Relativismos literários | Paulo Polzonoff Jr | Digestivo Cultural

busca | avançada
31843 visitas/dia
1,0 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
>>> Do inferno ao céu
>>> Meninos, eu vi o Bolsonaro aterrando
>>> Manual para revisores novatos
>>> A Copa, o Mundo, é das mulheres
Colunistas
Últimos Posts
>>> 100 nomes da edição no Brasil
>>> Eu ganhei tanta coisa perdendo
>>> Toda forma de amor
>>> Harvard: o que não se aprende
>>> Pedro Cardoso em #Provocações
>>> Homenagem a Paulo Francis
>>> Arte, cultura e democracia
>>> Mirage, um livro gratuito
>>> Lançamento de livro
>>> Jornada Escrita por Mulheres
Últimos Posts
>>> João Gilberto: o mito
>>> Alma em flor
>>> A mão & a luva
>>> Pesos & Contra-pesos
>>> Grito primal II
>>> Calcanhar de Aquiles
>>> O encanto literário da poesia
>>> Expressão básica II
>>> Expressão básica
>>> Minha terra, a natureza viva.
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Cinema é filosofia
>>> Quem é (e o que faz) Julio Daio Borges
>>> Mulher no comando do país! E agora?
>>> YouTube, lá vou eu
>>> YouTube, lá vou eu
>>> Bar azul - a fotografia de Luiz Braga
>>> Eu + Você = ?
>>> Virtudes e pecados (lavoura arcaica)
>>> Pela estrada afora
>>> A vida sem computador
Mais Recentes
>>> Coleção Os Pensadores de Vários pela Abril Cultural (1973)
>>> Passando a Limpo: a Trajetória de um Farsante: História Completa... de Pedro Collor de Mello/ Coord. Dora Kramer pela Record (1993)
>>> Passando a Limpo: a Trajetória de um Farsante: História Completa... de Pedro Collor de Mello/ Coord. Dora Kramer pela Record (1993)
>>> Um Diplomata da Regeneração - O 1º Conde de Villa Franca do Campo de Fernando Abecassis pela Tribuna da Historia (2007)
>>> Inspeção do Trabalho de Nelson Mannrich pela LTr (1991)
>>> Jurupari - Estudos de Mitologia Brasileira de Silvia Maria S. de Carvalho pela Ática (1979)
>>> Sport in the 21st Century de John Mehaffey & Reuters pela Thames & Hudson (2007)
>>> Matemática para economistas de Alpha Chiang pela Unesp (1982)
>>> Memórias do cárcere 3º volume Colônia Correlaccional de Graciliano Ramos pela José Olympio (1954)
>>> As hortaliças na medicina doméstica de A. Balbach pela Edel
>>> Caderno de teses vol.2 28ºCongresso Nacional procuradores Estado de Helena Maria Silva Coelho pela Metropole industria gráfica ltda (2002)
>>> Casais Inteligentes Enriquecem Juntos de Gustavo Cerbasi pela Gente/ SP. (2004)
>>> Ordem Juridico-econômica e trabalho de Ricardo Antonio Lucas Camargo pela Sergio antonio fabris (1998)
>>> Capo Verde. Una storia lunga dieci isole de Marzio Marzot & Maria de Lourdes de Jesus et alii pela D'Anselmi (1989)
>>> Investimentos Inteligentes: Para Conquistar e Multiplicar o seu Primeiro Milhão de Gustavo Cerbasi pela Thomas Nelson do Brasil (2008)
>>> Esquecidos e Renascidos - Historiografia Acadêmica Luso-americana de Iris Kantor pela Hucitec (2004)
>>> Nova York anos 40 de Andreas Feininger pela Museu Lazar Segall (2011)
>>> O Intelectual e o Poder de Eduardo Portella pela Tempo Brasileiro/ RJ. (1983)
>>> Indivíduo e Cosmos na Filosofia do Renascimento de Ernest Cassirer pela Martins Fontes (2001)
>>> Fundamentos Culturales de Civilizacion Industrial de John U. Nef pela Editorial Paidós/ Buenos Aires (1964)
>>> Noções Preliminares de Direito Previdenciário de Wagner Balera pela Quartier Latin (2004)
>>> Salvador Negro Amor de Sérgio Guerra pela Maianga (2007)
>>> Ensaios de Biologia Social - Encadernado de Josué de Castro pela Brasiliense/ SP (1957)
>>> A imprensa na História do Brasil & Fotojornalismo no século XX de Oswaldo Munteal & Larissa Grandi pela Desiderata/PUC (2005)
>>> Roteiro de Macunaíma (Encadernação de Luxo) de M. Cavalcanti Proença/ Autografado pela Ahembi/ SP. (1955)
>>> Alferes Teófilo Olegário de Brito Guerra -Um Memorialista Esquecido de Raimundo Soares de Brito pela Coleção Mossoroense (1980)
>>> HQ Os Grandes Inimigos do Mandrake Nº 2 + A Volta do Camelo de Barro de Lee Falk pela Globo (1989)
>>> Lugar de Fala de Djamila Ribeiro pela Polen (2019)
>>> Administração Financeira Internacional de David K. Eiteman, ArthurStonehill, e Michael Moffett pela Bookman (2002)
>>> HQ Os Grandes Inimigos do Mandrake Nº 1 + o Retorno do Cobra de Lee Falk pela Ebal (1989)
>>> História da Literatura Portuguesa/ Encadernado de Antonio José Saraiva e Oscar Lopes pela Porto Ed.
>>> Cortez -A Saga de Um sonhador de Teresa Sales -Goimar Dantas pela Cortez (2010)
>>> HQ Os grandes inimigos do Mandrake Nº 4 + Os Oito Tentáculos da Morte de Lee Falk pela Ebal (1989)
>>> HQ Rastros de ódio - Revista Cinemin Nostalgia 3 de Diversos Autores pela Ebal (1989)
>>> Regulamento do ICMS do Rio de Janeiro de Ana Cristina Martins Pereira pela Lex (2006)
>>> A cidade do sol de Khaled Hosseini pela Nova froteira (2007)
>>> HQ Revistsa Elipse nº 1 + Crepúsculo dos Super-heróis de David Campiti & Kevin Juaire & Bart Sears pela Ebal (1992)
>>> Cinquenta tons mais escuros de E L James pela Intrínseca (2012)
>>> As mil e uma noites- os corações desumanos de René Khawam pela Brasiliense (1991)
>>> HQ Quem foi? Os prisioneiros de Sulma de Diversos Autores pela Ebal (1982)
>>> Autoritarismo e Participação Política da Mulher de Fanny Tabak pela Graal/ RJ. (1983)
>>> Cartas entre amigos - sobre os medos contemporâneos de Fábio de melo e Gabriel chalita pela Ediouro (2009)
>>> A Civilização Romana de Pierre Grimal pela Edições 70 (2001)
>>> Centenário de José Bezerra Gomes de Joabel R. de Souza pela Fcjbg (2011)
>>> Alienação na Univesidade - a Crise dos Anos 80 de Paulo L. Hoffmann pela Edit. da UFSC (1985)
>>> O castelo da intriga de Paulo Stewart pela Scipicione (1996)
>>> No Tempo dos Faraós (Crianças Na História) de Ginette Hoffmann - Françoise Lebrun pela Scipione (1993)
>>> No Tempo dos Faraós (Crianças Na História) de Ginette Hoffmann - Françoise Lebrun pela Scipione (1996)
>>> As asas do joel de Walcir Carrasco pela Quinteto Editorial (2019)
>>> No Tempo dos Faraós (Crianças Na História) de Ginette Hoffmann - Françoise Lebrun pela Scipione (1998)
COLUNAS >>> Especial Autores novos

Sexta-feira, 9/6/2006
Relativismos literários
Paulo Polzonoff Jr

+ de 3400 Acessos
+ 5 Comentário(s)

Lendo o que um amigco escreveu sobre um poeta desses aí, me toquei de que vivemos dias pouco exuberantes em matéria de literatura. Não é novidade, é claro. Mas esta constatação óbvia me fez perceber que talvez nossa percepção do que é bom ou ruim seja afetada por esta produção medíocre. A pergunta que me faço é: será que o romance bom de hoje é mesmo bom ou ele só é bom porque seus semelhantes são ruins?

Esta pergunta põe em dúvida muitas de minhas leituras recentes. Não estou querendo, aqui, desdizer o que disse. Estou apenas duvidando de mim mesmo, o que é um exercício intelectualmente saudável. Pergunto-me se não baixei meu padrão de qualidade em nome de uma espécie de bem-estar coletivo, isto é, em nome de uma sensação de que não vivo tempos medíocres. É como se, inconsciente, eu achasse que um só livro (ou dois ou três) fosse capaz de absolver toda uma geração.

E aqui já vislumbro outro problema: é justo ter parâmetros absolutamente altos, canônicos? À primeira vista, me parece que sim. Mas, na prática, isso se mostra muito, mas muito difícil mesmo. Ter como parâmetro os livros canônicos põe praticamente toda a produção contemporânea em xeque. Para não citar Shakespeare e Cervantes, nem tampouco Machado de Assis, digo que nada do que se escreve hoje em dia se compara a Guimarães Rosa e Graciliano Ramos, na prosa, e João Cabral e Bandeira em poesia.

E agora? A solução me parece ser a de diminuir as expectativas e, conseqüentemente, analisar a produção contemporânea por parâmetros menores. Mas daí me deparo com dois problemas secundários, um de ordem moral e outro de ordem prática. Ora, será honesto recomendar um livro para um leitor dizendo que, bem, se tanto o escritor como o leitores não fossem azarados o suficiente para nascer nesta época, o livro seria uma porcaria e o leitor não teria de lê-lo? Ou, invertendo o raciocínio mas mantendo o produto: o livro é bom porque tanto o escritor quanto o leitor têm a "sorte" de terem nascido numa época mais rasteira, superficial.

Não me sinto muito bem com nenhuma das duas opções, mas me parece ser impossível fugir delas. Novamente aqui exponho a dúvida: será justo analisar qualquer (qualquer!) livro dos muitos que abarrotam as vitrines das livrarias tendo em vista o que já foi publicado e é reconhecidamente considerado obra-prima? Isto é: perto de um Marques Rebelo ou mesmo um Lima Barreto (para nos atermos às referências nacionais), que valor tem um Rubem Fonseca ou um Dalton Trevisan? E perto deles, que valor terá Daniel Galera ou André Sant'Anna, só para citar dois autores jovens bastante elogiados hoje em dia?

Estas perguntas se tornam ainda mais complexas quando me deparo com uma verdade assustadora, mas que não pode ser omitida: os romances ingleses e norte-americanos vivem uma fase absolutamente exuberante, se comparada com a produção nacional. Recentemente, tenho feito muito isso: no meio de um livro de um autor americano ou inglês, falo para mim mesmo: não há nada comparável a isso sendo escrito no Brasil. E não há mesmo!

O resultado desta investigação toda é um enorme e enfeitado ponto de interrogação. Então temos dois pesos e duas medidas, um para a literatura nacional e outro para a estrangeira? Um para a literatura contemporânea e outro para a literatura canônica? Estamos sendo indulgentes demais com nossos autores ou nosso gosto literário se tornou superficial?

Não sei. Não sei mesmo. Só sei que sinto um gosto ruim na boca ao constatar que muitos dos livros que li e para os quais reservei um cantinho especial na minha estante, se lidos à luz dos Grandes, não passam de historietas primárias. O que me assusta é perceber que, em muitos casos, nem é preciso recorrer aos Grandes para reduzir a produção contemporânea ao que ela é: nada. Às vezes basta que recorramos aos Médios.

Este texto já está cheio de perguntas, mas não resisto a mais uma: então será que tudo é relativo? Shakespeare só se discutem em termos do próprio Shakespeare, Chaucer, Cervantes e Montaigne e Luis Vilela só se discute em termos de Rubem Fonseca, Dalton Trevisan, Autran Dourado e Moacyr Scliar? O que aconteceria se misturássemos estes dois grupos e discutíssemos Rubem Fonseca à luz de Cervantes - ou mesmo de Balzac ou Voltaire?

Para ser sincero, eu tenho muito medo do relativismo, mas também tenho medo da verdade nua e crua, que é a de que a segunda metade do século XX, bem como este início de século XXI, não produziu praticamente nada que possa ser comparado com as obras de Faulkner ou Céline ou Joyce ou Borges ou Hemingway ou. Sinto-me tentado a, daqui para frente, ser mais cruel e - por que não?! - mais justo e menos indulgente, e jamais considerar um livro bom só porque ele o é se comparado ao companheiro de geração. Eis aqui novamente o meu temor: o de ser incapaz de reconhecer entre os meus qualquer coisa de aceitável.

Isso sem falar nas comparações com o que está sendo feito nos Estados Unidos e na Inglaterra. Já disse e repito: não há nenhum livro de um escritor brasileiro contemporâneo que tenha qualidades remotamente parecidas com as de um Reparação, de Ian McEwan. Como é que se sai, afinal, deste beco sem saída?

Tendo sempre para o lado da justiça, por mais cruel que ela seja. Indulgência, sinceramente, não faz parte da minha personalidade. Sinto que é preciso aumentar os parâmetros ou, daqui a pouco, estaremos dando certificado de qualidade a carne precocemente estragada. O que não me deixaria dormir tranqüilo. De jeito nenhum.

Nota do Editor
Texto publicado originalmente no site do autor em 19 de maio de 2006.


Paulo Polzonoff Jr
Rio de Janeiro, 9/6/2006


Quem leu este, também leu esse(s):
01. 2 leituras despretensiosas de 2 livros possíveis de Ana Elisa Ribeiro
02. Desdizer: a poética de Antonio Carlos Secchin de Jardel Dias Cavalcanti
03. Crítica/Cinema: entrevista com José Geraldo Couto de Jardel Dias Cavalcanti
04. A imaginação do escritor de Renato Alessandro dos Santos
05. O Trovador, romance de Rodrigo Garcia Lopes de Jardel Dias Cavalcanti


Mais Paulo Polzonoff Jr
Mais Acessadas de Paulo Polzonoff Jr em 2006
01. Grande Sertão: Veredas (uma aventura) - 13/4/2006
02. As sementes de Flowerville, de Sérgio Rodrigues - 14/12/2006
03. Não existem autores novos - 8/5/2006
04. Orkut: terra de ninguém - 9/2/2006
05. Relativismos literários - 9/6/2006


Mais Especial Autores novos
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
14/6/2006
00h57min
É complicado comparar os contemporâneos com os nomes já consolidados, de sucesso. A crítica já errou no passado, comete erros no presente, e certamente cometerá no futuro. O escritor que hoje não tem valor, pode ser o clássico de amanhã, vai saber! Tantos casos de reconhecimento póstumo... E só pra botar lenha na fogueira: o penúltimo romance do Rubem Fonseca, "Diário de um fescenino", perde de longe para o "Mãos de cavalo" do Daniel Galera, ein?
[Leia outros Comentários de Rafael Rodrigues]
15/6/2006
01h36min
A questão é pertinente. Harold Bloom, que lê exaustivamente, aconselha aos críticos a mesma pergunta, sempre: "melhor que, pior que, igual a quê?" Para se responder a uma pergunta dessas é preciso ter acúmulo, sedimento, conhecimento. Nada muito fácil. Tudo é relativo. Essa frase, sempre mal interpretada, significa exatamente isso: tudo tem relação com outra coisa e essa relação pode ser expressa quase que matemáticamente: menos que, maior que, igual a que, etc. A maioria das pessoas usa a frase querendo dizer exatamente o contrário: nada é relativo e essa obra (no caso de estar em questão alguma discussão sobre algum livro) deve ser tomada pelo seu valor absoluto ou seja, sem comparações. Isso não existe. A medida de valor é a medida da comparação. Jovens autores tendem a esquecer que literatura é também tempo acumulado. Grandes autores, no geral, pensaram muito e gastaram tempo nisso. Muito tempo pensando. É diferente de muito tempo sonhando. Melhor não escrever.
[Leia outros Comentários de Guga Schultze]
30/1/2009
11h52min
Ué, hoje em dia se lê muito menos do que antes, então é óbvio que a produção cai, por inúmeros fatores, inclusive o de não se preocupar com escrever corretamente. E avante! - já que ninguém vai ler... O próprio escritor não lê. A configuração atual é essa, há mais escritores que leitores no Brasil. E tu há de concordar comigo que quem não lê é menos capaz de escrever decentemente. Isso é lógica.
[Leia outros Comentários de Gabriel Pardal]
30/1/2009
13h56min
Convivo com a literatura desde meus tempos de infância, mas até hoje nenhum autor me tocou tanto como o Eduardo Martínez que escreveu o impagável "Despido de Ilusões", o meu romance preferido. A maneira que ele escreve me faz lembrar da minha velha avó, tão boa cozinheira e sábia com as palavras.
[Leia outros Comentários de Larissa]
31/1/2009
19h22min
Ler é um exercício pessoal, único, endógeno; cuja dinâmica começa num texto qualquer e reverbera em todo o nosso patrimônio pessoal. Alguns transcendem ao valor primal do próprio texto e absorvem algumas camadas a mais de informações contidas no ritmo e nas referências que ali se encontram as vezes à revelia. Diferente de se conter com os olhos, um texto é colhido pela sensibilidade, pela razão, pelo emocional. Logo, lemos com todas as nossas instâncias de prospecção. Representações de pausas e silêncios não cabem em nenhuma sintaxe, mas isto também é som. A crítica, diferente de ler, é ler-se. Um ato de coragem misturado com uma mitomania que deixou alguns escritores maiores que seus escritos. A crítica é feita para uma platéia que analisa conjuntamente e equivocadamente autor, obra e crítico. Há que se ter um talento e uma pontaria muito fina para atingir estes alvos móveis. Comparações são falácias, contextualizações e torcida, não resistem a uma análise desapaixonada.
[Leia outros Comentários de Carlos E.F. Oliveira]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




UM IR E VIR COTIDIANO
SIVA BIANCHI
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 349,00



TRAÍDA SÉRIE HOUSE OF NIGHT - LIVRO 02 8898
P C CAST E KRISTIN CAST
NOVO SÉCULO
(2009)
R$ 10,00



OSTEOPOROSE
M. A. DAMBACHER E E. SCHATCHT
ALFAD
R$ 9,00



MANEJO REPRODUTIVO DE OVINOS DE CORTE (NAS REGIÕES CENTRO-OESTE, NORTE E SUDESTE DO BRASIL)
AURORA MARIA GUIMARÃES GOUVEIA CLÁUDIO JOSÉ BORELA ESPESCHIT E SILVIA LETICIA TARTARI
LK
R$ 63,00



TRAVESSIA REPORTAGEM SOBRE O SERTÃO DE GUIMARÃES ROSA
JULIANA SIMONETTI
LINC
(2010)
R$ 35,00
+ frete grátis



O LIVRO DOS MILAGRES
KEVIN BELMONTE
THOMAS NELSON BRASIL
(2015)
R$ 36,00



POIROT INVESTIGA
AGATHA CHRISTIE
RECORD
(2001)
R$ 10,00



LOVE KISS
GILBERT OAKLEY
DIAMOND STAR
(1970)
R$ 19,82



O GUIA OFICIAL DO CLUB PENGUIN VOL 1
DISNEY
MELHORAMENTOS
(2011)
R$ 4,00



DIREITO PENAL CONCRETO
ANTÔNIO JOSÉ MIGUEL FEU ROSA
CONSULEX
(1992)
R$ 26,82





busca | avançada
31843 visitas/dia
1,0 milhão/mês