Digestivo nº 386 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

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DIGESTIVOS

Sexta-feira, 24/10/2008
Digestivo nº 386
Julio Daio Borges

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Além do Mais >>> Um Nobel para Paul Krugman
Alex Atala é um gênio da alta gastronomia. Ponto. Todas as demais considerações a seu respeito são meramente acessórias. Capitaneando o D.O.M. desde 1999, esse chef não tem nada a esconder e explica com palavras escolhidas o que considera a razão de seu sucesso. Atala conta que, durante a infância e juventude, nunca apresentou nenhuma aptidão especial. Até ir-se para a Europa. Lá, meteu-se a cozinhar e terminou passando 6 anos em estágios e empregos pela França, pela Bélgica e pela Itália. Os franceses lhe revelaram sua disciplina quase militar, transmitindo os rigores da técnica. Os belgas não se mostraram muito diferentes dos franceses. E os italianos, apaixonados, legaram-lhe o gosto pela experimentação e as lições de quem se dedica aos que afetivamente lhe são próximos: a família, cuja figura central é sabidamente “la mamma”. Assim, talvez, se explique a importância que Alex Atala dá às reações e aos sentimentos de seus clientes, quando eles entram em contato com os seus pratos. Não há o que dizer sobre eles, são perfeitos. E é exatamente isso que esse jovem mestre procura, tão logo lança um novo cardápio: nenhuma descrição pormenorizada, apenas o mais puro êxtase. Como bem coloca, o sabor e o cheiro são intransmissíveis por qualquer meio, requerendo presença física (paladar e olfato, mais precisamente). Portanto, aconselha: se alguém quer conhecer Alex Atala, deve provar de sua comida – que é o que ele faz melhor. Não tem a menor intenção de mudar, expandindo-se ou desdobrando-se por outras mídias – seu negócio é cozinhar mesmo. Acontece que, além dessa habilidade extraordinária que lhe permitiu tomar de assalto a cena brasileira, estabelecendo-se com a autonomia de um artista de vanguarda, Atala é carismático e possui um conhecimento enciclopédico, não só de cozinha internacional, mas de pratos genuinamente brasileiros (dentre esses, estão os mais de 300 que lançou em dois anos praticamente). Qualquer conversa com ele se transforma numa aula, dada a erupção de ingredientes, receitas e temperos. Logo, é natural que se lhe peça a transmissão urgente de uma bagagem que só ele tem. O tempo urge. Seus discípulos e admiradores também. Resumindo: a visita ao D.O.M. é eminente. Afinal, é nosso dever asseverar que Deus continue Ótimo e Máximo, sempre. Amém. [3 Comentário(s)]
>>> Paul Krugman
 



Literatura >>> Cartas, de Antônio Vieira
Alex Atala é um gênio da alta gastronomia. Ponto. Todas as demais considerações a seu respeito são meramente acessórias. Capitaneando o D.O.M. desde 1999, esse chef não tem nada a esconder e explica com palavras escolhidas o que considera a razão de seu sucesso. Atala conta que, durante a infância e juventude, nunca apresentou nenhuma aptidão especial. Até ir-se para a Europa. Lá, meteu-se a cozinhar e terminou passando 6 anos em estágios e empregos pela França, pela Bélgica e pela Itália. Os franceses lhe revelaram sua disciplina quase militar, transmitindo os rigores da técnica. Os belgas não se mostraram muito diferentes dos franceses. E os italianos, apaixonados, legaram-lhe o gosto pela experimentação e as lições de quem se dedica aos que afetivamente lhe são próximos: a família, cuja figura central é sabidamente “la mamma”. Assim, talvez, se explique a importância que Alex Atala dá às reações e aos sentimentos de seus clientes, quando eles entram em contato com os seus pratos. Não há o que dizer sobre eles, são perfeitos. E é exatamente isso que esse jovem mestre procura, tão logo lança um novo cardápio: nenhuma descrição pormenorizada, apenas o mais puro êxtase. Como bem coloca, o sabor e o cheiro são intransmissíveis por qualquer meio, requerendo presença física (paladar e olfato, mais precisamente). Portanto, aconselha: se alguém quer conhecer Alex Atala, deve provar de sua comida – que é o que ele faz melhor. Não tem a menor intenção de mudar, expandindo-se ou desdobrando-se por outras mídias – seu negócio é cozinhar mesmo. Acontece que, além dessa habilidade extraordinária que lhe permitiu tomar de assalto a cena brasileira, estabelecendo-se com a autonomia de um artista de vanguarda, Atala é carismático e possui um conhecimento enciclopédico, não só de cozinha internacional, mas de pratos genuinamente brasileiros (dentre esses, estão os mais de 300 que lançou em dois anos praticamente). Qualquer conversa com ele se transforma numa aula, dada a erupção de ingredientes, receitas e temperos. Logo, é natural que se lhe peça a transmissão urgente de uma bagagem que só ele tem. O tempo urge. Seus discípulos e admiradores também. Resumindo: a visita ao D.O.M. é eminente. Afinal, é nosso dever asseverar que Deus continue Ótimo e Máximo, sempre. Amém. [2 Comentário(s)]
>>> Cartas de Antônio Vieira
 



Internet >>> Farofa Moderna, de Vagner Pitta
Alex Atala é um gênio da alta gastronomia. Ponto. Todas as demais considerações a seu respeito são meramente acessórias. Capitaneando o D.O.M. desde 1999, esse chef não tem nada a esconder e explica com palavras escolhidas o que considera a razão de seu sucesso. Atala conta que, durante a infância e juventude, nunca apresentou nenhuma aptidão especial. Até ir-se para a Europa. Lá, meteu-se a cozinhar e terminou passando 6 anos em estágios e empregos pela França, pela Bélgica e pela Itália. Os franceses lhe revelaram sua disciplina quase militar, transmitindo os rigores da técnica. Os belgas não se mostraram muito diferentes dos franceses. E os italianos, apaixonados, legaram-lhe o gosto pela experimentação e as lições de quem se dedica aos que afetivamente lhe são próximos: a família, cuja figura central é sabidamente “la mamma”. Assim, talvez, se explique a importância que Alex Atala dá às reações e aos sentimentos de seus clientes, quando eles entram em contato com os seus pratos. Não há o que dizer sobre eles, são perfeitos. E é exatamente isso que esse jovem mestre procura, tão logo lança um novo cardápio: nenhuma descrição pormenorizada, apenas o mais puro êxtase. Como bem coloca, o sabor e o cheiro são intransmissíveis por qualquer meio, requerendo presença física (paladar e olfato, mais precisamente). Portanto, aconselha: se alguém quer conhecer Alex Atala, deve provar de sua comida – que é o que ele faz melhor. Não tem a menor intenção de mudar, expandindo-se ou desdobrando-se por outras mídias – seu negócio é cozinhar mesmo. Acontece que, além dessa habilidade extraordinária que lhe permitiu tomar de assalto a cena brasileira, estabelecendo-se com a autonomia de um artista de vanguarda, Atala é carismático e possui um conhecimento enciclopédico, não só de cozinha internacional, mas de pratos genuinamente brasileiros (dentre esses, estão os mais de 300 que lançou em dois anos praticamente). Qualquer conversa com ele se transforma numa aula, dada a erupção de ingredientes, receitas e temperos. Logo, é natural que se lhe peça a transmissão urgente de uma bagagem que só ele tem. O tempo urge. Seus discípulos e admiradores também. Resumindo: a visita ao D.O.M. é eminente. Afinal, é nosso dever asseverar que Deus continue Ótimo e Máximo, sempre. Amém. [1 Comentário(s)]
>>> Farofa Moderna
 

 
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