As garotas do Carlão | Lucas Rodrigues Pires | Digestivo Cultural

busca | avançada
28584 visitas/dia
1,0 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
>>> Do inferno ao céu
>>> Meninos, eu vi o Bolsonaro aterrando
>>> Manual para revisores novatos
>>> A Copa, o Mundo, é das mulheres
Colunistas
Últimos Posts
>>> Brandenburg Concertos (1 - 6)
>>> 100 nomes da edição no Brasil
>>> Eu ganhei tanta coisa perdendo
>>> Toda forma de amor
>>> Harvard: o que não se aprende
>>> Pedro Cardoso em #Provocações
>>> Homenagem a Paulo Francis
>>> Arte, cultura e democracia
>>> Mirage, um livro gratuito
>>> Lançamento de livro
Últimos Posts
>>> João Gilberto: o mito
>>> Alma em flor
>>> A mão & a luva
>>> Pesos & Contra-pesos
>>> Grito primal II
>>> Calcanhar de Aquiles
>>> O encanto literário da poesia
>>> Expressão básica II
>>> Expressão básica
>>> Minha terra, a natureza viva.
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Christian Barbosa no MitA
>>> Obama e o oba-oba
>>> E se Amélia fosse feminista?
>>> O que é ser jornalista?
>>> Toda forma de amor
>>> O filósofo da contracultura
>>> Oderint Dum Metuant
>>> Beleza e barbárie, ou: Flores do Oriente
>>> A fragilidade dos laços humanos
>>> A fragilidade dos laços humanos
Mais Recentes
>>> Império do Café: a Grande Lavoura do Brasil (1850 a 1890) de Ana Luiza Martins pela Atual/ Sp. (1994)
>>> Independência Ou Morte: a Emancipação Política do Brasil de Ilmar Rohloff de Mattos /Lui Affonso Seigneur de Albuquerque pela Atual/ Sp. (1992)
>>> Código da Vida - Fantástico Litígio Judicial de Uma Família de Saulo Ramos pela Planeta (2008)
>>> Independência Ou Morte: a Emancipação Política do Brasil de Ilmar Rohloff de Mattos /Lui Affonso Seigneur de Albuquerque pela Atual/ Sp. (1992)
>>> Independência Ou Morte: a Emancipação Política do Brasil de Ilmar Rohloff de Mattos /Lui Affonso Seigneur de Albuquerque pela Atual/ Sp. (1991)
>>> O Império da Boa Sociedade: a Consolidação do Estado Imperial Brasil de Ilmar Rohloff de Mattos / Marcia de A. Gonçalves pela Atual/ Sp. (1993)
>>> O Império da Boa Sociedade: a Consolidação do Estado Imperial Brasil de Ilmar Rohloff de Mattos / Marcia de A. Gonçalves pela Atual/ Sp. (1993)
>>> O Império da Boa Sociedade: a Consolidação do Estado Imperial Brasil de Ilmar Rohloff de Mattos / Marcia de A. Gonçalves pela Atual/ Sp. (1992)
>>> Contabilidade introdutória de Sergio Iudicibus, Stephen e outros pela Atlas (1977)
>>> Language Its Nature - Development and Origini de Otto Jespersen, (Prof. Univ. Coppenhagen)./ pela George Allen & UnwinnLtd/London (1949)
>>> El Espejo y La Lámpara: Teoría Romántica y Tradición Clásica de M. H. Abrams pela Eitorial Nova/ Argentina (1962)
>>> Clause Sauf Encaissement de Casimir Pajot pela Librairie Nouvelle de Droit Et de Jurisprudence (1891)
>>> Catolicismo para Leigos de John Trigilio e Kenneth Brighenti pela Altabooks (2008)
>>> Estudos Sobre Sucessões Testamentária de Orosimbo Nonato pela Forense (1957)
>>> Los Caminos Actuales de La Critica (Encadernado) de René Girard/ G. W. Ireland/ Jacques Leenhardt... pela Planeta/ Barcelona (1969)
>>> Instituições de Direito Civil Portuguez de M.A. Coelho da Rocha pela Garnier Livreiro (1907)
>>> Régimen Argentino de la Propiedad Horizontal de José A. Negri pela Arayú (1953)
>>> Enciclopédia de Cultura de Joaquim Pimenta pela Freitas Bastos (1963)
>>> Direitos de Família de Lafayette Rodrigues Pereira pela Freitas Bastos (1945)
>>> Demarcação Divisão Tapumes de Alfredo de Araujo Lopes da Costa pela Bernardo Alves S.A. (1963)
>>> Consultor Civil de Carlos Antonio Gordeiro pela Garnier (1913)
>>> El Derecho de Familia en La Legislacion Comparada de Luis Fernandez Clerico pela Hispano Americana (1947)
>>> Estudos de Direito Civil de Manoel Martins Pacheco Prates pela São Paulo (1926)
>>> Direitos Reaes de Garantia de J.L. Ribeiro de SouSa pela C. Teixeira
>>> Obrigações de Pagamento em Dinheiro (Três Estudos) de Paulo Barbosa de Campos Filho pela Jurídica e Universitária (1971)
>>> Teoria e Pratica dos Testamentos de Manoel Ubaldino de Azevedo pela Saraiva (1965)
>>> Les Groupements D' Obligataires de Albert Buisson pela Librairie Générale de Droit et de Jurisprudence (1930)
>>> Novo Código Civil Anotado Volume II ( Direito das Obrigações) de J.M.Leoni Lopes de Oliveira pela Lumen Juris (2002)
>>> Curso de Direito Civil ( Volume 6 ) Direito das Sucessões de Washington de Direito Monteiro pela Saraiva (1964)
>>> Curso de Direito Civil ( Volume 5 ) (Direto das Obrigações 2ª parte) de Washington de Direito Monteiro pela Saraiva (1991)
>>> Curso de Direito Civil ( Volume 4 ) Direito das Obrigações de Washington de Direito Monteiro pela Saraiva (2019)
>>> Curso de Direito Civil ( Volume 3 ) Direito das Coisas de Washington de Direito Monteiro pela Saraiva (1991)
>>> Curso de Direito Civil ( Volume 2 ) Direito Família de Washington de Direito Monteiro pela Saraiva (1992)
>>> Curso de Direito Civil ( Parte Geral) Volume 1 de Washington de Direito Monteiro pela Saraiva (1964)
>>> Usucapião de Imóveis de Lourenço Mario Prunes pela Sugestões Literárias S/A
>>> Instituições de processo Civil (Volume VI) de Caio Mário da Silva Pereira pela Forense (2007)
>>> Direito Civil Volume 6 de Silvio Rodrigues pela Saraiva (2004)
>>> O Pensamento Vivo de Einstein (Edição Ilustrada) de José Geraldo Simões Jr.: (Pesquisa e Tradução) pela Martin Claret (1986)
>>> Direito Civil Volume 2 de Silvio Rodrigues pela Saraiva (2002)
>>> Posse o Direito e o Processo de Guido Arzua pela Revista dos Tribunais (1957)
>>> Estudo da Posse e das Acções Possessorias de Leopoldino Amaral Meira pela Livraria Academica (1928)
>>> Acção Possessória de J.M. de Azevedo Marques pela São Paulo (1923)
>>> O Direito de Ação e o Modo de Execê-lo de Ataliba Vianna pela Forense (1969)
>>> O Pensamento Vivo de Darwin (Edição Ilustrada) de Eide M. Murta Carvalho (Pesquisa/Org. Tradução) pela Martin Claret (1986)
>>> Contratos de Seguro de Vários pela Juruã (1990)
>>> O Pensamento Vivo de Darwin (Edição Ilustrada) de Eide M. Murta Carvalho (Pesquisa/Org. Tradução) pela Martin Claret (1986)
>>> Do Seguro Contra Fogo de J. Stoll Gonçalves pela Empreza Graphica (1926)
>>> O Pensamento Vivo de Darwin (Edição Ilustrada) de Eide M. Murta Carvalho (Pesquisa/Org. Tradução) pela Martin Claret (1986)
>>> O Pensamento Vivo de Darwin (Edição Ilustrada) de Eide M. Murta Carvalho (Pesquisa/Org. Tradução) pela Martin Claret (1986)
>>> Seguros Legislação de Nilton Alberto Ribeiro pela Francisco Alves (1974)
COLUNAS

Segunda-feira, 13/9/2004
As garotas do Carlão
Lucas Rodrigues Pires

+ de 11700 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Carlos Reichenbach é um dos poucos autores do cinema brasileiro dos anos 70 que permanecem até hoje na ativa. Depois de Dois Córregos, de 1998, quando buscou na lembrança o convívio com um tio comunista, ele realizou Garotas do ABC, uma forma pessoal de abordar uma questão social que se faz urgente e necessária.

O filme trata do cotidiano de um grupo de operárias na Tecelagem Mazini, no ABC paulista. São diversas mulheres, de diferentes cores e idades, que se encontram todos os dias numa rotina de trabalho junto ao maquinário. Entre chegar, se vestir, trabalhar, almoçar e o fim do expediente, conversam sobre suas vidas, seus problemas e possibilidades. A personagem principal é Aurélia Schwarzenegga, chamada assim por sua paixão pelo ator hoje governador da Califórnia. Ela é a filha de uma família negra de classe média baixa e namora um rapaz branco que anda com um grupo de neonazistas. Aliás, esse é o segundo foco do filme. Se no primeiro a presença feminina predomina, é no Bilhar Modelo o ponto de encontro dos racistas neofascistas liderados por Salesiano (Selton Mello, que tem, assim como em Lavoura Arcaica, uma dicção que quase não se entende o que ele fala). Esses dois grupos irão se cruzar após os neonazistas espancarem dois nordestinos e explodirem as dependências do Cantinho do Nordeste, um boteco freqüentado por trabalhadores nordestinos. O motivo da agressão: o irmão de um deles foi demitido da metalúrgica para dar lugar aos dois pernambucanos surrados. Eis o universo retratado por Carlão em Garotas do ABC, uma mistura de sobrevivência da afetividade feminina ante a violência burra masculina.

Dentro do cinema de Reichenbach, o feminino é um dos temas mais freqüentes. É por um viés feminino que se desenvolve Dois Córregos, na relação de três mulheres com o comunista vivido por Carlos Alberto Ricceli, e também Anjos do Arrabalde, em que a professora vivida por Betty Faria, uma das atrizes preferidas do diretor, e outras professoras suburbanas vivem a crueza do cotidiano. Em Garotas do ABC, o diretor permanece em seu universo e tem total controle de suas atrizes, a maioria novata. A órbita masculina está em segundo plano, eles são coadjuvantes no ABC. Mesmo o jornalista de Ênio Gonçalves e o sindicalista André Luis (Dionísio Neto) - figuras que antagonizam os personagens masculinos da gangue de neonazista - estão ao redor, nunca no centro da trama.

Garotas do ABC começa com uma cena que vai ficar na história do cinema brasileiro contemporâneo. Um travelling introduz as fotos penduradas na parede de uma casa até chegar ao quarto de uma jovem negra (Aurélia, interpretada pela novata Michelle Valle) que dança nua ao som da soul music de Sam Ray (uma ficção do diretor que serve de porta-voz para a criação dos músicos Nelson Ayres e Marcos Levy, responsáveis pela trilha e que buscaram se aproximar da música de Marvin Gaye). Dentro do quarto, as paredes estão infestadas de cartazes e fotos do ator Arnold Schwarzenegger. Aurélia começa a se vestir, desde a calcinha até a blusa, sem parar um segundo de dançar. A câmera fixa-se nela e aproxima-se lentamente para depois recuar até que ela termine seu ritual. O corpo negro e nu da atriz reluz maravilhosamente diante da câmera, e a música envolvente com a dança sensual seduz quem assiste logo de cara. Está apresentada a personagem principal.

Ao mesmo tempo em que as garotas são retratadas com muita compaixão e proximidade pelo diretor, os neonazistas, a facção da extrema-direita xenófoba, são seu oposto. São retratados como porcos chauvinistas, ignorantes e manipuláveis por uma mente um tanto mais evoluída que a deles - a do Dr. Salesiano, formado em Direito e líder da seita que tem como inspiradores nomes como Spengler e Plínio Salgado. A atuação do grupo é sempre pendente ao cômico, com Selton Mello caracterizado como um intelectual que cita discursos racistas para esconder sua mediocridade. São todos perdidos, agem por agir, sem convicções reais, mas criados pelo próprio fracasso, pelo próprio medo. Cômico ver um grupo de neonazistas agindo e quando chegam para deixar seu recado na parede do alvo não sabem o que escrever. Aí um deles pergunta a Salesiano, "mas o que eu escrevo?". Ouve-se a resposta: "Ah, sei lá, põe qualquer coisa, 'Baianos, go home!'". Tem-se durante todo o filme esse retrato do movimento sem ideologia real, sem fundamento, sem convicção. Eis a idéia de Carlão e o que ele quis mostrar com Garotas do ABC, tanto que termina o filme ao som de Sarará Crioulo e a frase "Todo brasileiro tem sangue crioulo". Carlão faz uma ode à miscigenação, ao brasileiro que não é uma só raça, mas todas.

O filme se torna mais atual quando se lê sobre mortes de mendigos e ataques de skinheads no metro. Sem contar os Carecas do ABC, inspiração explícita para o bando de neofascistas de Salesiano. Reichenbach quer demonstrar que a xenofobia e o racismo não apresentam fundamento nenhum. Por isso coloca personagens boçais como todo o grupo neonazista, alguns em crise (como Fábio, o namorado de Aurélia, dividido entre os conselhos dos amigos racistas e o amor pela namorada negra, e o contador, que visivelmente é um nerd misógino afetado mentalmente). Da turma deles, apenas Salesiano se salva, mas dentro de sua derrota e solidão. Seu discurso final, assim como quase todos no filme, foi tirado da obra A Decadência do Ocidente, de Oswald Spengler, um dos autores que influenciaram Hitler, e mostra um indivíduo já louco, isolado, sem mais ouvintes (a câmera reitera isso ao filmar de baixo para cima e girando ao seu redor). Ao final de tudo, um livro de Plínio Salgado, fundador do movimento fascista nacional nos anos 30, o Integralismo, desfaz-se nas ondas do mar enquanto Salesiano profere seu epílogo.

Intelectual do cinema, Carlão fez uma homenagem ao cinema e principalmente a alguns colegas do Cinema Novo e Marginal. Há diversas citações no decorrer do filme e é uma delícia quando se detecta uma delas. Rogério Sganzerla, criador de O Bandido da Luz Vermelha, é uma referência na pichação deixada no boteco explodido pelos neonazistas (eles escrevem "Quem tiver sem sapato não sobra", invertendo a pseudoprofecia contida no clássico maior do Cinema Marginal) e José Mojica Marins, o Zé do Caixão, aparece rapidamente numa entrevista na TV. Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, é citado quando do decepamento de cabeças e não é à toa a câmera girar incessantemente ao redor de Salesiano enquanto este profere um discurso ao vazio. Além disso, uma autocitação do diretor: os cartazes nos muros chamando a atenção para Bens Confiscados, com Betty Faria (este é um filme que Carlão já terminou e espera por distribuição).

Outros cineastas são reverenciados, como Fritz Lang ao vermos a tatuagem do símbolo do Integralismo nas costas de Salesiano e a câmera se entorta para o "e" virar um "m" (de M., o Vampiro de Dusseldorf, filme de Lang, sugerindo uma analogia entre os personagens), e o Francis Ford Coppola de Apocalipse Now, na cena em que aviões voam ensandecidos em direção ao inimigo ao som de Wagner (como é sabido, Richard Wagner era o compositor preferido de Hitler). Em Garotas do ABC, Carlão compõe uma cena similar com os neonazistas rumando (pela nova Imigrantes) ao Clube Democrático para botar pra quebrar num carro rodeado de motos e os acordes de Wagner a todo vapor.

Para o diretor, fazer cinema é um prazer enorme que ele parece dividir com seus amigos e espectadores. Salve, Carlão, que nos brinde com mais garotas como essas.


Lucas Rodrigues Pires
São Paulo, 13/9/2004


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Crítica/Cinema: entrevista com José Geraldo Couto de Jardel Dias Cavalcanti
02. O luto e o luto de Valter Hugo Mãe de Wellington Machado
03. Corrupção ou esperança de Daniel Bushatsky
04. O balé dos coletivos de Elisa Andrade Buzzo
05. O comerciante abissínio de Guilherme Pontes Coelho


Mais Lucas Rodrigues Pires
Mais Acessadas de Lucas Rodrigues Pires em 2004
01. Olga e a história que não deve ser esquecida - 30/8/2004
02. Os narradores de Eliane Caffé - 5/2/2004
03. Quem tem medo de Glauber Rocha? - 19/7/2004
04. As garotas do Carlão - 13/9/2004
05. Cazuza e o retrato do artista quando jovem - 5/7/2004


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
8/10/2004
12h01min
Meu caro Lucas, a sua crítica é tão boa quanto o filme! Coisa rara neste país raro. Estamos carentes de bons críticos de cinema, comentaristas, seja o que for, mas que o faça com conhecimento, com lucidez. Parabéns!
[Leia outros Comentários de Nirton Venancio]
23/11/2004
10h48min
Parabéns, Carlos Reichenbach!!! Continuar com o cinema nacional é uma atitude louvável, e devemos isso ao senhor. Parabenizo também a atriz Betty Faria, por seu apoio incondicional a esta arte aqui no Brasil.
[Leia outros Comentários de Francisco Trigueiro ]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




NOVO CODIGO CIVIL PARA CONTADORES
VALMIR BEZERRA DE BRITO
IOB
(2004)
R$ 35,00



DIALETICA DA VERTIGEM - ADORNO E A FILOSOFIA MORAL
DOUGLAS GARCIA ALVES JÚNIOR
DIALÉTICA DA VERTIGEM: ADORNO E A FILOSOFIA MORAL
(2018)
R$ 34,00



OS SENHORES DO ARCO - VOLUME - 2 - O CONQUISTADOR
CONN IGGULDEN
RECORD
(2009)
R$ 30,00



O ALÇAPÃO
PEDRO CAVALCANTI
GLOBAL
(2011)
R$ 11,90



DIRECTRICES DE SEGURIDAD
J RAUL TEIXEIRA DIVALDO P FRANCO
FRATER
(1995)
R$ 15,00



O LIVRO E A VIAGEM SEM LIMITES - AS LETRAS PORTUGUESAS E O MUNDO
MARIA ALEXANDRE LOUSADA (COORD.)
CDP
(1997)
R$ 48,00
+ frete grátis



PROJETO E CÁLCULO DE ESTRUTURAS DE ACÇO
ZACARIAS CHAMBERLAIN RICARDO FICANHA RICARDO FABEA
MUNDIAL
(2015)
R$ 69,90



DIREITO E MEIO AMBIENTE REFLEXÕES ATUAIS
GRACIELLE CARRIJO VILELA MARINA RIEVERS
FORUM
(2009)
R$ 50,00



PIRATAS DAS ILHAS SANGUE DE DRAGÃO: O DIAMANTE DA MORTE
DAN JERRIS
FUNDAMENTO
(2011)
R$ 5,50



ARCA DE NOÉ III CLASSE ILUSTRAÇÕES LUÍS FILIPE DE ABREU
AQUILINO RIBEIRO
BERTRAND
(1989)
R$ 66,00





busca | avançada
28584 visitas/dia
1,0 milhão/mês