Entrevista a Karina Cedeño | Digestivo Cultural

busca | avançada
35116 visitas/dia
922 mil/mês
Mais Recentes
>>> Vila 567 promove Quintaneja para comemorar feriado prolongado
>>> Musical gratuito "Brincando com a Broadway" chega ao Teatro UMC
>>> Cantor israelense Rami Kleinstein se apresenta em São Paulo
>>> EM AÇÃO INÉDITA, BLACK FRIDAY SAI DA INTERNET E DOMINA AS RUAS DE SÃO PAULO
>>> Filmaê - 1º Festival de Cinema Móvel de Brasília estreia no Espaço Cultural Renato Russo
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Do canto ao silêncio das sereias
>>> Vespeiro silencioso:
>>> A barata na cozinha
>>> Uma Receita de Bolo de Mel
>>> O Voto de Meu Pai
>>> Inferno em digestão
>>> Hilda Hilst delirante, de Ana Lucia Vasconcelos
>>> As pedras de Estevão Azevedo
>>> O artífice do sertão
>>> De volta à antiga roda rosa
Colunistas
Últimos Posts
>>> Eleições 2018 - Afif na JP
>>> Lançamentos em BH
>>> Lançamento paulistano do Álbum
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 2
>>> Ana Elisa Ribeiro lança Álbum
>>> Arte da Palavra em Pernambuco
>>> Conceição Evaristo em BH
>>> Regina Dalcastagné em BH
>>> Leitores e cibercultura
>>> Sarau Libertário em BH
Últimos Posts
>>> No tinir dos metais
>>> De(correntes)
>>> Prata matutina
>>> Brazil - An Existing Alien Country on Planet Earth
>>> Casa de couro IV
>>> 232 Celcius, ou Fahrenheit 451
>>> Mãe
>>> Auto contraste
>>> Os intelectuais e a gastronomia
>>> Cabeças Cortadas
Blogueiros
Mais Recentes
>>> A universalidade de Anish Kapoor
>>> A internet não é isso tudo
>>> Tom Zé por Giron
>>> A boa literatura brasileira
>>> As pedras de Estevão Azevedo
>>> O país dos imbecis
>>> Um Jogador
>>> Literatura em 2000-2009
>>> Entre o copo, a vitrola, a fumaça e o boicote
>>> As Cem Melhores Crônicas Brasileiras
Mais Recentes
>>> A Doutrina Secreta - Volume 3 - Antropogênese de H.P. Blavatsky pela Pensamento (2017)
>>> Liderança Executiva - Uma Proposta Racional de Dr. Albert Ellis pela Record (1972)
>>> Destruiaçao e equilibrio de Sergio de almeida rodrigues pela Atual
>>> Os livros da fuvest--2 de Objetivo pela Objetivo
>>> Teste 4 de Camila pela Camila (2018)
>>> A Odisseia (Em Forma de Narrativa) de Homero pela Ediouro (1991)
>>> Wuthering heights de Emily bronte pela Penguin books
>>> Anave de noe de Trigueirinho pela Pensamento
>>> Cozinha Maravilhosa de Ofélia - Bifes e Acompanhamentos de Ofélia Ramos Anunciato pela Melhoramentos (2006)
>>> Tortas Salgadas de Vários pela Melhoramentos (2007)
>>> Docinhos para festas de Vários pela Melhoramentos (2012)
>>> Teste2 de Camila Pontes pela Teste (2018)
>>> Astrologia,sexo e amor. de Sydney omarr pela Market books
>>> Sucos e Vitaminas de Caroline Bergerot pela Cultrix (2003)
>>> Bandeirantes e Pioneiros de Vianna Moog pela Civilização Brasileira (1964)
>>> Carne de Vários pela Impala (2012)
>>> Doces de Vários pela Impala (2012)
>>> A arte da cura espiritual de Keith sherwood pela Siciliano
>>> Saladas de Vários pela Impala (2012)
>>> Petiscos - 14 receitas de Vários pela Impala (2009)
>>> O homem e seus poderes de Eunilto carvalho souza pela Petit
>>> Pizzas - 14 receitas de Vários pela Impala (2009)
>>> Sandes - 14 receitas de Vários pela Impala (2009)
>>> Simplesmente Divina de Wendy Holden pela Best Seller (2000)
>>> O evangelho segundo o espiritismo de Allan kardec pela Lake
>>> Saladas - 14 receitas de Vários pela Impala (2009)
>>> Sobremesas - 14 receitas de Vários pela Impala (2009)
>>> Em busca de outros mundos de Ronaldo rogerio de freitas mourao pela Circulo do lvro
>>> Fenomenos ocultos de Zsolt aradi pela Ibrasa
>>> Homeostase no homem de Stanley mikal pela Edart
>>> O principe de Machiavelli pela Ediouro
>>> Direito e processo do trabalho - Teoria e Prática - 1ª e 2ª fase de Rafael Tonassi Souto, Aryanna Linhares e Renato Saraiva pela Juspodivm (2018)
>>> Guia pratico do zodiaco chines de Melanie claire pela Pensamento
>>> Magias para ganhar dinheiro de Novo mundo pela Novo mundo
>>> Codigos-4 em 1-clt-cpc-legislaçao previdenciaria-constituiçao federal. de Saraiva pela Saraiva
>>> Um guia competo--astrologia de Eclipse pela Eclipse
>>> Now that youre back de A. l. kennefy pela Vintage
>>> Minidicionario de Ruth rocha pela Scipione
>>> Dona flor e seus dois maridos de Jorge amado pela Martins
>>> Astrobiologia de Flavio pereira pela Traço
>>> Palavra possuída de Fleury, Beth pela Orobó Edições (2005)
>>> O segredo de uma família feliz de Associação Torre de Vigia de Biblias e Tratados pela Fy-t (2006)
>>> O Reino Das Vozes Que Não Se Calam de Carolina Munhóz & Sophia Abrahão pela Fantástica Rocco (2014)
>>> O príncipe: a natureza do poder e as formas de conservá-lo. Texto integral de Maquiavel pela Gb (2008)
>>> Extratos do coração de Finamora, José Florêncio pela Ophicina de Arte & Prosa (2013)
>>> O livro neurótico de receitas de Carvalho, Ana Cecília pela Ophicina de Arte & Prosa (2012)
>>> O homem que calculava de Tahan, Malba pela Record (1994)
>>> O zapear a informação em bibliotecas e na Internet de Blattmann, Ursula (Org.); Fragoso, Graça Maria pela Autêntica (2003)
>>> Hegel de Benoit Timmermans pela Estação Liberdade (2005)
>>> Flávio Josefo de Denis Lamour pela Estação Liberdade (2006)
BLOG >>> Posts

Sexta-feira, 30/7/2010
Entrevista a Karina Cedeño

+ de 3500 Acessos

1. Você é formado em Engenharia da Computação. Como iniciou sua carreira no Jornalismo Cultural?

Eu descobri que sabia escrever na época do Vestibular. Fui redação nota 10 da Fuvest, mas descobri isso só quando já estava dentro da Poli (1992). Procurei conciliar a Engenharia com meus interesses culturais, principalmente música e leituras. Quando estava me formando, escrevi um texto sobre a minha faculdade, bastante crítico (1997). Repercutiu, saiu na Folha, eu comecei a ter contato com jornalistas culturais. Montei uma newsletter quando saí da Poli (1998), montei, em seguida, um site pessoal (1999), para desembocar no Digestivo em 2000 (inicialmente uma newsletter cultural, simples, que foi se desenvolvendo ao longo dos anos).

2. Como surgiu a idéia do Digestivo Cultural? Quanto tempo levou até o site atingir a magnitude que tem hoje?

A ideia surgiu numa mesa de McDonald's, no horário de almoço, quando eu trabalhava no Banco Real, na avenida Paulista (e escrevia meus textos, ainda para o meu site pessoal, durante os intervalos). O banco estava passando por uma reestruturação, eu poderia ser demitido a qualquer momento, então pensei em "profissionalizar" minha atividade de crítico independente, bolando uma revista eletrônica (que fosse mais do que uma pessoa só escrevendo). Era o ano da bolha da internet (2000), havia muitos projetos no ar, eu decidi começar com uma newsletter que fosse "cultural" mas que não fosse chata, nem metida a besta, que fosse de fácil "digestão" etc.

O tempo até o site atingir a magnitude que tem hoje... foi o tempo até hoje! Mas, agora, falando sério... O site começou a repercutir na imprensa já em 2001, quando recebemos um e-mail do Millôr. Em 2002, saiu na Carta Capital, no Estadão, no extinto OPasquim21. Em 2003, ganhou Parceiros como a Livraria Cultura. Em 2004, fizemos uma revista de papel com FGV e saímos no Manhattan Connection. Em 2005, com a Web 2.0, começamos a ganhar massa crítica, quase de "portal", principalmente quando criamos seções de Comentários e de Comentadores. De 2006 pra cá, tem sido a consolidação disso tudo...

3. Como você avalia a influência da internet no Jornalismo Cultural?

É enorme; principalmente porque a internet democratizou a emissão de opiniões como nunca antes na História. Se você considerar a crítica como uma atividade autobiográfica, como dizia Oscar Wilde, então quase todos somos críticos (de cinema, de música, de literatura etc.). Basta navegar por Orkut, Twitter, Facebook. Claro que jornalismo, de verdade, não é tão fácil assim. Mas as ferramentas de composição, de publicação e de edição transformaram quase todo mundo ― mais uma vez ― em redator, em editor, em publisher. Copiar e colar, por exemplo, é uma forma de edição (mesmo que você não concorde com o resultado). Assim, eu acho que o jornalismo depois da internet é outro jornalismo, tanto que às vezes eu acho que nem deveríamos chamar de "jornalismo" o que estamos fazendo...

4. O que você pensa sobre os blogs amadores que surgem diariamente no cenário cultural? São prejudiciais à qualidade do Jornalismo e da crítica cultural?

Eu não consigo acompanhar tudo, obviamente, mas acho saudável que as pessoas possam publicar o que têm vontade sem autorização prévia. A "filtragem" vai acontecer naturalmente. Quem for bom, vai acabar "aparecendo". A internet é uma espécie de escada, onde você pode subir os degraus. (De um blog para um site, para um portal...) É muito melhor do que era na época da velha imprensa, onde o mérito nem sempre era mais importante do que a sorte ou do que a lista de contatos.

O Digestivo se alimenta desses novos talentos e acho que, sem a internet, o ideia do site não sobreviveria. Quero dizer que se o Digestivo fosse uma revista de papel, não poderíamos arriscar tanto, teríamos de apostar nos mesmos nomes (para garantir o projeto editorial, a circulação, os "apoios") e, aí, perderia muito da graça... Eu tenho orgulho de termos revelado uma porção de novos nomes que não eram jornalistas, nem escritores, nem profissionais da cultura. Como eu, como o meu Editor-assistente e como a maioria dos nossos mais de 200 Colaboradores.

5. Você acompanha o trabalho de quais jornalistas culturais?

Eu acompanhei os clássicos: Paulo Francis, Millôr Fernandes, Ruy Castro, Sérgio Augusto, Daniel Piza, Luís Antônio Giron. Mas, de uns tempos prá cá, tenho acompanhado mais os novos nomes da própria internet (que se firmaram, como eu, nesta última década). Eu acho que o futuro do jornalismo ― ou do que restou dele ― está na internet, e acho que as pessoas que "fazem a internet" vão ensinar o caminho (e não mais os jornalistas "stricto sensu"). Assim, acompanho os blogueiros e os "empreendedores de internet" (ou tecnologia) mais do que os próprios jornalistas (principalmente nos Estados Unidos): Michael Arrington, Jason Calacanis, Robert Scoble, Chris Anderson, Jeff Jarvis, Clay Shirky, entre outros, até o Steve Jobs (que eu considero uma inspiração para pessoas de qualquer setor). ;-)

6. Quais suas leituras favoritas? E sobre o que mais gosta de escrever?

No Brasil, eu gosto de ler a Piauí e o Valor Econômico. O resto eu "pesco" através do Twitter. Ou quando alguém me repassa um jornal ou revista (físicos). Fora do Brasil, eu leio o TechCrunch, assisto (ou ouço) os videocasts do This Week in Startups, sigo os tweets do Scobleizer, os artigos do Chris Anderson na Wired, abro os links do Jeff Jarvis e mergulho nos ensaios do Clay Shirky (para esclarecer a lista acima). Às vezes compro a Economist. E às vezes caio na New Yorker, por causa de uma indicação ou outra. Não procuro acompanhar tudo e acho que, hoje em dia, nem precisamos. ;-)

Sobre escrever, tenho fases. Numa certa época, eu escrevia toda semana sobre música. Já me arrisquei mais em outras áreas ― que não são minha especialidade ―, como Gastronomia e Teatro. Mantive Colunas, de artigos e textos longos, durante anos. Mas, agora, estou mais voltado para a reforma do site (programação e layout), então diminuí minha produção textual. Noto que tenho escrito muito sobre internet, tecnologia... E alguns assuntos ― como o fim do suporte físico (tanto para os jornais quanto para os livros) ― simplesmente me fascinam...

7. O que leva em consideração na hora de redigir suas críticas literárias?

Numa certa época, eu procurei ler meus contemporâneos, até para conhecer. Aí, tentava separar o joio do trigo, digamos assim. Hoje, não sinto mais que tenho de "divulgar" os novos escritores (de livros). Então, vou depurando as minhas leituras. (Até porque cheguei em clássicos como o Dom Quixote, aí fica difícil ter boa vontade com a nossa produção local...)

Acho que quando você escreve crítica ― qualquer tipo de crítica ― você leva em consideração o seu repertório, e vai, geralmente, contrapor aquela produção "nova", sob sua análise, com alguma referência mais forte. Se eu leio um contemporâneo, por exemplo, vou compará-lo ao que eu considero o melhor, hoje: Milton Hatoum, Sérgio Rodrigues, Michel Laub e Daniel Galera. Crítica, para mim, talvez seja confrontação.

8. Quais os maiores erros e desafios da crítica literária no Brasil?

Eu já critiquei muito uma certa crítica literária que ficou incensando novos autores, nas últimas décadas, só porque eles eram "novos" e/ou porque eles eram "brasileiros". Um desses críticos, inclusive, me chamou para almoçar e tentou me explicar que tentava ver "o que havia de bom" em determinado autor (fazendo literalmente "vista grossa" para seus defeitos). Respeito a pessoa do crítico, mas considero esse procedimento desonesto para com o leitor que compra livros no Brasil. Imagina o jornal dizer que é "bom", você comprar e descobrir que é uma porcaria? (Já aconteceu comigo. E eu logicamente perdi o respeito pelo crítico...)

Talvez seja um traço do nosso subdesenvolvimento (intelectual, também). Como éramos quase um país de analfabetos, até há pouco tempo, qualquer um que escrevesse, já merecia um prêmio. Mas agora, até com a internet, existem milhares escrevendo. (Publicaram-se dezenas deles.) Portanto, a crítica tem a obrigação de selecionar essa gente. Chega de tentar ajudar o "pobre escritor brasileiro" ― às espensas de leitores ludibriados com livros que não valem a pena. Nossa literatura vai ser melhor quando parar de ser "subsidiada" por uma crítica, ou por um resenhismo, condescendente.

9. Quais leituras são imprescindíveis a um crítico cultural?

A leitura de críticos culturais. Tive uma Colaboradora que queria ser crítica, mas que não lia crítica. Só assistia ao crítico, que ela admirava, pela televisão. Crítica, eu acho que é escrita. E, se você não conhecer os grandes, da sua área pelo menos, nunca vai crescer. Vai ficar no impressionismo que grassa na blogosfera... Eu me formei lendo o Paulo Francis, mas aconselharia a Bíblia do Caos, do Millôr, todas as biografias do Ruy Castro, os ensaios do Sérgio Augusto no Lado B, fora monstros sagrados como o Wilson Martins (de quem eu comecei a ler a série Pontos de Vista). Fora do Brasil, eu indicaria o Harold Bloom, o George Steiner e Erich Auerbach, para ficar em dois contemporâneos e um "eterno".

10. Como é feita a produção de conteúdo no Digestivo? Com que frequência é atualizado?

Eu escrevo as Notas/ os Digestivos (que saem duas vezes por semana). Os Colaboradores cadastram suas Colunas (que saem todos os dias). Dividimos o Blog (atualizado diariamente). Convidamos jornalistas, escritores e artistas para os Ensaios (atualizados semanalmente). Entrevistamos (mensalmente). E eu escrevo os Editoriais (mensalmente, eu tento). Fora isso, entram os Comentários (em tempo real).

11. O que o leitor cultural mais gosta de ver no Digestivo?

É difícil generalizar. Aliás, alguns textos mais "genéricos" fazem bastante sucesso no Google (como alguns sobre amor ― sim, "amor"). Mas não diria que esses acessos representam o leitor médio do Digestivo. Acho que o nosso leitor procura, justamente, uma alternativa ao jornalismo tradicional. Como nomes diferentes, temas diferentes... Uma "pegada" mais autoral talvez. Misturando com gente consagrada, mas com coisas "não tão óbvias" deles. Complementando com o nosso olhar sobre a própria internet...

12. Como foi feita a seleção dos colaboradores do Digestivo?

Ela se dá através do texto. A pessoa manda e, se gostarmos, publicamos. Com o tempo ― com o acúmulo de colaborações ―, a pessoa recebe uma senha e pode cadastar diretamente. No início, eu chamei dez pessoas, entre amigos e conhecidos, que eu sabia que escreviam e que eu sabia que gostariam de publicar na internet (não havia quase blogs, ou ferramentes de publicação gratuitas). Essas dez pessoas foram chamando outras pessoas... E um padrão acabou se estabelecendo, com o tempo. Hoje chega mais gente do que damos conta...

13. O que você anda lendo ultimamente?

Acabei de ler o Gênio, do Harold Bloom. E, em termos de literatura, eu tenho preferido a clássica (como disse acima). Tentei engrenar a segunda parte do Dom Quixote, mas ainda não foi possível. Tenho lido também, bastante, sobre internet e internet business. Li há pouco tempo, por exemplo, The Cathedral and the Bazaar, sobre o desenvolvimento do open source e do Linux (esse livro no Kindle). Adorei A Linguagem das Coisas, sobre um assunto que eu não domino, design. Tento ler muitas outras coisas, que não concluo ou não avanço (então não cito). Agora entendo melhor o Paulo Francis, quando dizia que lia 100 livros por ano, mas que, "de cabo a rabo", pouquíssimos...

14. Pode me descrever o ambiente de trabalho do Digestivo (como é, quantas pessoas trabalham)?

Basicamente, são duas pessoas que coordenam o trabalho de outras quinze, no mínimo. Falo de mim, o Editor, e do Rafael Rodrigues, meu Editor-assistente. E falo dos nossos Colunistas fixos (sem contar a Ilustradora e demais Colaboradores eventuais). Descontando-se, também, os Comentários, os e-mails e os contatos com as assessorias de imprensa. E os Parcerios, sempre.

Os Colaboradores cadastram seus textos, que entram no sistema, e ficam à espera do Rafael, para revisar e montar as Chamadas (agendando a data, definitiva, de publicação). Eu vou escrevendo meus textos e escolhendo os Ensaios, semanalmente. Liberei, recentemente, as Entrevistas (mas antes fazia todas). Eu e o Rafa dividimos a moderação/revisão dos Comentários, mas os Colaboradores podem apagá-los, diretamente, se não gostarem. Procuramos redistribuir os melhores releases das assessorias de imprensa diariamente (são dezenas). E eu lido com os Parcerios, a maioria editoras (que fornecem livros, para remunerarmos nossos Colaboradores). Também lido com Anunciantes e novos projetos...

15. Além do Digestivo, em quais projetos está trabalhando atualmente? Quais são seus projetos futuros (pessoais e profissionais)?

O Digestivo me toma quase todo o tempo. Mas, particularmente, estou trabalhando na reforma do site, não só de layout, para "os próximos dez anos", digamos. Não posso dar muitos detalhes, porque estou experimentando muita coisa diferente (que pode não funcionar). Mas o grosso das mudanças vai sendo anunciado na seção de Editoriais... ;-)


Postado por Julio Daio Borges
Em 30/7/2010 à 00h35


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Ajudando um amigo de Julio Daio Borges
02. Nirvana pra todos os gostos de Luís Fernando Amâncio
03. Diego Reeberg, do Catarse de Julio Daio Borges
04. Daphne Koller do Coursera de Julio Daio Borges
05. Kevin Kelly por Tim Ferriss de Julio Daio Borges


Mais Julio Daio Borges no Blog
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O DIA DA TEMPESTADE
ROSAMUNDE PILCHER
BERTRAND BRASIL
(1997)
R$ 14,90



VINHO NOVO EM ODRES VELHOS. SACRAMENTOS DA LIBERTAÇÃO
FERDINAND KERSTIENS
VOZES
(1999)
R$ 20,00



ERÓTICA (CONTOS ERÓTICOS ESCRITOS POR MULHERES
ORGANIZADORA: BEBÉTI DO AMARAL GURGEL
BRASILIENSE
(1993)
R$ 18,00



O CACHORRINHO SAMBA NA BAHIA
MARIA JOSÉ DUPRÉ
SARAIVA
(1967)
R$ 29,10



ROSANE MALTA TUDO O QUE VI E VIVI
ROSANE MALTA
LEYA
(2014)
R$ 15,00



ESCOLIOSE--A CAUSA DAS NOSSA DORES FISICAS.
ANTONIO BENEDITO DO NASCIMENTO
OTTONI
R$ 18,00



O ESPECTRO DISCIPLINAR DA CIÊNCIA DA RELIGIÃO
FRANK USARSKI (ORG.)
PAULINAS
(2007)
R$ 32,00



GUIA DA LONGEVIDADE
REGINALDO J.M. RENA
PANCAST
(2001)
R$ 13,00



HIDRÁULICA BÁSICA
RODRIGO DE MELO PORTO
EESC USP
(2006)
R$ 85,00



VILA OLÍMPIA
FERNANDO STICKEL
TERCEIRO NOME
(2006)
R$ 19,00





busca | avançada
35116 visitas/dia
922 mil/mês