A revista das revistas | Eduardo Carvalho | Digestivo Cultural

busca | avançada
92061 visitas/dia
2,2 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Sesc 24 de Maio apresenta programação de mágica para toda família
>>> Videoaulas On Demand abordam as relações do Homem com a natureza e a imagem
>>> Irene Ravache & Alma Despejada na programação online do Instituto Usiminas
>>> Zé Guilherme canta Orlando Silva em show no YouTube no dia 26 de setembro
>>> Setembro Amarelo é tema de EntreMeios especial com Zé Guilherme e Leliane Moreira
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A pintura do caos, de Kate Manhães
>>> Nem morta!
>>> O pai tá on: um ano de paternidade
>>> Prêmio Nobel de Literatura para um brasileiro - I
>>> Contentamento descontente: Niketche e poligamia
>>> Cinemateca, Cinemateca Brasileira nossa
>>> A desgraça de ser escritor
>>> Um nu “escandaloso” de Eduardo Sívori
>>> Um grande romance para leitores de... poesia
>>> Filmes de guerra, de outro jeito
Colunistas
Últimos Posts
>>> Sebo de Livros do Seu Odilon
>>> Sucharita Kodali no Fórum 2020
>>> Leitura e livros em pauta
>>> Soul Bossa Nova
>>> Andreessen Horowitz e o futuro dos Marketplaces
>>> Clair de lune, de Debussy, por Lang Lang
>>> Reid Hoffman sobre Marketplaces
>>> Frederico Trajano sobre a retomada
>>> Stock Pickers ao vivo na Expert 2020
>>> Rodrigo Gurgel entrevista Yuri Vieira
Últimos Posts
>>> Três tempos
>>> Matéria subtil
>>> Poder & Tensão
>>> Deu branco
>>> Entre o corpo e a alma
>>> Amuleto
>>> Caracóis me mordam
>>> Nome borrado
>>> De Corpo e alma
>>> Lamentável lamento
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Blog do Reinaldo Azevedo
>>> Alerta aos que vão chegar
>>> Cultura e Patrocínio
>>> Deus, um delírio, de Richard Dawkins
>>> O delfim, de José Cardoso Pires
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Thor
>>> Das Kunstwerk der Zukunft
>>> É Julio mesmo, sem acento
>>> O paraíso de Henry Miller
Mais Recentes
>>> Ser Elegante É… - 3D de Candace Simpson-Giles pela Sextante (2014)
>>> Seu Sexto Sentido. Ativando Seu - 3D de Belleruth Naparstek pela Rocco (1999)
>>> História geral das Civilizações Volume 1 - O oriente e a Grécia Antiga de Maurice Crouzet pela Bertrand Brasil (1993)
>>> O Diário de Anne Frank de Ane Frank pela Pé da Letra (2019)
>>> A sombra do poder: Martinho de Melo e Castro e a administração da Capitania De Minas Gerais (1770-1795) de Virgínia Maria Trindade Valadares pela Hucitec
>>> A Revolta da Vacina de Sevcenko, Nicolau pela UNESP
>>> A quebra da mola real das sociedades: A crise política do antigo regime Português na província do Grão-Pará (1821-1825) de André Roberto Arruda Machado pela Hucitec
>>> A paz das senzalas: Famílias Escravas e Tráfico Atlântico C.1790- C.1850 de Florentino, Manolo pela UNESP
>>> A outra Independência: O Federalismo Pernambucano de 1817 a 1824 de Mello, Evaldo Cabral de pela 34
>>> A História do Brazil de Frei Vicente do Salvador. História e Política no Império Português do Século XVII de Maria Lêda Oliveira pela Versal
>>> A experiência do tempo: Conceitos e narrativas na formação nacional brasileira (1831-1845) de Araújo, Valdei Lopes de pela Hucitec
>>> A Educação Pela Noite de Antônio Candido pela Ouro sobre Azul
>>> A Diplomacia na Construção do Brasil. 1750-2016 de Rubens Ricupero pela Versal
>>> A Corte na Aldeia de Vários Autores pela Verbo
>>> A Companhia de Jesus na América por Seus Colégios e Fazendas de Márcia Amantino and Carlos Engemann pela Garamond Universitaria
>>> A carne e o sangue: A Imperatriz D. Leopoldina, D. Pedro I e Domitila, a Marquesa de Santos de Priore, Mary de pela Rocco
>>> 1889: Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a de Laurentino Gomes pela Globo Livros
>>> 1822: Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram dom Pedro a criar o Brasil - um de Laurentino Gomes pela Globo Livros
>>> 1808: Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal de Laurentino Gomes pela Globo Livros
>>> 130 Anos: Em Busca Da República de Lessa, Renato; Wehling, Arno; Franco, Gustavo; Tavares Guerreiro, José Alexa pela Editora Intrínseca
>>> Arte de Gramática da Língua Mais Usada na Costa do Brasil de José de Anchieta pela EdUFBA (2014)
>>> Inglorious Revolution de William R. Summerhill pela Yale University Press (2015)
>>> O governo das conquistas do Norte de Fabiano Vilaça dos Santos pela Annablume (2011)
>>> O sol e a sombra de Laura de Mello e Souza pela Companhia das Letras (2006)
>>> Amazon Frontier - the defeat of the Brazilian Indians de John Hemming pela Papermac (1995)
>>> International Law de Malcolm Evans (edited by) pela Oxford University Press (2014)
>>> Complete International Law: Text, Cases, and Materials de Ademola Abass pela Oxford University Press (2014)
>>> Salvador de Sá and the struggle for Brazil and Angola, 1602 - 1686 de C. R. Boxer pela University of London (1952)
>>> Instituições Políticas Brasileiras de Oliveira Vianna pela Senado Federal (2019)
>>> O populismo e sua história - debate e crítica de Jorge Ferreira (Org.) pela Civilização Brasileira (2001)
>>> Marxismo e Judaísmo - história de uma relação difícil de Arlene Clemesha pela Boitempo (1998)
>>> Trópico dos pecados de Ronaldo Vainfas pela Civilização Brasileira (2014)
>>> Brasil: formação do Estado e da Nação de István Jancsó (Org.) pela Hucitec (2011)
>>> História da Vida Privada em Portugal - 4º Volume (Os nossos dias) de José Mattoso pela Temas e Debates (2011)
>>> História de Angola - da Pré-História ao Início do Século XXI de Alberto Oliveira Pinto pela Mercado de Letras (2016)
>>> Visconde do Uruguai de José Murilo de Carvalho (Org.) pela 34 (2002)
>>> A ilusão americana de Eduardo Prado pela Alfa Omega (2001)
>>> Postmodernism or, the cultural logic of late capitalism de Fredric Jameson pela Duke University Press (1992)
>>> The Established and the Outsiders de Norbert Elias and John L. Scotson pela Sage Publications (2017)
>>> The Satanic Verses de Salman Rushdie pela Randon House (2019)
>>> Los detectives salvajes de Roberto Bolaño pela Vintage Español (2010)
>>> Voices from Chernobyl de Svetlana Alexievich pela Dalkey Archive Press (2005)
>>> O Norte Agrário e o Império, 1871 - 1889 de Evaldo Cabral de Mello pela Topbooks (2008)
>>> Worlds of Labour - further studies in the history of labour de Eric J. Hobsbawm pela Weidenfeld and Nicolson (1984)
>>> Formação da Literatura Brasileira - Momentos Decisivos de Antonio Candido pela Ouro sobre Azul (2014)
>>> História do Brasil: uma interpretação de Carlos Guilherme Mota e Adriana Lopez pela 34 (2015)
>>> História Concisa da Literatura Brasileira de Alfredo Bosi pela Cultrix (2015)
>>> A literatura portuguesa de Massaud Moisés pela Cultrix (2010)
>>> História da Literatura Brasileira Vol. I - Das origens ao Romantismo de Massaud Moisés pela Cultrix (2012)
>>> História da Literatura Brasileira Vol. II - Do Realismo à Belle Époque de Massaud Moisés pela Cultrix (2016)
COLUNAS

Segunda-feira, 8/4/2002
A revista das revistas
Eduardo Carvalho

+ de 5600 Acessos

"O que a New Yorker publicou de bom é melhor do que qualquer coisa publicada na imprensa dos EUA neste século."
Paulo Francis

Dizer que a The New Yorker é a melhor revista do mundo talvez seja forçar a barra - ainda existem, entre outras, a "The New Republic", a "The Economist", a "The Spectator". Mas ela é, na minha opinião, a revista mais agradável de se ler. Pela qualidade do texto, pela elegância gráfica, pelos divertidos cartoons, pela variedade dos assuntos, pela fina ironia, pela inteligência dos colaboradores, pela criatividade das capas. E, sobretudo, pelo completo desprezo pelo chato e pelo vulgar, que, das revistas ao cinema, parecem dominar o ambiente cultural brasileiro. Que uma revista dessas tenha edições semanais é a prova mais evidente de que viver bem, apesar de tudo, ainda é possível - mesmo que seja longe daqui. Poder ler a "The New Yorker" é o maior reconforto ao desiludido, a melhor distração ao entediado. Se escolher a melhor é difícil, tanto Churchill como Nabokov concordariam: a "The New Yorker" é a revista mais inteligente e sofisticada do mundo.

A capa da revista é um capítulo à parte. Seus ilustradores são, sem dúvida, os melhores do mundo, e semanalmente surpreendem, provocam e agradam tanto os leitores da revista como os freqüentadores de banca. Se ainda há arte legítima sendo produzida no mundo, ela parece estar na capa da "TNY". Harold Ross, que fundou a revista em 1925, proibiu que as capas fizessem referência a qualquer pessoa que pudesse ser reconhecida. Nem a Hitler, durante a Segunda Guerra: quem saberia se na semana seguinte ele ainda seria importante? Não por outro motivo tanta gente a coleciona. Algumas podem valer um dinheirão, no futuro, ou, enquadradas, como é comum, enfeitar a parede de uma sala.

A revista oferece, naturalmente, um apropriado guia cultural da cidade, com o que acontece nos cinemas, teatros, casas de shows, museus, galerias, etc. Serve de orientação para quem mora na cidade ou como guia para quem está indo para lá - ou, ainda, como documento da mais abrangente e melhor produção cultural que, em uma cidade, a humanidade já conseguiu reunir.

Na seção permanente "The Talk of The Town", os colaboradores contam casos interessantes que acontecem no dia-a-dia de Nova York, de pequenas coincidências a curiosidades impressionantes. É o espaço em que os mais importantes acontecimentos - discurso do prefeito, jantares beneficentes, entrevistas com famosos - são reportados ao lado de impressões corriqueiras - conversas ouvidas em um café, o clima de um jogo de beisebol, uma situação no trânsito. As conveniências e os incômodos de se viver em Nova York são solidariamente compartilhados com os leitores de Manhattan a Hong Kong. A "TNY" sabe combinar sua elegância provinciana com um amplo interesse cosmopolita: os textos de "The Talk of The Town" são os bastidores do incansável espetáculo da civilização.

Em muitas edições sai a seção "Letter from..." - que pode ser do Canadá ao Camboja. Funciona como uma longa reportagem descrevendo a situação - econômica, política, social, etc. - do país em que está o correspondente, ou apenas uma mais longa e detalhada observação de um acontecimento especial (Olimpíadas, guerras, desastres, etc.). E segue a máxima imposta por Harold Ross: "Eu não quero saber o que você pensa sobre o que acontece em Paris. Quero saber o que os franceses pensam."

Há também normalmente um conto inédito, de autores famosos (de John Updike a Stephen King) ou desconhecidos - com o rigoroso critério, sempre, de que preste para ser publicado. Alcançar as páginas da "TNY" significa, para um escritor internacional de talento, o mesmo que um brasileiro medíocre conseguir agendar uma entrevista com o Jô Soares.

Analisando uma borboleta: a assumida postura arrogante e autocrítica

Entre críticas e ficções, já passaram por ali, entre muitos ilustres, Hemingway, H. L. Mencken, Edmund Wilson. E mesmos autores das ficções, como John Updike, de vez em quando publicam suas críticas de outros livros na própria revista. Um dos desenhos que ilustram a seção "The Critics", aliás, é engraçadíssimo, e revela a assumida postura da revista, ao mesmo tempo arrogante e autocrítica. Na praia, um menino está construindo um engenhoso castelinho de areia, feliz e sorridente; enquanto uma menina chata, provavelmente sua irmã, de braços cruzados, mão no queixo e cara emburrada, analisa a brincadeira. E a ilustração confirma, assim, a imprescindível necessidade da crítica, antecipando o preconceito do leitor e afastando, com bom humor, a ligação entre crítica e chatice. Porque, até quando precisa ser, a "TNY" consegue não ser chata.

É comum ouvir por aí gente que, talvez por não ter conseguido entender, respeite um filme como, por exemplo, "Vanilla Sky", como se fosse original ou ousado. Mas, se ele engana jornalistas ingênuos, não escapa do crítico da "TNY". Em minha arriscada tradução: "Esta refilmagem hollyhoodiana do filme espanhol de 1997 'Abre los Ojos' só pode ser chamada de un desastre(...) É um desses raros filmes que conseguem ser extremamente agitados e completamente entediantes. Cameron Crowe, que escreveu e dirigiu, precisa começar tudo de novo e descobrir por que quis ser diretor de cinema". Mas o tom das sinopses dos filmes não é, apesar desta, azedo. Os jornalistas sabem reconhecer um filme despretensioso, uma diversão honesta. Mas certas babaquices precisam ser apontadas - e o pessoal da "TNY", por mais que não seja educado, mete o dedo na cara. Sua honestidade não lhe permite ser politicamente correta.

Na academia que eu freqüentava em Vancouver, no Canadá, escolhia-se exemplares da "TNY" do mesmo modo que, em São Paulo, somos condenados às babaquices da Vejinha. Acabar de ler um artigo da seção "Shouts & Murmurs" pedalando uma bicicleta parada e, ao levantar a cabeça, poder apreciar, através de enormes janelas envidraçadas, a admirável criatividade da arquitetura canadense, é uma das vantagens de uma sociedade civilizada. Enquanto isso, é preciso tropeçar pelas sujas calçadas de São Paulo para, sabendo quais são as duas ou três bancas que vendem a revista, pagar 20 reais por exemplar. E depois dizem que estamos quase lá.

E revista no lixo

Desde quando, pelo impulso quase automático de acertar imediatamente as contas que chegam em casa, minha mãe pagou a última prestação da assinatura da "Veja", eu aguardo ansiosamente para que ela termine. Para nunca mais renovar. Estou cansado de, todo domingo, ao abrir a porta do meu apartamento, receber uma ardida bolachada na cara ao ver a capa da revista.

Há muito tempo eles já redefiniram a estratégia de vendas, e decidiram apelar, aumentando a tiragem e vendendo revistas para uma classe média baixa (cultural, social, econômica, o que seja) que, há dez anos, era analfabeta. E que, cedendo à pressão do "mundo moderno", em que todos precisamos estar bem informados, precisou comprar ou assinar uma revista supostamente informativa - e escolheu logo, como se fosse a melhor, a mais vendida.

Confesso que, aos 15 anos, o estilo dos ensaios do Roberto Pompeu de Toledo, o jornalista do Presidente, me parecia exemplar. Hoje, suas opiniões me parecem convencionais e comprometidas. Nada de mais. Nem seu estilo.

Já Diogo Mainardi, o único outro colunista que compreendo que alguém leia, desde os 15 anos me incomodou - não por suas provocações pueris, mas pela sua incompetência como aquilo mesmo que ele pretende ser: o polemista da "Veja". Antes de tudo, Mainardi escreve inaceitavelmente apressado e mal. Mas o pior é que ele se diverte: o nível de suas polêmicas é tão baixo quanto o do seus leitores. E repetindo uma verdade inegável, a de que o Brasil é uma droga, mas com um texto péssimo, consegue animar leitores tão ingênuos quanto furiosos a enviar cartas para a revista - apenas reafirmando, assim, o seu imerecido sucesso.

Enquanto isso, sem escala na sala, da porta de entrada os meus exemplares seguem diretamente para o lixo da cozinha. E daqui a alguns meses eu vou conferir alegremente, quando voltar ao consultório do dentista, que não perdi nada - a não ser tempo, quando tinha 15 anos.


Eduardo Carvalho
São Paulo, 8/4/2002



Quem leu este, também leu esse(s):
01. 40 anos sem Carpeaux de Celso A. Uequed Pitol
02. Os Doze Trabalhos de Mónika. 9. Um Cacho de Banana de Heloisa Pait
03. Super Campeões, trocas culturais de Brasil e Japão de Luís Fernando Amâncio
04. 'As vantagens do pessimismo', de Roger Scruton de Celso A. Uequed Pitol
05. E não sobrou nenhum (o caso dos dez negrinhos) de Gian Danton


Mais Eduardo Carvalho
Mais Acessadas de Eduardo Carvalho em 2002
01. Com a calcinha aparecendo - 6/5/2002
02. Festa na floresta - 9/9/2002
03. Hoje a festa é nossa - 23/9/2002
04. Todas as paixões desperdiçadas - 23/12/2002
05. O do contra - 11/3/2002


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




OS FRUTOS DA TERRA
ANDRÉ GIDE
NOVA FRONTEIRA
(1983)
R$ 25,90



A ARCA DE NOÉSIO
GUSTAVO BOLOGNANI MARTINS
ATELIÊ
(1996)
R$ 12,00



NUVENS E CALMARIAS
WALDIR CARTOLA
CARTHAGO
(1999)
R$ 5,00



O DESENTULHO DE GÓRI
NEY EICHLER CARDOSO
AUTOR
(2003)
R$ 26,00



DICCIONÁRIO DE TERMINOS LEGALES: ESPAÑOL-INGLÊS E INGLÊS-ESPANOL
LOUIS A. ROBB
LIMUSA (MÉXICO)
(1980)
R$ 17,82



OS GRANDES MITOS DA FEMINILIDADE
IWONKA BLASI E CRISTINA RIGLER
ROSA DOS TEMPOS
(1996)
R$ 5,00



JACÓ E ESAÚ
PENNY FRANK
SINODAL
(1987)
R$ 5,00



A ALMA IMORAL
NILTON BONDER
ROCCO
(1998)
R$ 15,00



A APRENDIZAGEM EFICIENTE
HAROLDO SILVA
ARMAZEM
(2005)
R$ 6,90



A NOVA JUSTIÇA: COMO E POR QUE O RIO DE JANEIRO SAIU NA FRENTE
JOEL RUFINO DOS SANTOS (ORG)
FORENSE
(2005)
R$ 18,82





busca | avançada
92061 visitas/dia
2,2 milhões/mês