Da dificuldade de se comandar uma picanha | Eduardo Carvalho | Digestivo Cultural

busca | avançada
46024 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
Colunistas
Últimos Posts
>>> Banco Inter É uma BOLHA???
>>> Não Aguento Mais a Empiricus
>>> Nubank na Hotmart
>>> O recente choque do petróleo
>>> Armínio comenta Paulo Guedes
>>> Jesus não era cristão
>>> Analisando o Amazon Prime
>>> Amazon Prime no Brasil
>>> Censura na Bienal do Rio 2019
>>> Tocalivros
Últimos Posts
>>> O céu sem o azul
>>> Ofendículos
>>> Grito primal V
>>> Grito primal IV
>>> Inequações de um travesseiro
>>> Caroço
>>> Serial Killer
>>> O jardim e as flores
>>> Agradecer antes, para pedir depois
>>> Esse é o meu vovô
Blogueiros
Mais Recentes
>>> A deliciosa estética gay de Pierre et Gilles
>>> A deliciosa estética gay de Pierre et Gilles
>>> São Francisco Xavier II
>>> Rugas e rusgas
>>> Orra, Meu
>>> Uma outra moda
>>> Ler ao acaso
>>> Um ano de reflexões na Big Apple
>>> Steve Jobs apresentando o iPad
>>> De quantos modos um menino queima?
Mais Recentes
>>> Constituição do Estado de Minas Gerais: Estatuto dos Servidores Públic de José do Carmo Veiga de Oliveira: Organizad pela Del Rey/ Belo Horizonte (2003)
>>> Compêndio das Etapas do Processo Eleitoral: ... de J. Nepomuceno Silva: Organizador pela Del Rey/ Belo Horizonte (2010)
>>> (Re) Pensando a Pesquisa Jurídica de Miracy Barbosa de Souza Gustin (...) pela Del Rey/ Belo Horizonte (2006)
>>> A C Repórter - Tempo de Arraes e Vietnã do Norte de Antonio Callado pela Agir (2005)
>>> Mahoma, Profeta y Hombre de Estado de W.M.Watt pela Labor (1967)
>>> Em Risco de Stella Rimington pela Record/ RJ. (2010)
>>> O Círculo dos Eleitos de Vialdi Moreira/ Autogrfado pela Imprensa Oficial/ Belo Hte. (1987)
>>> A Amante de Brecht de Jacques- Pierre Amette pela Record/ RJ. (2005)
>>> Coleção para gostar de ler de Varios pela Atica (1985)
>>> Grande Enciclopédia de Modelismo - Cor e Pintura de Walquir Baptista de Moura - Produção pela Século Futuro
>>> Meu pequeno fim de Fabrício Marques pela Segrac (2002)
>>> Grande Enciclopédia de Modelismo - Materiais e Ferramentas de Walquir Baptista de Moura - Produção pela Século Futuro
>>> Livro Dicionário Enciclopédico Veja Larousse - Volume 1 de Eurípedes Alcântara , Diretor Editorial pela Abril (2006)
>>> O diário de Larissa de Larissa Manoela pela Harper Collins (2016)
>>> Corpo de delito de Patricia Cornwell pela Paralela (2000)
>>> O fio do bisturi de Tess Gerritsen pela Harper Collins (2016)
>>> A garota dinamarquesa de Davdid Ebershoff pela Fabrica 231 (2000)
>>> Uma auto biografia de Rita Lee pela Globo livros (2016)
>>> Songbook Caetano Veloso Volume 2 de Almir Chediak pela Lumiar
>>> A Sentinela de Lya Luft pela Record (2005)
>>> O teorema Katherine de John Green pela Intriseca (2013)
>>> Louco por viver de Roberto Shiyashiki pela Gente (2015)
>>> A ilha dos dissidentes de Barbara Morais pela Gutemberg (2013)
>>> Sentido e intertextualidade de Emanuel Cardoso Silva pela Unimarco (1997)
>>> Mistérios do Coração de Roberto Shinyashiki pela Gente (1990)
>>> Interrelacionamento das Ciências da Linguagem de Monica Rector Toledo Silva pela Edições Gernasa (1974)
>>> Sociologia e Desenvolvimento de Costa Pinto pela Civilização Brasileira (1963)
>>> O Coronel Chabert e Um Caso Tenebroso de Honoré de Balzac pela Otto Pierre Editores (1978)
>>> O golpe de 68 no Peru: Do caudilhismo ao nacionalismo? de Major Victor Villanueva pela Civilização Brasileira (1969)
>>> Recordações da casa dos mortos de Fiodor Dostoiévski pela Nova Alexandria (2006)
>>> Elric de Melniboné: a traição ao imperador de Michael Moorcock pela Generale (2015)
>>> O Príncipe de Nicolau Maquiavel pela Vozes de Bolso (2018)
>>> Deuses Americanos de Neil Gaiman pela Conrad (2002)
>>> Deus é inocente – a imprensa, não de Carlos Dorneles pela Globo (2003)
>>> Memórias do subsolo de Fiodor Dostoiévski pela 34 (2000)
>>> Songbook - Tom Jobim, Volume 3 de Almir Chediak pela Lumiar (1990)
>>> Comunicação e contra-hegemonia de Eduardo Granja Coutinho (org.) pela EdUFRJ (2008)
>>> Caetano Veloso Songbook V. 1 de Almir Chediak pela Lumiar
>>> Origami a Milenar Arte das Dobraduras de Carlos Genova pela Escrituras (2004)
>>> O vampiro Lestat de Anne Rice pela Rocco (1999)
>>> Nova enciclopédia ilustrada Folha volume 2 de Folha de São Paulo pela Publifolha (1996)
>>> Esperança para a família de Willie e Elaine Oliver pela Cpb (2018)
>>> Leituras do presente de Valdir Prigol pela Argos (2007)
>>> Insight de Daniel C. Luz pela Dvs (2001)
>>> Política e relações internacionais de Marcus Faro de Castro pela UnB (2005)
>>> Harry Potter e a Pedra Filosofal de J. K. Rowling pela Rocco (2000)
>>> Infinite Jest de David Foster Wallace pela Back Bay Books (1996)
>>> Nine Dragons de Michael Connelly pela Hieronymus (2009)
>>> The Innocent de Taylor Stevens pela Crown Publishers (2011)
>>> The Watchman de Robert Crais pela Simon & Schuster (2007)
COLUNAS

Sexta-feira, 25/7/2003
Da dificuldade de se comandar uma picanha
Eduardo Carvalho

+ de 11200 Acessos
+ 5 Comentário(s)

A picanha-recruta

A democracia e o capitalismo - além de serem, de certa forma, interdependentes - compartilham diversas características em comum, inclusive esta: são, respectivamente, a pior forma de se organizar uma sociedade e o mais injusto modo de produção. Excluindo-se todas as outras opções. Não são perfeitos, nenhum dos dois, e ninguém acredita nisso, mas podem funcionar, numa sociedade civilizada, de modo eficiente – ou, digamos, melhor do que um sistema oligárquico ou comunista. Numa sociedade civilizada, repito: onde tanto os valores democráticos como o respeito à livre iniciativa sejam, pelo maioria, assimilados e estimulados. Consideramos o Brasil, oficialmente, uma democracia capitalista, mas a verdade é que, na prática, ainda estamos longe disso.

E, me parece, a maior barreira a esse desenvolvimento, no Brasil, é a própria desconfiança popular brasileira, tanto na democracia como no capitalismo. Como se tivéssemos aderido a eles por acaso ou por obrigação, e não por vocação. Aconteceu. Ninguém, por exemplo, é assumidamente contra a democracia, mas, de tantas barbaridades que fizeram em seu nome, sua imagem acaba desgastada entre os desinformados, que confundem o que se fala com o que realmente é. Pior ainda é a situação do próprio capitalismo, que é maliciosamente confundido, pelos nossos intelectuais, com imperialismo – e, portanto, sinônimo forçado de miséria e de fome. Por serem, então, pela opinião popular, desaprovados informalmente – por ignorância ou preconceito –, a definitiva adesão brasileira a uma política democrática e a uma economia capitalista permanece adiada. E ficamos com a bagunça que sobra.

Acontece que, vivendo nessa bagunça, o maior prejudicado é o próprio brasileiro, constantemente enganado por políticos safados e empresas corruptas – ou, na melhor das hipóteses, incompetentes. Porque tanto a democracia como o capitalismo exigem, mais do que tudo, uma participação vigilante e constante, do eleitor e do consumidor. Por descaso ou preguiça, porém, e sobretudo por não acreditar na democracia nem no capitalismo, a população acaba, ela mesmo, enganada, sofrendo porque não quer sofrer. No caso político, nossa incompetência para o voto decente é óbvia: basta observar que promessas soltas e apelos populistas ainda rendem votos e elegem representantes, de síndicos a presidentes. Como consumidor, o brasileiro é disfarçadamente maltratado, porque, como seus antecedentes nativos, continua passivo e ingênuo. Recebendo um serviço incompetente de empresas nacionais – que ainda desconhecem o mercado competitivo internacional –, e vítima de agressivas estratégias de multinacionais – que, por sua vez, se aproveitam da moleza do mercado brasileiro para deitar e rolar.

Por exemplo: fui almoçar, num domingo, no bar Frangó, em São Paulo, que oferece uma rara variedade de cervejas estrangeiras. Pedi uma água com gás; veio sem. Pedi uma cerveja Norteña; o garçom, até abrir a cerveja, demorou uns dez minutos, deixando-a fechada em cima da mesa e virando de costas. Pedi um prato para servir aperitivos; demoraram, para me entregar o prato, mais uns dez minutos, que esperei de pé. Pedi um frango assado; e o Frangó, no que deveria ser especializado, não podia me servir antes de 40 minutos. Para substituir, pedi, então, uma picanha, que sairia em 20; depois de 25 minutos, onde está a picanha? “Ah, senhor. Me desculpe. É que, sabe aquele garoto para quem você pediu a picanha? Então. Ele não é garçom. É só ajudante. Sua picanha ainda não foi comandada (sic)”. Claro, claro. Então a culpa deve ser minha. De ter escolhido um bar tão distante e, ao mesmo tempo, tão ruim. Que não conseguiu sequer acertar em um simples e único serviço.

Da Freguesia do Ó, num pequeno e escondido bar, podemos, acredite, generalizar, partindo para uma supostamente moderna empresa de telefonia móvel. Porque os casos não são específicos nem isolados. Ligue para a Tim – como foi o meu caso –, ou uma concorrente, e diga que pretende comprar um aparelho celular. Você será imediatamente atendido – e seu problema, digamos assim, solucionado, numa velocidade impressionante. Agora, depois de assinante: ligue novamente para a empresa, para tirar uma dúvida ou solicitar uma assistência. Você esperará, primeiro, na linha, ouvindo musiquinhas chatas e frases falsas (“Sua ligação é muito importante para nós”, etc.), por, literalmente, pelo menos uns 15 minutos. Pergunte, como eu, como funcionaria o seu aparelho em Moscou, e quais as tarifas cobradas naquela localidade (a empresa não é, afinal, internacional?). A resposta não vem, nem depois de mais de 20 minutos. Se a ligação não cair – e você precisar repetir toda a operação, como, mais uma vez, aconteceu comigo -, você se assustará com o absurdo preço cobrado. Por um serviço que, suspeito, será péssimo.

É um traço especial da cultura brasileira, essa tolerância calada, que as empresas aproveitam para multiplicar os seus lucros. As nacionais já cresceram assim, assimilando, desde a fundação, uma postura que trata o cliente como se estivesse fazendo a ele um favor, e não um serviço – em troca de dinheiro. E as estrangeiras, como a Tim, correm para abiscoitar o mercado brasileiro, onde, apenas com propaganda, garante-se o sucesso.

Não é, portanto, que o capitalismo seja sempre terrível, e que empresas necessariamente suguem todas as migalhas do consumidor. É que simplesmente, por não acreditar nele, o brasileiro ainda não aprendeu a se comportar num regime capitalista. Sem admirar as suas imbatíveis qualidades, não reconhecemos também os seus eventuais defeitos. E – reclamando de modo abstrato da selvageria do mercado – esquecemos que somos os próprios responsáveis pela selva em que nos arrastamos.


Eduardo Carvalho
São Paulo, 25/7/2003


Quem leu este, também leu esse(s):
01. A falta que Tom Wolfe fará de Rafael Lima
02. Primavera para iniciantes de Elisa Andrade Buzzo
03. Minha plantinha de estimação de Elisa Andrade Buzzo
04. Thoreau, Mariátegui e a experiência americana de Celso A. Uequed Pitol
05. Isto não é um trote de Marta Barcellos


Mais Eduardo Carvalho
Mais Acessadas de Eduardo Carvalho em 2003
01. Preconceito invertido - 4/7/2003
02. Da dificuldade de se comandar uma picanha - 25/7/2003
03. Contra os intelectuais - 12/12/2003
04. Não li em vão - 17/10/2003
05. Geração abandonada - 14/11/2003


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
27/7/2003
09h59min
No capitalismo é certo que estamos porque, querendo ou não, antes o quiseram para nós. Na democracia estamos porque queremos mesmo, apesar de não a quererem para nós. Por mais arrastada que consiga mover-se nesta selva capitalista, ela sobrevive e cresce. Devemos sim, gastar um pouco mais em telefone, reclamando da conta de energia, um pouco de energia chiando com as tarifas e o serviço de telefone, chamar na camaradagem o gerente do boteco onde comemos e mostrar a ele o que está errado. São hábitos recomendáveis, e hábitos desenvolve-se com a mão da prática. Não bastam, porém. A dicotomia 'democracia controla capitalismo - capitalismo efetiva democracia', por si só não funciona. É indispensável um terceiro pilar a sustentar esta construção. Este pilar, sem o qual a construção cai, ou sequer se ergue, é um Estado bem estruturado, sólido e democrático, que não permitirá a queda para a injustiça, nem o esboroamento na ausência de iniciativa. Um Estado assim é instrumento que barra a voracidade do capital sobre o humano e também organiza o provimento adequado, pelo capital, de meios efetivos de sustentação material e cognitiva da sociedade toda e não apenas de parte dela. Este Estado não o será pretendendo atingir um único pináculo, o de que todos são iguais perante a lei e ponto. Este Estado só o teremos partindo em direção a um conjunto de outros pináculos, tão inatingíveis quanto o Everest. Alguns destes pináculos entre aquelas nuvens lá: 'todos devem ser iguais perante o supermercado; todos devem ser iguais perante a farmácia e o hospital; todos devem ser iguais perante a escola, perante os meios de transporte e moradia; todos devem ser iguais perante as companhias de água, energia elétrica, telefone, gás, informação e informatização, inclusive internet. Acalmem-se. Falo dos serviços e produtos básicos, com qualidade. Todos eles. Modelitos mais sofisticados ficam preservados à lei de oferta e procura. As revendas de automóveis, as joalherias, as butiques, shoppings, gourmandissies, Ristorantes e sei lá que mais plus-ultras-tops, continuam com seus adorados direitos privativos aos abonados adoradores. Quem se importa?
[Leia outros Comentários de Jean Scharlau]
29/7/2003
09h39min
Sempre que povos cederam às tentações do Estado idealizado pelo Jean, o resultado foi o mesmo e todos nós sabemos qual foi. Apenas alguns fingem que não sabem. Se aqui temos capitalismo, eu sou o Elvis Presley...
[Leia outros Comentários de Cláudio]
29/7/2003
20h05min
Caro Eduardo. Talvez você tenha percebido um traço cultural marcante; o conformismo Em nosso país tudo acomoda, mesmo na pior, o brasileiro se conforma com facilidade espantosa. N fatores provocam essa característica tão insalubre a nós brasileiros. O conformismo vive através da inércia; como diria Macunaíma , pela nossa preguiça Quantas e quantas vezes eu não fiz valer o meu direito de consumidor, preferi não comprar um briga com um graçom, mesmo sabendo que é meu direito. A falta de conciência de nossos deveres e direitos faz com no conformamos com tudo inclusive, com pior atendimento.
[Leia outros Comentários de Otavio]
30/7/2003
22h53min
Prezado Elvis Presley, não podemos entender a plenitude sem olhar por inteiro. Jamais entenderíamos o homem sem admitir a merda que lhe transita na metade inferior da barriga e as besteiras que lhe passam na metade superior da cabeça. Besteiras e merda, queiramos ou não, também são nossa HUMANIDADE. E o Brasil também é capitalista. Prezado Cláudio, também sou contra ceder às tentações desse ESTADO. Exemplos gritantes dele são os Eslavos Unidos e a Grã Betânia, para onde imigram anualmente milhares de órfãos de outros estados minúsculos, a engraxar sapatos, lavar pratos e latrinas e, quem sabe, poder mandar algunzinho para casa. A humanidade carece de perspectivas melhores. Prezado Otavio, acertaste em não comprar briga com o garçon. O garçon é um dos meus melhores amigos e não está bem curado de uma tuberculose renitente. Acho que seria péssimo ele cuspir no seu chope. Guarde sua indignação para causas maiores. Dê cá um abraço e vamos pedir a saideira.
[Leia outros Comentários de Carlo Buzzatti]
11/8/2006
09h25min
Olá, caro amigo: realmente você não estava com sorte! Fui no Bar uma só vez e, ao contrário de você, achei exepcional: os gançons super atenciosos, as porções vieram com rapidez, não encontrei nenhum problema, apreciei o choop, sem estress! Abraços
[Leia outros Comentários de Andressa]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




COLOCAÇÃO DE PARQUETS E SOALHOS
JUAN DE CUSA
PLÁTANO
(1997)
R$ 43,70



QUÍMICA ORGÂNICA VOL. 1
T. W. GRAHAM SOLOMONS CRAIG BARTON FRYHLE
LTC GRUPO GEN
(2012)
R$ 247,50



O RETORNO DA FILOSOFIA PERENE
JOHN HOLMAN
PENSAMENTO
(2011)
R$ 13,90



DEUS E O DIABO NO DIA DO GOLPE - UMA RAPSÓDIA SOCIALISTA
CARLOS E. DE SENNA FIGUEIREDO
ANTARES (RJ)
(1984)
R$ 26,82



A FORMAÇÃO DAS NAÇÕES LATINO-AMERICANAS - DISCUTINDO HISTÓRIA
MARIA LÍGIA PRADO
ATUAL
(1985)
R$ 8,00



O ENSINO DE ESPANHOL NA TRÍPLICE FRONTEIRA
ADRIANA FARIA DE ESCALADA
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 167,00



A FEIJOADA COMPLETA
MATTHEW SHIRTS
REALEJO
(2016)
R$ 35,00



A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO ESCOLAR 2
MARIA JOSÉ RODRIGO
ÁTICA
(1998)
R$ 18,00



MAIS PLATÃO, MENOS PROZAC
LOU MARINOFF
RECORD
(2002)
R$ 15,00



EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A DIMENSÃO POLÍTICA DA EDUCAÇÃO
TATIANI MARIA GARCIA DE ALMEIDA
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 251,00





busca | avançada
46024 visitas/dia
1,1 milhão/mês