Digestivo nº 458 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

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>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
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>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
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DIGESTIVOS

Sexta-feira, 19/3/2010
Digestivo nº 458
Julio Daio Borges

+ de 1900 Acessos




Internet >>> What Would Google Do? ou O que o Google faria?, por Jeff Jarvis
Jeff Jarvis ficou, recentemente, conhecido por cunhar uma das máximas da internet na era da explosão de conteúdo: "Faça apenas o que você faz melhor — e linque para todo o resto". Num momento em que muita gente optou por reinventar a roda, produzindo o mesmo conteúdo que outras pessoas já produzem, Jeff Jarvis veio a calhar. Mas o que nem todo mundo sabe é que a frase está contida no livro What Would Google Do? (ou, em tradução direta, "O que o Google faria?"), que saiu num ano de crise e que não teve a recepção merecida. Quando o Google começou sua ascensão — nos anos pós-bolha —, ninguém queria ouvir falar de empresas de internet. Mas quando o Google se transformou na "empresa que cresceu mais rápido na história", todos queriam saber o que acontecia lá dentro. (Mais ou menos — em termos de pessoa física — o que ocorre agora com Steve Jobs.) E dá-lhe livros sobre... O primeiro, antes da consagração, foi o de John Battelle. Vieram outros, nem tão interessantes assim. O de Jeff Jarvis vale a pena ser lido porque não tenta contar a história, pela enésima vez, mas sugere um exercício que todos deveríamos fazer (dentro da internet): "O que o Google faria (se fosse eu)?" Ou, por outra: "Como o Google resolveria esse (meu) problema?". Jarvis advoga que ter o "approach Google" pode ajudar a sua iniciativa na internet a crescer e prosperar, seja ela uma empresa, um site ou um blog. Entre o que caracteriza o "jeito Google" de fazer as coisas, Jarvis destaca em WWGD?: "Dê às pessoas (aos seus usuários) controle"; "Seu pior cliente é (na verdade) seu melhor amigo"; "E seu melhor cliente é seu parceiro". Ainda: "Faça parte de uma rede" (pense "em rede", afinal você está na internet!); "Seja uma plataforma" (não resolva os problemas "no varejo" e, sim, "no atacado"); e "Pense de maneira distribuída" (como disse um editor da New Yorker na Flip, "o mundo não é mais monolítico". Para completar: "Se você não estiver nos resultados dos mecanismos de busca, (na internet) você não existe"; "Seus clientes (agora) são a sua agência de propaganda"; e "Pequeno é o novo grande" (ou o novo mainstream é, justamente, o underground). E para encerrar: "Bem-vindo à economia pós-escassez" (onde tudo nasce excessivo); "O mercado e a mídia 'de massas' estão condenados" (alguém duvida?); e, finalmente, "o Google 'comoditiza' tudo" (desde jornalistas até intermediários ou middlemen). Resumindo a ópera: antes que o Google entre no seu negócio (e acabe com ele), pense como o Google agora, e sobreviva. Jeff Jarvis, como se não bastasse, dedica capítulos inteiros a especular como seria se o Google entrasse em vários negócios estabelecidos, desde mídia até alimentos & bebidas, passando por energia, telefonia, mercado imobiliário e bancos. Sendo jornalista, Jarvis não entende tanto de economia e negócios (quanto entende de mídia), mas suas especulações, em geral, são bem-vindas. O fato de o livro ter desembarcado no Brasil este ano — pós-crise —, talvez dê a WWGD?, e a Jeff Jarvis, a oportunidade merecida (e, em 2009, infelizmente perdida)... [Comente esta Nota]
>>> What Would Google Do? | O que o Google faria?
 



Além do Mais >>> A Few Thoughts on Cognitive Overload, de David Kirsh
De information overload ou "overdose de informação", quase todo mundo já ouviu falar. Agora, de cognitive overload ou "overdose mental (ou cognitiva)", nem todo mundo. Pois — a fim de entender (e remediar) o processo que está impedindo muita gente de trabalhar direito (ou de, simplesmente, viver a vida) — existe um artigo de David Kirsh, disponível na internet, que é bastante ilustrativo: "A Few Toughts on Cognitive Overload" ou, em livre tradução, "Alguns pensamentos sobre a overdose cognitiva". Longe de ser acadêmico, embora rico em dados, o paper, digamos assim, é bem legível, chegando a surpreender como pôde, justamente, ser tão bem estruturado, e escrito, na mesma era do excesso de informação (e de interrupção). ;-) Kirsh começa afirmando que a principal carga de overdose mental, ou cognitiva, é o "esforço psicológico" de ter de "tomar decisões" em cima das "informações que nos são empurradas" todos os dias. Kirsh lamenta que a Web tenha promovido o crescimento da chamada "informação de baixo custo", em detrimento, logicamente, da "informação de qualidade". Num gráfico explicativo, ele mostra que a informação, em geral, cresce junto com a internet (exponencialmente), mas a informação de qualidade cresce num ritmo bem mais lento (linearmente). Para David Kirsh, lidamos com informação, basicamente, de três maneiras. Ou somos o que ele chama de "acumuladores cegos" (1): para esses, "se qualquer informação pode ser crítica (para a tomada de decisão), estoca-se toda e qualquer informação". Infelizmente, para esses, há o problema de "não se conseguir recuperar a informação (guardada) depois"... Sem falar no "acúmulo excessivo de informação". Já os "acumuladores just-in-case" (2)...: "Algumas pessoas gostam de saber 'o suficiente' a fim de estarem preparadas para 'o que vier'", introduz o segundo grupo Kirsh. (Esses seguem a máxima, em português: "Vai que, um dia, eu preciso...") Fazem pesquisas, e até estudam coisas, que podem "usar (um dia)"... Infelizmente, para esses: como é impossível saber "o que será necessário" (no futuro), o valor da informação estocada torna-se, automaticamente, duvidoso. O risco — de querer acompanhar desde periódicos até as últimas pesquisas em várias matérias — é perder o foco. (Kirsh lamenta, ainda, que esse seja, justamente, o modelo de nossas escolas e da nossa educação...) O último, e terceiro, tipo são os "acumuladores just-in-time" (3): "Uma vez que você não sabe, exatamente, de qual informação vai precisar, melhor ignorar todo o tipo de informação, a não ser que ela sirva para uma tarefa no presente". Ou seja: "quando descobrir de qual informação você precisa, colete apenas essa". O risco — claro — é não conseguir encontrar a informação certa no tempo necessário. E o excesso de foco, no curto prazo... pode levar à "miopia", na visão de longo prazo... Mas, afinal de contas, trabalho tem tanto a ver, assim, com informação? David Kirsh responde que, no século XXI, somos todos trabalhadores da "era do conhecimento". Kirsh ainda se debruça sobre os espaços nos quais trabalhamos — ele acredita que influenciem, igualmente, nos nossos processos mentais —, mas seu principal conselho é: precisamos nos antecipar, e nos planejar, em relação ao volume de informação atual; caso contrário, estaremos sempre reagindo — e sendo soterrados — pelo information overload. [Comente esta Nota]
>>> A Few Thoughts on Cognitive Overload
 



Internet >>> Steve Jobs e Bill Gates juntos, no All Things Digital
Foi Carmine Gallo quem disse que, sem o arquivo do YouTube, jamais seria possível escrever sobre os "segredos" das "apresentações" de Steve Jobs. E se juntarmos isso à "mania" que um gênio provoca (outro exemplo é o de Kafka em relação a Goethe), podemos concluir que: não é um exagero refazer, hoje, os passos de Jobs; a fim de entender melhor como a Apple (iPod, iPhone, iPad) chegou onde chegou. Gallo, em termos de apresentações, escolhe três: a do lançamento do Macintosh, em 1984; a da volta de Steve Jobs à Apple, em 1997; e a do lançamento do iPhone, em 2007. Mas um vídeo — que rivaliza com o do discurso em Stanford, em termos históricos (embora não seja tão revisto) — é do encontro de Jobs com Bill Gates, no evento do All Things Digital. Os editores do site devem estar até agora se perguntando como isso pôde acontecer, mas aconteceu, e foi em 2007. Ainda não havia o Kindle, ainda não havia o iPad, apenas a sugestão dos "post-PC devices" (aparelhos pós-PC) — enquanto o mundo parecia se render às aplicações "na nuvem" e, consequentemente, ao Google. Tanto que muita gente, na época, interpretou o encontro como uma tentativa, dos dois gigantes, de juntar suas forças contra o "monstro" das buscas, que ameaçava dominar tudo... Assistindo hoje — em retrospecto — vemos que não era só isso... O encontro já começa histórico, quando a moderadora, do AllThingsD, pede que cada um defina o outro, elencando as respectivas contribuições à indústria da computação. Steve Jobs — o mago das apresentações dos produtos da Apple — está alerta, e parece mais ansioso que seu, suposto, rival... Bill Gates, por sua vez, não se abala: sorri, faz piadas, e não se preocupa em impor suas ideias (ou mesmo sua versão da história). É como se Gates já tivesse dominado o mundo antes, e não se importasse tanto mais. Enquanto que Jobs estaria apenas "começando" (a dominar o mundo; com o iPhone), e ainda precisasse "se colocar"... Tanto que, num determinado momento, sobre as "colaborações em conjunto" (Microsoft produzindo software para o Macintosh), Jobs interrompe Gates e dispara: "Deixe-me contar a história..." Pequenas rusgas à parte, é um privilégio poder assistir aos dois gênios comentando a internet — que sucedeu a ambos —, o ambiente contemporâneo de empreendedorismo on-line e, sem mencionar nomes, as empresas de hoje... Jobs observa que sempre foi "o mais novo" nas reuniões, nos primeiros tempos da Apple — e que, hoje, é quase sempre "o mais velho" (deixando escapar que, com Bill Gates, pode estar se tornando um "dinossauro"...!). Jobs completa que não existe nada como ter a "visão" de um mercado promissor, de alguma coisa grandiosa ("ali na esquina"), de uma revolução a caminho. "É o que faz alguém levantar todos os dias para ir trabalhar"... Gates prefere se concentrar no futuro — embora ninguém leia A Estrada do Futuro hoje —, no lugar do PC (que, mais uma vez, não vai acabar), nas limitações da internet (que, como tudo, não é perfeita) e nas ambições da Microsoft (não parece incomodado com o "Office", do Google, "na nuvem")... Jobs confessa que admira as jovens empresas de hoje "que ainda querem ter uma cultura" (e não querem apenasmente ser "vendidas para os grandes grupos")... Gates, em relação a Jobs, confessa que é bom ter alguém "caminhando lado a lado", por tanto tempo. Enquanto Jobs, respondendo, evoca uma canção dos Beatles: "You and I have memories/ Longer than the road that stretches out ahead". "Eu e você temos memórias/ Maiores que as da estrada que se desdobra/ À nossa frente"... Para a plateia explodir em palmas, e até em lágrimas... Para quem imaginava um encontro sanguinário entre Apple e Microsoft, foi um final um tanto quanto inesperado... E Steve Jobs — com ou sem Bill Gates — conseguiu produzir, conforme a sugestão de Carmine Gallo, mais uma apresentação histórica... [Comente esta Nota]
>>> Steve Jobs e Bill Gates juntos
 

 
Julio Daio Borges
Editor

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