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BLOG

Quarta-feira, 4/4/2018
Blog
Redação

 
Conceição Evaristo em BH

A cerimônia de reinauguração do teatro da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, contará com a participação da escritora Conceição Evaristo, ganhadora do prêmio literário do estado pelo conjunto de sua obra. O evento tem entrada gratuita e ocorre nesta quinta, 5 de abril, às 19h.

LeP



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Postado por Ana Elisa Ribeiro
4/4/2018 às 18h26

 
Regina Dalcastagné em BH

A professora Regina Dalcastagnè, da Universidade de Brasília, fará palestra na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais no próximo dia 12, às 19h, com entrada franca. A pesquisadora é conhecida por suas pesquisas sobre as vozes silenciadas da literatura brasileira.

LeP



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Postado por Ana Elisa Ribeiro
4/4/2018 às 18h23

 
Leitores e cibercultura

Dia 13 de abril, às 14h, a profa. Ana Elisa Ribeiro (CEFET-MG) proferirá palestra sobre os desafios e as possibilidades da formação do leitor na era digital. O convite partiu da Elefante Letrado, responsável pela criação e implementação de um ambiente de formação de leitores aplicável a escolas e instituições de ensino. A entrada é franca.

LeP



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Postado por Ana Elisa Ribeiro
3/4/2018 às 18h44

 
Sarau Libertário em BH

Nesta quinta, 22, a partir das 19h, o Sarau Libertário convida Ana Elisa Ribeiro, Bremmer Guimarães e Sidarta Riani para leitura de poesia e bate-papo, com o tema passados e futuros. O microfone será aberto ao público. O evento reinicia sua programação, depois do sucesso alcançado em 2017. No Museu das Minas e do Metal, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, com entrada franca.

LeP



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Postado por Ana Elisa Ribeiro
21/3/2018 às 23h36

 
Psiu Poético em BH esta semana

O Psiu Poético, evento longevo e conhecido de Montes Claros, MG, acontece nesta semana, em Belo Horizonte, sob a batuta do poeta Aroldo Pereira. Saraus, caminhadas, lançamentos de livros e outras atividades acontecerão em espaços do centro da capital mineira. Entre essas atividades estão os lançamentos de livros dos poetas Leo Gonçalves (Crisálida Editora) e Bruno Reoli (Páginas Editora). Também será relançado o planner poético organizado pelas escritoras Ana Elisa Ribeiro e Marcela Dantés, que conta com poemas de 15 mulheres poetas mineiras. Entrada franca.

LeP



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Postado por Ana Elisa Ribeiro
12/3/2018 às 10h56

 
Existem vários modos de vencer

A ideia de escrever este artigo me ocorreu após publicar em meu blog - mais exatamente no post A Semana nº 47 - que fiquei em 5º lugar em recente seleção, via edital, para uma exposição em Maceió. Me parece natural divulgar isto em um blog criado para compartilhar informações sobre meu trabalho como fotógrafo e cineasta. Mas é evidente que não desconheço que, numa sociedade competitiva como a nossa, muitos não aprovam, ou ao menos não costumam, compartilhar "derrotas".

Coloco "derrotas" entre aspas porque não considero, a rigor, a aludida colocação no concurso como uma derrota de fato. Havia apenas uma vaga, e como houve cinco candidatos que preencheram todos os requisitos do edital - sendo eu um deles - evidentemente o júri apontou o trabalho que, no seu entender, melhor fechava com a proposta da instituição que abriu a seleção. Onde outros podem ver uma derrota, vejo uma oportunidade de aprendizado. Sim, porque você pode ficar se lamentando - ou pode analisar o resultado e pensar o que poderia ter feito melhor para, numa próxima oportunidade, obter melhor classificação.


Maré baixa na Ponta Verde
- Maceió, 8.10.17


Durante alguns anos no começo desta década, trabalhei como produtor/ produtor associado de alguns profissionais da área da Música, e o tema "editais" era tópico constante nas conversas. Certa vez uma cantora me questionou se valia a pena ela, morando no Sudeste, se inscrever em um festival do Norte, pois o evento não previa ajuda de custo para a viagem. Respondi que valia a pena sim se inscrever, pois era uma grande oportunidade de ter seu trabalho avaliado por profissionais do ramo - como vocês sabem, em geral as opiniões que nos chegam sobre nosso trabalho são de familiares e amigos próximos. Um júri de festival tem uma isenção em relação a nós que parentes e amigos não têm, por mais que possam querer. Obtida uma classificação, ela poderia pensar num modo de viabilizar as passagens. 

Ela aceitou meu conselho, se inscreveu e teve sua música classificada - porém não conseguiu, dentro do prazo, apoio para as passagens. Mas teve como saldo positivo para o fato de ter se inscrito a certeza de que sua música era no mínimo tão boa quanto as outras selecionadas. No ano seguinte, ela se inscreveu em outro festival, desta vez no estado vizinho no qual reside, classificou novamente e conseguiu as passagens a tempo, apresentando-se no evento e sendo muito elogiada - além de ter um vídeo de sua participação publicado no YouTube. Eis aqui outro "efeito colateral positivo" da decisão de se inscrever: muitas portas podem se abrir para você, o que não aconteceria de modo algum se você optasse por não enviar seu trabalho.

Há ainda outro aspecto que me parece altamente positivo em relação a submeter seu trabalho a editais. Você recebe um forte estímulo para pensar sobre o seu trabalho de formas que, ao natural, não faria. E não estou chamando de estímulo a premiação em dinheiro (embora ela claramente seja muito bem-vinda!). Falo exatamente da fase de inscrição, onde muitas vezes você precisa detalhar em textos de certo fôlego aspectos do seu trabalho sobre os quais, muitas vezes, você não parara para pensar racionalmente (isso, ao menos, acontece direto comigo!).

Por fim, determinados editais pedem como contrapartida a realização de alguma atividade aberta à comunidade, o que pode resultar, por vezes, na criação de novos produtos. Foi isto, aliás, que aconteceu no já mencionado edital de Maceió. Uma das exigências era que o artista oferecesse uma oficina ao público. Isto me levou a criar uma oficina de Fotografia.

Ora, se participo de um edital e não sou selecionado, mas nesse processo acabo tendo a "chave" que procurava para criar uma nova Oficina, que poderei inscrever em outros editais e também oferecer para contratação por instituições, não vejo como poderia me considerar "derrotado" nesse processo. A vida no geral é bem mais diversa do que as classificações simplórias querem nos fazer crer.


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Postado por Fabio Gomes
23/2/2018 às 22h33

 
Lauro Machado Coelho

Conheci o Lauro através do Giron. Que, por sua vez, conheci através do Daniel Piza (sempre ele).

Conheci o Daniel por causa do Paulo Francis, cujo último livro, Waaal, o Daniel organizou.

Onde eu fazia estágio, no final dos anos 90, assinavam a Gazeta Mercantil e eu surrupiava o Caderno Fim de Semana - porque era a parte cultural e ninguém se interessava.

Lendo o Fim de Semana, por causa do Daniel, que editava, comecei a ler o Giron, que fazia as melhores críticas musicais da época - e que fazia algo raro até hoje: reportagem.

Em 2002, o Daniel, já no Estadão, anunciou um curso de crítica musical do Giron, na ECA, e lá fui eu fazer - e conhecer o Giron.

Finalmente, o Giron convidou o Lauro para dar uma aula informal de ópera - e assim tivemos contato.

Eu não sabia nada sobre ópera - como ainda sei pouco -, mas não precisou mais que uma simples aula para eu saber que o Lauro era a pessoa que mais dominava o assunto no Brasil (e, quem sabe, uma das que mais dominava no mundo).

Só que ao contrário do que se poderia imaginar, para um erudito em ópera, o Lauro era simples, acessível e generoso. Fazia piada com o próprio assunto e podia fazer até uma analogia com a novela das oito, se necessário fosse - tudo pelo bem do entendimento e da didática.

Naquela altura, o Lauro já tinha lançado uma meia-dúzia dos seus volumes de História da Ópera (que comporia mais de dez volumes no total). E não era uma História da Ópera no Brasil - que mal daria um volume -, era uma História da Ópera Mundial, com volumes inteiros dedicados a países, e outros a compositores.

Era tanta informação que o editor não tinha como lançar todos os volumes de uma só vez - e o Lauro, enquanto lançava o primeiro, ajudava a editar o segundo, enquanto já escrevia o terceiro... Num ritmo digno de Balzac.

Naquele encontro no curso do Giron, Lauro nos contou que, num fim de semana qualquer, ele despachou toda a família para a praia - e resolveu começar a escrever sobre ópera. Como se fosse algo banal, tipo consertar o telhado ou marcar uma dedetização.

Desnecessário dizer que o escritor continuou trabalhando como jornalista (porque nenhum autor vive de publicar no Brasil) - ou seja: o Lauro continuou frequentando os concertos e escrevendo suas críticas normalmente. Continuou dando seus cursos e, como qualquer mortal, continuou tendo de ganhar a vida.

Transformei o Lauro em assinante do Digestivo, é claro, e ele recebia as minhas “críticas” por e-mail. Digo críticas entre aspas porque as minhas eram brincadeira de criança perto das dele. O Lauro sabia o que estava falando - já eu... estava tentando aprender.

Mas ele tinha uma paciência infinita, gostava de conversar e tinha a bondade de comparar minhas impressões com as dele (como se fossem do mesmo nível): “Você falou tal coisa sobre o ‘Messias’ de Handel. Gozado, eu tive outra impressão”.

Sem pestanejar, eu respondia pra ele: “Lauro, a sua deve ser a correta”.

Isso não impediu, claro, que o Lauro participasse do Digestivo - e me enviasse, no final de 2002, um verdadeiro ensaio sobre o momento da música erudita no Brasil. E eu acho que nunca publicamos uma retrospectiva musical tão bem feita.

Virou uma referência, no Google, e, nos anos subsequentes, os músicos - sempre tão necessitados de crítica; ainda mais no Brasil - pediam que o Lauro escrevesse uma versão atualizada do texto.

No início de 2003, ele me contou, orgulhoso, que fazia aniversário no mesmo dia em que Mozart, 27 de Janeiro. E que estava fazendo 60 anos.

Quando o conheci, já estava em cadeira de rodas, e sua saúde vinha se deteriorando - mas isso não impedia que sua cabeça seguisse funcionando (como se nada fosse) e que sua produtividade se mantivesse a mesma: impressionante.

Entre as coisas de que me arrependo foi de não ter feito o curso de ópera dele. Sempre paciencioso, a última vez em que falamos a respeito, ele me disse assim (como se me convidasse e eu não pudesse perder): “Aproveite que agora eu vou começar o filé mignon... Verdi!”.

Acabei deixando pra lá e não fazendo... Infelizmente.

Me consolo pensando que sempre teremos os volumes sobre ópera que ele escreveu.

Aliás, como uma homenagem ao Lauro, separei meu volume de Ópera Clássica Italiana, de 2003 - e vou finalmente ler ;-)

Para ir além
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Postado por Julio Daio Borges
4/2/2018 às 12h02

 
Jeff Bezos é o mais rico


"Será que esse negócio de vender livros, pela internet, tem mesmo futuro?"

Leiam "A Loja de Tudo", o melhor livro sobre ele e a Amazon

(Tem, ainda, "One Click", mas não é tão bom...)

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Postado por Julio Daio Borges
27/7/2017 às 13h16

 
Stayin' Alive 2017



"Stayin' Alive" ganha um novo sentido para Barry Gibb, o único "Bee Gee" que sobrou

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Postado por Julio Daio Borges
27/6/2017 às 14h36

 
Mehmari e os 75 anos de Gil



André Mehmari, ao piano, nos 75 anos de Gilberto Gil

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Postado por Julio Daio Borges
27/6/2017 às 13h26

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