Gastronomia | Digestivo Cultural

busca | avançada
58438 visitas/dia
2,1 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Missão à China
>>> Universidade do Livro desvenda os caminhos da preparação e revisão de texto
>>> Mississippi Delta Blues Festival será On-line
>>> Tykhe realiza encontro com Mauro Mendes Dias sobre O Discurso da Estupidez
>>> Trajetória para um novo cinema queer em debate no Diálogos da WEB-FAAP
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Alameda de água e lava
>>> Entrevista: o músico-compositor Livio Tragtenberg
>>> Cabelo, cabeleira
>>> A redoma de vidro de Sylvia Plath
>>> Mas se não é um coração vivo essa linha
>>> Zuza Homem de Mello (1933-2020)
>>> Eddie Van Halen (1955-2020)
>>> Prêmio Nobel de Literatura para um brasileiro - II
>>> Vandalizar e destituir uma imagem de estátua
>>> Partilha do Enigma: poesia de Rodrigo Garcia Lopes
Colunistas
Últimos Posts
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
>>> Chico Buarque em bate-papo com o MPB4
>>> Como elas publicavam?
>>> Van Halen no Rock 'n' Roll Hall of Fame
>>> A última performance gravada de Jimmi Hendrix
Últimos Posts
>>> Normal!
>>> Os bons companheiros, 30 anos
>>> Briga de foice no escuro
>>> Alma nua
>>> Perplexo!
>>> Orgulho da minha terra
>>> Assim ainda caminha a humanidade
>>> Três tempos
>>> Matéria subtil
>>> Poder & Tensão
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Manual prático do ódio
>>> Isn’t it a bliss, don’t you approve
>>> Roberto Carlos:Detalhes em PDF
>>> Olhos de raio x
>>> Os dinossauros resistem, poesia de André L Pinto
>>> Pedro Paulo de Sena Madureira
>>> Fred Trajano sobre Revolução Digital na Verde Week
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> 7 de Setembro
>>> Fazendo as Pazes com o Swing
Mais Recentes
>>> Superdicas Para Escrever Bem Diferentes Tipos de Texto de Edna M. Barian Perrotti pela Saraiva (2006)
>>> Técnica da Redação Comercial de Helena Montezuma pela Tecno Print (1963)
>>> Todo o Mundo Tem Dúvida, Inclusive Você de Édison de Oliveira pela L&PM Pocket (2012)
>>> Manual de Estilo Editora Abril de Vários Autores pela Nova Fronteira (1990)
>>> Soltando a Língua 1 de Sérgio Nogueira pela Gold (2007)
>>> Guia Prático de Redação de Massaud Moisés pela Cultrix (1967)
>>> Estudo Sintético e Racional da Arte e da Técnica de Escrever de Dr. Paulo Acioly pela Exame
>>> Comunique-se Melhor e Desenvolva Sua Memória de Jorge Luiz Brand pela Pe. Berthier (1996)
>>> Os Pecados da Língua – Pequeno Repertório de Grandes Erros de Linguagem de Paulo Flávio Ledur & Paulo Sampaio (Sampaulo) pela Age (1993)
>>> Independence Day - O ressurgimento de Alex irvine pela Nemo (2016)
>>> Técnica de Redação – O Texto nos Meios de Informação de Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari pela Francisco Alves (1977)
>>> Óculos, aparelho e Rock ' N ' Roll de Meg Haston pela Intrínseca (2012)
>>> O doador de memórias de Lois Lowry pela Arqueiro (2014)
>>> Dez leis para ser feliz de Augusto Cury pela Sextante (2008)
>>> #Manual da Fossa de Mica Rocha pela Benvirá (2020)
>>> Como Parar O Tempo de Matt Haig pela Harper Collins (2017)
>>> O guia dos curiosos: língua portuguesa de Marcelo Duarte pela Panda Books (2010)
>>> Mentes Geniais: Aumente em 300% a Capacidade do Seu Cérebro de Alberto Dell Isola pela Universo dos Livros (2013)
>>> O Ladrão de Raios de Rick Riordan pela Intríseca (2009)
>>> Tipo Destino: E se sua alma gêmea fosse o namorado de sua melhor amiga? de Susane Colasanti pela Novo Conceito (2013)
>>> Seu Cachorro É O Seu Espelho de Kevin Behan pela Magnitudde (2012)
>>> Os Contos dos Blythes Vol 2 de Lucy Maud Montgomery pela Ciranda Cultural (2020)
>>> O Assassinato de Roger Ackroyd de Agatha Christie pela Globolivros (2014)
>>> Cidade dos Ossos de Cassandra Clare pela Galera (2014)
>>> A Casa de Hades de Rick Riordan pela Intríseca (2013)
>>> Amores impossíveis e outras perturbações quânticas de Lucas Silveira pela Dublinense (2016)
>>> A Marca de Atena de Rick Riordan pela Intríseca (2013)
>>> Will e Will, Um nome, Um Destino de John Green, David Levithan pela Galera (2014)
>>> O Azarão de Markus Zusak pela Bertrand Brasil (2012)
>>> Capitão América: A Ameaça Vermelha de Steve Epting, Mike Perkins, Ed Brubaker pela Panini (2005)
>>> O Fio do Destino de Zibia M. Gasparertto pela Vida e Consciência (1500)
>>> O Fantasma da Ópera de Gaston Leroux pela Principis (2020)
>>> O Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec pela Lafonte (1500)
>>> Coleção folha tributo a Tom Jobim nº8 Tide de Folha de São Paulo pela Mediafashion (2012)
>>> Rostos Do Protestantismo de José Míguez Bonino pela Sinodal/Est (2020)
>>> Coleção folha grandes vozes Fred Astaire nº4 de Folha de São Paulo pela Mediafashion (2012)
>>> Sherlock Holmes – O Vampiro de Sussex e Outras Histórias de Sir Arthur Conan Doyle pela L&PM Pocket (2003)
>>> As pernas de Úrsula e outras possibilidades de Claudia Tajes pela L&PM (2001)
>>> Comer, rezar, amar de Elizabeth Gilbert pela Objetiva (2008)
>>> A vitória final de Tim LaHaye / Jerry B. Jenkins pela United Press (2008)
>>> Apoliom de Tim LaHaye / Jerry B. Jenkins pela United Press (2005)
>>> O glorioso aparecimento de Tim LaHaye / Jerry B. Jenkins pela United Press (2004)
>>> Armagedom de Tim LaHaye / Jerry B. Jenkins pela United Press (2004)
>>> Assassinos de Tim LaHaye / Jerry B. Jenkins pela United Press (2005)
>>> Nicolae de Tim LaHaye / Jerry B. Jenkins pela United Press (2004)
>>> O possuído de Tim LaHaye / Jerry B. Jenkins pela United Press (2005)
>>> Profanação de Tim LaHaye / Jerry B. Jenkins pela United Press (2004)
>>> O remanescente de Tim LaHaye / Jerry B. Jenkins pela United Press (2005)
>>> A marca de Tim LaHaye / Jerry B. Jenkins pela United Press (2005)
>>> Comando Tribulação de Tim LaHaye / Jerry B. Jenkins pela United Press (2009)
DIGESTIVOS >>> Gastronomia

Quarta-feira, 2/2/2011
Gastronomia
Julio Daio Borges



Foto de Fran Parente


Digestivo nº 476 >>> O Serafina, de Nova York, para São Paulo
Entre jovens amanhecidos "zapeando" em seus iPads, mesas cheias de mulheres independentes se confraternizando e amigos no último encontro antes do final de ano, ninguém poderia imaginar que o Serafina, que desembarcou na alameda Lorena em agosto, é um sucesso absoluto, tendo pago o investimento, sinalizando com outros futuros. A fórmula nunca é simples — se é que ela existe — mas, no caso do Serafina, a receita para funcionar tão bem parece ainda mais um enigma. A presença feminina, no coração dos Jardins, talvez explique muita coisa. O assessor nos informa que o cardápio é predominantemente "feminino", com massas e saladas. Mas não basta. Ficamos sabendo, ainda, que a entrada é convidativa, com mesas se estendendo até a calçada, numa sugestão de bar, "praia de paulista"? Mais adiante, poderíamos arriscar, a atmosfera de Comer, Rezar, Amar, com Julia Roberts podendo desembarcar a qualquer instante, na companhia de Javier Barden. O Serafina não é tão implacável quanto uma cena de Sex and the City, com mulheres duronas, sobrevivendo às agruras da solteirice. É — como talvez se deva conceder ao mesmo assessor — "feminino", colorido, "florido", cheio de vida. Um restaurante da moda? Provavelmente, sim. Mas a verdade é que ter "personalidade" em excesso também cansa. De modo que podemos estar caminhando para uma gastronomia menos "artística", sob o domínio dos todo-poderosos chefs, e a obrigatoriedade de se submeter às suas criações mais estapafúrdias. De repente, queremos a experiência de uma boa massa, sem transgressões, uma salada, sem reinvenções, e uma sobremesa, sem vapores, escumas, transubstanciações. Queremos um restaurante! É pedir muito? O Serafina nasceu, em Nova York, de uma promessa, de dois velejadores, que se viram presos numa tempestade. Completou 15 anos em 2010 e, além de São Paulo, tem filiais na Philadelfia e no balneário de Hamptons. Na nossa capital, ocupa um casarão de 1908, está sob o comando do chef Ricardo di Camargo, pertencendo aos brasileiros Marcelo Alcântara, Rubens Zogbi e Paulo Torre, e ao italiano Davide Bernacca. Nos Estados Unidos, além de Leonardo DiCaprio e Tom Cruise, Hillary Clinton é uma das frequentadoras mais assíduas. Não espantaria, portanto, se Dilma, um dia, sequestrasse a indefectível Secretária de Estado dos EUA e juntas, no Serafina, fossem conversar sobre as boas coisas da vida... [Comente esta Nota]
>>> Serafina São Paulo
 



Digestivo nº 443 >>> Paulistânia, a mais nova cerveja do Brasil
Quem conhece cerveja, sabe que a Bier & Wein sempre esteve na vanguarda no setor de bebidas. Como importadora, introduziu — antes das, hoje, maiores cervejarias do mundo — as chamadas "cervejas especiais" no nosso País. Quem não se lembra, neste momento, da Erdinger, a portentosa cerveja de trigo? Que, além de ser um produto inigualável, fez uso de um marketing diferente, evitando apelação, associando-se à boa música, escolhendo canais inteligentes, fugindo das mesmice televisiva? E quem não se lembra, agora, da Warsteiner, que teve a sua noite de gala, apostou na fidelidade do público e no bom senso de seus parceiros comerciais? Pois a Bier & Wein não ficou parada no tempo e decidiu inovar, em 2009, criando nada mais nada menos que uma cerveja própria. É a Paulistânia, que, segundo o diretor Marcelo Stein, "nasce de um sonho" e de um desejo acalentado por mais de uma década. Há mais de um ano e meio, a nova cerveja foi concebida, desde o malte lager premium até o slogan: "Um brinde a todas as cidades — da cidade de todos". Partindo de lúpulos exclusivos — tomando cuidado, portanto, desde as matérias-primas — até chegar em rótulos visualmente ricos, com fotos da São Paulo antiga, e "bolachas" divulgando curiosidades e dicas da megalópole. A intenção é homenagear outras capitais do Brasil, ao longo dos anos. A capital paulista foi inicialmente escolhida por sua diversidade cultural, seu caráter acolhedor e por ser um símbolo para o País conhecido pela enriquecedora mistura de raças. Fora que a Paulistânia vem sendo produzida, sob licença, no interior do estado de São Paulo (mais precisamente, em Cândido Mota), pela cervejaria Casa Di Conti, pertencente ao grupo Contini. E a Paulistânia, assim como a Erdinger e a Warsteiner, teve igualmente o seu grande dia, num fim de tarde, no Terraço Itália. Em meio a discursos emocionados de toda a equipe da Bier & Wein, e seus parceiros na criação da nova cerveja, um grupo seleto de formadores de opinião pôde conhecer tanto o aroma "lupulado" e fresco quanto o paladar seco e de um amargor harmonioso. Nascia mais uma cerveja, num dos marcos da cidade, para o Brasil. Oxalá a Paulistânia inaugure a era das grandes cervejas globais — e não só das grandes cervejarias — do nosso País! [Comente esta Nota]
>>> Bier & Wein
 



Digestivo nº 440 >>> O Pedaço da Pizza: novidades depois de uma década
Quem conheceu o Pedaço da Pizza no início dos anos 2000, não imaginou que ele se consagraria, na capital onde só se consome menos pizza que em Nova York, e onde há mais pizzarias do que qualquer outro tipo de restaurante. Afinal, a cadeia Pizza Hut não aguentou no começo, a Domino's também não aguentou muito e a Mister Pizza, do Rio, nunca se aventurou por São Paulo. Aliás, por falar nessa última, O Pedaço da Pizza depois de mais de dez anos com apenas três lojas, está apostando, desde 2009, no mesmo modelo de franquias. Os novos donos que assumiram, naturalmente, nos últimos tempos, têm a ambição de consolidar mais de 10 pontos até o final do ano que vem. Uma outra novidade, na cadeia de restaurantes, é surpreendentemente o serviço de delivery. Pizzarias que entregam é quase uma obviedade na capital paulista, onde, no domingo à noite, muita gente simplesmente não sai de casa para frequentar salões barulhentos. Mas "pizza em pedaço" sendo entregue em casa é algo inédito. Como o próprio Pedaço da Pizza diz, chega da "ditadura" de ter de comer os sabores da "maioria", "desfrute só daqueles de que você efetivamente gosta", mesmo em casa, encomendando por telefone. Além disso, há o novo cartão fidelidade, que funciona mais ou menos nos mesmos moldes de outros "clubes de vantagens", e os calzones, igualmente novidade, nos sabores marguerita com tomate seco, quatro queijos e calabresa com escarola. Depois de uma década servindo pedaços de pizza pré-cozida, dia e noite, em sabores, hoje, tradicionais, como mozarela com calabresa, frango com catupiry e até shimeji e couve, uma das vedetes continua sendo a inesquecível pizza de chocolate, com morango ou com banana, agora também com raspas ou mesmo M&M'S. O Pedaço da Pizza implementou uma ideia que nasceu nos Estados Unidos, mas soube se adaptar com sabedoria ao exigente consumidor paulistano, ao contrário de algumas grandes redes... Esperamos, portanto, que seu modelo se espalhe, como está se anunciando, por todo o País. [Comente esta Nota]
>>> O Pedaço da Pizza
 



Digestivo nº 431 >>> Hideki, o restaurante e seu chef
Hideki Fuchikami era mais um descendente de japoneses que imigraram para o Brasil, no início do século passado, e se estabeleceram no interior de São Paulo. Seus pais não construíram a fortuna que imaginavam, ainda em sua terra natal, mas Hideki, mesmo assim, quis vencer na capital. Mudou-se com o desejo mais íntimo de ser cantor, mas com a promessa, a seus genitores, de cursar direito. Era 1979 e, como Hideki não tinha dinheiro, decidiu trabalhar num restaurante, que oferecia, além das refeições, um lugar para dormir. Era o começo de sua saga no Yashiro, o tradicional japonês. Encarando turnos de 20 horas, sem folga, ou até de 36 horas, em feriados, Hideki passou seis anos conhecendo o ofício. Findo o aprendizado, partiu para o Japão, na expectativa de encontrar o presidente da Associação de Culinária Japonesa. Encarou novos turnos de 16 horas ininterruptas e passou, ao todo, dez anos no país do sol nascente. Em Tóquio, aprendeu mais sobre temperos e o "niguiri"; em Osaka, descobriu a arte dos prensados e enrolados; e, em Kyoto, soube o que era um menu degustação mais tradicional. Regressou ao Brasil no fim da década de 90, para o mesmo Yashiro, onde se sagrou Sushiman Campeão Brasileiro e onde passou outros cinco anos. Finalmente, em 2002, abriu seu próprio restaurante, o Hideki, no bairro de Pinheiros. E, há três anos, abriu uma filial em Moema. Hideki tem, hoje, 30 anos de experiência como sushiman. Apesar da cara de menino, tem muita vivência e um senso de humor bastante afiado. Sua conversa é interessante, sua bagagem permite dizer se um tipo de peixe vai ou não pegar no mercado brasileiro e ele priva, atualmente, da amizade de outros grandes chefs como Alex Atala. Ao contrário de muitos japoneses com decoração espalhafatosa, Hideki prefere apostar na variedade, oferecendo um bufê incomparável em número de opções. O Hideki é, hoje, um dos eleitos pela exigente colônia; e ninguém se espante se o seu chef continuar sua expansão a passos largos... [Comente esta Nota]
>>> Hideki
 



Digestivo nº 424 >>> Dalva e Dito, idealizado por Alex Atala
Alex Atala merece toda a consagração que vem recebendo nos últimos anos. Os elogios de Ferran Adrià, o melhor chef do mundo, e a inclusão do D.O.M., na lista dos melhores restaurantes do mundo (segundo a revista Restaurant), não são obras do acaso. São resultado de talento, pesquisa e realizações crescentes durante esta década dos anos 2000. O Dalva e Dito, portanto, só vem coroar o trabalho de Alex Atala em prol da cozinha brasileira, num espaço que, além da gastronomia, constrói uma atmosfera inteira de amor ao Brasil, desde a arquitetura (de Marcelo Rosenbaum) e o paisagismo (de Gilberto Elkis) até a música ambiente (de Nara Leão a Fernanda Takai), até as fotos de Pedro Martinelli e o grafite de Derlon Almeida (no salão de bar). As opções de entrada ("Creme de Palmito com ervas caipiras", "Salada de músculo de boi, feijão fradinho e ervilha torta" e "Cuscuz Paulista com camarões e salada"), bem como as de prato principal ("Sela de cordeiro" e "Assados preparados na rôtissoire", "com acompanhamentos caseiros"), e as de sobremesa ("Açaí com banana e guaraná", "Sorvete de tapioca e granolinha" e "Creme de chocolate com Priprioca") podem dar a falsa impressão de simplicidade, mas escondem técnicas de preparo, processamento e armazenamento de última geração, que podem, inclusive, ser conferidas na cozinha habil e elegantemente integrada ao salão principal. No meio da sofisticação do bairro dos Jardins, na esquina da Barão de Capanema com a Padre João Manuel, Alex Atala conseguiu inaugurar um refúgio, onde podemos retornar ao Brasil profundo, recriado segundo o rigor de um dos chefs mais promissores do mundo. Que Dalva, a primeira estrela a surgir, e Dito, o São Benedito (padroeiro dos cozinheiros), continuem levando Alex Atala sempre mais longe, junto com a nossa gastronomia, a nossa cultura e o nosso País. [1 Comentário(s)]
>>> Dalva e Dito
 
Julio Daio Borges
Editor
mais gastronomia | topo


Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




REVISTA DO INSTITUTO HISTORICO E GEOGRAPHICO DE SÃO PAULO VOL. VII
VÁRIOS
DIÁRIO OFICIAL
(1903)
R$ 189,52



HARRY E SEUS FÃS
MELISSA ANELLI
ROCCO
(2011)
R$ 9,90



BRÁS , BEXIGA E BARRA FUNDA
A. ALCANTARA MACHADO
KLICK
(1997)
R$ 7,90



OS DIÁRIOS DO SEMIDEUS
RICK RIORDAN
INTRÍNSECA
(2013)
R$ 12,00



REVISTAS KÓSMOS - ANOS 1906 -1907 -1908
DIRETOR JORGE SCHMIDT
REDAÇÃO E OFICINAS
(1906)
R$ 2.500,00



A ARTE DE ESCOLHER CRONICAS DO BRASIL CONTEMPORANEO
JOSÉ SARNEY
LEYA
(2010)
R$ 12,00



VIVÊNCIAS CORPO MENTE ÁGUA
MARIA ALICE A CORAZZA
MADRAS
(1993)
R$ 11,00



EL CONOCIMIENTO ORDINARIO COMPENDIO DE SOCIOLOGÍA
MICHEL MAFFESOLI
FONDO DE CULTURA ECONOMICA
(1993)
R$ 12,00



O LIVRO DE GAIA UMA PEQUENA LIÇÃO DE AMOR
PATRICIA ENGEL SECCO
MAHLE
R$ 8,00



ANTOLOGIA INFANTO-JUVENIL - SEGUNDO ZERINHO (TEATRO INAFANTO-JUVENIL)
NERY GOMIDE (ORG.)
MOVIMENTO ZERO HORA
(1981)
R$ 15,00





busca | avançada
58438 visitas/dia
2,1 milhões/mês