Outro modelo de autenticidade, o empresário P.T. Barnum, dono dos mais luxuosos picadeiros da América no final do século passado, despediu-se do mundo dos vivos falando do que mais entendia: negócios. "Como foi a venda de ingressos hoje no Madison Square Garden?", perguntou a um assistente – e apagou. Se não me engano, demorou a morrer, padecendo um longo coma, do qual nunca emergiu. Tal não foi o caso do teatrólogo e grande frasista da Broadway Wilson Mizner, que ao sair do coma ainda teve cabeça para dar um fora no padre que tentava convencê-lo dos benefícios da confissão: "Por que me abrir com você se já falei com o seu patrão?"

As últimas palavras de Graciliano Ramos também foram proferidas na volta de um coma. Não, ele não se queixou de estar perto do fim ("Estou acabado", teria dito, segundo algumas versões). A víuva do escritor, Heloísa Ramos, conta que na verdade ele saiu do coma, olhou para ela, deu um sorriso crivado de ternura e dor, encostou a mão espalmada no rosto dela, sussurou "mamãezinha" e dormiu para sempre.

A morte do velho Graça não foi a única a ter mais de uma versão. Há quem sustente que Rabelais, ao morrer, disse estar indo "para o grande talvez". Outros, no entanto, asseguram que ele, bem ao seu estilo, ordenou aos circunstantes: "Desçam as cortinas, a farsa acabou." As last words de Byron também produziram discussões, a meu ver irrelevantes. Afinal, que diferença existe entre "agora, vou dormir" e "tenho de dormir agora"? Controvérsia mais procedente suscitaram as últimas palavras de Edgar Allan Poe. Para uns, ele teria clamado "Deus tenha pena de minha pobre alma". Segundo outros, Poe implorou que lhe estourassem os miolos com um tiro.

O dramaturgo norueguês Henrik Ibsen e o compositor alemão Arnold Schoenberg saíram de cena do mesmo jeito. A enfermeira entra no quarto e diz que ele (Ibsen, em 1906; Schoenberg, em 1951) está melhorando. "Ao contrário", contesta o moribundo, morrendo logo depois. Com o escritor inglês D.H. Lawrence ocorreu justamente o inverso. Suas últimas palavras traíam um otimismo descabido: "Estou melhor agora."

Tolstoi preocupou-se mais com a forma de sua morte ("E os camponeses? Como é que os camponeses morrem?") do que com o seu, digamos, conteúdo. Sócrates revelou-se um moribundo tão pragmático quanto P.T. Barnum. Antes de baixar sepultura, pediu a Cristo que saldasse uma dívida para ele. Platão? Limitou-se a agradecer por ter nascido homem, grego e contemporâneo de Péricles.

Nossa maior glória literária, Machado de Assis, foi mais abrangente que Platão. Cercado por seis amigos, entre os quais Euclides da Cunha, José Veríssimo e Coelho Neto, reservou o que ainda restava de seu fôlego para admitir que "a vida é boa". E só então partiu de vez.

Para amainar um pouco o tom forçosamente fúnebre desta página, ressuscito a mais divertida de todas as despedidas desta vida. Protagonista: o trêfego José do Patrocínio Filho, finado em 1929. Quando estava nas últimas, arruinado por drogas e biritas, sem apetite para nada, seu médico apelou para um alimento especial: leite humano. Ao ver a dificuldade com que a enfermeira tirava o leite dos belos e fartos seios de uma doadora profissional, para depositá-lo numa minúscula colher, Zequinha do Patrocínio arregalou os olhos e sugeriu: "Doutor, não é melhor eu mamar?". E em seguida foi mamar no além.

Nota do Editor
Texto gentilmente cedido pelo autor. Originalmente publicado no "Caderno2", de O Estado de S.Paulo, a 15 de junho de 1996.


Sérgio Augusto
Rio de Janeiro, 21/10/2002
Quem leu este, também leu esse(s):
01. Jim Clark e a Netscape de Adam Penenberg
02. Por que você escreve? de Sérgio Rodrigues
03. Filmes de saiote de Sérgio Augusto


Mais Sérgio Augusto
Mais Acessados de Sérgio Augusto
01. Para tudo existe uma palavra - 23/2/2004
02. O melhor presente que a Áustria nos deu - 23/9/2002
03. O frenesi do furo - 22/4/2002
04. Achtung! A luta continua - 15/12/2003
05. Filmes de saiote - 28/6/2004


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
5/12/2002
18h36min
Texto bastante interessante, como curiosidade. Algumas passangens até divertidas se você tem imaginação suficiente para visualizar a cena. Sucesso sempre, Gina Paola
[Leia outros Comentários de Gina Paola]
23/10/2010
08h26min
Bom. Nunca morri mas aconteceu, semana passada, de sonhar morrendo. Exclamei, bem alto: "Agora, não!", e acordei. É que eu tinha que estar vivo, hoje, pra ler este texto, interessante. Gostei muito desta do Zequinha do Patrocí­nio: "Doutor, não é melhor eu mamar?". E ele estava com toda razão. Se nascemos mamando, por que não morrer mamando?
[Leia outros Comentários de Vicente Freitas]
23/10/2010
09h38min
Ah! Esse texto (maravilhoso) me fez lembrar de uma (suposta) frase proferida por um famoso artista (acho que foi Bethoven). À beira da morte, um padre pediu para que ele confessasse todos os seus pecados e aceitasse Cristo em seu coração, renegando o Diabo. Eis que o artista deu um sorriso sutil e falou: "Acho que essa não é a melhor hora para fazer inimigos..." Genial. Como ele. Abraço a todos e vida longa ao Digestivo Cultural!!!
[Leia outros Comentários de Guilherme Ramos]
23/10/2010
09h46min
Eu espero estar só (porque salva já sei que estou), antes do meu último suspiro, pra dizer algo que preste! hehehe. Já que a morte é a nossa única certeza, acho bom já ir pensando nisso, não? Ótimo texto!
[Leia outros Comentários de Dayse Vilas Boas]
23/10/2010
09h56min
Não há morte. Apenas deixamos o corpo que abrigou a alma. Chegará o tempo em que não teremos mais corpo material, e sim de massa cósmica racional. Isto é, de luz eterna.
[Leia outros Comentários de Ivone Vebber]
23/10/2010
11h37min
Como escritora, pretendo ficar famosa... ou morrer tentando. rsss Para isso, já preparei meu lema na eternidade: "Eu não me arrependo de nada". Assim, os de lá de cima já estarão devidamente notificados. Parabéns pelo texto hilário e genial.
[Leia outros Comentários de Miriam Sales]
23/10/2010
21h01min
E o Presidente Lula, o que diria no seu último suspiro? Aposto que, balbuciando, ele diria: uma parte mí­nima de mim já se foi, agora vai o resto... e com certeza serei salvo pelo Bolsa Famí­lia, e que, segundo a Bíblia, só os pobres terão o reino do céu... e tem muito pobre me esperando lá. Mais, será que o Lula ia ter tanto fôlego assim antes de morrer?
[Leia outros Comentários de David Almeida]
25/10/2010
14h16min
Muito interessante... Quando eu morrer, quero uma lápide bem-humorada, pras pessoas não sentirem tristeza por mim.
[Leia outros Comentários de luciana rodrigues]
30/10/2010
01h33min
Muito bom. Agora fiquei imaginando quando... deixa pra lá...
[Leia outros Comentários de jdealmeida]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Livro Psicologia A Síndrome da Supermulher
Marjorie Hansen Shaevitz
Record
(1986)



Gothic Station 2 - a Diversidade do Gótico Brasileiro (com Cd)
Henrique Kipper; Luciana Fátima; Alex Twin
Gothic Station
(2017)



Lençois do Poseidon
Alvaro Basile Portughesi
Clareon
(2014)



Direito do Trabalho Esquematizado
Carla Teresa Martins Romar
Saraiva
(2013)



Vale das Vertentes - coleção veredas 14ª edição.
Giselda Laporta Nicolelis
Moderna
(1988)



A Igreja na Cultura Emergente - Cinco Pontos de Vista
Leonard Sweet
Vida
(2009)



Estratégias Logísticas Viáveis para Empresas Industriais de Confecções
Roberto Ednisio Vasconcelos Rocha
Blucher Acadêmico
(2008)



Saneamento Básico - Estudos E Pareceres A Luz Da Lei Nº 11.445-2007
Juliana Picinin e Cristiana Fortini
Fórum
(2009)



Best-seller o Melhor da Literatura
Diversos Autores
Litteris
(1996)



Caminhos da Paz
Eliane Montenegro e Outros
Aliança do Divino pastor
(2006)





busca | avançada
74889 visitas/dia
2,4 milhões/mês