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Domingo, 26/6/2016
Blog
Redação

 
Mesa de bar, livro de arte

"Mesa de bar"

Livro de arte com a reprodução de 32 pinturas a óleo, acrílicas e digitais sobre o cotidiano da vida citadina.

Número de páginas: 46
Edição: 1(2016)
ISBN: 978-85-919150-2-6
Formato: A4 210x297
Coloração: Colorido
Acabamento: Brochura s/ orelha
Tipo de papel: Couche 150g

À venda na livraria Clube de Autores, R$ 56,15.

Excerto:
Embora meus quadros pareçam dizer o contrário, não faço arte de denúncia social.
Defino minhas pinturas como o resultado da imaginação comovida, isto é, como o fruto da atenção emocionalmente tingida pelo drama humano, pela pobreza, pelo trabalho e pela diversão barata.
Cada uma de minhas pinturas retrata uma estória não escrita, porque história de anônimos.
Os doces sem embalagem expostos nos balcões da vendinha da esquina. O forró à luz das lâmpadas de 60 watts. O calendário de mulher pelada, amarelado pelo tempo, pendurado em algum boteco às 18 horas.
Quem olha pra isso? Pra que olhar pra isso?
Um cachorro preto perambula entre os barracos de minha pintura "Favela". Não há comida para ele ali, entre os famintos. Mesmo assim, que diferença faz?



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Postado por Blog de João Werner
26/6/2016 às 11h40

 
A estátua viva

E de repente vejo um anjo, em pleno calçadão da Avenida Barão do Rio Branco, reluzente, de pé num pedestal rústico.

É uma artista de rua na performance de estátua viva.

Toda arte me atrai como que por encanto, assim, quando dei por mim, estava bem perto dela; uma moça morena, da pele fina, o nariz arrebitado e dos cabelos negros, da mesma cor que imaginei que seriam seus olhos fechados, calados, rijos feito rocha.

Uma estátua de anjo.

Para chegar perto sem levantar suspeitas, comprei um churros do doceiro ao lado, que fingi comer, queria mesmo era admirar a artista.

Ela não se mexia, não piscava e tive a sensação que não respirava, apenas existia, sob o fardo do silêncio, indiferente ao movimento de carros e pessoas.

O churros escorreu pelos meus dedos quando um sonho delirante atravessou minha mente: E se eu fosse aquela estátua viva?

Não pude evitar. No instante seguinte me peguei fechando os olhos, incorporando aos poucos a estátua, dominado pelo silêncio, permitindo ao corpo levitar.

Já tive desses delírios, sonhei que era um pássaro, das asas de Ícaro, que derreteu num dia que nem tinha sol.

Respiro lento enquanto a lembrança de uma brincadeira de criança me invade, vaca amarela pulou a janela, quem falar primeiro comeu a bosta dela, e fico quieto, num completo silêncio que nunca enfrentei, nem mesmo os passos nas calçadas escuto mais, os carros que passam são imagens amorfas, o meu sangue esfria, consigo sentir a pele congelar.

Um cachorro vadio caminha por perto, meus olhos estão fechados, mas sinto seu cheiro de cachorro molhado e me invade uma vontade imensa de espirrar, que a custos consigo controlar.

Duas moças se aproximam fazendo algazarra, uma quer se mostrar mais feliz que a outra, apontam na minha direção, sorriem da plenitude de meu rosto de pedra.

A moça mais alta tenta tocar em mim, mas desiste no instante final, levada pelo medo da minha reação.

Elas se distraem com a capa de uma revista, suspiro num alívio que logo termina; um menino magrelo surge de repente, escapando das mãos da mãe descuidada.

Do restinho de visão que entra pela fresta dos meus olhos, percebi que era um moleque travesso.

Ameaçou chutar minha canela.

Regurgitei todos os meus medos, pensei, vaca amarela...

Num movimento brusco, a mãe puxa as mãos do menino e o leva para longe.

Não tenho tempo para alívios, uma coceira me atinge embaixo da axila, logo ali, que agora tenho asas, a vontade de mexer e me coçar é tanta que...

Vaca amarela pulou a janela, quem coçar primeiro comeu a bosta dela...

O doceiro pergunta se quero outro churros e me retira daquele devaneio.

O céu já não é cinza, a luz caminha aos poucos na escuridão

Encarei a artista com olhos carregados de aplausos e depositei cinco reais aos seus pés.

Ela então se movimenta, muda de posição e sorri de leve, um riso puro, repleto de enigmas.

Atravessei a rua enquanto os raios do sol rasgavam os edifícios e os solavancos da cidade mostravam o concreto pulsante, a vida aos poucos voltando ao normal.

No entanto, há o lírico sorriso da estátua viva, tão enigmático que chego a pensar que era mesmo o sorriso de um anjo.

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Postado por Blog de ANDRÉ LUIZ ALVEZ
25/6/2016 às 20h38

 
Deus é brasileiro ─ (Filmes)

─ Procuro um santo terra adentro.
─ Vosmecê não tem medo desses cantos?

Deus é brasileiro.
Se assim diz a voz do povo, assim a voz Dele próprio
Mas Deus precisa de umas férias no céu estrelado
E desce aqui aos Brasis matados e desmatados
à procura de substituto.

Deus é brasileiro.
─ Vosmecê se batizou na igreja? Tem certidão de cartório?

Sua nacionalidade ─ Taoca e Madá não desmentem.

Das estradas d’água
aos caminhos de dentro,
só trabalho pesado.
Aqui tem luta de faca.
Tem tiro. Tem cafetão. Tem jagunço.
Tem emboscada. E tem coisa pior.

Deus coça a cabeça. Depois, dorme um pouquinho
E logo sai à procura de quem fique em seu lugar.
Sem saber que está diante de Deus, mais gente pergunta
─ Vosmecê não teme esses rios? Não teme traição?

Conhecendo bem o solo onde nasceu
Deus segue estrada, mas toma seus cuidados:
caminha como se pisasse em ovos
Ou nas nuvens.

Nessas andanças, Ele fica às vezes meio ressabiado
Pra reavivar o ânimo, toma banho de mar.
Passa em frente ao bordel e não joga pedra em ninguém.
Come jerimum.
Some no meio das águas.
Reaparece. E retoma a estrada:
─ E Vosmecê não tem medo de ir pra cidade?

Procurando um santo,
Deus encontrou um pescador
que achou e perdeu um amor.
Aí, Deus continuou fazendo seu trabalho
ressuscitou gente morta e reatou a paixão.

Mar adentro, a canoa abriga os enamorados.

O céu vira um mar de peixes miúdos girando
O mar vira um céu cheinho de estrelas girando
E o mundo gira com a rapidez de canoa mágica.

Deus é brasileiro.
Por aqui, cadê férias?

Deus decide então ficar na terra natal
Ele aprende o percurso dos redemoinhos
Precavido, não esquece o guarda-chuva.
E um dia, quem sabe, um fim de semana no Corcovado.

Férias pra quê?

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Postado por Blog da Mirian
25/6/2016 às 12h07

 
A constituição europeia

A Constituição americana criou um sistema de contrapesos baseado nas ideias de Montesquieu: separação de 3 poderes da República; Legislativo divido em Senado que representa igualmente os Estados, e Câmara dos representantes do povo eleitos por distritos com igual população; e responsabilidades de governo distribuídas entre a União, os Estados, e os governos locais. A democracia direta tem papel grande nas questões locais, e ocasional nas estaduais.

Os constituintes brasileiros sabiamente imitaram essa invenção franco-americana, testada e aperfeiçoada ao longo de 240 anos (quem lembra do Bicentennial está ficando velho). Vamos ver como o Brasil se sai da atual crise, causada diretamente pelas ações de uma presidência que se julgava plenipotenciária por ter sido eleita. Sou otimista.

A falha maior da Constituição é não ter criado o sistema de voto distrital, o que acarreta distorções geográficas de representatividade dos eleitores e dificulta a comunicação entre o povo e os representantes. O voto proporcional, quasi-indireto, concentra o poder nos chefes dos partidos e torna os deputados pouco responsáveis aos desejos populares.

Os europeus não tiveram a mesma visão que os constituintes brasileiros. A Constituição europeia, redigida sob coordenação de Giscard d'Estaing, é um lixo. Nem sei se teve alguma validade. Faltou aos franceses a cultura francesa. O ressentimento contra a burocra de Bruxelas seria menor se a Europa tivesse presidente eleito diretamente pela população, e se as leis europeias necessitassem de aprovação pela câmara alta, representando as nações, e pela câmara baixa, representando diretamente o povo. Acho difícil que, com melhor representação, a estupidez inacreditável que é a política de austeridade das elites europeias mantivesse o desemprego no sul da Europa 20% durante 8 anos seguidos. Também seria complicado para o norte oferecer benefícios generosos aos imigrantes e exigir que o sul impeça a entrada deles. Adicionalmente, questões nacionais fundamentais como a entrada e saída da União, ou a campanha de Siracusa, não podem ser decididas em uma votação simples irrevogável.

À Europa faltam simultaneamente democracia e freios à democracia. É uma demonstração de incompetência das elites europeias. Por via das dúvidas, sou favorável a que o Brasil ofereça reforço às tropas de ocupação americanas na Europa Central.

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Postado por O Blog do Pait
25/6/2016 às 09h40

 
Daphne Koller do Coursera



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Postado por Julio Daio Borges
21/6/2016 às 18h32

 
O menino e o Homem Aranha

- Você existe de verdade? - pergunta Gabriel, quando o Homem Aranha se abaixa para abraçá-lo na cadeira de rodas, no quarto da Pediatria do Hospital Federal da Lagoa, onde ele está internado há várias semanas. Gabriel faz hoje 10 anos de idade.

- É claro que eu existo! Só não posso revelar minha verdadeira identidade! - responde o Homem Aranha, tentando disfarçar a voz embargada.

O quarto está todo enfeitado de balões coloridos. A pequena mesa encostada à parede, que normalmente contém remédios e bandejas de plástico, hoje tem um bolo de aniversário e brigadeiros, trazidos pela equipe de médicos, enfermeiros e funcionários do hospital. Eles estão todos reunidos ali no quarto, muitos com chapeuzinho de papel na cabeça, assistindo sorridentes ao encontro do menino com o super-herói.

Desde que adoeceu, nas férias do verão passado, Gabriel não pôde mais frequentar as aulas na escola. Nos últimos meses, o Hospital tem sido o seu lar. As pessoas que lá trabalham têm sido seus amigos mais próximos, quase parte da sua família.

Nessas últimas semanas, estive algumas vezes com o Gabriel, contando histórias para lhe dar um pouco de alegria e tentar lhe restituir alguma sensação de normalidade, neste cotidiano nada normal de uma criança. Ele é um menino esperto, curioso e antenado, talvez até acima da média. Mas está sem aulas, sem o convívio com meninos de sua idade, sem desafios intelectuais.

Hoje, esta singela demonstração de solidariedade da equipe do Hospital da Lagoa mexeu muito comigo. Num país quebrado como o nosso, onde a má gestão, a irresponsabilidade e a falta de ética dos nossos governantes achincalharam o atendimento na área da Saúde aos brasileiros mais indefesos e carentes, a atitude amorosa daqueles profissionais me trouxe um pouco de esperança no futuro de um Brasil melhor.

Parabéns pelo seu trabalho dedicado, equipe da Pediatria do Hospital da Lagoa! Hoje senti vontade de lhes fazer a mesma pergunta que o Gabriel fez ao Homem Aranha: será que vocês existem de verdade?

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Postado por Blog da Monipin
20/6/2016 às 21h45

 
Ajustando o rumo

No começo de abril, parti de Macapá rumo a Belém para dar início à viagem cujo objetivo era arrecadar fundos para a edição de meu livro As Tias do Marabaixo. A arrecadação seria viabilizada pela realização de duas atividades: ensaios fotográficos a valores promocionais, dentro da campanha que denominei 'Vamos Sonhar Juntos', e novas edições da Oficina de Cinema Independente.

A primeira Oficina deste ano foi agendada para o final de abril em Belém, e a segunda para meados de maio em Paragominas (interior do Pará). Porém apenas a primeira teve inscritos, e mesmo assim num número bastante reduzido. A foto que ilustra o post é um frame do curta que rodamos durante a Oficina, intitulado Papo de Cinema.

Em relação aos ensaios, cheguei a ter 30 agendados em 16 estados do país, fora os de Macapá e Belém. Os agendamentos foram feitos através de inscrições em formulário que criei no Google Docs, e também chegaram através do Facebook. Me pareceu ser uma forma racional para mapear pessoas interessadas em colaborar com a edição do livro. Eu mantive todos informados diretamente e também através de um grupo fechado no Facebook.

Tudo foi mais ou menos tranquilo até começo de maio, quando passei 10 dias em Macapá (cobrindo eventos do Ciclo do Marabaixo 2016 e também tratando de uma restauração dentária que havia quebrado logo que cheguei a Belém). De volta à capital do Pará, eu soube que não haveria a Oficina em Paragominas e já me preparei para ir a São Luís.

No dia mesmo que saí para a capital do Maranhão, acabei derramando café no meu notebook, o que exigiu que eu o mandasse para uma revisão assim que cheguei na ilha (na verdade, alguns dias depois, logo no começo o note ainda funcionou razoavelmente bem). Infelizmente, porém, não pude consertar o note de imediato, porque o valor que eu esperava ganhar com os ensaios no Maranhão não se concretizou. E mesmo que as fotos fossem feitas, eu não teria como editá-las. O resultado foi que em vez de ficar 3 dias, acabei ficando 3 semanas em São Luís, e de lá segui para João Pessoa.

Na Paraíba, a história se repetiu, as encomendas de fotos não se confirmaram. Considerando então que já estávamos quase na metade de junho e o último ensaio feito pela campanha havia acontecido em 7 de maio, ainda no breve retorno a Macapá, vi que o melhor a fazer era interromper a viagem.

Optei então por ficar um mês em Maceió, onde cheguei no dia 14; daqui sigo para o Mato Grosso e de lá retorno a Macapá, onde preciso estar no começo de setembro.

Nestes primeiros dias em Alagoas, entrei em contato com todas as pessoas que se inscreveram e que não são deste estado nem do Mato Grosso, informando que agora não tenho data certa para ir até a cidade de cada um. A imensa maioria das pessoas se solidarizou comigo, entendeu a situação e aceitou a solução que apresentei.

Enfim, não se pode acertar sempre, não é? Uma coisa é certa: o livro será lançado, este é um compromisso que assumo publicamente. De que forma, e em que data, é algo a resolver.

Agradeço a todos que tem me apoiado ao longo de todo esse processo.

Desistir jamais!



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Postado por Cinema Independente na Estrada
20/6/2016 às 19h12

 
The Sharing Economy


Ouça a entrevista com o autor, Arun Sundararajan

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Postado por Julio Daio Borges
20/6/2016 às 14h23

 
Raízes da corrupção

A corrupção e o desperdício atingiram no Brasil durante os últimos 13 anos proporções enormes, mobutescas; senão inéditas, certamente inafiançáveis. Parece haver consenso em relação a esse #fato, mesmo que no Fla-Flu do Grenal político cada um tenha seu corrupto de estimação que seria menos safado do que o corrupto dos outros. Mais fundamentalmente, deixando a fulanização de lado por um momento, há divergência em relação a 3 interpretações.

A explicação mais banal é a da assim-chamada direita: o partido no poder era composto por elementos criminosos, intrínseca e invariavelmente corruptos. Talvez até simplória na repetição de acusações pré-existentes à divulgação de quaisquer denúncias concretas contra integrantes da Orcrim, e passadista no conceito do criminoso inato, não deixa de ter um poder interpretativo razoável em vista do bem conhecido viés liberal dos fatos.

O centro por sua vez atribui a malversação à incompetência: o partido no poder não tinha quadros qualificados e experientes no bom trato da coisa pública. É uma explicação tecnicista, parcial, mas não desprovida de mérito: de fato no momento de governar os sindicalistas recorreram a assessores da mesma laia que os piores governos anteriores.

Finalmente a esquerda explica tudo pela ideologia. Conforme as teses do Congresso do Partido dos Trabalhadores, o partido para se manter no poder teria que estabelecer o controle estatal da imprensa, o controle partidário das eleições, o controle ideológico das Forças Armadas, e o controle dos poderes da República pelo executivo, além do aparelhamento de organizações sociais e de ensino. Esses controles se mostraram inatingíveis, e a único caminho para colocar em ação o programa do PT foi a corrupção.

Vou exercer minhas prerrogativas de isentão e dizer que vejo mérito nas 3 explicações complementares. A safadeza, a incompetência, e a ideologia conduziram o País à pior recessão em 3 gerações.

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Postado por O Blog do Pait
17/6/2016 às 19h35

 
Dr. Onan, o advogado.

A defesa contra o impeachment da presidente da Republica acaba de ser desmascarada.

Não tem fundamento, base, sustentação.

A prova definitiva, cabal como costumam usar, veemente, acachapante, partiu do próprio advogado patrono da causa ao fazer trocadilho citando um jurista que só existe em sua cabeça infantil e tola.

Citando o Dr. Tomas Turbando numa sessão do Senado, na comissão de justiça, com toda aquela falastrice bizarra, com todos os apartes pela ordem, duzias de testemunhas, faniquitos e deboches deu um tapa na cara de todos os brasileiros que se interessam pelos rumos do Pais.O engraçadinho dr. Cardoso se desnudou.

Ja podem parar com a palhaçada, terminar o tal julgamento e processar o advogado que não respeita nem a si mesmo, o ridículo Onanista jurídico.

Chega, acabou, vamos passar para o próximo capitulo ,pois ainda tem muito politico para ser devidamente defenestrado e preso, alem da denunciada.



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Postado por Contubérnio Ideocrático, o Blog de Raul Almeida
17/6/2016 às 10h35

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(1995)



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HAROLDO J. RAHM,SJ
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(2004)



PLANETA NÚMERO 21
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TRÊS
(1974)



O SER DE DEUS E AS SUAS OBRAS- A PROVIDÊNCIA E A SUA REALIZAÇÃO HISTÓRICA
HEBER CARLOS DE CAMPOS
EDITORA CULTURA CRISTA
(2001)





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