Silêncio nas trevas | Eduardo Carvalho | Digestivo Cultural

busca | avançada
38289 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Segunda-feira, 19/5/2003
Silêncio nas trevas
Eduardo Carvalho

+ de 6200 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Caspar David Friedrich, The Pilgrim above Mist, 1818

Estava pregado, dias atrás, no mural da Atlética da Escola de Administração em que estudo, o jornalzinho do DA, na página da minha coluna, com trechos grifados, e a seguinte recomendação, redigida em caneta grossa: "Edu, você perdeu uma ótima oportunidade para ficar quieto!" Rapidamente alguém retirou a sugestão. Nem eu, quando procurei, a encontrei; amigos me descreveram, palavra por palavra, a frase do cartaz: e estava assim, "Edu", insinuando uma intimidade que eu não tenho ou convidando para uma aproximação que, com gente assim, eu não pretendo ter. O cheiro deve ser desagradável.

Não pode ser outro: não é só o espírito que certas pessoas emprestam do porco. Inclusive, aliás, o mesmo mural em que estava estendido o meu artigo - protegido e trancado, diga-se de passagem, com uma porta de vidro -, exibe também, há algum tempo, outro protesto, contra a Guerra promovida por Bush. É muito compreensível que a mesma pessoa que pretenda calar a minha boca prefira que Saddam Hussein continuasse calando a de um país inteiro. E é natural também que, em chiliques compulsivos, a própria personalidade totalitária mantenha-se, diante de argumentos fortes e opiniões abertas, calada - a não ser por frases vazias e sentenças autoritárias. Ou seja: enquanto exigem o meu silêncio, recolhem-se eles mesmos ao obscuro e gelado ambiente em que trabalham os seus neurônios. E ficam quietos.

Roberto Campos

Luiz Carlos Bresser Pereira é inteligente e sensato, mas, na última aula de Interpretações Econômicas sobre o Brasil, que tenho com ele, demonstrou que - apesar de ter convivido pessoalmente com Roberto Campos - ainda não conseguiu entender integralmente o economista. O erro talvez seja, em parte, do próprio autor, que reconhece, em muitos casos, sua inabilidade retórica. Mas não apenas: uma coisa é Roberto Campos ter lutado ferozmente contra nacionalistas de manual; outra, quase oposta, é que ele quisesse o pior para o Brasil, quando, por exemplo, reconhece a importância de capital estrangeiro para o nosso desenvolvimento. Não se pode confundi-las.

Nem se pode espremer Roberto Campos, uma personalidade complexa, em etiquetas simples, como faz Bresser Pereira, classificando a interpretação do autor de A lanterna na popa de "liberal-autoritária". Porque ninguém, com índole totalitária, escreveria assim, como escreveu Roberto Campos no artigo "Sobre a imbecilidade dos slogans", publicado no livro A técnica e o riso:

"Há quem pretenda que o processo democrático é incompatível com o rápido desenvolvimento econômico. Faz-se necessária uma disciplina totalitária para reprimir o consumo e arregimentar mão-de-obra. Essa doutrina era pregada pelos nazistas e hoje o é pelos comunistas. (...) Donde, nem o socialismo nem o totalitarismo serem necessários para o desenvolvimento."

Como essa, espalham-se, pela obra de Roberto Campos, várias passagens em que a democracia é vigorosamente defendida. Não é o caso de Bresser Pereira, mas o que certas pessoas querem, parece, é que o seu senso prático, e sua repulsa a ideologias, sejam condenados, como se ele fosse obrigado a conviver, a vida inteira, com uma fórmula que aprendeu na adolescência. Acusá-lo de infiel a um pensamento coerente e constante é culpá-lo justamente por aquilo que de melhor ele poderia ensinar: como nos distanciarmos da mentalidade fechada e comum. Chamem-no de vendido. Que, lá de cima, se ouvirá: vendido àquilo que vocês jamais conseguirão comprar: uma inteligência honesta.

O preto e o branco

O debate sobre cotas em universidades para minorias desfavorecidas - leia-se negros - chegou atrasado, no Brasil. Nós acompanhamos melhor as inovações tecnológicas do que o ritmo dos debates internacionais. Isso significa o seguinte: não assimilamos idéias nem tecnologia porque temos um espírito aberto e inovador, mas porque engolimos tudo que nos oferecem. É muito positivo que, para acumular lucros, empresas estrangeiras entrem no mercado nacional, e nos ensinem a usar celular e Internet - e, para isso, elas chegam correndo. Mas idéias novas - que circulam livremente pelo mundo - levam décadas para aportar no Brasil, e, quando isso acontece, esteja certo: estão atrasadas e, muitas vezes, erradas.

O affirmative action americano, com a intenção de integrar social e economicamente negros e hispânicos, revelou-se um desastre. A intenção original era ampliar oportunidades para certas minorias, incluindo, além das cotas, outras iniciativas, mas converteu-se, no fim das contas, numa discriminação racial disfarçada e invertida. Não há mais ingenuidade, hoje em dia, que aceite um discurso bonito e supostamente racional que sustente a rejeição de um aluno porque é branco, e a aceitação de outro, porque é negro. E, se é para defender alguém, onde estão os amigos do pobres, que - desarticulados e deseducados - não conseguem exigir seus interesses?

É fácil elaborar teorias polidas quando se tem, ao seu lado, a Levi's, o Bank Boston, a Fundação Ford, e outras infinitas multinacionais e ONG's financiando a pesquisa e apoiando a divulgação. Não é, porém, por mais dinheiro que se invista, esse o caminho. Não só todo mundo deve ser tratado de forma exatamente igual para ingressar na faculdade como, depois, precisa ser respeitado e punido, também igualmente, no mercado de trabalho. É querer muito?

Se isso acontecesse, o New York Times estaria, hoje, enfrentando uma situação bem menos constrangedora. Jayson Blair, jornalista negro, passou, durante cinco anos, escrevendo mentiras e absurdos no jornal, sem que ninguém analisasse mais atentamente os seus textos, para puni-lo ou despedi-lo. E isso não sou eu que estou dizendo: os próprios editores e colunistas do jornal assumiram esta falha: não tiveram coragem de enfrentar o exército politicamente correto. Se ainda alguma coisa parecida não aconteceu no Brasil, aguarde, com paciência: daqui a umas duas décadas, garanto - isso vai acontecer.

Quando éramos gatos

Convivo, há dezoito anos, com um gato em casa. Hoje, a rigor, em um apartamento, mas foi casa, durante uns quatorze anos. E confesso: nunca imaginei que fosse apegado a ele. Mudei, nesses anos, três vezes, e ele cinco, porque não nasceu comigo e, por um período, não morou com a gente. Dizem que gato, se não morre, não desaparece. Não mesmo, e nem o meu. Quando, porém, nos mudamos pela primeira vez, ele sumiu, depois de seis meses. E, um dia, misteriosamente - depois de outros seis meses -, quando já o considerávamos morto, ele reapareceu, como se tivesse ressuscitado, miando na beira da janela, enquanto jantávamos. Isso foi há oito anos. Eu não tinha barba, e nem sequer tinha a mais remota idéia do curso em que iria me graduar.

Estou, hoje, coberto por pêlos e por responsabilidades. Do jardim em que o meu gato cresceu, na Rua Sampaio Vidal, ao apartamento em que agora moro, na Alameda Franca, minha vida virou de ponta cabeça, digamos, umas cinco vezes. Mudei de idéia, e muita coisa mudou, na minha vida. Tentei, mas não consegui me preservar imune ao tempo. O que me surpreende, agora, em retrospecto, é que, apesar de tudo - de absolutamente tudo que acontece no mundo -, a postura do meu gato permaneceu igual: nunca ele precisou ou pediu mais do que comida e carinho, e viveu, a seu modo, sempre satisfeito.

Enquanto digito esta coluna, meu gato está imóvel, estendido no sofá. Sofre, ao mesmo tempo, de câncer e de Aids. Restam-lhe algumas horas, ou minutos, até que, de repente, seus olhos fechem definitivamente. É triste; e confesso, de novo: nunca imaginei que fosse ser assim. Sinto, agora, que estou perdendo um amigo - e das melhores companhias, especialmente nos momentos difíceis. Que nunca se deixou abalar com preocupações inúteis, como, afinal, todas as nossas são. Como talvez esta minha também seja: é difícil conviver com a idéia de que nunca iremos nos encontrar novamente.


Eduardo Carvalho
São Paulo, 19/5/2003


Quem leu este, também leu esse(s):
01. A Última Ceia de Leonardo da Vinci de Jardel Dias Cavalcanti
02. Contra um Mundo Melhor, de Luiz Felipe Pondé de Marilia Mota Silva
03. Alceu Penna e as garotas do Brasil de Gian Danton
04. História da leitura (II): o códice medieval de Marcelo Spalding
05. O altar das montanhas de Minas de Rafael Rodrigues


Mais Eduardo Carvalho
Mais Acessadas de Eduardo Carvalho em 2003
01. Preconceito invertido - 4/7/2003
02. Da dificuldade de se comandar uma picanha - 25/7/2003
03. Contra os intelectuais - 12/12/2003
04. Não li em vão - 17/10/2003
05. Geração abandonada - 14/11/2003


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
22/5/2003
19h55min
Eduardo, com certeza, se fossemos mais gatos e menos seres humanos seriamos melhores. seu trecho me lembra em muito o grande urso da ipanema. Talves seja isso que nos falte, um senso gato para viver a nossa boa vida. Parabénes pelo texto. Um abraço Otávio
[Leia outros Comentários de Otávio]
28/5/2003
00h56min
Edu, gostei bastante do novo modelo – artigos sucintos, com muito conteúdo, abordando vários temas. Concordo plenamente com a sua opinião em relação a cotas de negros nas universidades. Mais uma vez, uma proposta ineficiente e ineficaz, que, além de não resolver quase nada, ainda corre-se o risco de gerar mais problemas, como você mesmo disse. É querer consertar o teto, sustendo por uma estrutura podre, fixada em uma sólida superfície de gelatina. É como propor arrancar galhos para quem está interessado em se livrar de árvores. Fazer o quê?!?!?! Grande abraço. Felipe
[Leia outros Comentários de Felipe Tavares]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




HISTÓRIAS DO TIO MARCIANO
ANTONIO GREGORIO GOIDANICH
NOVA PROVA
(2001)
R$ 23,00



O MESTRE DE ESGRIMA
ARTURO PÉREZ-REVERTE
COMPANHIA DAS LETRAS
(2003)
R$ 12,00



SÃO PAULO É MAIS FELIZ À NOITE - BOEMIA, ALEGRIA E BALADAS
SULA GAVA
DIVERSOS
(2004)
R$ 34,00



ALTAR EGO
KATHY LETTE
RECORD
(2000)
R$ 4,00



A SAGA DE UM VENCEDOR - AUTOGRAFADO
OLTEN AYRES ABREU
CNB COMUNICAÇÃO E MARKETING
(2006)
R$ 30,00



DU NERF PNEUMOGASTRIQUE PHYSIOLOGIE NORMALE ET PATHOLOGIQUE
G. ARTHAUD L. BUTTE
SOCIÈTÉ DE ÉDITIONS SCIENTIFIQ
(1892)
R$ 190,00



CURSO DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL VOL. 2
HUMBERTO THEODORO JÚNIOR
FORENSE
(2001)
R$ 6,00



DESENHANDO FIGURAS
RAY SMITH
MANOLE
(1997)
R$ 34,11



O REMANESCENTE - NO LIMIAR DO ARMAGEDOM
TIM LAHAYE E JERRY B JENKINS
UNITED PRESS
(2002)
R$ 9,00



BAHIA DE TODOS OS SANTOS E DE TODOS OS DEMONIOS
GIMENEZ CABALLERO
PROGRESSO
R$ 19,00





busca | avançada
38289 visitas/dia
1,4 milhão/mês