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Quinta-feira, 27/7/2017
Blog
Redação

 
Jeff Bezos é o mais rico


"Será que esse negócio de vender livros, pela internet, tem mesmo futuro?"

Leiam "A Loja de Tudo", o melhor livro sobre ele e a Amazon

(Tem, ainda, "One Click", mas não é tão bom...)

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Postado por Julio Daio Borges
27/7/2017 às 13h16

 
Stayin' Alive 2017



"Stayin' Alive" ganha um novo sentido para Barry Gibb, o único "Bee Gee" que sobrou

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Postado por Julio Daio Borges
27/6/2017 às 14h36

 
Mehmari e os 75 anos de Gil



André Mehmari, ao piano, nos 75 anos de Gilberto Gil

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Postado por Julio Daio Borges
27/6/2017 às 13h26

 
Cornell e o Alice Mudgarden


Chris Cornell partiu e, em meio a especulações, incompreensão e ao moralismo que um suicídio traz à tona, creio ser mais válido celebrar sua obra. Dono de uma poderosa voz, certamente uma das maiores do rock, o músico também será lembrado como um grande compositor e letrista. Ainda que sua carreira solo tenha sido irregular, Cornell foi peça fundamental de duas bandas relevantes: o Audioslave, que embora não seja unanimidade, representou uma injeção de energia no moribundo rock do século XXI, e, sobretudo, o Soundgarden, vigoroso pilar da cena grunge.

Há muitas boas canções para celebrarmos o talento de Chris Cornell. Como “Flower”, “Outshined” e “Black Hole Sun”, no Soundgarden; o início triunfal no Audioslave, com “Cochise”, à balada “Revelations”, do derradeiro álbum do supergrupo; “Hunger Strike”, dueto com Eddie Vedder no projeto Temple of the Dog; ou “The Keeper” e “Seasons”, na carreira solo. Dentre muitos, muitos outros.



Todavia, vou destacar aqui uma música bastante subestimada da cena grunge, que conta com a participação de Chris Cornell: “Right Turn”, presente no EP Sap, do Alice in Chains, de 1992. Composto por faixas acústicas e contabilizando, ao todo, pouco mais de 20 minutos, o álbum teve a participação de Ann Wilson, do Heart, nas faixas “Brother” e “Am I Inside”, enquanto “Right Turn” teve Chris Cornell e Mark Arm, vocalista do Mudhoney – por isso, no encarte do disco, a excussão da música é creditada à “Alice Mudgarden”.

O primeiro a soltar a voz em “Right Turn” é Jerry Cantrell, seu autor e a segunda voz mais protagonista do rock. A seguir, surge a imponente e inconfundível voz de Cornell, na segunda estrofe. Após o refrão, é a vez de Layne Stayle, vocalista principal do Alice in Chains, seguido por Mark Arm. Enfim, podemos ouvir, puxados por Chris Cornell, todos juntos.

A canção dura pouco mais de 03 minutos, é simples e seguramente não cairia nas graças como música de trabalho na indústria fonográfica. Mas justamente por essa simplicidade e, sobretudo, pelo talento de seus cantores, é uma música única e, porque não, uma obra-prima.



Hoje, ao lembrar das bandas rotuladas como grunge, é inevitável pensar no fim trágico que rondou a trajetória de alguns daqueles músicos. O vício em drogas e bebida foi avassalador para muitos deles, somado ao não menos destrutivo efeito de doenças mentais, sobretudo a depressão. Garanto que há muitas reflexões e análises econômicas e culturais a serem feitas sobre o assunto.

Limito-me, porém, a indicar que contemplemos a obra daquelas bandas. Porque a vida é artigo que se perde e, sobretudo por isso, não podemos perder a oportunidade de ouvir música boa.

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Postado por Luís Fernando Amâncio
20/5/2017 às 14h01

 
Leve um Livro e Sarau Leve

O projeto Coleção Leve um Livro, sob a curadoria dos escritores Ana Elisa Ribeiro e Bruno Brum, comemora a terceira temporada no próximo sábado, 6 de maio, de 19h às 21h, no Centro de Referência da Juventude, Praça da Estação, s/n, em Belo Horizonte.

Estarão lá poetas participantes da coleção e o coletivo Simples, que produziu um sarau só com textos retirados dos 57 livros já circulantes. Foram mais de 140 mil livretos distribuídos pela cidade de BH, em pouco mais de dois anos. Entrada franca.

LeP



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Postado por Ana Elisa Ribeiro
1/5/2017 às 19h39

 
Pulga na praça

A escritora Ana Elisa Ribeiro e o ilustrador Flávio Fargas convidam para o lançamento do livro infantil Pulga atrás da orelha, na Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte/Centro de Referência da Juventude, no próximo sábado, dia 6 de maio, das 16h às 19h.

Publicado pela editora Gulliver, a obra foi parte do kit exclusivo do clube de assinantes Leiturinha, em abril. A partir de maio, poderá chegar às mãos dos pequenos não assinantes também. O lançamento será em um endereço bonito e conhecido de BH, a Praça da Estação, onde fica o prédio novo do CRJ. O livro será vendido a R$ 29,90 e o editor avisa que estará preparado para várias formas de pagamento.

LeP



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Postado por Ana Elisa Ribeiro
1/5/2017 às 18h58

 
No Metrópolis, da TV Cultura



Falando do Portal dos Livreiros e da chegada da Amazon a esse mercado ;-)

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Postado por Julio Daio Borges
26/4/2017 às 13h05

 
Rua da passagem

Com tantos enterros passando em frente de sua casa, Ferreira já não estranhava mais a morte.

A rua, afunilando na subida íngreme, terminava no portão de entrada do cemitério. Percebia-se o alívio dos que acompanhavam os mortos, tão logo os caixões eram apoiados nas beiras dos túmulos.

Menino ainda, o pai comprou a casa. No início a mãe dizia que não ia aguentar, os enterros passando debaixo da janela o tempo todo. Fez o marido jurar que mudariam pra outra casa longe dali. Acabaram ficando a vida inteira.

Ferreira cresceu, estudou, trabalhou, casou, os filhos nasceram, os mortos não paravam de passar.

Um dia, houve tantos, um povaréu sem parar, as pessoas se embolando, gente seguindo caixão errado. Se o tempo não ajudava, se um parente do morto de cidade distante demorava a chegar, os sepultamentos iam até o anoitecer, pouca gente acompanhava, povo medroso igual não tinha.

Pelo tamanho do cortejos e dos tipos de caixões, dava pra perceber quem ia dentro. Os dos pobres, poucos seguiam, um bolinho de gente de cabeça baixa, uma vez ou outra um choro cortando a reza. Nos dos ricos e importantes, tanta gente, os que ficavam pra trás iam conversando sobre negócios, sobre acontecimentos e até riam. Havia também os que levavam junto alguns de seus pertences: uma bandeira de um clube de futebol, um vestido de noiva, e até certa vez um pandeiro, quebrando o silêncio com os solavancos do caixão.

No dia de finados, a rua era uma festa. As barracas de flores, de velas, de bebidas, guloseimas e salgados ocupavam os passeios.

A rua também tinha suas histórias engraçadas como as dos bêbados perdidos de noite entre os túmulos amedrontando a vizinhança. Estranhas também, como a da viuvinha, casada de pouco, que todos os sábados levava flores pro marido morto na explosão da pedreira e que um dia não mais foi vista fazendo o caminho de volta.

Os moradores davam conta da vida de todos os que eram levados pro cemitério. Se os que iam ser enterrados passassem sem deixar uma história, pequena que fosse, ficava um grande vazio. Nada sabendo de quem ia no caixão, entravam para suas casas acabrunhados.

Foram anos e anos e as mortes passando. Morte de todos os tipos: por acidentes, paixões, rixas de família, homens lavando honra, suicídios, por amor e desamor. E mesmo que irresignáveis, as incontáveis naturais. Vez por outra os caixões lacrados — temor de doenças contagiosas, os lenços nos nariz. E os das crianças, alguns de tão pequenos levados junto ao peito pelos pais, embalando-as pela última vez.

As mulheres eram as que mais visitavam os túmulos. Subiam com as mãos segurando flores, terços, velas, o olhar enterrado no chão. Na volta os rostos erguidos, desencurvadas, confortadas.

Com o passar dos anos, a mulher do Ferreira também acabou se acostumando, até sentindo falta da rua quando viajava ou tinha que passar uns dias com as filhas. Tão logo voltava, corria pra casa dos vizinhos em busca de novidades.

O Ferreira não saía pra lugar nenhum. Uma vez ou outra ia na casa do Nicanor para uma partida de dama. No mais ficava o tempo todo na varanda, varrendo a rua com o olhar pra cima e pra baixo. Nunca pôs os pés no cemitério. Iria lá só num único dia, dizia. E quando esse dia chegasse, que chegasse, completava.

Foi então que tudo acabou. De uma hora pra outra, os enterros pararam de passar, as pessoas já não mais eram vistas, não mais se encontravam nas portas das casas.

A tristeza tomou conta dos passeios, das varandas, das janelas. Ninguém sabia explicar o que estava acontecendo.

A ordem tinha sido dada. Os cortejos não mais iam poder transitar pelas ruas da cidade. Para facilitar o acesso dos veículos, uma entrada tinha sido construída do outro lado do cemitério. Chorar os mortos daquele dia em diante só no velório.

As histórias foram rareando, a rua nunca mais foi a mesma. O Ferreira foi o primeiro a morrer.  

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Postado por Blog de Anchieta Rocha
28/2/2017 às 23h19

 
Fotógrafa da Amazônia é destaque na Europa




A produtora audiovisual paraense Débora Mcdowell. Foto: Vitória Leona

Da mistura equilibrada e atenciosa de cores, curvas e expressões de diversas mulheres, em especial de Belém do Pará, na Amazônia, surgem imagens que retratam, além do corpo feminino, a força e vigor do gênero da maioria da população mundial. As imagens, feitas por uma jovem de apenas 18 anos, de sorriso tímido e click preciso, alcançaram tamanho destaque que aterrissaram, após somente uma escala regional, à Europa.
Sim, três fotografias da jovem fotógrafa paraense Vitória Leona, que já teve outras obras publicadas na revista digital alemã Grunge'n'Art, participaram no início de fevereiro de uma exposição na galeria Copeland Park & Bussey Building, em Londres, capital da Inglaterra, e devem ser expostas novamente entre maio e junho em Paris, na França. A paraense foi a única representante brasileira na exposição, que contou ainda com obras de outros 16 artistas, sendo somente quatro fotógrafos no total.

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“Eu recebi um e-mail do Jesse Gassongo-Alexander, diretor e escritor do projeto, no final do ano passado. Como nunca tinha recebido um e-mail em outro idioma, vindo de um remetente estranho, quase não abro por achar que era spam. Porém, vi que o conteúdo era sobre fotografia e era um convite para conhecer mais e participar do projeto. Ele me explicou como funcionava e sobre as duas edições passadas, que aconteceram em Londres e Copenhagen, e pediu para que eu selecionasse algumas imagens do meu acervo em resposta ao curta-metragem Bloom”, explicou a jovem.


Ingrid Velasco e Alexandra Dutra Foto: Vitória Leona

As fotografias escolhidas são de Ingrid Velasco, Alexandra Dutra e da produtora audiovisual Débora Mcdowell. Nas imagens, as três mulheres são apresentadas sem grande produção e edição; o destaque é para suas expressões e o cotidiano em que estão inseridas. Corpo, dia-a-dia e simplicidade se unem em uma caleidoscópio que dá margem para acentuar as discussões sobre o poder das mulheres, representação, arte e mídia, destacados por Vitoria que, com um trabalho focado no feminino, busca desconstruir a sexualização do nu.


A produtora audiovisual paraense Débora Mcdowell. Foto: Vitória Leona

Os planos da jovem, no entanto, não param por aí. “Eu tenho vários projetos que ainda não tirei do papel, dentre eles alguns voltados para fotografia documental. Quase todos buscando uma maior interação com a cidade e com a nossa cultura paraense, uma forma de juntar as referências que trago do mundo e o que temos aqui”, antecipa Vitória, que afirma ainda que “eu sempre pensei que, apesar de gostar de tantas cidades ao redor do mundo e querer conhecer muitas outras, eu não poderia nascer em um lugar melhor. Eu sou apaixonada pela cultura paraense. Nós temos cores, cheiros, sons, paisagens, fisionomias e costumes muito ricos. É uma diversidade sem tamanho que carrega bastante força. Poder retratar isso é registrar algo único”, enfatiza.

Trajetória curta e promissora
Que Belém possui uma tradição de grandes fotógrafos, isso se sabe, mas na obra de Vitoria isto parece ser potencializado. Como o flash de um click, a carreira da jovem passou a ter maior projeção rapidamente. Antes da exposição internacional, a fotógrafa tinha participado somente de outra, em 2016, em Belém: “Em novembro do ano passado fiz minha primeira exposição, com uma visão geral das minhas fotos focadas no nu feminino. Fui convidada pela cantora Liège para expor no evento que ela idealizou, o ‘Liège Sem Crivo’”, explica.
A escolha de mulheres obviamente não é aleatória e possui, mais que certo cunho político, marcas da estética de quem possui como referências o trabalho de Renato Galvão, Mariana Caldas, a canadense Petra Collins e, principalmente, o carioca Fernando Schlaepfer e o paraense Luiz Braga.


A exposição deve passar ainda por Paris este ano. Foto: Jesse Gassongo-Alexander

Neste processo, ganha destaque mais que o corpo feminino como “paisagem”, suas expressões que buscam fugir a clichês e se aproximam de uma realidade mais urbana, contemporânea e “empoderada”. “Quando comecei a fotografar eu fazia bastante fotografia documental. Tenho um conjunto de fotos do cotidiano belenense, mas hoje em dia eu não faço tanto, apesar de achar maravilhoso, pois acabei criando um bloqueio em relação a fotografar desconhecidos, me apropriar da imagem deles sem buscar conhecê-los mais a fundo. Talvez a desconstrução disso resulte em um projeto”, afirma.
Através da obra de Vitória é possível, então, se “espelhar” e mesmo se reconhecer, mostrando o poder da arte e sua relação com o cotidiano pós-moderno da Amazônia, sem deixar de lado a própria identidade. “É óbvio que eu foco na parte de retratos, através deles eu tento passar bastante de mim e do que eu acredito, mas principalmente sobre a pessoa retratada e o que ela pode vir a representar, às vezes oferecendo um olhar mais gentil sobre si mesma. A maioria das meninas que fotografo nunca fizeram isso antes, nunca fizeram um ensaio nu, mas confiam em mim para isso, e algumas estão ali superando inseguranças, parte delas com o próprio corpo. Fico muito feliz quando essas mulheres (convidadas ou clientes) relatam que puderam ver a si mesmas de outra perspectiva jamais imaginada, se sentiram bem, mais bonitas”, finaliza.

Bloom, o filme
“Bloom”, curta-metragem inglês que é ponto de partida para exposição, foi escrito e dirigido por Jesse Gassongo-Alexander e apresenta a história de quatro garotas. Periodicamente acontecem eventos que, além da exibição do filme, também contam com a exposição do trabalho de jovens artistas mulheres do mundo inteiro. Veja o teaser:



Conheça
Saiba mais sobre as obras de Vitória no Instagram (@vitorialeonaph) e em seu site.

Por Enderson Oliveira

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Postado por Blog de Enderson Oliveira
26/2/2017 às 08h59

 
Gente que corre


Tem gente que gosta de correr na companhia de algum amigo ou até mesmo em grupos de corrida. Tem gente que gosta de variar os trajetos. Tem gente que gosta de seguir planilhas de treinos. Tem gente que gosta de competir, correr no limite (ou até mesmo acima dos limites). Tem gente que tem sangue nos olhos quando calça um par de tênis...

Mas tem gente, assim como eu, que prefere correr sozinho; que gosta de participar de provas, mas não tem a necessidade de chegar à frente; que prefere correr quase sempre na mesma rota; que não treina para correr, mas apenas corre por correr... Corre por prazer, corre para chegar bem.

A corrida é um esporte tão democrático que permite tudo isso. Afinal, qual é o esporte que, simples mortais, atletas amadores, podem praticar e se divertir na mesma prova que os atletas de elite?

Certa vez, eu estava participando de uma meia maratona que teve a presença de um corredor keniano (não lembro o seu nome). Eu já o havia encontrado na fila do banheiro, mas não tinha me dado conta de que ele era “o cara”, tamanha (e também a sua falta de tamanho) era a sua humildade ali entre nós, na galera.

Mas quando a corrida começou para valer, logo eu perceberia o “tamanho” do monstro que estava ainda há pouco ao meu lado. O cara não corria... Ele voava! E voava com tanta graça e leveza que parecia estar levitando, tamanha era a suavidade das suas passadas, longas e seguras. Infelizmente, não tive a oportunidade de assistir à sua vitória, pois, quando ele chegou, eu ainda estava no meio do caminho...

Mas não é só gente perfeita ou atletas que correm. Tem gente que, para correr, precisa de olhos bondosos “emprestados”. E, a pretexto dos olhos, esses verdadeiros anjos corredores, acabam emprestando muito mais do que isso... Emprestam a sua sensibilidade, ao descreverem as paisagens pelas quais percorrem durante o trajeto; emprestam uma palavra de incentivo quando necessário, e, principalmente, entregam-se de corpo e alma para que o corredor com deficiência visual possa sentir-se seguro para se entregar à sua corrida.

E como não se emocionar com um cadeirante cruzando a linha de chegada? Impossível, não é mesmo? Pois a vibração e a recepção das pessoas na chegada são praticamente a mesma oferecida ao vencedor da prova, mesmo que esse cadeirante seja o único participante da sua categoria.

É por isso que eu acabei me apaixonando por esse esporte, pois ele abraça a todos que o procuram, sem distinção, bastando um par de tênis, ou nem isso, pois tem gente que prefere correr descalço!

E aí, gente, vamos correr hoje?

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Postado por Blog de Isaac Rincaweski
23/2/2017 às 13h36

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