Digestivo nº 252 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

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DIGESTIVOS

Sexta-feira, 11/11/2005
Digestivo nº 252
Julio Daio Borges

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+ 2 Comentário(s)




Teatro >>> Deus ex machina
O que significa ouvir o Depeche Mode hoje em dia? Sofrer de nostalgia, tentar alcançar a onda eletrônica, ou comprar um disco por engano? Provavelmente tudo junto, ao mesmo tempo. Afinal, as modulações de voz de Dave Gahan continuam lá (para quem tiver saudades de seus graves e agudos), o trio assimilou os loops e o minimalismo da geração atual (engrossando o coro dos niilistas), e Exciter é um álbum que fisga eficientemente os incautos (desde a capa, a contracapa, até a produção apurada). Em todo caso, é curioso lembrar que, no Brasil, as lamúrias dessa turma (que efetivamente flertou com o suicídio) sempre foram interpretadas e dançadas como um ato de liberação e alegria (vide os hits I just can't get enough, Strangelove, Enjoy the Silence, It's no good). Para que se tenha uma idéia, as canções que têm mais chance de emplacar nas pistas paulistas contêm versos como "We are the dead of night" (The Dead of Night) e "It's the dark night of my soul" (I Fell Loved), mas não surpreende que sejam entoadas como as mais vivazes declarações de amor. Independentemente disso, aqueles que se identificam com o som do Depeche Mode têm um motivo adicional para comprar Exciter: Airto Moreira, um percussionista brasileiro, toca em duas faixas, uma delas muito delicada e positiva, Freelove. Aliás, se existe real novidade nesse lançamento, é porque decorre essencialmente das baladas: Shine, When the body speaks e Goodnight Lovers apontam para uma espécie de lirismo esperançoso, de quem dá conselhos. Superada a depressão mais aguda, é realmente auspiciosa a notícia de que Gahan, Gore e Fletcher continuam em forma. [Comente esta Nota]
>>> Os Sete Afluentes do Rio Ota - Monique Gardenberg e Michele Matelon - Sesc Pinheiros
 



Literatura >>> Sic transit gloria mundi
O que significa ouvir o Depeche Mode hoje em dia? Sofrer de nostalgia, tentar alcançar a onda eletrônica, ou comprar um disco por engano? Provavelmente tudo junto, ao mesmo tempo. Afinal, as modulações de voz de Dave Gahan continuam lá (para quem tiver saudades de seus graves e agudos), o trio assimilou os loops e o minimalismo da geração atual (engrossando o coro dos niilistas), e Exciter é um álbum que fisga eficientemente os incautos (desde a capa, a contracapa, até a produção apurada). Em todo caso, é curioso lembrar que, no Brasil, as lamúrias dessa turma (que efetivamente flertou com o suicídio) sempre foram interpretadas e dançadas como um ato de liberação e alegria (vide os hits I just can't get enough, Strangelove, Enjoy the Silence, It's no good). Para que se tenha uma idéia, as canções que têm mais chance de emplacar nas pistas paulistas contêm versos como "We are the dead of night" (The Dead of Night) e "It's the dark night of my soul" (I Fell Loved), mas não surpreende que sejam entoadas como as mais vivazes declarações de amor. Independentemente disso, aqueles que se identificam com o som do Depeche Mode têm um motivo adicional para comprar Exciter: Airto Moreira, um percussionista brasileiro, toca em duas faixas, uma delas muito delicada e positiva, Freelove. Aliás, se existe real novidade nesse lançamento, é porque decorre essencialmente das baladas: Shine, When the body speaks e Goodnight Lovers apontam para uma espécie de lirismo esperançoso, de quem dá conselhos. Superada a depressão mais aguda, é realmente auspiciosa a notícia de que Gahan, Gore e Fletcher continuam em forma. [Comente esta Nota]
>>> Não espere pelo epitáfio: Provocações Filosóficas - Mario Sergio Cortella - Vozes Nobilis/ Vozes
 



Além do Mais >>> Niilismo, cinismo e amor
O que significa ouvir o Depeche Mode hoje em dia? Sofrer de nostalgia, tentar alcançar a onda eletrônica, ou comprar um disco por engano? Provavelmente tudo junto, ao mesmo tempo. Afinal, as modulações de voz de Dave Gahan continuam lá (para quem tiver saudades de seus graves e agudos), o trio assimilou os loops e o minimalismo da geração atual (engrossando o coro dos niilistas), e Exciter é um álbum que fisga eficientemente os incautos (desde a capa, a contracapa, até a produção apurada). Em todo caso, é curioso lembrar que, no Brasil, as lamúrias dessa turma (que efetivamente flertou com o suicídio) sempre foram interpretadas e dançadas como um ato de liberação e alegria (vide os hits I just can't get enough, Strangelove, Enjoy the Silence, It's no good). Para que se tenha uma idéia, as canções que têm mais chance de emplacar nas pistas paulistas contêm versos como "We are the dead of night" (The Dead of Night) e "It's the dark night of my soul" (I Fell Loved), mas não surpreende que sejam entoadas como as mais vivazes declarações de amor. Independentemente disso, aqueles que se identificam com o som do Depeche Mode têm um motivo adicional para comprar Exciter: Airto Moreira, um percussionista brasileiro, toca em duas faixas, uma delas muito delicada e positiva, Freelove. Aliás, se existe real novidade nesse lançamento, é porque decorre essencialmente das baladas: Shine, When the body speaks e Goodnight Lovers apontam para uma espécie de lirismo esperançoso, de quem dá conselhos. Superada a depressão mais aguda, é realmente auspiciosa a notícia de que Gahan, Gore e Fletcher continuam em forma. [1 Comentário(s)]
>>> Filosofia da Religião - Luiz Felipe Pondé - Casa do Saber Higienópolis
 
>>> EVENTOS QUE O DIGESTIVO RECOMENDA



>>> Palestra e Lançamento de Livro
* Rumo às Estrelas: Uma Viagem no espaço e no tempo - Anatoli Berezevoi e Renato Reichmann
(Seg., 14/11, 19h30, VL)

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* Rumo às Estrelas - Ron L. Hubbard
(Seg., 14/11, 19h30, VL)
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Julio Daio Borges
Editor

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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
12/11/2005
10h09min
Li o texto acima e compreendi que Pondé na realidade apresentou um contraponto: ele não foi falar da religião em si, mas tudo o que é negação da religião. Saindo-se de maneira admirável sobre o assunto niilístico.
[Leia outros Comentários de Iolanda Rebouças]
12/11/2005
18h56min
Caro Julio. A relação crítico e criticado e' quente, nada esta acima do bem e do mal, nem mesmo "Os Setes Afluentes do Rio Ota", mas temos que lembrar que ha' uma linhagem de críticos muito chatos. Até mais. Patricia R.Lara
[Leia outros Comentários de Patricia]

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