FLIP 2006 I | Digestivo Cultural

busca | avançada
75359 visitas/dia
2,6 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Cia Fragmento de Dança lança seminário “Amor Mundi – Pensando com Hannah Arendt”
>>> Realidade e ficção na Terça Aberta na Quarentena de agosto
>>> OBMJazz: OBMJ lança primeiro clipe de novo projeto
>>> Serginho Rezende é entrevistado por Zé Guilherme na série EntreMeios
>>> TOGETHER WE RISE TRAZ UMA HOMENAGEM ÀS PESSOAS QUE FIZERAM PARTE DA HISTÓRIA DO GREEN VALLEY
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A desgraça de ser escritor
>>> Um nu “escandaloso” de Eduardo Sívori
>>> Um grande romance para leitores de... poesia
>>> Filmes de guerra, de outro jeito
>>> Meu reino por uma webcam
>>> Quincas Borba: um dia de cão (Fuvest)
>>> Pílulas Poéticas para uma quarentena
>>> Ficção e previsões para um futuro qualquer
>>> Freud explica
>>> Alma indígena minha
Colunistas
Últimos Posts
>>> Uma aula com Thiago Salomão do Stock Pickers
>>> MercadoLivre, a maior empresa da América Latina
>>> Víkingur Ólafsson toca Rameau
>>> Philip Glass tocando Mad Rush
>>> Elena Landau e o liberalismo à brasileira
>>> O autoritarismo de Bolsonaro avança
>>> Prelúdio e Fuga em Mi Menor, BWV 855
>>> Blooks Resiste
>>> Ambulante teve 3 mil livros queimados
>>> Paul Lewis e a Sonata ao Luar
Últimos Posts
>>> Coincidência?
>>> Gabbeh
>>> Dos segredos do pão
>>> Diário de um desenhista
>>> Uma pedra no caminho...
>>> Sustentar-se
>>> Spiritus sanus
>>> Num piscar de olhos
>>> Sexy Shop
>>> Assinatura
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Nelson Freire em DVD e Celso Furtado na Amazônia
>>> Um caos de informações inúteis
>>> Asia de volta ao mapa
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Parei de fumar
>>> Ford e Eastwood: cineastas da (re)conciliação
>>> Amor à segunda vista
>>> O Gmail (e o E-mail)
>>> Diogo Salles no podcast Guide
Mais Recentes
>>> Os caminhos de Mandela de Richard Stengel pela Principium (2013)
>>> Vencer a Crise - Lições para superar as dificuldades financeiras de Herbert Kimura pela Do Autor (2019)
>>> 1984 de George Orwell pela Companhia das Letras (2009)
>>> Resistência de Agnes Humbert pela Nova fronteira (2008)
>>> Questões do Coração de Emily Giffin pela Novo Conceito (2011)
>>> Elimine a Sua Energia Negativa - Com Fé ou sem Fé, acreditando ou Não de Kika Miranda pela Corus (2006)
>>> O Mar de John Banville pela Nova Fronteira (2007)
>>> The golden of morocco--english edition--160 colour illustrations. de Bonechi pela Bonechi (1998)
>>> Pedraria e bijurerias extra--mais de 260 fotos. de Escala pela Escala
>>> Marley e Eu A vida e o amor ao lado do pior cão do mundo de John Grogan pela Prestígio (2006)
>>> Maria na terra de meus olhos de Oscar Araripe pela Rocco (1975)
>>> A Bruxa de Portobello de Paulo Coelho pela Planeta (2006)
>>> Descartes - Biblioteca de Filosofia de Pierre Guenancia pela Zahar (1991)
>>> A Fada e o Bruxo As Crônicas de Ivi de F Medina pela Hamelin (2012)
>>> Para Sempre Contigo de Evanice Maria Pereira pela Petit (2012)
>>> Globo Rural--Ele faz a terra dar de tudo de Editora globo pela Globo (1989)
>>> O Milagre da Manhã com Deus de Padre Reginaldo Manzotti pela Petra (2018)
>>> Globo rural--107--flores/especial--explosao no ar. de Editora globo pela Globo (1994)
>>> Cuidar & ser Cuidado de Lluis Segarra pela Cultor de Livros (2019)
>>> O Poder da Mulher que Ora de Stormie Omartian pela Mundo Cristão (2003)
>>> Pesquisa Princípio Científico e Educativo de Pedro Demo pela Cortez (1996)
>>> O Maravilhoso Mágico de Oz de L Frank Baum pela Ciranda Cultural (2019)
>>> Peter Pan de James M Barrie pela Ciranda Cultural (2019)
>>> Pinóquio de Carlo Collodi pela Ciranda Cultural (2019)
>>> Globo rural--39--descoberto um tesouro:a mandioca. de Editora globo pela Globo (1989)
>>> Galerie des offices--guide officiel toutes les ceuvres. de Gloria fossi pela Giunti (2004)
>>> Em Meu Próprio Caminho de Allan Watts pela Siciliano (1992)
>>> Cama de Gato de Kurt Vonnegut pela Record (1991)
>>> A História Secreta de Donna Tartt pela Companhia das Letras (1995)
>>> Os Invictos de William Faulkner pela Arx (2003)
>>> Paralelo 42 de John dos Passos pela Rocco (1987)
>>> Para onde você vai com Tanta Pressa de Christiane Singer pela Martins Fontes (2005)
>>> Carta Sobre o Comércio do Livro de Denis Diderot pela Casa da Palavra (2002)
>>> Rimas da Vida e da Morte de Amos Óz Amós Oz pela Companhia das Letras (2008)
>>> Uma Desolação de Yasmina Reza pela Rocco (2001)
>>> O Fio Perigoso Das Coisas de Michelangelo Antonioni pela Nova Fronteira (1990)
>>> Hacia un Teatro Pobre de Jerzy Grotowski pela Siglo Veintuno (1970)
>>> Este é Orson Welles de Peter Bogdanovich pela Globo (1995)
>>> À Espera do Tempo Filmando Com Kurosawa de Teruyo Nogami pela Companhia das Letras (2010)
>>> Invisible Man de Ralph Ellison pela Penguin (2009)
>>> The Plot Against America de Philip Roth pela Vintage (2005)
>>> Vida, o Filme. Como o Entretenimento Conquistou a Realidade de Neal Gabler pela Companhia das Letras (1999)
>>> Rituais de Sofrimento de Silvia Viana pela Boitempo (2012)
>>> Um Sussuro nas trevas de H. P. Lovecraft pela Francisco Alves (1983)
>>> O Aleph de Jorge Luis Borges pela Globo (1992)
>>> O Deslumbramento (le Ravissement de Lol. V. Stein) de Marguerite Duras pela Nova Fronteira (1986)
>>> O Segredo do Padre Brown de G. K. Chesterton pela Círculo do Livro (1986)
>>> Se Não Agora, Quando? de Primo Levi pela Companhia das Letras (1999)
>>> O compromisso da fé de Emmanuel Mounier pela Duas Cidades (1971)
>>> A Doutrina Secreta - Vol. 6 de Helena Petrovna Blavatsky pela Pensamento (1989)
BLOG >>> Posts

Quinta-feira, 10/8/2006
FLIP 2006 I

+ de 52700 Acessos
+ 1 Comentário(s)

Quarta (ontem). Tentei sair mais cedo do escritório do Digestivo. Quando digo "cedo", digo antes do horário do rush. Colunas, Digestivos, Ensaios, Newsletters - não consegui. Saí às 18h30, mais ou menos. Eu sei: saí no pior horário possível e imaginário para uma cidade como São Paulo. Mas eu não agüentava mais: queria ir embora. Fui.

* * *

Deu 20 horas, eu estava no posto BR em que costumo parar com a Carol (quando vamos para Angra). Tomei um café de caminhoneiro (no copo), comi um pedaço de pizza e um bauru. Comprei a Istoé Dinheiro. Algumas matérias sobre internet; o "ocaso" de Jack Welsh (é assim?)... (Isso me interessa? Desde que eu comecei a colaborar com a GV-executivo, e comecei a encarar a Web como business me interessa, oras.) Mas estou perdendo o foco.

* * *

Por alguma razão que agora me escapa, estão dando uma "geral" na estrada perto de Taubaté, onde eu sempre desço a serra. Rodovia Oswaldo Cruz (não sei se é com "v" ou com "w" agora). Estava previsto para eu descer, em direção a Ubatuba, lá pelas 22 horas, mas o caminho me pareceu tão diferente que eu não reconheci as placas e voltei (!). Até o posto Aster (a Carol vai reconhecer essa referência). Na brincadeira, perdi entre 15 minutos e meia-hora. Cheguei a Parati à meia-noite.

* * *

Para chegar na pousada, que era do outro lado do rio, tive de pegar a "beira-rio" conforme o garçom vesgo e disléxico do "Porta Fortuna" (agora em outro estabelecimento) me indicou. Não sei se é porque eu estava cansado, mas as vagas me pareceram apertadas, não achei cabide, nem cadeira, nem lugar para deixar as roupas... Para completar, a pia do banheiro entupia um pouco, eu ouvia o barulho do outro quarto, fui deitar com a cabeça girando, tomei uma aspirina e dormi.

* * *

No dia seguinte, hoje de manhã, a pousada continuou com alguns defeitos. A porta do banheiro foi mal colocada ("colocador" bom de porta é coisa difícil, meus parentes arquitetos, e engenheiros, me ensinaram...), assim eu tentava fechar e ela abria sozinha. Fora isso, a porta do quarto estava com a maçaneta torta, pois o trinco não encaixava direito no buraco feito para isso, então todo mundo que deve ter tentado fechar antes de mim, puxava mais um pouco entortando sempre (mais) a maçaneta.

* * *

Mas vamos à Flip. No café da manhã (o café da manhã é bom, o que deve compensar as falhas da pousada, acho), duas senhoras, do Rio, reclamaram do corre-corre com relação à compra dos ingressos que, parece, neste ano, se repetiu. Outra senhora, ao meu lado durante a primeira mesa a que assisti, foi simplesmente a primeira da fila quando abriu a Fnac (quando abriram a venda dos ingressos). A Flip, me parece, é o único evento em que ir pessoalmente ao guichê pode resultar mais eficaz do que tentar comprar pela internet...

* * *

A primeira mesa, Invenções do Interior, foi, por ordem de entrada, de André Laurentino, Maria Valéria Rezende e Juliano Garcia Pessanha. Mas o que me espantou, às 10 da manhã, foi a aparição do Marcelino Freire como mediador. Tudo bem que ele ganhou o Jabuti na categoria conto, então, depois disso, nada mais me espanta. Mesmo assim, me espantou porque ele esteve na Flip de 2004, não esteve na de 2005, se "revoltou" e ajudou a criar a Flap!, que, segundo os criadores (ele incluido), é uma resposta à Flip, contra esse evento de "elite" em Parati. Aí, então, abre a Flip, e quem está logo na primeira mesa? Marcelino Freire!

* * *

O André Laurentino é um cara legal. Foi meu colega de Milton Hatoum na Casa do Saber. Depois, na mesa, contou que fez a oficina com ele na Flip 2004, conheceu o Paulo Roberto Pires, que quis editar o seu livro, teve um trecho do mesmo analisado na Flip 2005 e agora, para coroar o processo, foi autor convidado da Flip 2006. Confesso que folheei A paixão de Amâncio Amaro, quando recebi, mas não me interessou. Foi para alguém do Digestivo. Enfim, ele falou razoavelmente bem das três personagens do livro, com muito conhecimento de causa (técnica, psicanálise, essas coisas).

* * *

Depois veio a Maria Valéria Rezende. Uma freira simpática, falou pouco de religião, parece ter um trabalho bonito em educação (mesmo) e detesta a expressão "pessoas carentes"... Mas quem me surpreendeu, por incrível que pareça, e ao público também, foi o Juliano Garcia Pessanha. Não sei se se fingindo de bêbado, não sei se no meio de uma ressaca mesmo, quando ele falou, eclipsou todos os outros. A moça ao meu lado comentou: "Acho que ele tá meio alterado...". O que sai do script é sempre o melhor da Flip.

* * *

Anotei algumas pérolas do Juliano: "Quando convidam você para a Flip, tem uns que dizem: eu vou; outros que dizem: ah, eu não vou. Eu disse: eu vou, mas eu não sei, não... Então, quando a Ruthinha me convidou [Ruth Lanna, organizadora da Flip], eu trouxe um plano A, um plano B e um plano C. Se o plano C não funcionar, eu uso o plano D: eu saio"; "Vou ler o que escrevi ontem [para a mesa], de corpo presente, porque a minha alma já não sei mais onde tá..."; "Me deram umas coisas para eu beber ontem. Há muitos anos que eu não bebo. Eu nem posso beber, então hoje eu tô muito estranho..."; "Estou aqui à base de corticóide(s)"; "[No meio da leitura...] Essa parte é meio chata mesmo, mas depois melhora. É que nem no colégio, quando eu ia em palestra e pensava: tudo bem, eu vou mas eu não vou prestar a menor atenção..."

* * *

O texto dele não era - realmente - bom, e eu acho que não gostaria dele como escritor. Coisas como "humanidade longe da linha de eclosão" ou "combate para encontrar um lugar no acolhimento". Ou ainda "sem olhos para ver o alastramento do sinistro", ou então "interromper o fluxo de sentimentações" (esse "sentimentações", ele confessou que pegou da Clarice - às vezes eu penso que a Clarice fez um enorme estrago nas gerações futuras...). Enfim, era um sujeito inspirado. Mas não para escrever. Talvez para viver. Um artista da vida, como dizia Oscar Wilde. E não um "artista da arte".

* * *

A segunda mesa, Vozes em Verso, foi um pouco mais desanimada, apesar da mediação do Paulo Henriques Britto. Mesmo balanço do ano passado: dois poetas de mentira e um de verdade. No ano passado, não sei se vocês se lembram, mas o poeta de verdade era o próprio Paulo Henriques Britto, que arrancou até assobios da platéia. Neste ano, era o Carlito Azevedo, que é meu colega de edição - no caso dele, das revistas Inimigo Rumor e Ficções. A Astrid Cabral vinha com coisas como "amor como tremor de terra", "nas entranhas da minha alma", "ruínas, cinza, lama" - que, convenhamos, parece poesia de colégio. Depois, o Marcos Siscar, com coisas como "o peixe é um ser mudo que desliza", "coreografia muda de espanto" e "escamas de dois gumes"... (Nem preciso comentar.)

* * *

Vê se você não acha o Carlito muito melhor: "lilases da estação passada", "curto-circuito na grama", "leões marinhos dançando ritmos agilíssimos" e "parangolés de brumas". Fora que ele falou, sabiamente, que nossos dois modelos estão mortos: a crítica e a língua. Atualizou, ainda, "Uma passante" de Baudelaire - enquanto os outros ficavam em "meu coração era do tamanho do mundo" (sub-Fernando Pessoa) e "a água doce não é tão doce, antes fosse" (sub-qualquer-coisa-muito-básica). Carlito encerrou suas leituras com a bela tradução que fez para um poema, francês, descrevendo um beijo.

* * *

Acho que está bom para o primeiro dia. Senão, vocês não agüentam ler. Amanhã repercuto mais algumas coisas de hoje, OK? Vou tentar colocar agora algumas imagens, mas não garanto. Nem links... Tudo muito precário aqui. A luz, na sala de imprensa, acabou algumas vezes. Se eu não estivesse no Gmail, tinha perdido tudo. Como o Christopher Hitchens, do meu lado, no Hotmail (quem mandou?), acha que perdeu... O pior é que ele tinha de mandar hoje para um paper (jornal) em London (Londres). E agora? O Jonathan Safran Foer estava lá fora quando saimos. Estava escuro. Eu e Chris quase trombamos nele. Sério! Na Flip, é assim.


Postado por Julio Daio Borges
Em 10/8/2006 às 20h00


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Conceição Evaristo em BH de Ana Elisa Ribeiro
02. O iPad muda tudo? #tcdisrupt de Julio Daio Borges


Mais Julio Daio Borges no Blog
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
10/8/2006
22h59min
Primeiro de tudo, um pouco de inveja. Não de ficar em fila de restaurante, não de ter meu pé molhado de mijo na praça (como já aconteceu outras vezes), não do risco iminente de chuva a qualquer hora do dia e da noite. Mas saudade mesmo assim. Essa cidade aí é legal, principalmente durante a quermesse dos escritores. Cubra a moda, sim? Os modelitos são sempre geniais, à Dirceu borboleta, meias brancas e shorts. E chapéu. E quanto ao Juliano Pessanha, ele é assim mesmo. Alteradão. Ao natural. E prolixo pra caralho.
[Leia outros Comentários de Adriana Bosco]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




REINVENTANDO A SI MESMO LUIZ CALAINHO
LUIZ CALAINHO
AGIR
(2013)
R$ 12,00



AS GEORGICAS
CLAUDE SOMON
NOVA FRONTEIRA
(1986)
R$ 16,00
+ frete grátis



VOLTA ÀS AULAS!
COLIN THIBERT E VÉRONIQUE BOIRY
SCIPIONE
(1995)
R$ 6,99



GEOLOGIC STRUCTURES
BAILEY WILLIS E ROBIN WILLIS
MCGRAW-HILL
(1934)
R$ 49,16



ARMAS DA INFANTARIA 7
JOHN WEEKS
RENES
(1974)
R$ 6,90



A FILOSOFIA ATRAVÉS DOS TEXTOS
ALEXANDRE CABALLERO - VÁRIOS AUTORES
CULTRIX
R$ 6,50



UM CASO SECRETO DE AMOR
BARBARA TAYLOR BRADFORD
RECORD
(1997)
R$ 6,90



NAZISTAS ENTRE NÓS: A TRAJETÓRIA DOS OFICIAIS DE HITLER .. - 1ª EDIÇÃO
MARCOS GUTERMAN
CONTEXTO
(2016)
R$ 35,95



VEJA 2373 - OS SUPERPODERES DA LEITURA
VARIOS AUTORES
ABRIL
(2014)
R$ 8,00



A TRANSFIGURAÇÃO
YVES MABIN CHENNEVIÉRE
MANDARIM
(1997)
R$ 12,00





busca | avançada
75359 visitas/dia
2,6 milhões/mês