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Quinta-feira, 23/12/2010
Comentários
Luciano


Sou mais o García Márquez
"Vargas Llosa reavaliou sua posição, mudando de lado e combatendo as ditaduras de esquerda e seus tiranetes (até Chávez)". Pena ele ter "esquecido" de combater também as ditaduras de direita... Creio que até as tenha apoiado. Por isso, fico com García Márquez. Quanto ao Nobel, que valor agregou a "Cem anos de solidão"? Este deixaria de ser um clássico se não tivesse ganhado o prêmio? Será que uma obra de arte precisa mesmo ser premiada? "Grande Sertão: Veredas" é menos importante por não ter ganho um prêmio (Nobel)? Até onde a arte pode/deve ser convertida em mercadoria? São perguntas que não fazemos, mas que carecem cada vez mais de respostas.

[Sobre "O Prêmio Nobel para Mario Vargas Llosa"]

por Luciano
23/12/2010 às
16h09 189.1.128.86
 
Pechincha literária
Pecincha! Pechincha! Quem quer trocar um García Márquez por mil Ryoki Inoue?! Quem quer? Aproveitem! Ninguém? Ninguém?

[Sobre "Ryoki Inoue"]

por LUCKY PITA
17/8/2010 às
12h29 200.20.0.154
 
A diferença é o salário mínimo
Ferreira Gullar, Caetano, Chico Buarque são artistas que foram inseridos na luta contra a ditadura pelo viés da liberdade de expressão, de comércio, liberdade de negócios e trocas. São classe-média e refletem as aspirações de sua classe. Este senhor aos poucos vai deixando claro sua face reacionária, conservadora, fascista, apoiando FHC e suas políticas que levaram o salário mínimo a valer 60 dólares, no fim do seu governo. Não querendo trocar um tucano de bico azul por outro de bico vermelho, temos de admitir que Lula deixa o salário mínimo valendo 330 dólares, quase 6 vezes mais! A diferença é gritante, pena que o Sr. Gullar viva tão longe dos gritos das ruas. Realmente o sr. Gullar não é um poeta sério...

[Sobre "Gullar sobre Lula e Dilma"]

por Luckyluck
11/6/2010 às
13h15 200.20.0.154
 
Outros deuses mortos
O cemitério dos deuses mortos: "Houve uma época em que Júpiter era o rei dos deuses, e qualquer homem que duvidasse de seu poder era ipso facto um bárbaro. Haverá hoje um único homem no mundo que adore Júpiter? E que fim levo Huitzilopochtli? Em um só ano - e isto foi há apenas cerca de quinhentos anos - 50 mil jovens foram mortos em sacrifício a ele. Hoje, se alguém se lembra dele, só pode ser um selvagem perdido nos cafundós da floresta mexicana. Falando em Huitzilopochtli, logo vem à memória seu irmão Tezcatilpoca, quase tão poderoso: devorava 25 mil virgens por ano. Levem-me a seu túmulo... prometo chorar e depositar uma coroa de flores. Mas quem sabe onde fica? Peça ao seu vigário que lhe empreste um bom livro sobre religião comparada: você encontrará todos eles devidamente listados. Todos foram deuses da mais alta dignidade - deuses de povos civilizados - adorados e venerados por milhões. Todos eram onipotentes, oniscientes e imortais. E todos estão mortos." H. L. Mencken

[Sobre "O cristianismo para Nietzsche"]

por LUCKYLUCK
28/5/2010 às
10h57 189.1.128.82
 
A ignorância religiosa
Viva Nietzsche! Quantos analfabetos já tornei ateus? Vários. Quantos doutores já tornei ateus? Vários. A ignorância religiosa é um baralho de cartas facilmente desmoronável, ainda mais em época de padres pedófilos, e cada ser é responsável pela lucidez da humanidade diante das trevas religiosas. Viva Nietzsche!

[Sobre "O cristianismo para Nietzsche"]

por LUCKYLUCK
28/5/2010 às
10h20 189.1.128.82
 
Os banqueiros estão felizes
Rodrigo Constantino parece um porta-voz dos bancos falando. Será ele empregado de algum grande banqueiro ou está apenas puxando o saco mesmo? Se a resposta for a segunda opção, sinto lhe informar, Rodrigo, que você vai continuar desempregado. Os banqueiros brasileiros estão felizes com o governo, apesar de ainda lutarem para privatizar a previdência, os serviços públicos que restaram e piorar ainda mais as condições para que o trabalhador se aposente de forma justa. Previdência deficitária? Você precisa rever seus (ou você só os está repetindo?) conceitos, Rodrigo. Quanto às formigas, que eu saiba as cigarras são os mesmos que você defende, os ricos e famosos, os industriais, os banqueiros, os agiotas. Que tal estatizar todos os meios de produção e tornar pública toda a riqueza que os próprios trabalhadores, ou seja, as formigas, criam? E vale lembrar que, sem os estímulos do governo, os empresários e banqueiros incompetentes que faliram a economia mundial, e que você tanto defende, já estariam falidos há tempos.

[Sobre "O voo de galinha do Brasil"]

por Luciano Pita
21/4/2010 às
10h19 189.1.128.85
 
Avatar e o mercado
"Avatar" é um produto extremamente mercadológico, pensado para vender. Como o foram "Parque dos Dinossauros", "Superman", "Spiderman", "Titanic" e muitos outros, todos filmes "revolucionários" em seus efeitos especiais, e todos descartáveis e esquecíveis. Parafraseando um famoso texto sobre deuses mortos, pergunto: onde estão enterrados esses filmes, todos inovadores, todos revolucionários, e todos descartáveis, como todo bom produto de marketing pensado apenas para entreter e vender? Alguém lembrará de pôr flores nos seus túmulos? Espero que não. Que "Avatar" também descanse em paz como um filme-pipoca que nada acrescentou à arte nem à vida das pessoas. Amém.

[Sobre "O futuro do ritual do cinema"]

por Luciano Pita
12/4/2010 às
13h08 200.156.97.164
 
O segredo do grão
Usei a busca do site para encontrar algo sobre "O segredo do grão" e encontrei uma rápida resenha-quase-uma-citação nesse texto. O filme merecia um pouco mais, na minha opinião. Nunca tinha visto a luz do sol ser utilizada de maneira tão explícita. A luz dos postes, de dentro de casa, das lâmpadas fluorescentes. A luz ambiente é a estrela do filme, e seu objetivo é iluminar os diálogos e as situações sem roteiro que vemos na tela. Sem luzes e efeitos especiais, a humanidade dos personagens, da economia, da política, da sociedade salta aos olhos. É preciso sobreviver, mas será preciso fazê-lo sem abrir mão de nossa dignidade, quando ainda há alguma? Talvez seja esse o segredo do grão.

[Sobre "O melhor de 2008 ― literatura e cinema"]

por arqpita
5/4/2010 à
00h18 189.1.128.85
 
Falta de tempo e dinheiro
Essa semana houve uma greve de professores em São Paulo. Folha e Estadão primeiro disseram se tratar de meia dúzia de gatos pingados. Outra manifestação, com centenas de professores indignados com a situação da educação no país e com sua própria situação. Folha e Estadão tentaram vincular a greve a grupos políticos adversários do governador Serra, e não ao salário de fome e às precárias condições dos mestres. Ok, ok, os professores são maus, o governador é um herói puro e bondoso e a Folha e o Estadão recebem vultosas quantias em publicidade estatal (como os professores poderiam pagar propaganda na mídia impressa?!). Com uma imprensa de tal modo vendida e corrompida por verbas publicitárias, como seria possível o povo brasileiro ler tanto jornal? Mesmo porque, lembremos, as políticas do PSDB, PT, PMDB etc, de empobrecimento e exploração do povo são cada vez maiores. Não sobra tempo nem dinheiro para ler jornal, como fazem os britânicos, franceses, alemães e norte-americanos...

[Sobre "Como os jornais vão sobreviver na era da internet?, por Hal Varian"]

por Luciano Pita
2/4/2010 às
12h24 189.1.128.85
 
Concordo plenamente
Concordo plenamente com o artigo. O filme é muito bonito, enche os olhos, tem um ritmo que respeita a inteligência humana, diferente do cinema USA - onde se tenta a todo custo esconder as deficiências e a precariedade de enredo e roteiro geralmente superficiais e moralistas. Mas "O Segredo..." tem um clima conservador pairando o tempo todo, e, embora citique a ditadura, acaba agindo como a mesma: perseguindo e pré-julgando, tornando a investigação policial em objeto fetichizado, voyerizado, suscitando sentimentos de justiça com as própiras mãos na plateia, despertando pena em vez de consciência crítica. Por trás de um verniz de arte se esconde a lógica e a ideologia de nosso tempo, sem contestação de suas mazelas, tão gritantes na Argentina e no restante da América Latina de nossos dias. O filme, ao ir na direção do Oscar, deixou de lado sua chance de reflexão e arte verdadeira, e essa influência, com certeza, será sentida, queira ou não, nas produções latinas que ainda virão.

[Sobre "Como se vive uma vida vazia?"]

por Luciano
2/4/2010 às
12h09 189.1.128.85
 
UP: alto desperdício de tempo
Interessantes os casos envolvendo os quadrinhos. Quanto ao filme "UP", não concordo. Perda de tempo, desnecessário. Um viúvo vem de balão para a América do sul, pousa em Salto Angel, na Venezuela, e desperdiça nosso tempo correndo atrás de um pássaro imaginário. Onde estão os nativos da Venezuela? Seus costumes, sua cultura, o intercâmbio? Seria muito bom ver um senhor moralista e conservador, como o criado pelo desenho, ser confrontado em suas crenças por um povo guerreiro, e sofredor, como o latino. Realmente, perderam a oportunidade de fazer um filme que contribuísse não apenas com efeitos especiais para a humanidade. Mais um filme-pipoca irritante e alienante que Tio Sam nos empurra com seus milhões de $... Não assistam.

[Sobre "2009: intolerância e arte"]

por Luciano Pita
18/1/2010 às
08h47 189.1.140.15
 
Camelôs Virtuais?
"Aprenda multimídia", "aprenda flash", "ganhe dinheiro com jornalismo", "fique on-line o tempo inteiro", "faça um blog", compre o livro, a camisa, o DVD... Parecem conselhos de um vendedor e não de um jornalista. Ou seja: não é sério. Isso me lembrou a TV atual, tomada de cantores-vendedores, apresentadores-vendedores, escritores-vendedores, que não produzem uma única linha de cultura. Apenas falam sem parar, histericamente... e vendem bugigangas. Nada tenho contra o jornalismo virtual, mas sim contra os camelôs da vida e das ideias humanas. Não, obrigado.

[Sobre "Jornalistas são seres humanos?"]

por Luciano Pita
5/11/2009 às
09h32 189.1.140.67
 
Os verdadeiros ladrões...
O problema não são "eles", mas os "outros": as famílias de políticos e banqueiros que controlam nossa economia há séculos. Famílias como os Calheiros, os Sarneys, os Maias, os Meirelles, os Maltas, além das famílias mais "recentes", como os Maluf, os Magalhães, os Maggi. Concentram terras, riquezas, dinheiro público e de sonegação que desviam para suas contas em paraísos fiscais. Como resolver esse grande problema? Como seguir, desvendar, revelar, encarcerar essas famílias? Como pôr a polícia para prender os verdadeiros ladrões, que atuam em esferas muito longe das ruas, como bolsas de valores, congressos e tribunais? Como encarcerar juízes que passam férias em resorts pagos por banqueiros? Já fui assaltado 10 vezes, no Rio de Janeiro, onde vivo. Em Niterói, São Gonçalo, na Central, na Tijuca, em Madureira, e não desejo mal aos que me assaltaram. O ovo da serpente que irá nos envenenar é chocado diariamente por trás das portas do poder.

[Sobre "Fui assaltado"]

por Luciano Pita
24/8/2009 às
12h05 189.1.128.83
 
A Serra da Barriga
Escolheria a Serra da Barriga, na Borborema, em Alagoas. Era lá que ficava o Quilombo dos Palmares, cujo grito forte "correu terra, céus e mares", como canta o Samba campeão "Kizomba, festa da raça", de Vila Isabel. Palmares também foi kizomba, congregação, resistência contra a exploração. Mais que turismo ecológico, que turismo mí­stico, quero viajar em um turismo histórico, antes que tudo exploda; ver a altura da serra para onde fugiam os escravos fugindo de seus senhores brutais e violentos, tentando escapar de uma legislação repressora e aristocrática, da prisão, dos castigos, do trabalho exaustivo e das senzalas insalubres e desumanas. Seria possí­vel em Palmares ouvir os ecos do caxambu, dando o ponto do jongo que marcava as festas da comemoração da liberdade? Seria possí­vel refundar Palmares, destronar os novos reis da terra e instituir uma nova constituição mundial baseada nos ideais de Zumbi? Que segredos e mistérios a Borborema guarda que poderia despertar do sono a todos nós? "Anastácia não se deixou escravizar", por que nós nos deixamos? Vou lá ver se o turismo me ajuda a rever conceitos, despertar minha consciência e comprar algumas lembranças para minha tia que mora ali em Bangu. [Niterói - RJ]

[Sobre "Promoção Último Turista"]

por Luciano Pita
7/8/2009 às
11h08 189.1.128.82
 
Bravo, Eça
Eça de Queirós, pois consegue superar o limite do tempo e do espaço, com histórias carregadas de humanidade, de sentimento e de uma realidade embebida em tradições, fantasias, expectativas, decepções, derrotas. As mudanças pessoais, em Eça, não tentam superar as mudanças sociais e polí­ticas, quando muito não passam de reflexos dessas. Não há intenções nos livros de Eça de Queirós, mas ações, frutos da alienação e do despreparo que é resultado da miséria humana portuguesa. Ou seja: atemporal e universal! Bravo, Eça de Queirós! [Niterói - RJ]

[Sobre "Promoção Meu Nome é Legião"]

por Luciano Pita
28/7/2009 às
13h51 189.1.128.89
 
Julio Daio Borges
Editor
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