Festival da Mantiqueira: final | Digestivo Cultural

busca | avançada
29939 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
Colunistas
Últimos Posts
>>> Nubank na Hotmart
>>> O recente choque do petróleo
>>> Armínio comenta Paulo Guedes
>>> Jesus não era cristão
>>> Analisando o Amazon Prime
>>> Amazon Prime no Brasil
>>> Censura na Bienal do Rio 2019
>>> Tocalivros
>>> Livro Alma Brasileira
>>> Steve Jobs em 1997
Últimos Posts
>>> O céu sem o azul
>>> Ofendículos
>>> Grito primal V
>>> Grito primal IV
>>> Inequações de um travesseiro
>>> Caroço
>>> Serial Killer
>>> O jardim e as flores
>>> Agradecer antes, para pedir depois
>>> Esse é o meu vovô
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Até você se recompor
>>> Lobão e Olavo de Carvalho
>>> Sabemos pensar o diferente?
>>> Crítica à arte contemporânea
>>> A literatura feminina de Adélia Prado
>>> Jorge Caldeira no Supertônica
>>> A insustentável leveza da poesia de Sérgio Alcides
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Millôr e eu
>>> As armas e os barões
Mais Recentes
>>> Aí vem o sonhador de Ronald S. Wallace pela Vida (2014)
>>> Cantando ao Senhor de D. Martyn lloyd- Jones pela Pes (2013)
>>> A vida crucificada de A.w. tozer pela Vida (2013)
>>> Relógio de Pandora de John J. Nance pela Record
>>> A Vinha do Desejo de Sylvio Back pela Geração Editorial (1993)
>>> Mana Silvéria de Canto e Melo pela Civilização Brasileira (1961)
>>> O Ladrão de Palavras de Marco Túlio Costa pela Record (1983)
>>> Belle Époque de Max Gallo pela Globo/ RJ. (1989)
>>> Sonetos (livro de Bolso) de Antero de Quental pela Edições Cultura/ SP.
>>> O Imprecador de René-Victor Pilhes pela Círculo do Livro
>>> Escola de Mulheres (Capa dura) de Molière (Tradução): Millôr Fernandes pela Circulo do Livro (1990)
>>> Vida Incondicional de Deepak Chopra pela Best Seller (1991)
>>> Poesias Escolhidas de Sá de Miranda pela Itatiaia (1960)
>>> Prosas Históricas de Gomes Eanes De Zurara pela Itatiaia (1960)
>>> Historiadores Quinhentistas de Rodrigues Lapa (Seleção pela Itatiais (1960)
>>> Os Oceanos de Vênus de Isaac Asimov pela Hemus (1980)
>>> O Vigilante de Isaac Asimov pela Hemus (1976)
>>> Today and Tomorrow And... de Isaac Asimov pela Doubleday & Company (1973)
>>> Como Fazer Televisão de William Bluem pela Letras e Artes (1965)
>>> Clipper Em Rede - 5. 01 de Gorki da Costa Oliveira pela Érica (1999)
>>> Para Gostar de Ler - Volume 7 - Crônicas de Carlos Eduardo Novaes e outros pela Ática (1994)
>>> londres - American Express de Michael jackson pela Globo (1992)
>>> Programando em Turbo Pascal 5.5 inclui apêndice da versão 6.0 de Jeremy G. Soybel pela Makron Books (1992)
>>> Lisa- Biblioteca do Ensino Médio -vol. 7 - Ciências - Minerais e sua pesquisa de Aurélio Bolsanelo pela Livros Irradiantes (1973)
>>> Ciências - Corpo Humano de Francisco Andreolli pela Do Brasil (1988)
>>> standard postage stamp catalogue de Sem autor pela Scott (1976)
>>> standard postage stamp catalogue de Sem autor pela Scott (1977)
>>> standard postage stamp catalogue de Sem autor pela Scott (1977)
>>> A World on Film de Stanley Kauffmann pela Harper & Row (1966)
>>> American Wilderness de Charles Jones pela Goushã (1973)
>>> Brazil on the Move de John dos Passos pela Company (1963)
>>> A Idade Verdadeira ( Sinta-se mais Jovem cada dia) de Michael R. Roizen M.D. pela Campus (2007)
>>> The Experience of America de Louis Decimus Rubin pela Macmillan Company (1969)
>>> Regions of the United States de H. Roy Merrens pela Nally & Company (1969)
>>> The Making of Jazz de James Lincoln Collier pela Company (1978)
>>> The Borzoi College Reader de Charles Muscatine pela Alfred. A. Knopf
>>> Architecture in a Revolutionary Era de Julian Eugene Kulski pela Auropa (1971)
>>> Asatru - Os Deuses do Tempo de Bruder pela Do autor (2018)
>>> Talento para ser Feliz de Leila Navarro pela Thomas Nelson Brasil (2009)
>>> Trappers of the West de Fred Reinfeld pela Crowell Company (1957)
>>> Familiar Animals of America de Will Barker pela Alastair (1956)
>>> Asatru - Os Deuses do Tempo de Bruder pela Do autor (2018)
>>> O Outro Lado do Céu de Arthur C. Clarke pela Nova Fronteira (1984)
>>> international human rights litigation in U. S. courts de Beth stephens pela Martiuns (2008)
>>> the round dance book de Lloyd shaw pela Caxton printers (1949)
>>> Fonte de Fogo de Anne Fraisse pela Maud (1998)
>>> The Story of Baseball de John Durant pela Hastings House (1947)
>>> Dicionário de Clínica Médica - 4 volumes de Humberto de Oliveira Garboggini pela Formar
>>> Modern artists na art de robert L. Hebert pela A spectrum book (1964)
>>> A Treasury of American Folklore de Benjamin Albert Botkin pela Crown (1947)
BLOG >>> Posts

Sábado, 28/6/2008
Festival da Mantiqueira: final

+ de 3200 Acessos
+ 1 Comentário(s)

Antecedendo em um mês a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), que neste ano acontecerá entre 2 e 6 de julho, no dia 1 de junho ocorreu o encerramento do Festival da Mantiqueira ― Diálogos da Literatura, em São Francisco Xavier. Por três dias, nesse bucólico distrito do município de São José dos Campos (SP), foram discutidas as relações da literatura com o cinema, música e televisão. Além desses painéis, houve conversas com escritores, como aquela conduzida por Fernando Morais sobre seu livro mais recente, O mago, já tratada aqui no blog do Digestivo Cultural.

Nos bastidores, estudantes, professores e profissionais de bibliotecas, previamente selecionados por meio de concurso, participaram de oficinas, ministradas respectivamente por Marcelino Freire, Ivana Arruda Leite e Alice Bandini.

O Festival da Mantiqueira, iniciativa bem recebida tanto pelo público como pela mídia que cobriu o evento, abriu na manhã de sábado, dia 31 de maio, com o painel sobre os elos entre literatura e cinema. Dele participaram Suzana Amaral, Marçal Aquino e Moacyr Scliar. Adequação melhor, impossível. Enquanto aquela primeira, como cineasta, escreveu o roteiro e dirigiu A hora da estrela e Uma vida em segredo, baseados em obras de Clarice Lispector e Autran Dourado, este último, no reverso da medalha, teve um de seus livros, Sonhos Tropicais, transformado em filme, dirigido por André Sturm (por coincidência, o responsável pelo evento, em nome da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo). No centro desses dois pólos, Marçal Aquino, o premiado escritor (Prêmios Nestlé e Jabuti) que não apenas roteirizou para o cinema algumas de suas obras, como escreveu diretamente roteiro para filme. Nas palavras de Aquino, embora seu chão seja a literatura, está emprestado para o cinema.

Os três foram unânimes em reconhecer que literatura e cinema são searas diversas: uma utiliza palavras, outra, imagens, como apontado por Amaral e Scliar; uma é trabalho individual, outra é coletiva, como frisado por Aquino.

O livro tem que fazer "plim" no coração (Suzana Amaral)
Para Suzana Amaral, passar um livro para a tela não é processo de adaptação, mas, sim, de recriação. É necessário ler, reler, interiorizar a obra literária para só então transpô-la para outro suporte. O roteirista, e depois o diretor, criam uma terceira obra, em que é possível abreviar passagens, matar ou aumentar personagens. Indo adiante, no processo de filmagem, mais coisas podem ser reinterpretadas, em face de realidades fílmicas e parafílmicas. Entre estas últimas, ela apontou a falta de recursos financeiros; entre aquelas primeiras, a necessidade de alterar a linguagem literária, ancorada na palavra, para a linguagem cinematográfica, construída por imagens.

Suzana não tem uma razão para sua preferência em filmar literatura. "É como ter que responder o porquê de casarmos com alguém." Confessou nunca ter sido uma leitora voraz: leu mais quando cursava o mestrado em cinema, na New York University. Em 1977, ano em que Clarice Lispector faleceu, foi à biblioteca da NYU (onde a seção de literatura brasileira é uma das mais completas dos Estados Unidos) e tirou o livro mais fino da autora. Despertando o riso da platéia, Suzana firmou sua predileção por livros finos, uma vez que neles a verdade do autor está concentrada (como nos perfumes, os melhores nos menores frascos). O livro tem que fazer "plim" no coração.

O bom escritor poupa o leitor dos diálogos (Moacyr Scliar)
Moacyr Scliar, admitindo ser de uma geração de cinéfilos e de escritores que moldaram visões de mundo através do cinema, introduziu a polêmica ao diálogo. Depois de endossar as considerações de Suzana Amaral sobre as diferenças entre as linguagens, afirmou que a criação literária hoje é diferente da do passado por causa do cinema. E que escrever livros é diferente de escrever roteiros. Na dupla qualidade de médico e escritor, foi convidado pela Rede Globo para escrever o roteiro de um episódio da série "Obrigado, Doutor". Entregue o roteiro, recebeu como resposta do diretor: "Ótimo como literatura, mas ruim como roteiro". Na literatura, o autor lida com palavras, enquanto que no cinema, com personagens. Além disso, há a questão do diálogo. No cinema, ele é mais importante do que no livro. Nessa altura, o pomo da discórdia foi lançado na ampla tenda em que ocorreu o evento.

O acadêmico Moacyr Scliar defendeu com unhas e dentes que um bom autor poupa o leitor dos diálogos. Na literatura, quanto menos diálogo, melhor. Autores mais experientes conhecem a qualidade da obra pela ausência de diálogos. Fazem o teste da mancha da folha: quanto mais compacta, mais literatura.

Pelas perguntas que se seguiram, o auditório teve poucos ouvidos para as divagações finais de Scliar: a maioria tentava digerir as diatribes do imortal membro da Academia Brasileira de Letras sobre diálogos no texto literário.

O escritor que entrega uma obra sua para o cinema tem que estar preparado para a traição (Marçal Aquino)
Marçal Aquino pontuou que entre a obra coletiva, que é o cinema, e a individual, que é o livro, este último sempre leva vantagem. Na literatura, o escritor precisa de lápis e papel; no cinema, de roteirista, diretor, atores, contra-regra, montador, diretor de arte, figurinista, maquiador... Citou Fellini, que pregava que o filmado é aquilo que fica na cabeça do diretor depois da leitura do livro; portanto, o escritor deve estar preparado para a traição.

Será que haveria espaço para os acalorados debates sobre a questão dos diálogos na literatura? A primeira pergunta veio do escritor, cronista e dramaturgo Mario Prata, que de forma veemente perguntou como ficariam os diálogos, por exemplo, de Dostoievski e de Nelson Rodrigues (teatro também é literatura). Aquino logo sinalizou que discordava de Scliar. Suzana Amaral moderou, recordando que cinema é feito de imagens: o teste de um filme é assisti-lo sem som. Bons roteiros são feitos com poucos diálogos que, em abundância, transformam o cinema em teatro. Scliar ficou irredutível: poucos escritores utilizam bem o diálogo, por isso a regra é que literatura de qualidade não tem diálogo.

Os ingleses têm como regra que the proof of the pudding is in the taste ("a prova do pudim está em prová-lo", mais ou menos assim para preservar a rima). Scliar que, como jurado de inúmeros concursos literários, revelou desprezar sem ler originais reprovados na prova da mancha, elegeu, em parceria com Luiz Antonio de Assis Brasil, em 2005, Hoje está um dia morto, como o vencedor do Prêmio SESC Literatura, na categoria romance. O livro de André de Leones é cheio de diálogos. Scliar, que assina uma das capas, certifica que se trata de um livro surpreendente. Participante de concursos literários, não levem a sério certas afirmações categóricas!

A literatura às vezes nos chega pela primeira vez através da oralidade (Milton Hatoum)
Depois dos embates matutinos, a tarde foi brindada com a tranqüilidade da voz de Milton Hatoum. O autor de livros que já nascem clássicos, todos laureados (Relato de um certo Oriente, Dois irmãos, Cinzas do Norte, Órfãos do Eldorado), recordou à platéia que a literatura às vezes nos visita pela primeira vez por meio da oralidade. Seu primeiro livro foram os relatos que seu avô lhe fazia em Manaus, debaixo de um jambeiro: reminiscências da vida e trechos do que ele se lembrava das Mil e uma noites.

Só aos 12 ou 13 anos é que foi ler Machado de Assis. A estréia deu-se por meio dos contos, achados ao acaso nas obras completas que a mãe adquirira de um vendedor ambulante. O segundo passo foi dado em um castigo: o professor, como punição, impusera-lhe a leitura de Os Sertões, de Euclides da Cunha. Para Hatoum, durante essa fase de formação, o diálogo com a literatura transformou-se em um diálogo com o Brasil: Vidas secas (Graciliano Ramos), O continente (da trilogia O tempo e o vento, de Érico Veríssimo), Capitães de areia (cuja edição mais recente, da Companhia das Letras, conta com um pósfácio que ele assina) fizeram-no entender que o mundo era algo maior do que a já gigantesca região amazônica.

De forma paralela, nas aulas particulares de francês com a mulher do cônsul da França em Manaus, Hatoum começou a ler Gustave Flaubert, dando início àquilo que ele chama de diálogo Paris-Manaus. Voltaria, décadas depois, para Flaubert, traduzindo-o. Depois do nomadismo dos anos 1970, época em que veio para São Paulo, estudou arquitetura, publicou um livro de poesias, intitulado Amazonas, um rio entre ruínas, partiu para a Europa. Na Espanha, deu início a uma obra mais ou menos autobiográfica, projeto que abandonou, mas que ressurge depois, modificado, em Cinzas do Norte. "Num certo momento, tudo é importante para alguém que escolhe a literatura como razão de vida." Foi após a morte do avô que colocou em marcha o Relato de um certo Oriente. Quando começa um texto, segredou Hatoum, nunca sabe a extensão que esse terá. Não é só com ele que isso acontece: Conrad começou a escrever Lord Jim como conto e terminou como um grande romance.

Hatoum insistiu que a literatura não busca saída, magia nem magos. "Quem quer facilidade, devia evitá-la, confirmem-no Lord Jim, Emma Bovary ou Grande Sertão: Veredas. A felicidade não nos é dada de graça", em suas palavras.

Durante os debates, as questões foram muitas. Aqui fica destacada apenas sua resposta à indagação de como estimular a leitura entre os jovens. Embora não se possa forçar ninguém a ler, o escritor alertou que é um crime negar aos jovens o acesso à leitura. Aos sem recursos, a opção deveria ser ao menos oferecida: ler ou não ler. Uns gostam, outros não, mas a liberdade de acesso deve ser assegurada.

Por fim, um recado aos escritores estreantes: um bom texto sempre aparece. Pode demorar, para confirmar essa regra; entretanto, aparece.

Em sua primeira edição, o Festival da Mantiqueira causou a melhor das impressões. Votos para que se repita por muitos anos, entrando de forma definitiva no calendário cultural paulista.

Nota do Editor
Eugenia Zerbini, escritora, vencedora do Prêmio SESC Literatura, em 2004, com seu romance de estréia, As netas da Ema. Conclui atualmente A mãe dos brasileiros, biografia romanceada da imperatriz Teresa Cristina, mulher de D.Pedro II.


Postado por Eugenia Zerbini
Em 28/6/2008 à 01h03


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Yarny e My Writing Spot de Yuri Vieira


Mais Eugenia Zerbini no Blog
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
10/7/2008
16h08min
Espaços para a Literatura com comentários de autores como Eugenia Zerbini são fundamentais. Num país como o Brasil que tem uma alta porcentagem de jovens que não sabem ler e escrever, comentários sobre importantes autores num evento como o de São Francisco Xavier possibilita, a qualquer pessoa, saberes preciosos. São preciosas as passagens contadas por Eugenia... são preciosas as relações entre a Literatura e as outras Artes... são preciosos blogs como estes. Simone Alcântara
[Leia outros Comentários de Simone Alcântara]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




DOCE VÔO DA JUVENTUDE
DR ALEX BOTSARIS E DRA FLÁVIA ADDOR
OBJETIVA
(2007)
R$ 35,00
+ frete grátis



LONELY PLANET: NOVA YORK - COM MAPA DESTACÁVEL
REGIS ST. LOUIS E CRISTIAN BONETTO
GLOBO LIVROS
(2014)
R$ 24,00



CAMPINAS, SEMENTEIRA DE IDEAIS - VULTOS E TRADIÇÕES VOL 1
MÁRIO PIRES
LETRAS DA PROVINCIA
R$ 65,00



KOREAN. SENIOR VOCABULARY 10,000 HIGH SCHOOL ENGLISH WORDS & IDIMOMS
DIVERSOS AUTORES
KOREAN
R$ 25,00



AS INTERAÇÕES NO COTIDIANO ESCOLAR, DESVENDANDO O ESTIGMA NA INCLUSÃO
MANOEL ALVES DO NASCIMENTO
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 349,00



O CASAMENTO
DANIELLE STEEL
RECORD
(2002)
R$ 7,00



AVENTURAS DE BUSCAPÉ
GISELDA LAPORTA NICOLELIS
MODERNA
(1989)
R$ 4,00



CONTABILIDADE AMBIENTAL
MARINA GARCIA BONITO, JORGE CASAS NOVAS UND TERESA EUGÉNIO
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 251,00



WARPED PASSAGES UNRAVELING THE MYSTERIES OF THE UNIVERSES
LISA RANDALL
PERENNIAL
(2006)
R$ 50,00
+ frete grátis



O DISCURSO NA AULA UMA ANÁLISE SOCIOLINGUÍSTICA DA PRÁTICA
EMÍLIA RIBEIRO PEDRO
CAMINHO
(1982)
R$ 59,36





busca | avançada
29939 visitas/dia
1,1 milhão/mês